5 coisas para fazer todas as manhãs e ser mais produtivo

O jeito como você encara as primeiras horas do dia pode influenciar seus níveis de stress e produtividade no trabalho; veja como lidar com isso

foto: Getty Images
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Talita Abrantes, na Exame

O sucesso do seu expediente começa muito antes da hora que você bate o ponto ou passa o crachá no escritório.

A maneira como você encara o período que se estende entre o primeiro abrir de olhos até o momento em que chega ao trabalho pode ser determinante para a toada que o resto do seu dia seguirá.

Não é por acaso que Chieko Aoki, CEO da Blue Tree Hotels, e Ernesto Haberkorn, fundador da TOTVS, dedicam uma atenção especial às manhãs.

Para ambos, as primeiras horas do dia se revelaram como momentos preciosos para que eles conseguissem fazer a rotina caber na agenda, como revelaram recentemente para EXAME.com.

Este é o mote do livro “What the most successful people do before breakfast” (O que as pessoas mais bem sucedidas fazem antes do café da manhã, em uma tradução livre), lançado em 2012.

Nele, a autora Laura Vanderkan elenca argumentos que provam que a chave para conseguir o que quer está na maneira como você lida com as primeiras horas do dia. “Este é o tempo que você pode ter para você mesmo, antes da prioridade das outras pessoas”, disse para o Business Insider.

Com isso em mente, elaboramos um guia para seguir todas as manhãs e que pode garantir produtividade, além de leveza, nas horas que estão por vir. Confira.

1 Tire o peso

Antes  de qualquer coisa, calibre seus primeiros pensamentos. Em outros termos, pare de encarar o início de um novo dia com tanta ansiedade, medo e frustração. “Acordar cedo é acordar cedo, não é melhor, nem pior. É só acordar”, afirma Eduardo Shinyashiki, consultor de carreira.

Esforce-se, portanto, para apreciar o que está a sua volta – do sol que entra pela janela até a água que escorre pelo corpo durante o banho.

“Em vez de alimentar a rotina de levantar com pressa, dedique 15 minutos para sentar e olhar as pessoas que dividem a vida com você”, sugere o especialista. E, como ele aconselha, faça de cada manhã uma celebração.

2 Faça uma atividade física 

Uma medida para começar o expediente já prevenido contra o stress é investir em atividade física. “Você deixa o stress na academia, na pista ou na praia”, diz Fernando Camilo, sócio da Kaminarh Consulting, que mora no Rio de Janeiro.

“O exercício aeróbico oxigena o cérebro e diminui o cortisol no sangue”, descreve Luis Fernando Garcia, autor do livro “O cérebro de alta performance” (Editora Gente).

Quando combinada com uma boa noite de sono, a prática de exercícios faz toda a diferença na produtividade, segundo o especialista.

3 Alimente-se

Para encarar o dia, é preciso de energia. Ou seja, café da manhã é indispensável. Afinal, como já diziam sua avó ou mãe, “saco vazio não para em pé”, brinca Garcia. Um cardápio rico em frutas e cereais pode ser uma boa pedida.

4 Coloque coordenadas no dia

Aclamada por especialistas de gestão do tempo, a “ingênua” lista de tarefas do dia é uma “poderosa” ferramenta da neurociência para que seu cérebro não surte no meio do expediente.

“O ser humano não funciona se não visualizar uma saída”, afirma Garcia. “Quando você materializa no papel tudo o que precisa fazer, em vez de circuitos desencontrados, você reduz a ansiedade”.

Em outros termos, a lista de tarefas cumpre o mesmo papel de um mapa recheado de coordenadas para que seu cérebro encontre foco para as horas que estão por vir.

“Quando você sistematiza o dia, o cérebro cria um caminho para como o dia vai funcionar”, diz o especialista.

Não é preciso muito para traçar este roteiro. Liste as atividades que devem ser feitas no dia usando verbos de ação no infinitivo e coloque um parâmetro de tempo para cada atividade. Por exemplo, fazer 10 ligações em 45 minutos.

Depois, eleja uma ou duas tarefas que “farão seu dia” caso as concretize. “Quando a gente conclui uma coisa importante, temos uma leve sensação de satisfação”, afirma Garcia.

Cuidado para não enumerar tudo – ou cair na tentação de fazer de todas as tarefas uma prioridade. Do contrário, seu mapa do dia pode desembocar em mais ansiedade e frustração.

5 Adiante os ponteiros 

Agora, se você, de fato, quer começar a labuta com o pé direito, trate de rumar para o trabalho alguns minutos mais cedo. “Deus ajuda quem cedo madruga”, brinca Fernando. “Se você sai com antecedência, já sai tranquilo”.

Lembre-se: “Trabalho não deve ser agonia. Deve ser satisfação, um local de realizações”, diz o especialista.

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Empresas perdem US$ 17 mi por dia com funcionários que traem

Levantamento do site de relacionamentos extraconjugais Victoria Milan revela que seus usuários gastam em média 1,17 horas de trabalho procurando amantes virtuais

Casamento: 68% das pessoas que procuram amantes virtuais usam o horário de trabalho para isso, segundo pesquisa (foto: AFP)
Casamento: 68% das pessoas que procuram amantes virtuais usam o horário de trabalho para isso, segundo pesquisa (foto: AFP)

Luísa Melo, no site da Exame

São Paulo – Uma pessoa que mantém um caso extraconjugal pode trazer dor de cabeça não só para a sua família, mas também para a empresa em que trabalha. Companhias norte-americanas perdem cerca de 17 milhões de dólares todos os dias devido à infidelidade de seus funcionários.

O número é resultado de um levantamento feito com 4 mil usuários do site de relacionamentos extraconjugais Victoria Milan. Através de um questionário, a empresa identificou que seus clientes gastam em média 1,17 horas de trabalho com a prática da infidelidade.

As perguntas diziam respeito ao local onde os usuários acessavam o site para procurar relacionamentos amorosos ou sexuais fora de seus relacionamentos. O que se descobriu foi que 68% dos respondentes interagem com seus amantes virtuais durante as horas de trabalho. Para isso, eles usam o computador ou o smartphone.

Outros 25% afirmaram que dedicam o tempo que têm em casa às atividades extraconjugais. Somente 7% dos pesquisados disseram sentir necessidade de procurar outros espaços para interagir com seus amantes.

Dos que afirmaram acessar o site a partir do trabalho, 38% disseram dedicar em média meia hora do expediente nas atividades extraconjugais. Outros 19% afirmaram gastar cerca de uma hora, 19% de uma a duas horas e 18% admitiram que a infidelidade virtual consome mais de duas horas de seu trabalho.

O valor monetário do tempo gasto com casos extraconjugais foi obtido multiplicando a média das horas despendidas durante o expediente pelo número total de integrantes do site, vezes o valor da hora de trabalho nos Estados Unidos – 7,25 dólares, se levado em conta o salário mínimo. O número encontrado é de US$ 17.304.300 dólares.

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Hoje é o dia mais triste do ano, revela estudo

dia triste

Publicado no UOL

Se alguém se sentir triste nesta segunda-feira (20) pode ser o efeito do “Blue Monday”, o dia mais triste do ano segundo o estudo de Cliff Arnall, psicólogo da Universidade de Cardiff, no País de Gales.

Arnall estabeleceu que a terceira segunda-feira de janeiro é o dia do ano na qual as pessoas se sentem mais tristes.

O psicólogo chegou a esta conclusão após resolver uma complicada equação matemática que analisa a meteorologia, as dívidas realizadas no Natal, queda da motivação e uma crescente cobrança para realizar coisas.

Na Grã-Bretanha o tema é levado muito sério, neste dia já foi comprovado que aumenta o número de faltas no trabalho.

Algumas ONGs, como o Mental Health UK, que se ocupa de saúde mental, oferecem conselhos de como superar a segunda-feira mais triste do ano.

A Mental Health UK aconselha a usar neste dia roupas com cores brilhantes, fazer exercício físico, comer bem e ser sociável.

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ONG mobiliza voluntários para distribuir e estimular gestos de gentileza e solidariedade no último dia do ano

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Isly Viana, especial para o Pavablog

Imagine uma cidade onde as pessoas se cumprimentassem, se abraçassem, distribuíssem sorrisos e realizassem mais gestos de gentileza. Imaginou? Com a ação #MaisAmor, do Movimento Novo Jeito, será possível ver isso acontecer no Recife e em outras cidades brasileiras, como: João Pessoa, Sousa, Arcoverde, Olinda, Ribeirão Preto, São Paulo, Diadema, Natal, Rio de Janeiro, Palmas, Salvador, Curitiba e Fortaleza. No Recife, a mobilização vai acontecer no próximo dia 31 de dezembro, às 9h, no Parque da Jaqueira. O movimento vai colocar uma multidão de voluntários nas ruas para distribuir cinco mil botões de rosas entre os moradores da cidade e pretende chamar a atenção sobre a importância da distribuição de afeto e de boas ações no cotidiano das pessoas.

Até o momento, mais de 600 voluntários realizaram as inscrições para participar da mobilização. De acordo com o líder e fundador do movimento Novo Jeito, Fábio Silva, estão sendo disponibilizadas 1.500 vagas para a ação em Recife. Para recrutar os voluntários, a internet foi o espaço mais eficiente para a divulgação dos projetos e participação da sociedade nas ações movimento. “A nossa rede ganhou musculatura. A quantidade de voluntários cresceu bastante, antes nós conseguíamos recrutar os voluntários através das nossas redes sociais. Hoje, o seguidor do mundo virtual saiu de casa e trabalha conosco no mundo real. Também sabemos que muita gente veio conhecer os nossos projetos através de amigos”, explicou.

O #MaisAmor está na terceira edição e nos últimos anos conseguiu disseminar o espírito de bondade e doação internacionalmente, pois, a ação que se iniciou em Recife, também teve uma versão nos Estados Unidos (EUA). A grande novidade de 2013 foi a forma de preparação para esta mobilização, pois durante todo o mês de dezembro o movimento estimulou a população a se engajar em ações em prol do próximo. Dentre as atividades realizadas neste mês, estiveram em pauta: a viagem para Manarí, município com menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do estado, que contou com a distribuição de alimentos, brinquedos, casas foram pintadas e mobiliadas; a festa na creche “Lugar das Crianças” e o Sopão para os moradores de rua que foi realizado em todas as segundas de dezembro.

Para Fábio Silva, a ideia de realizar essas ações como preparação para o Mais Amor surgiu a partir da necessidade de chamar a atenção das pessoas sobre a importância da solidariedade. “A nossa ideia era que a gente começasse a ganhar o coração dos voluntários e dos integrantes da nossa rede para a nossa maior mobilização que é o Mais Amor. A gente não queria esperar até o último dia do ano para fazer algo diferente, queríamos construir coletivamente ações que colocassem esse amor em prática, seja cuidando dos moradores de rua, das crianças do lugar dos sonhos ou dos moradores de Manarí”, detalhou.

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Criadora de ‘Toplessaço’ no Rio quer que topless não seja ‘caso de polícia’

Evento acontecerá no dia 21 de dezembro na Praia de Ipanema, Zona Sul.
Organização pensou em evento após repreensão na Marcha das Vadias.

Publicado no G1

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A atriz e produtora de teatro Ana Rios (E) e a amiga Bruna Oliveira posam na praia de Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro, local onde acontecerá ‘Toplessaço’, criado por elas (Foto: José Pedro Monteiro/Agência O Dia/Estadão Conteúdo)

A ideia surgiu durante a Marcha das Vadias, realizada no Rio no dia 27 de julho. A atriz e produtora de teatro Ana Rios e a amiga Bruna Oliveira estavam juntas no evento – que reivindicava a igualdade de direitos para homens e mulheres e protestava contra o deputado Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara –, quando perceberam olhares de repreensão de quem passava pelo entorno.

Durante a marcha, elas usavam sutiãs e outras integrantes faziam topless. Incomodadas com a repressão, decidiram criar um “Toplessaço”, marcado para o dia 21 de dezembro, na Praia de Ipanema, Zona Sul da cidade. “É um absurdo que no Rio o topless tenha virado caso de polícia. Me incomoda o fato de um policial perder o tempo dele indo pedir para alguém colocar biquíni”, reclamou Ana.

“Durante a marcha, percebi que a existência do topless era muito agressiva. Ouvi várias pessoas falando coisas horríveis. Comentei com a Bruna como achava louco as pessoas terem uma reação tão violenta com o corpo feminino. Há uma aceitação em um contexto de compra e venda, mas não no contexto natural. Até em revistas de amamentação, é muito raro ver mulheres com os peitos de fora”, disse a organizadora do evento ao G1.

Na época, por causa do inverno, Ana e Bruna combinaram que fariam o evento no primeiro sábado de verão. A ideia foi reforçada  após a publicação de uma matéria no jornal “O Globo”, no dia 2 de dezembro, que citava um episódio ocorrido na Praia do Arpoador, em 14 de novembro. Na ocasião, os atores Cristina Flores e Álamo Facó posavam para a campanha de divulgação da peça “Cosmocartas”. Segundo a reportagem, Cristina tirou a blusa e foi repreendida por policiais militares.

“Vi a matéria do ‘Globo’ e pensei: ‘Caramba, mais uma vez’. O fato mais importante é a naturalização do corpo. Por que temos que lidar com o corpo como consumo ou como vergonha? Mas o mais importante de tudo é isso ser caso de polícia. Todo mundo mamou no peito, e isso [topless] não pode ser assunto de polícia”, destacou Ana.

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Ana Rios na Marcha das Vadias no Rio
(Foto: Reprodução/ Facebook)

Protesto coletivo
As organizadoras não querem usar megafones para pedir que as pessoas tirem a parte de cima do biquíni. Eles propõem um ato descentralizado. “É uma coisa de micropolítica. No primeiro dia, as pessoas vão achar estranho, mas a ideia é ir naturalizando. Prefiro que seja uma decisão de cada um. Mas já vi que tem uma galera se organizando. Tem gente preocupada com a reação da polícia. Talvez mais perto, a gente acabe marcando um ponto de encontro. Mas a ideia é que seja um ato individual. Um ato coletivo, mas individualmente realizado”, pontuou Ana.

Para ela, o moralismo e o machismo são os responsáveis pelo espanto que o topless ainda causa nos brasileiros. “A mulher é vista como propriedade ou objeto a ser desejado. A gente tem muita dificuldade de ser só pessoa. Acaba que os hábitos são todos só baseados nisso. [O topless] é uma coisa que já se estabeleceu no mundo. A gente não conseguiu isso no Brasil. A gente tem o culto ao corpo, mas não tem uma aceitação dos corpos como eles são”.

O evento foi criado no Facebook na segunda-feira (2) à noite. Na tarde de quarta-feira (4), mais de 10 mil pessoas já haviam sido convidadas, com mais de 1.500 confirmações de presença. De acordo com Ana, homens também devem participar com a parte de cima de biquíni para mostrar solidariedade ao movimento.

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Topless coletivo acontecerá no dia 21 abertura do Verão no Rio (Foto: José Pedro Monteiro/Agência O Dia/Estadão Conteúdo)

 

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