Ao pousar, as aeronaves devem se aproximar o máximo possível do início da pista 10, devido à curta extensão da pista, o que resulta em aviões sobrevoando a praia em altitude mínima.
Localizado no lado Holandês da ilha caribenha de Saint Martin fica a famosa praia de Maho. Mesmo com a areia branca e água azul-turquesa característica de um paraíso caribenho, isso não é o que faz Maho Beach como um destino turístico.
Pelo contrário, tem muito a ver com o “Princess Juliana International Airport”.
Ao pousar, as aeronaves devem se aproximar o máximo possível do início da pista 10, devido à curta extensão da pista, o que resulta em aviões sobrevoando a praia em altitude mínima.
Assistir aos aviões passando sobre a praia é uma atividade tão popular que as chegadas e partidas diárias são exibidas em uma placa na maioria dos bares e restaurantes na praia, um dos bares possui um alto-falante que transmite as transmissões de rádio entre os pilotos e torre de controle do aeroporto.
É importante notar que há um perigo das pessoas em pé na praia serem jogadas para dentro da água por causa da força do jato dos aviões decolando da pista.
O governo local adverte que se aproximar do local pode “resultar em ferimentos graves e / ou morte.” Uma cerca adicional foi acrescentada recentemente por trás pista para impedir que as pessoas subissem o muro principal da pista.
Já publicamos o que acontece quando alguém se arrisca demais para assistir ao show.
Cerca de cem igrejas americanas, evangélicas e católicas, foram denunciadas no ano passado por organizações não governamentais por estarem fazendo política partidária em cultos e missas.
Um número crescente de ONGs americanas luta para que tais igrejas percam o direito de não pagar impostos como entidades religiosas.
Os ativistas se amparam na reforma do código tributário de 1954, quando entidades isentas de impostos ficaram proibidas de fazer campanhas políticas ou endossar candidatos a cargos públicos.
Para essas ONGs, as igrejas denunciadas não respeitam a lei, e o IRS –a Receita Federal americana– não as pune como devido. Os religiosos rebatem dizendo que a sua liberdade de expressão está sendo ameaçada.
Desde os anos 50, praticamente só uma igreja por década perdeu a isenção ou foi multada. A maioria recebe apenas uma advertência. Outras, poucas, não se registram como entidades religiosas e pagam impostos para poder expressar visões políticas.
A organização Americans United for Separation of Church and State [americanos unidos pela separação de igreja e Estado] mandou em 2012 cartas a 60 mil igrejas no país, recordando pastores e padres da proibição de campanhas em cultos e missas.
O grupo ateísta Fundação para a Liberdade de Religião pressiona o IRS a acabar com o “tratamento preferencial” às igrejas. Com 19 mil membros, a entidade entrou com uma ação em janeiro pedindo “relatórios anuais detalhados” de gastos e receitas para as igrejas, “os mesmos pedidos a qualquer outra ONG”.
“Não pagar impostos é um privilégio. Por que as igrejas não precisam prestar contas?”, diz Anne Laurie Gaylor, porta-voz da fundação.
PRESTAÇÃO DE CONTAS
À Folha Rob Boston, diretor da Americans United, disse que, “além de acabar com a isenção fiscal de igrejas que façam proselitismo político, queremos mais leis que obriguem entidades com esse privilégio a revelar seus investimentos e suas doações”.
Essa lei existe em poucos estados, como a Califórnia. Lá as autoridades descobriram que a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (mórmons) doou cerca de US$ 22 milhões (R$ 44 milhões) para campanha contra o casamento gay no plebiscito do Estado, em 2008.
A colaboração mórmon foi de cerca de 70% das doações a favor da proibição. Famílias mórmons eram estimuladas a doar durante os cultos.
Mesmo sem punição da Receita, os mórmons sentiram o golpe. Houve protestos em frente a templos, e vários foram pichados. Em abril, a igreja mudou sua posição histórica e apoiou a decisão dos Escoteiros da América de permitir integrantes gays.
O IRS não retornou o pedido de entrevista da Folha e disse que as auditorias de igrejas são confidenciais.
Segundo a Americans United, desde 2009 não há investigações relevantes contra igrejas, apesar da alta nas denúncias. Mas em 2012 o gerente do IRS de Washington, Peter Lorenzetti, disse a pastores que “fazer campanhas para candidatos ou doações contra outros” é suficiente para revogar o status de isento.
“Estimamos que menos de mil igrejas façam política partidária hoje. É uma fração pequena, mas que precisa ser investigada”, diz Boston.
Desde 1894, igrejas não têm de pagar impostos sobre propriedade ou arrecadação. Doações a elas podem ser abatidas do Imposto de Renda.
“E Viveram Felizes Para Sempre”, filme de Yvan Attal, retrata a vida comum de um casal comum em um relacionamento comum moderno. O problema é esse. Os relacionamentos comuns são esmiuçados a ponto de não se perceber o por quê de ter se tornado tão comum. Com esta pretensão, o longa é levado como uma guerra-fria entre um casal contemporâneo.
A Guerra de Comida.
“E Viveram Felizes Para Sempre”, longa dirigido por Yvan Attal, não é um filme complicado, mas é um filme que, friamente, coloca a realidade em seu devido lugar: o mundo é uma mentira mal-contada. Por que eu digo isso? Veremos.
A vida, essa mentira
O longa trata da vida de três homens, amigos de trabalho, sendo dois casados e o terceiro um solteiro que aproveita a vida com várias mulheres. Vincent e Gabrielle formam um casal monótono, com um filho e sem muita atividade; Georges e Nathalie formam o casal que não consegue mais ter um relacionamento saudável, tendo a vida recheada de brigas por motivos fúteis. Enquanto isso, Fred, o solteiro, marca encontros duplos, causando a inveja de seus amigos.
Ambos os casados sem reação ao ver a facilidade de Fred ao telefone.
A grande sacada do filme é mostrar uma relação extremamente instável, porém fiel, em um casal, e uma estabilidade maçante de outro, mas cheia de traição – Fred, por sua vez e para perplexidade geral, inveja a vida de casado.
Vincent trai Gabrielle (apesar de continuar a amando). Gabrielle descobre sua infidelidade e tenta até mesmo traí-lo, mas, sem coragem, não conclui seu plano. Eles não tocam no assunto, em nenhum momento nada disso fica explícito – há somente jogos de palavras, de olhares, desconfianças alheias, mas nunca há uma conversa franca e direta. Tudo se passa como se não houvesse traição, como se isso não fosse parte da decadência do casal. No fim do filme, vale dizer, eles acabam juntos – mas Gabrielle re-encontra um flerte que será mais explicado à frente.
Um momento de Gabrielle e Vicent.
Georges e Nathalie, por sua vez, têm o relacionamento acalorado após a chegada de um novo casal no prédio onde moram. Um noite de sexo acalma a esposa irritada com o mundo machista e acalma a vida de um trabalhador médio tipicamente machista.
Fred tem um filho! Ele engravida uma de suas peguetes e aceita a vida de pai, aceita a vida de parceira fixa, aceita a vida cobiçada. Na verdade, creio que “aceitar” é um verbo errado. Ele consegue a vida em que termina.
O que o filme deixa claro é que a vida, como um todo, é uma grande mentira – melhor, uma ilusão no sentido que Freud dá em Futuro de uma ilusão: um desejo humano impulsionado em uma realidade não necessariamente existente ou provável, mas que quer ser satisfeito, seja como for.
A linda Charlotte Gainsbourg como Gabrielle.
A vida é, então, uma mentira que precisa ser levada discretamente e que não pode ser descoberta, para manter-se como ilusão, para manter o castelo de cartas. Ela pode até ser deduzida, mas tudo precisa se passar como se nada estivesse acontecendo. Enquanto eu souber que você sabe, enquanto você souber que eu sei que você sabe, mas enquanto nós dois não tenhamos colocado isso em pauta, tudo está ok.
Mas e então?
É necessário fingir que não se sabe tudo o que se passa fora do padrão estabelecido da felicidade, por que a felicidade não é uma acepção subjetiva – ela é, na verdade, construída para parecer uma questão individual, mas é gravada nos sujeitos de maneira que determinadas coisas (como casar, ter filhos, ter um bom emprego, conhecer pessoas, conhecer lugares, ser independente e etc.) estão em posição privilegiada para todos.
A felicidade, de acordo com o filme, também é alcançada pelo desconhecimento daquilo que causa a infelicidade, mesmo sendo este desconhecimento algo falso. Isso é tão claro que as traições não são essencialmente ruins, mas são aparentemente ruins. Por isso são ignoradas/aceitas em última instância.
Esse cinismo é um fundamento da vida moderna pós-ideológica, de acordo com Safatle. Esse saber e não-saber, essa negação daquilo que é real, por não “poder” ser verdade, é um dos pilares da ideologia atual, como também defende Zizek.
Cena capital onde o filme faz o coração feminista ser quebrado pelo carro novo do marido.
Os deputados da CDH (Comissão de Direitos Humanos e Minorias) da Câmara dos Deputados, elegeram, nesta quinta-feira (7), o pastor Marco Feliciano (PSC-SP) como presidente. Ele teve 11 votos dos colegas e já havia sido indicado por seu partido para presidi-la. Feliciano é acusado de homofobia e racismo, mas nega.
A eleição do presidente é feita pelos membros da comissão, que, em geral, seguem a indicação partidária. A bancada do PSC, composta por 17 parlamentares, confirmou na terça-feira o nome do pastor para ocupar o cargo. Como vice, a indicação foi para a deputada Antonia Lúcia.
Até então, o PT da presidente Dilma Rousseff comandava a CDHM, sob a direção do deputado Domingos Dutra (MA), mas o partido preferiu assumir as comissões de Constituição e Justiça e Cidadania; de Seguridade Social e Família e de Relações Exteriores e Defesa Nacional.
A sessão de hoje foi marcada, mais uma vez, por polêmicas e protestos — o presidente Domingos Dutra chegou a se retirar da sessão, seguido por outros parlamentares, como Jean Wyllys (PSOL-RJ). A deputada Luiza Erundina chegou a dizer que “esta não é mais uma comissão de direitos humanos”.
Nesta quarta, a comissão deveria ter realizado a eleição do deputado federal Marcos Feliciano (PSC-SP), mas, devido a bate-boca e tumulto, a sessão foi cancelada e convocada novamente para esta quinta, desta vez, sem a presença de manifestantes e “torcida”.
A indústria responsável pelas vendas de discos, cds, cassetes e música online, cresceu 0,3% em 2012 no mundo todo, apesar da crise mundial e da pirataria digital
Pessoas escutam música: as previsões são positivas para 2013, graças à expansão dos novos serviços digitais surgidos nos últimos anos como iTunes, Spotify e Deeze
A indústria da música gravada, responsável pelas vendas de discos, cds, cassetes e música online, cresceu 0,3% em 2012 no mundo todo, o primeiro aumento registrado desde 1999, apesar da crise mundial e da pirataria digital, segundo informou nesta terça-feira a Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI).
Na apresentação de seu relatório anual em Londres, a conselheira delegada da IFPI, Frances Moore, disse que as receitas chegaram a US$ 16,5 bilhões no ano passado e a indústria musical “se dirige agora rumo à recuperação”, impulsionada pelo auge digital.
As previsões são positivas para 2013, graças à expansão dos novos serviços digitais surgidos nos últimos anos como iTunes, Spotify e Deezer, que, se em 2011 estavam presentes apenas em 20 países, hoje se encontram em mais de 100, entre eles mercados emergentes como Brasil, Índia e Rússia.
Os formatos digitais reportaram em 2012 renda no mundo todo de US$ 5,6 bilhões, 9% a mais do consumo digital de 2011.
A Espanha fica distante dessa tendência com um crescimento de apenas 4% no formato digital, devido ao persistente empecilho da pirataria.
No total, a renda das companhias de disco por consumo digital em modalidades como downloads, subscrições, música e vídeos em “streaming” e serviços gratuitos financiados por publicidade já representam 34% do total de seu faturamento.