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Proposta sobre ‘cura gay’ é aprovada em comissão presidida por Feliciano

O deputado Marco Feliciano (esq.) com o colega de Câmara Jean Wyllys, durante sessão da Comissão de Direitos Humanos (foto: Sergio Lima - 27.mar.2013/Folhapress)

O deputado Marco Feliciano (esq.) com o colega de Câmara Jean Wyllys, durante sessão da Comissão de Direitos Humanos (foto: Sergio Lima – 27.mar.2013/Folhapress)

Flávia Foreque e Márcio Falcão, na Folha de S.Paulo

Sob o comando do deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP), a Comissão de Direitos Humanos da Câmara aprovou nesta terça-feira (18) projeto que permite aos psicólogos promover tratamento com o objetivo de curar a homossexualidade.

A proposta, conhecida como “cura gay”, terá que passar ainda por outras duas comissões da Casa: Seguridade Social e Constituição e Justiça. Se aprovada em ambas, segue para o plenário da Câmara.

A votação foi simbólica: durante o debate, apenas os deputados Simplício Araújo (PPS-MA) e Arnaldo Jordy (PPS-PA) discursaram contrários ao texto. Araújo tentou adiar a votação com pedidos de leitura da ata da última sessão e retirada do projeto da ata –ambos foram rejeitados.

Em sua fala, Araújo lembrou os protestos que reuniram milhares de pessoas nas ruas ontem, em diversas capitais do país. Em Brasília, manifestantes chegaram até o Congresso Nacional – entre os protestos, houve gritos contrários a Feliciano e a outros políticos do Legislativo, como o senador Renan Calheiros (PMDB-AL).

“A Casa deve acordar para o que aconteceu ontem nas ruas, ao que está acontecendo nesse país. Essa aqui é uma prova que nós estamos muito longe de entender o que a sociedade realmente quer discutir aqui dentro dessa Casa”, afirmou, sendo aplaudido por alguns presentes.

O projeto de decreto legislativo, de autoria do deputado João Campos (PSDB-GO), suspende dois trechos de resolução instituída em 1999 pelo CFP (Conselho Federal de Psicologia). O primeiro trecho sustado afirma que “os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades”.

A proposta aprovada hoje anula ainda artigo da resolução que determina que “os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica”.

Na justificativa do documento, Campos afirma que o conselho “extrapolou seu poder regulamentar” ao “restringir o trabalho dos profissionais e o direito da pessoa de receber orientação profissional”.

A votação é uma vitória da bancada evangélica, que tenta avançar com o projeto há dois anos.

Durante o debate, manifestantes exibiram cartazes com frases contrárias ao texto. “Não há cura para quem não está doente”, dizia um deles.

HISTÓRICO

Desde o mês passado, a votação foi adiada ao menos cinco vezes, por diferentes motivos – desde falta de quórum a pedido de vistas de congressista.

O relator do texto na Comissão de Direitos Humanos, deputado Anderson Ferreira (PR-PE), foi favorável ao projeto. “A Psicologia é uma disciplina em constante evolução e tem diversas
correntes teóricas, sendo difícil determinar procedimentos corretos ou não, metodologias
de trabalho apropriadas ou não”, afirma o deputado em seu relatório.

“É direito do profissional conduzir sua abordagem conforme a linha de atuação que estudou e prefere adotar. Também constitui direito do paciente buscar aquele tipo de atendimento que satisfaz seus anseios”, completa ele.

Para Ferreira, a mudança na resolução do Conselho Federal de Psicologia reforça a “liberdade de exercício da profissão” de psicólogo.

A proposta é rejeitada pelo CFP. No ano passado, a entidade recusou-se a participar de uma audiência pública realizada na Câmara para debater o projeto. O conselho inclusive lançou uma campanha contra a ideia. A OMS (Organização Mundial de Saúde) deixou de considerar a homossexualidade doença em 1993.

POLÊMICA

Desde que assumiu o comando da comissão em fevereiro, o deputado Marco Feliciano enfrenta protestos de ativistas de direitos humanos que o acusam de racismo e homofobia. Ele nega. Uma das críticas dos ativistas é que o deputado beneficiaria os evangélicos na discussão da proposta na comissão.

No mês passado, em seu twitter, Feliciano defendeu a inclusão do projeto na pauta da comissão, afirmando que “não podemos fugir de assuntos como este”. O deputado ainda criticou a cobertura da imprensa sobre o assunto.

“A mídia divulga um PL [projeto de lei] como “cura gay” quando na verdade ele não trata sobre isso, até porque homossexualidade não é doença”, escreveu na ocasião. “Esse projeto protege o profissional de psicologia quando procurado por alguém com angústia sobre sua sexualidade”, disse.

dica do Carlos Júnior

Promotor paulistano sugere no Facebook que PM atire em manifestantes do Movimento Passe Livre

Publicado por Maria Frô

Custo a acreditar que um promotor possa pensar coisas como essas e torná-las públicas, escrevendo-as em uma rede social. É estarrecedor que a intolerância, o desconhecimento, a truculência e cultura da violência permeie os nossos tribunais desta forma.

Por: Paulo Preto em seu Facebook

No mundo inteiro se protesta por diversas coisas, e aqui, não é diferente. Alguns manifestantes extrapolam, sim, autoridades também. Nada de novo. Mas o sujeito aí é diferente, ele é o DONO de um Tribunal e se depender dele, vai arquivar os inquéritos. A ordem é mandar bala!

rogeriozagallo

Não foi a primeira vez que o Promotor defende que dar tiro “em filho da puta” ou “bandido” é a melhor solução:

Promotor diz que bandido “tem que tomar tiro para morrer” e pede à Justiça arquivamento de processo
Em documento do 5º Tribunal do Júri de SP, ele defende policial que matou suspeito

Do R7

16/09/2011 às 17h48

“Bandido que dá tiro para matar tem que tomar tiro para morrer”. Foi com argumentos desse tipo que o 1º promotor de Justiça do 5º Tribunal do Júri, Rogério Leão Zagallo, pediu à Justiça de São Paulo que arquivasse um processo sobre um suposto assalto contra um policial civil que terminou com um suspeito morto. O crime, considerado pelo promotor como ato de “legítima defesa” ocorreu em setembro de 2010. O texto da promotoria é de 24 de março de 2011.

De acordo com o pedido do Ministério Público, o policial civil Marcos Antônio Teixeira Marins foi abordado por dois bandidos enquanto dirigia pela rua Antônio Mariane, no bairro do Caxingui, em São Paulo, no dia 16 de setembro do ano passado. Embora estivesse à paisana, ele teria se identificado como policial após ser abordado pelos dois supostos criminosos: Antônio Rogério Silva Sena e Thiago Pereira de Oliveira. Houve, então, uma troca de tiros e um dos suspeitos, Sena, morreu.

O crime, segundo Zagallo descreve em seu pedido de arquivamento de processo enviado à Justiça, foi registrado na delegacia como homicídio doloso (quando há intenção de matar), uma vez que o suspeito foi morto. Na visão do promotor, porém, houve um erro no registro da ocorrência porque o policial não teria cometido assassinato, e sim, agido em legítima defesa.

Em sua argumentação, Zagallo diz “lamentar, todavia, que tenha sido apenas um dos rapinantes enviado para o inferno” e deixa um conselho para o policial Marins: “Fica aqui um conselho para Marcos Antônio: melhore sua mira”. O promotor ainda faz uma comparação irônica da Polícia Civil com personagens da ficção.

“Após tal fato, quase toda a Polícia Civil, os Jedis, os Power Rangers, os Brasinhas do Espaço, a Swat, Wolverine, o Exército da Salvação, os Marines, Iron Man, a Nasa, os membros da Liga da Justiça e o Rambo, auxiliados pelo invulgar investigador Esquilo Secreto, se imanaram e realizaram uma operação somente vista em casos envolvendo nossos bravos policiais civis, mas que deveria ser realizada em qualquer caso dos inúmeros vivenciados em São Paulo, com o escopo de prender aquele ousado fujão.” Apesar da operação “heroica”, os policiais não teriam conseguido prender o fugitivo.

Zagallo  ainda fala que o suposto bandido foi morto para o bem da “sociedade”: “Com efeito, a dinâmica dos fatos aqui estudados, leva à conclusão que o presente caderno investigatório somente foi distribuído para este Tribunal do Júri em razão de ter Antônio Rogério da Silva Sena, para fortuna da sociedade, sido morto”.

O promotor encerra o documento pedindo, além do arquivamento do processo contra o policial por homicídio doloso, a abertura de um novo processo contra o criminoso ainda vivo, Thiago Pereira de Oliveira, por dano ao patrimônio.

Outro lado

A reportagem do R7 entrou em contato com o Ministério Público de São Paulo sobre o texto de Zagallo e foi informada de que a “Procuradoria Geral de Justiça tomou conhecimento do caso, e o encaminhou para a Corregedoria Geral investigar”.

Já a SSP (Secretaria de Segurança Pública) disse que o registro do boletim de ocorrência varia de acordo com o delegado, e que não há problemas no caso de Marcos Antônio Teixeira Marins ter sido registrado como homicídio doloso. A secretaria afirma ainda que podem ocorrer mudanças no indiciamento no decorrer do processo na Justiça.

Atualmente, Marins trabalha na 6º Seccional de polícia de São Paulo.

(Foto: Reprodução – Parecer do 1º promotor de Justiça do 5º Tribunal do Júri da Capital, Rogério Leão Zagallo, enviado para a Justiça em 24 de março deste ano)

(Foto: Reprodução – Parecer do 1º promotor de Justiça do 5º Tribunal do Júri da Capital, Rogério Leão Zagallo, enviado para a Justiça em 24 de março deste ano)

Atualização:

Algumas pessoas duvidaram da veracidade da imagem postada por Paulo Preto, não é pra menos, é chocante demais sabermos que há promotores que estimulam publicamente a cultura da violência policial contra manifestantes.

Mas outras pessoas igualmente indignadas com o estimulo à violência promovido pelo promotor fizeram prints do mesmo post de Zagallo:

rogeriozagalloprintscreen

O advogado Marcelo Feller também fez print e postou a seguinte observação no seu perfil:

Por Marcelo Feller em seu Facebook

Não sei se quando falou em bugios (macacos), o promotor se referia aos negros que protestavam. Também não sei se suas saudades das borrachadas, são saudades dos anos de chumbo no Brasil.
Mas não farei como ele, incitando a morte de outra pessoa.
Não sou dono de uma região nem de um tribunal do júri, e não tenho poder para arquivar inquéritos.

Mas eis aqui o que eu posso fazer:

Alguém poderia avisar a esses “petistas de merda”, “filhos da puta”, “bugios revoltados” que, se um deles, por acaso resolver se revoltar com a atitude do promotor e, em forma de protesto, depredar o carro dele, arrancar os espelhinhos, furar os pneus, martelar o capô, riscar a lataria, etc., eu os defenderei de graça.

Além de telefonemas, EUA monitoram e-mails e redes sociais no exterior

Servidores do Google, Facebook e Apple foram vasculhados em busca de ameaças terroristas.

foto: google imagens

foto: google imagens

Publicado originalmente no Estadão

Além do monitoramento de telefonemas domésticos e internacionais da operadora Verizon, o governo americano tem nos últimos seis anos monitorado os servidores de empresas como o Google, o Facebook e a Apple em busca de suspeitos de ameaças terroristas. A existência dos dois programas, reveladas pelos jornais Guardian e Washington Post, foi confirmada na noite de quinta-feira, 6, pelo diretor da Agência de Inteligência Nacional, James Clapper.

 programa de monitoramento de telefonemas, que já dura sete anos e foi batizado de Prism, começou no governo de George W. Bush, foi mantido e expandido na gestão do democrata Barack Obama. O acesso aos dados de empresas de redes sociais, sites de buscas e de e-mails fora dos Estados Unidos começou há seis anos. Segundo a NSA, ambos foram autorizados pela Justiça e tinham conhecimento do Congresso. Entre os dados coletados estão e-mails, chats, vídeos, fotos, downloads e teleconferências.

“Não pode ser usado intencionalmente nem visar qualquer cidadão americano ou quem esteja localizado nos Estados Unidos”, disse Clapper. “A informação coletada pelo programa está entre os dados de inteligência mais importantes que já coletamos e é usada para proteger nosso país de várias ameaças.”

Algumas das empresas citadas no artigo – Google, Apple, Yahoo e Facebook – imediatamente negaram que o governo tenha tido “acesso direto” aos seus servidores centrais. A Microsoft disse que não participou voluntariamente de nenhuma coleta de dados governamentais, e que apenas cumpre “ordens de solicitações sobre contas ou identificadores específicos”. Clapper disse que a reportagem contém “numerosas imprecisões”

Kristine Coratti, porta-voz do Washington Post, afirmou que o jornal mantém as informações publicadas, que se baseiam em um documento do NSA que o jornal publicou na Internet.  Juntas, as duas notícias sugerem que a vigilância nos EUA é muito mais abrangente do que a opinião pública sabia – embora já houvesse a suposição disseminada de que tais práticas se tornaram mais difundidas depois dos atentados de 11 de setembro de 2001.

O Post disse que o programa secreto envolvendo empresas da Internet, conhecido pelo codinome Prism e estabelecido em 2007, no governo do presidente republicano George W. Bush, teve um “crescimento exponencial” nos últimos anos, já na Presidência do democrata Barack Obama. Ainda de acordo com o jornal, o relatório do NSA indicou que a agência “depende cada vez mais do Prism” como sua fonte primária para informações brutas, e que isso responde por quase uma sétima parte dos relatórios de inteligência.

Clapper sugeriu que as revelações da quinta-feira são de fato significativas, mas contestou a ideia de que agentes do governo possam usar esses dados sem terem em mente um propósito investigativo específico. Ele também disse que o programa não permite que o governo escute telefonemas. “A revelação não autorizada de informações sobre esse programa importante e inteiramente legal é repreensível e ameaça proteções importantes para a segurança dos americanos”, disse ele em nota.

Críticas. As reportagens da quinta-feira também chamaram a atenção para o funcionamento de uma corte federal secreta, a Corte de Vigilância da Inteligência Estrangeira, que analisa e aprova solicitações de investigadores para a realização de vigilâncias extraordinárias em casos de segurança nacional.

Os programas de vigilância da NSA estão entre as milhares de operações aprovadas pela corte desde os atentados de 2001. Pela lei federal, o Congresso deve ser informado sobre as ações da corte.

Para ativistas das liberdades civis e outros críticos, as revelações da quinta-feira mostram como o 11 de Setembro levou o governo a intensificar sua intromissão no cotidiano dos cidadãos.

“Essas revelações são um lembrete de que o Congresso concedeu ao Poder Executivo poder demais para invadir a privacidade individual (e) que as salvaguardas existentes às liberdades civis são flagrantemente inadequadas”, disse Jameel Jaffer, diretor-adjunto de assuntos jurídicos da União Americana das Liberdades Civis.

Justiça nega liberdade provisória ao pastor Marcos Pereira

Acusado de estupro e coação continuará detido em Bangu 2

 Pastor Marcos: investigado por estupros, coação e até homicídio (Foto:  Uanderson Fernandes / Agência O Dia)


Pastor Marcos: investigado por estupros, coação e até homicídio
(Foto: Uanderson Fernandes / Agência O Dia)

Publicado originalmente em O Dia

Rio – O juiz da 1ª Vara Criminal de São João de Meriti negou, nesta segunda-feira, o pedido de liberdade provisória formulado pela defesa do pastor evangélico Marcos Pereira da Silva, da Assembleia de Deus dos Últimos Dias. O religioso está preso desde o dia 7 deste mês, acusado por dois crimes de estupro e coação.

O magistrado concluiu que os motivos que levaram à decretação da prisão preventiva continuam inalterados. A decisão rechaçou os argumentos da defesa de que faltaria legitimidade ao Ministério Público estadual para propor a ação penal. Também concluiu não haver qualquer irregularidade nos atos praticados durante a investigação policial.

De acordo com a decisão, o inquérito policial, “como procedimento administrativo que é, não tem forma rígida e, portanto, sua presidência e seu rumo ficam a critério da autoridade policial, sob o olhar do Ministério Público”.

As denúncias do MP contra o pastor foram distribuídas para a 1ª e a 2ª Varas Criminais de São João de Meriti. O religioso teve a prisão preventiva decretada pelos dois juízos: no dia 2 de maio, pela 2ª Vara Criminal, e, no dia 8 de maio, pela 1ª Vara Criminal.

No último dia 9, a 3ª e a 8ª Câmaras Criminais do Tribunal de Justiça do Rio negaram dois pedidos de liminar nos habeas corpus em favor do pastor Marcos Pereira. Os colegiados das duas câmaras ainda devem julgar o pedido.

Segundo as denúncias, o réu é pessoa de alta periculosidade e ameaça direta e indiretamente as pessoas que o contrariam. Ainda de acordo com o MP, o pastor utiliza-se de sua autoridade religiosa para amedrontar e até mesmo aterrorizar suas vítimas.

Diálogos picantes

Conforme O DIA publicou, Marcos Pereira foi flagrado em escutas telefônicas autorizadas pela Justiça mantendo diálogos de teor sexual com fiéis da igreja.

Numa das conversas, ele pede a uma mulher que leve uma jovem de 16 anos de idade — que seria filha de um chefão do tráfico de drogas e ligado ao Comando Vermelho — a seu apartamento em Copacabana, onde supostamente, ocorreria uma orgia. Ele se refere à adolescente como “uma safada”.

As 10 invenções mais estranhas do passado

A criatividade humana não tem limites. Ainda é possível se surpreender com invenções malucas da atualidade, mas inventar engenhocas bizarras faz parte do ser humano desde sempre.

Fonte: Google Imagens

Fonte: Google Imagens

Publicado originalmente no Hype Science

1. Chapéu musical

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Quem precisa de um iPod com um chapéu vintage estiloso como esse? Porque além de chapéu, ele é também um rádio portátil. Você pode sair por aí ouvindo as músicas que gosta e ainda se protege do sol. Esse rádio ambulante tinha dois tubinhos para controlar o volume, a antena de captação ficava por cima e o resto do circuito estava localizado dentro do revestimento do chapéu. Apesar de parecer um verdadeiro trambolho, esse acessório pesava apenas 340 gramas. Seria ideal para ouvir aquela música que não sai da sua cabeça, literalmente. Ele foi inventado por um estadunidense em 1931. Confira mais fotos desse chapéu musical aqui. [Telegraph/Modern Mechanix]

2. Carrinho de bebê protegido contra gases tóxicos

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Durante guerras, países em conflito não se importam com a idade das pessoas antes de colocá-las em risco. Por isso, em 1938, foi inventado um carrinho de bebê concebido para resistir aos efeitos dos gases letais durante a Segunda Guerra Mundial. O que é mais bizarro: o carrinho ou essa guerra? [Telegraph]

3. A estranha moto de uma roda só

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Esse estranho veículo de uma roda era conhecido como Motoruotam e foi criado por um eletricista chamado Davide Cislaghi. Ele construiu o protótipo mais simples em 1923 e patenteou o projeto na França, em 1924. Confira o vídeo desse veículo em ação aqui. [Hemmings Daily 1 e 2]

4. Carro com dez rodas

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Algumas pessoas se acham legais só porque tem um carro 4×4. Elas deveriam dar uma olhada neste carro com dez rodas capaz de descer encostas de até 65 graus. Esse monstro foi criado na Inglaterra, em 1936. [Telegraph]

5. Lendo no conforto da sua cama

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Se você gosta de ler, vai concordar que a ideia desses óculos para leitura enquanto está deitado é boa, apesar do aspecto bizarro. Eles foram inventados na Inglaterra, em 1936. [Telegraph]

6. Ponte de emergência

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Precisa atravessar um rio que não tem ponte? Sem problemas! Use essa ponte dobrável, projetada para ser usada em situações de emergências. Ela foi inventada por L. Deth, na Holanda, em 1926. [Telegraph]

7. Como manter um bebê calmo

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Outra ideia bizarra de carrinho de bebê: este vem com uma antena e autofalante, projetados para manter o bebê quieto. Ele foi criado nos Estados Unidos, em 1921. [Telegraph]

8. Carro que apanha pedestres

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Essa é uma das invenções mais inacreditáveis: um carro que apanha pedestres. A engenhoca foi projetada para reduzir o número de pedestres bêbados mortos ou feridos em atropelamentos em ruas movimentadas de Paris, em 1924. Com a velocidade dos carros atuais, acho que não ia funcionar… [Telegraph]

9. Guarda-neve

918Esse cone plástico servia como um protetor para o rosto em dias de nevada forte. Foi inventado em 1939, em Montreal (Canadá). [Telegraph]

10. Ócio criativo

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Seja culto sem sair da cama. Esse piano foi projetado em 1935 para quem tem preguiça de levantar, e permite tocar as músicas clássicas preferidas confortavelmente deitado. [Telegraph]