O jeito correto de usar 15 produtos do dia-a-dia

Publicado no Xonei

1. Evite que seus cabos de extensão se desfaçam: conecte-os em um laço para evitar que se separem se alguém tropeçar ou puxar.

jeito162. Evite o desperdício de embalagens. Em vez de pegar vários potinhos de papel de ketchup, simplesmente puxe as bordas. O espaço maior faz dobrar a quantidade  que pode ser colocada nos copinhos.

jeito153. Faça um laço com o fio dental para que você nunca mais estrangule os seus dedos quando aquele fiapo de carne ficar preso entre os dentes.

jeito144. Quase ninguém percebe, mas suas panelas possuem um apoio de colher.

jeito135. Muitas embalagens de papel alumínio possuem abas dobráveis que têm um objetivo: manter o rolo no lugar. Desse jeito você não precisa se preocupar que ele voe para fora toda vez que destacar um pedaço.

jeito126. Outra coisa que você provavelmente não se deu conta: embalagens de comida chinesa para viagem são na verdade confeccionadas para serem desdobradas e virarem pratos.

jeito117. Você só precisa de uma quantidade de creme dental do tamanho de uma ervilha para obter uma limpeza efetiva. A maioria dos anúncios divulgam a pasta de dente no mesmo tamanho da escova com o único intento de fazer você consumir mais.

jeito108. Treine isso! Evite que saiam mais pastilhas do que você quer do Tic-Tac, permitindo que a bala deslize até a ranhura suavemente da tampa.

jeito99. É provável que você esteja usando o desentupidor errado. Este é sem dúvida o desentupidor mais conhecido. Mas, você sabia que ele só deveria ser utilizado em pias entupidas?

jeito8Para desentupir um vaso sanitário, o desentupidor  tem de ter a “cabeça projetada” desse jeito

jeito710. Esqueceu de levar uma colher para comer o iogurte de lanche no trabalho? Sem problemas. Veja o que fazer.
jeoto611.Todo mundo coloca a proteção de assento sanitário na direção errada. A dobra deve ficar virada para a frente para evitar a agonia de sentar no assento e depois perceber que você arrastou a proteção até o fundo do vaso.

jeito512. Para destacar somente um pedaço de Toblerone com facilidade, puxe em direção à barra e não contra ela. É bem mai prático!

jeito413. Alguns lacres de refrigerante funcionam como suporte para canudos.

jeito314. Uma maneira de evitar que as crianças derrubem o suquinho é puxar os cantos da caixinha para elas terem onde segurar.

jeito215. Tampas de refrigerante também ão feira para funcionar como porta-copos.

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Testemunhas de Jeová fazem trabalho voluntário no Rock in Rio

tj

 

Publicado no UOL

Em meio ao público que já se encontra na fila do terceiro dia do Rock in Rio, também é possível ver Testemunhas de Jeová espalhadas no entorno da Cidade do Rock.

Em grupos de dois a três, os religiosos ficam em pé, ao lado de vários livros bíblicos. Entre eles está um intitulado “Como a música afeta você?”.

Em conversa com a reportagem do UOL, a professora carioca Márcia Melo, de 48 anos, e a supervisora comercial Rejane Diniz, de 28, explicaram que estão fazendo um trabalho voluntário com o objetivo de levar educação aos jovens.

Testemunha de Jeová há 14 anos, Márcia contou que não está abordando o público.

“Não estamos aqui para influenciar nem converter ninguém. A educação é imparcial. Todos os livros trazem conselhos práticos, para o dia a dia das pessoas”, garantiu ela, acrescentando que todas as publicações são gratuitas.

“Nosso objetivo não é trazer ninguém para a nossa religião. Só queremos educar. E não abordamos ninguém. Damos os livros para quem se aproxima de nós e pergunta sobre as publicações”, contou Rejane, que é testemunha de Jeová desde os seis anos de idade.

Questionadas se poderiam posar para uma foto para o UOL, tanto Rejane quanto Márcia negaram. Elas alegaram “que não estão autorizadas a fazer publicidade do trabalho delas”.

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‘Guerra’ no Alemão envolve R$ 20 milhões em verbas

Recursos públicos e privados para projetos sociais são disputados entre José Junior e o Pastor Marcos

 José Junior e pastor Marcos: dois ex-amigos com vocação de resgatar traficantes do mundo do crime foto:  Carlos Moraes / Agência O Dia e Divulgação

José Junior e pastor Marcos: dois ex-amigos com vocação de resgatar traficantes do mundo do crime
foto: Carlos Moraes / Agência O Dia e Divulgação

João Antonio Barros, em O Dia

Rio – A troca de acusações e ameaças de morte relatadas pelo coordenador do grupo AfroReggae José Júnior contra o pastor Marcos Pereira deixou transparente uma guerra surda que agita os bastidores da polícia e da política há mais de quatro anos. Nenhuma novidade para quem vive o dia a dia das ONGs nos Complexos da Penha e do Alemão. Com o resgate de traficantes dando ibope na mídia e o interesse de grandes empresas pela efervescência cultural e econômica nas áreas carentes, o território se transformou numa mina de ganhar dinheiro. Aliás, muito dinheiro.

A batalha entre os dois ex- amigos envolve justamente a distribuição de cifras volumosas — perto dos R$ 20 milhões por ano — em recursos públicos e privados. De olho em obter cada vez uma fatia maior do bolo, na corrida ao tesouro, cada lado lançou mão das suas armas num território povoado por traficantes, policiais e políticos.

A mistura não podia mesmo dar certo. Inovador na conversão de traficantes na cadeia, Marcos Pereira havia reinado nos governos Anthony e Rosinha Garotinho e encarou como uma invasão de área quando José Júnior lançou o bem-sucedido ‘Empregabilidade’ — um projeto para arrumar emprego a ex-detentos.A vingança do líder da Igreja Assembleia de Deus dos Últimos Dias pela entrada de José Júnior no projeto de resgate de traficantes do mundo do crime veio com a ocupação do Complexo do Alemão, em 2010. À época, o coordenador do AfroReggae saiu na frente na tentativa de rendição dos criminosos. Atropelou os líderes comunitários e fez a ponte direta com os criminosos.

O erro da empreitada, por causa do receio dos criminosos em serem presos, deu a Marcos Pereira espaço para atuar como incendiário no barril de pólvora. Na boca miúda, passou a assoprar no ouvido da comunidade que José Júnior era homem do governo no Alemão. A reação é rápida. Antes mesmo dos tiros e fogo contra a pousada do AfroReggae, em junho último, os líderes da comunidade passaram a questionar o volume e a distribuição de recursos obtidos por José Júnior.

Como exemplo, os líderes culturais e comunitários citam os R$ 3,5 milhões destinados recentemente pelo governo estadual ao AfroReggae. Se fosse dividido entre as 14 associações de moradores, o recurso alcançaria um número maior de crianças e adolescentes atendidos. Com raiva, passaram a chamar Júnior de ‘Roto Rooter’ — aspira a verba de todos os pequenos projetos da comunidade.

É justamente esta a visão das pessoas que cercam o pastor. Enquanto o AfroReggae surfou em verbas durante o governo Sérgio Cabral, as empreitadas de Marcos Pereira viram minguar os contratos oficiais — a tacada final aconteceu no ano passado, quando a Secretaria Estadual de Ação Social e Direitos Humanos cortou a receita para o atendimento a dependentes químicos, em Nova Iguaçu. Restam, não se sabe até quando, as receitas do governo federal.

José Júnior nega que a disputa por verbas seja a causa da briga. Para ele, não passa de ciúmes do pastor pelo sucesso do AfroReggae. Os missionários de Marcos também não olham a briga pelo prisma do ouro, e dizem que Júnior assediou o pastor Rogério Menezes a mudar de lado para ter acesso a um território onde ninguém gosta dele.

 Projetos sociais do AfroReggae no Complexo do Alemão: disputas por verbas vultosas são pano de fundo de rixa foto:  Fernando Souza / Agência O Dia

Projetos sociais do AfroReggae no Complexo do Alemão: disputas por verbas vultosas são pano de fundo de rixa
foto: Fernando Souza / Agência O Dia

COORDENADOR DO AFROREGGAE NÃO POUPA ‘INIMIGO’

A prisão a que foi ‘condenado’ desde que entrou na fila da morte do tráfico de drogas já privou o coordenador do AfroReggae de momentos capitais na vida. Como para se mover precisa arrastar um bom aparato policial — nem tão ágil como o estalar dos dedos —, Júnior deixou de assistir ao pai nos seus últimos momentos de vida e não acompanhou o nascimento do filho caçula.

Rápido nas palavras, o líder cultural dá nome e sobrenome a quem o sentenciou a viver à sombra dos seguranças: o pastor Marcos Pereira. Questionado sobre a oferta de emprego e casa feita às testemunhas do processo contra o religioso, Júnior ataca: “Ele é o responsável por várias coisas erradas. É um cara muito perigoso, que mistura religião com o tráfico. Ele deixa o bandido duro, enquanto fica com o dinheiro”.

Nascido e criado no subúrbio, José Júnior diz que por questões de segurança alterou completamente a rotina, e trocou a Zona Sul por uma moradia mais afastada desde que descobriu uma carta enviada por traficantes aos líderes do Comando Vermelho com o pedido para matá-lo. “Ele envenenou os caras (traficantes), espalhou que eu era informante da Subsecretaria de Inteligência, articulou tudo só por ciúme. Não tolerava ver que as pessoas não iam mais para a igreja dele, iam para o AfroReggae”, cutuca.

Com a mesma contundência, o líder do AfroReggae refuta as acusações de ter articulado com a polícia um inquérito ‘caça às bruxas’, para tirar Marcos Pereira do caminho e ser o único a mediar conflito com traficantes no Rio. “Isso é mentira. Ele nem sabia que fazia mediação de conflito. Eu que levei para ele esta ideia. É carismático, mas não tem conteúdo, só tem oratória”, reage Júnior, acusado pela família do religioso de montar depoimentos e fabricar histórias, com o pastor Rogério Menezes — um ex-aliado de Marcos Pereira — para o prejudicar o líder da Assembleia de Deus dos Últimos Dias.

“Sou a vítima. Esse cara é uma mente do mal, talvez o bandido mais perigoso do Rio”, bate José Júnior, que diz ter certeza de que foi o pastor quem encomendou a sua morte. “Tenho uma gravação com o cara contratado para me matar. Combinei que só vou mostrar o conteúdo quando ele (o matador) morrer. Mas posso te dizer: foi o Marcos quem articulou tudo. Essa é uma guerra que não era dos traficantes, mas ele achou gente disposta a fazer o serviço”, diz Júnior, sobre quem ordenou os traficantes a atacarem os prédios do AfroReggae. “Vou te dizer uma coisa: os bandidos que tem aqui são estagiários perto dele.”

 Atividade do grupo cultural AfroReggae foto:  Paulo Araújo / Agência O Dia

Atividade do grupo cultural AfroReggae
foto: Paulo Araújo / Agência O Dia

Deputados discutirão investigação sobre o pastor com Beltrame

Quinze parlamentares se reúnem hoje com o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, para discutir a investigação da Polícia Civil que levou à cadeia o pastor Marcos Pereira. À frente do bloco está o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, o também pastor Marco Feliciano (PSC-SP).

Os deputados — alguns evangélicos e ligados a Marcos Pereira — levantam a dúvida quanto à apuração do caso. Uma delas, a rapidez entre a troca de comando na Delegacia de Combate às Drogas e a conclusão do inquérito. Foram só dois meses. O pastor foi preso em maio pelos crimes de estupro e coação de testemunhas, e está no presídio Bangu 9.

Algumas dúvidas dos parlamentares foram levantados na edição de ontem do DIA. Entre eles, a manipulação das testemunhas e o uso de provas ilícitas. Em uma gravação, duas pessoas que trabalham no AfroReggae oferecem casa e trabalho na tentativa de convencer um homem a depor contra o pastor.

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‘Sempre o mesmo cara’, dentista estima estampar 10 anúncios por dia

Jovem flagrou modelo Rodrigo Ribeiro em vários anúncios e fez um site.
Ele disse ao G1 acreditar que conquista clientes pelo sorriso e simpatia.

Rodrigo Ribeiro afirma que ingressou na carreira de modelo para poder viajar e juntar dinheiro (foto: Gabriela Gasparin/G1)
Rodrigo Ribeiro afirma que ingressou na carreira de modelo para poder viajar e juntar dinheiro (foto: Gabriela Gasparin/G1)

Gabriela Gasparin, no G1

Ele não consegue contar exatamente quantas fotos suas já foram compradas para estampar propagandas ao redor do mundo, mas estima que sejam mais de 3 mil ao ano, ou cerca de dez ao dia – excluindo campanhas de grandes marcas. O belo Rodrigo Ribeiro tem 32 anos, 1,88 metro, 85 quilos, olhos e cabelos castanhos claros e um simpático sorriso que, em suas palavras, são de um “cara normal, do dia a dia”, mas que, na prática, parece se destacar entre os demais disponíveis nos bancos de imagens.

A frequência com que Ribeiro aparece em outdoors e anúncios por aí chamou a atenção da designer Marcela Hippe, de 24 anos. Ela criou um Tumblr (página na internet parecida com um blog, com destaques de imagens e conteúdo multimídia) chamado “Sempre o mesmo cara”, e há três meses publica todos os trabalhos que encontra com o rosto do charmoso rapaz.

“Eu sou de Santos [litoral de SP]. Vi um banner com esse cara num shopping. No mesmo dia, vi o mesmo cara num outdoor de um ônibus (…). Vários meses depois, saí de férias e fui para Belém e, na lateral de um hotel, tinha um banner gigante com a cara dele.”

O G1 resolveu conversar com Ribeiro para descobrir se realmente é “sempre mesmo cara” que está por trás de tantas propagandas – poderiam ser homens parecidos.

O modelo, que também é dentista, não só se reconheceu em todas as fotos como, humildemente, tentou justificar a preferência. “É o meu perfil… Eu acho que sou um cara normal, do dia a dia. Eu não faço carão, eu sou um cara normal, que sorri, simpático. Acho que é por isso que as minhas fotos renderam tanto”, opina.

No Tumblr, Marcela sugere que talvez as fotos de Ribeiro sejam as mais escolhidas por serem as mais baratas, o que, pela lógica do funcionamento do banco de imagem, não faria lá muito sentido, explica Rodrigo.

“Todos os modelos vão e fazem o trabalho. A foto entra para o banco de dados e a pessoa escolhe. As minhas fotos estão vendendo não porque são as mais baratas. Elas estão sendo vendidas porque o cliente se familiariza com a foto. Ele fala ‘gostei disso, quero isso’, e compra.” De acordo com Ribeiro, uma foto em um banco pode custar de US$ 2 a US$ 3 mil (ele não ganha o valor todo, mas uma porcentagem sobre a venda).

Em uma conta rápida, o modelo calculou receber aproximadamente dez e-mails por dia com a comunicação de que uma foto sua foi comprada. “Então vai dar umas 3 mil por ano?”, diz, acrescentando, porém, de que há outros trabalhos que faz que não são registrados dessa forma. “Eu não tenho uma noção exata de quantas são, mas é bastante (…). Não faço ideia.”

Rodrigo calcula que sejam compradas mais de 3 mil fotos suas ao ano (foto: Gabriela Gasparin/G1)
Rodrigo calcula que sejam compradas mais de 3 mil fotos suas ao ano (foto: Gabriela Gasparin/G1)

Longe da fama
No mundo da moda, ele se considera conhecido, mas não famoso. “Acho que o pessoal se familiariza comigo mais pelo rosto, acho que não é nem pela beleza. Acho que quando as pessoas veem minha foto, elas falam, ‘pô, esse cara pode ser meu primo, pode ser o meu vizinho’”, salienta.

Ribeiro explica que nunca buscou a fama e no começo tinha até um certo “preconceito” – palavra que depois preferiu trocar por “apreensão” – sobre a profissão. Nascido no Rio de Janeiro, mas criado em Campinas, no interior de São Paulo, diz ser de uma família bastante conservadora.

“Eu jamais pensei em ser modelo. De forma alguma. A minha família é muito tradicional. Eles olham essa área de mídia, acham legal, mas não querem para o filho deles. Eu nasci com isso, eu tinha certo preconceito (…). Na verdade não é que era preconceito, eu tinha uma apreensão pelo fato de meus pais me educarem dessa forma”, diz.

Dentista
Aos 23 anos, recém-formado em odontologia, ele afirma que ganhava aproximadamente R$ 1,2 mil por mês trabalhando em consultórios de outros profissionais quando recebeu o convite para ser modelo – como tinha amigos na área, teve contato com profissionais de agências e recebeu uma proposta.

Ele disse que seus amigos chegavam a ganhar R$ 10 mil, R$ 5 mil por um trabalho, o que ele demorava meses para juntar. “Cresceu um pouco os olhos (…). Eu poderia ter meu consultório mais cedo do que esperava, o que me inspirou muito”, disse.

Ribeiro repetiu várias vezes, durante a entrevista, que nunca buscou a fama. “Me interessou não pelo glamour, de eu querer ser famoso  (…). Eu virei modelo para viajar e para juntar dinheiro.”

omada a decisão, foram 8 anos de trabalho mundo afora, em cerca de 30 países. Quando começou como modelo, contudo, a previsão era ficar seis meses na profissão, para juntar dinheiro e abrir o consultório. “Mas esses seis meses viraram oito anos. Acho que eu me empolguei um pouco”, revela.

“A primeira viagem foi para a Coreia do Sul (…). Fiquei muito tempo na China também. No total, fiquei dois anos na Ásia: Coreia, Hong Kong, Cingapura, Japão, Malásia. Depois fui para a Europa, África do Sul, Estados Unidos…”.

Diz que chega a ganhar R$ 10 mil, R$ 35 mil para fazer algumas campanhas, a depender da marca e da duração. “O trabalho varia de acordo com o direito de imagem, quanto tempo ele vai ser veiculado”, explica.

Além de fotos, ele também faz campanhas em vídeo. “Eu acredito que me dou melhor em vídeo também por causa disso, pelo fato de eu ser simples e eu sou o que eu sou, eu não tento interpretar muito.”

Formado em odontologia, ele montou um consultório no começo deste ano na capital paulista (foto: Gabriela Gasparin/G1)
Formado em odontologia, ele montou um consultório no começo deste ano na capital paulista (foto: Gabriela Gasparin/G1)

Consultório
Há dois anos ele voltou a morar no Brasil e está em fase de transição para finalmente atuar somente como dentista – durante as viagens pelo mundo, fez cursos para se atualizar.

Com o investimento de aproximadamente R$ 100 mil, montou um consultório na capital paulista onde realiza, principalmente, tratamentos estéticos. O público-alvo são estrangeiros que estão no Brasil. “Como viajei bastante, vi que é difícil encontrar no Brasil dentistas que falam inglês fluente”, diz. Ele também divulga seu consultório nas agências de modelos.

Por enquanto, o trabalho de modelo ainda garante 70% de sua renda mensal, mas ele acredita que a participação do consultório deve aumentar aos poucos.

Casado há três anos com uma modelo mineira, ele afirma que não costuma ser reconhecido ou assediado na rua. “Às vezes um modelão, que chega na festa com carão, às vezes vai atrair mais atenção do que eu. As pessoas podem chegar na festa e não vão nem ver que eu sou modelo, porque sou um cara normal. Elas vão só falar, ‘ah, é a um bonitinho que tá ali.”

*Colaborou Darlan Alvarenga

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Esgotamento mental não é frescura; saiba como combater o problema

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Chris Bueno, no UOL

Depois de andar para lá e para cá o dia inteiro, trabalhar, ir à academia, fazer compras no mercado, seu corpo está esgotado e precisa de um descanso. Seu cérebro também. Muitas vezes não nos damos conta que, após um intenso trabalho intelectual, o cérebro também fica “cansado”, e também precisa de um tempo para relaxar. Ignorar essa necessidade pode causar uma série de problemas.

No mundo moderno, em que uma grande parcela da população trabalha em frente a um computador, e em que cada vez mais se exige pensamento rápido, criatividade e empreendedorismo, é muito fácil deixar o cérebro “cansado”. Além disso, muitas vezes exige-se que ele trabalhe com energia total por períodos muito longos. “Podemos dizer que o excesso de demanda da química necessária para manter o corpo e a mente ativados se ‘esgotam’ em algum momento”, alerta Sergio Klepacz, psiquiatra do Hospital Samaritano de São Paulo.

Ele explica que essa química é composta por hormônios e neurotransmissores como cortisol (um dos grandes responsáveis pela preparação do organismo para os enfrentamentos dos desafios do dia a dia e das situações de perigo) e  noradrenalina (neurotransmissor responsável pela sensação de motivação e também da atenção).

“Vários estudos mostram queda nessas substâncias durante esses períodos de estafa”, diz. Por isso, as consequências mais imediatas são falta de atenção, dificuldade de memória, perda de concentração, pensamento mais lento, desânimo, alterações no sono e, é claro, cansaço – excessivo e crônico.

Às vezes o cansaço é tanto que é sentido fisicamente, com dores no corpo, dores de cabeça e até problemas gastrointestinais, como gastrites e úlceras. Por isso muitos pesquisadores afirmam que o esgotamento mental pode ser até mesmo mais grave do que o físico, pois pode causar danos tanto corporais como emocionais. Outro perigo é que muitas vezes ele é ignorado; então o cansaço se acumula e as consequências se agravam.

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