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Conheça a história de um vovô de 96 anos que ganhou um concurso de música nos EUA

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Publicado no Rock ‘n Tech

Eu não sei se todos vão gostar ou se importar com esta história, mas achei ela comovente, então resolvi contar aqui pra quem quiser. É a história de um vovô chamado Fred Stobaugh. Ele ficou sabendo sobre um concurso promovido por um estúdio de música chamado Green Shoe Studio. Este concurso contemplaria o dono da melhor música com uma gravação profissional da música vencedora no estúdio. Cantores e compositores de diversas regiões dos EUA enviaram vídeos com suas músicas para o estúdio, mas o que chamou a atenção dos organizadores do estúdio foram cartas que eles receberam de um senhor chamado Fred.

Fred compôs uma música para sua esposa, em homenagem ao amor de sua vida. Sua esposa, Lorraine, dividiu sua vida com Fred durante 75 anos, e faleceu 1 mês antes de Fred ter enviado as cartas ao estúdio. Fred foi o único que enviou a música ao estúdio, intitulada “Oh Sweet Lorraine” (“Ó Doce Lorraine”), escrita em papel e envelope, juntamente com sua história. Em todas as cartas ele deixava bem claro que não era músico e nem bom cantor. No final das cartas sempre escrevia: “P.S.: Eu não canto, eu assustaria as pessoas. Ha ha!” Naturalmente, Fred não esperava que os representantes do concurso fossem sequer ler suas cartas.

Jacob Colgan, um dos responsáveis pelo concurso, disse que a história de Fred os emocionou. Então ele ligou para Fred para dizer que ele havia sido escolhido, que sua música seria gravada profissionalmente no estúdio por músicos profissionais. Fred imediatamente respondeu a ele: “Mas senhor, quanto isso vai custar? Porque eu não tenho dinheiro para pagar”. Colgan então o respondeu: “Fred, você não entendeu, nós iremos gravar a música para você sem custo algum.” Fred começou então a chorar no telefone e disse: “Porque você vai fazer isso por mim?” Colgan disse: “Não vamos fazer isso para você, vamos fazer isso juntos, porque a música pode fazer muito por muitas pessoas, e sua música nos emocionou, então eu pensei que esta seria a melhor coisa a fazer”

Músicos profissionais foram até a casa de Fred para aprender sua música. O vídeo a seguir é um pequeno documentário chamado “A Letter From Fred” que conta esta história em mais detalhes. Se não souber inglês e quiser somente escutar a música, avance até os 5:44 do vídeo e veja Fred escutando sua música – gravada por profissionais – pela primeira vez.

Juntos há 65 anos, casal dos EUA morre no mesmo dia, com 11h de diferença

Foto de junho de 2013 mostra Harold e Ruth Knapke na casa de repouso onde viviam

Foto de junho de 2013 mostra Harold e Ruth Knapke na casa de repouso onde viviam

Publicado originalmente no UOL

Harold e Ruth Knapke se casaram no dia 20 de agosto de 1947, na cidade de Saint Henry, no Estado de Ohio (EUA). Pouco antes de completar 66 anos de casamento, os dois morreram em uma casa de repouso, com uma diferença de 11 horas.

Parentes de Harold e Ruth contaram que o fim de sua história de amor refletia a devoção entre os dois durante os 65 anos em que ficaram casados.

“Eu acho que todos nós concordamos que não foi uma coincidência”, disse à “ABC News” Carol Romie, um dos seis filhos do casal. “Quando minha mãe ficou doente, nós tentamos deixar claro para meu pai que ela não ia sobreviver, e ele ficou bastante agitado por alguns dias, a princípio. Depois, ficou calmo, e acho que decidiu: ‘Não, ela não vai sem mim.’”

Harold morreu no domingo (11), aos 91 anos, às 7h30. Ruth morreu às 18h30, aos 89 anos de idade. Os dois morreram no quarto em que viviam juntos há dois meses.

O casal criou os filhos em Fort Recovery, onde Harold trabalhou como professor, diretor  e treinador em uma escola, e Ruth trabalhou como secretária escolar.

Os dois se tornaram amigos “de correspondência” na 2ª Guerra Mundial, quando Harold conheceu o cunhado de Ruth, Steve, enquanto servia fora dos EUA. Harold veio a saber que Ruth vinha de uma cidade próxima a sua.

“O tio Steve sugeriu que ele mandasse cartas para ela, e assim eles começaram”, disse Romie. “Essa é uma daquelas histórias de amor que não se vê nos filmes.”

Após a morte do casal, seus seis filhos, 14 netos e oito bisnetos realizaram o enterro em um cemitério de Fort Recovery. O cortejo fúnebre fez uma parada em frente ao imóvel onde a família morou, em homenagem ao desejo do casal de “voltar para casa” enquanto esteve na casa de repouso.

Governo dos EUA enfim admite: sim, a Área 51 existe

Imagem: Shutterstock/Alexey Stiop

Imagem: Shutterstock/Alexey Stiop

Ashley Feinberg, no Gizmodo

Hoje é um bom dia para acreditar em teorias da conspiração. Terminando um ciclo de décadas, com vazamento atrás de vazamento sem qualquer confirmação oficial, o governo dos EUA finalmente admitiu a existência da Área 51 – envolvida em inúmeras teorias conspiratórias sobre alienígenas e OVNIs.

Ela aparece em um relatório da CIA cujo sigilo foi removido, detalhando a história do avião de reconhecimento U-2, usado durante a Guerra Fria.

O Arquivo de Segurança Nacional da Universidade George Washington publicou o relatório, “A História Secreta do U-2“, e em suas páginas há inúmeras referências à Área 51. Ela era usada pelos EUA como uma área secreta de testes para o avião.

Descrevendo como eles resolveram se estabelecer nessa área em particular, agora notória, o relatório afirma:

Em 12 de abril de 1955, Richard Bissell e o coronel Osmund Ritland (o oficial sênior da Força Aérea na equipe de projeto) sobrevoaram o estado de Nevada com Kelly Johnson em um pequeno avião Beechcraft, guiado pelo piloto-chefe de testes da Lockheed, Tony LeVier. Eles avistaram o que parecia ser uma pista de pouso perto de um salar [planície de sal] conhecido como Lago Groom, perto do canto nordeste da Área de Testes de Nevada, da Comissão de Energia Atômica (AEC).

Após desembarcar no leito do lago, o grupo concluiu que eles encontraram o lugar perfeito para hospedar seus testes secretos – e as teorias conspiratórias logo se formaram. Mas o nome Área 51 (que veio de sua designação no mapa) não é muito inspirado. Então, depois de obter a aprovação do presidente Dwight Eisenhower, eles resolveram usar um nome diferente. De acordo com o relatório:

Os contornos da Área 51 são mostrados em mapas não-secretos atuais como uma pequena área retangular, ao lado do canto nordeste da (muito maior) Área de Testes de Nevada. Para fazer a base no meio do nada parecer mais atraente para os seus funcionários, Kelly Johnson a chamou de Paradise Ranch [Rancho do Paraíso], que foi logo encurtado para Ranch.

A Área 51 não tinha sido oficialmente reconhecida até agora; no entanto, muitos já estavam plenamente conscientes de que ela era, de fato, algo bem real. Ainda assim, agora que o governo americano admite a existência da base, há uma enorme quantidade de documentos que logo deixarão de ser secretos – pois só tinham esse status por sua estreita conexão com a Área 51.

Mesmo com esta nova revelação, porém, ainda há partes do relatório que foram censuradas. Então não percam a esperança, conspiracionistas: só porque nós não vimos qualquer menção de alienígenas ou OVNIs, ainda não quer dizer que isto não esteja escondido nessas palavras que o governo não ousou revelar. [Relatório da CIA via The Atlantic Wire]

dica da Rina Noronha

Fotos: Artista imagina cidade coberta de ondas da rede Wi-Fi

Imagens simulam campos de energia gerados pelo sinal transmitido por meio de roteadores instalados em Washington (EUA)

Publicado por BBC [via iG]

Como veríamos as cidades se as ondas de Wi-Fi estivessem à vista? O Wi-Fi, rede sem fio que viabilizam a conexão com a internet, consiste em um campo de energia transmitido por ondas. O cientista e artista Nickolay Lamm se propôs a representá-las visualmente, simulando-as em pontos de Washington, capital dos EUA.

Lá, há roteadores instalados em árvores, edifícios, postes de luz e outras estruturas. “Acho que não damos tanto valor a certas facetas da tecnologia e as usamos sem apreciar a ciência que as faz funcionar”, opina Lamm. Confira as fotos abaixo:

O wi-fi, rede sem fio que viabiliza conexão com a internet, é um campo de energia transmitido por ondas. O cientista e artista Nickolay Lamm se propôs a representá-las visualmente, simulando-as em pontos de Washington (EUA) Nickolay Lamm

O wi-fi, rede sem fio que viabiliza conexão com a internet, é um campo de energia transmitido por ondas. O cientista e artista Nickolay Lamm se propôs a representá-las visualmente, simulando-as em pontos de Washington (EUA) Nickolay Lamm

Lamm colaborou com Browning Vogel, que trabalhou no centro investigativo Ames, na Nasa (agência espacial americana). "A distância entre as ondas do wi-fi é mais curta do que a das ondas de rádio e mais longa do que as micro-ondas. Por isso, não pode ser interrompida por outros sinais", diz Vogel. A imagem acima mostra dados hipotéticos do wi-fi transmitidos sobre uma banda que se divide em diferentes subcanais representados pelas cores Nickolay Lamm

Lamm colaborou com Browning Vogel, que trabalhou no centro investigativo Ames, na Nasa (agência espacial americana). “A distância entre as ondas do wi-fi é mais curta do que a das ondas de rádio e mais longa do que as micro-ondas. Por isso, não pode ser interrompida por outros sinais”, diz Vogel. A imagem acima mostra dados hipotéticos do wi-fi transmitidos sobre uma banda que se divide em diferentes subcanais representados pelas cores Nickolay Lamm

 

O wi-fi, rede sem fio que viabiliza conexão com a internet, é um campo de energia transmitido por ondas. O cientista e artista Nickolay Lamm se propôs a representá-las visualmente, simulando-as em pontos de Washington (EUA) Nickolay Lamm

O wi-fi, rede sem fio que viabiliza conexão com a internet, é um campo de energia transmitido por ondas. O cientista e artista Nickolay Lamm se propôs a representá-las visualmente, simulando-as em pontos de Washington (EUA) Nickolay Lamm

Lamm colaborou com Browning Vogel, que trabalhou no centro investigativo Ames, na Nasa (agência espacial americana). "A distância entre as ondas do wi-fi é mais curta do que a das ondas de rádio e mais longa do que as micro-ondas. Por isso, não pode ser interrompida por outros sinais", diz Vogel. A imagem acima mostra dados hipotéticos do wi-fi transmitidos sobre uma banda que se divide em diferentes subcanais representados pelas cores Nickolay Lamm

Lamm colaborou com Browning Vogel, que trabalhou no centro investigativo Ames, na Nasa (agência espacial americana). “A distância entre as ondas do wi-fi é mais curta do que a das ondas de rádio e mais longa do que as micro-ondas. Por isso, não pode ser interrompida por outros sinais”, diz Vogel. A imagem acima mostra dados hipotéticos do wi-fi transmitidos sobre uma banda que se divide em diferentes subcanais representados pelas cores Nickolay Lamm

As ondas do wi-fi aparecem acima como esferas multicoloridas. Segundo Vogel, os transmissores de wi-fi - ou roteadores - são como uma antena equipada com um protocolo de transmissão, que divide a banda de frequência em vários canais. Os dados podem ser transmitidos através de cada canal para enviar e receber dados a velocidades mais rápidas Nickolay Lamm

As ondas do wi-fi aparecem acima como esferas multicoloridas. Segundo Vogel, os transmissores de wi-fi – ou roteadores – são como uma antena equipada com um protocolo de transmissão, que divide a banda de frequência em vários canais. Os dados podem ser transmitidos através de cada canal para enviar e receber dados a velocidades mais rápidas Nickolay Lamm

dica da Cristina Danuta

Fotógrafo registra as ‘megaigrejas’ evangélicas dos EUA

Fernando Moreira, no Page Not Found

Fenômeno em expansão nos EUA, as “megachurches” (megaigrejas) foram tema de um ensaio do fotógrafo Joe Johnson, que mostrou o gigantismo, a suntuosidade e a semelhança com arenas para espetáculos, caprichando nos elementos cenográficos.

De acordo com a “Wired”, as “megaigrejas” eram apenas 50 nos EUA em 1980. Hoje já passam de 1.800 unidades, espalhadas em vários estados.

O interesse de Johnson surgiu ao acompanhar a mãe em um megaculto na Carolina do Norte.

“Foi um impulso de voyeur para assistir o que acontece lá. Fiquei impressionado com o espetáculo sensorial”, contou ele.

Confira algumas imagens que o fotógrafo disponibiliza no seu site:

ig1Cenografia para pregar o Evangelho em altar de Munster (Indiana)

ig2Piscina para batismo em gruta cenográfica em Munster (Indiana)

ig3O antigo (na arquitetura) e o moderno (telas de plasma) convivendo em megaigreja em Munster (Indiana)

ig4Equipamento para ginástica e treinamento de boxe no altar de templo em Maryland Springs (Montana)

ig6Santuário gigante em South Barrington (Illinois)

ig8Parece um ginásio esportivo com placar ultramoderno no teto, mas é um templo em Louisville (Kentucky)

ig7Palco para a pregação a crianças em Loveland (Colorado)