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Tim vence licitação e será fornecedora exclusiva de celulares para presídios

foto: Última Notícia

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Caio Miranda Krawczuk e Vinícius Antunes, impagavelmente no Sensacionalista

Depois de um polêmico processo de licitação, a empresa italiana ganhou exclusividade no fornecimento de celulares para presídios de todo o Brasil. O Governo Federal declarou que a escolha foi estratégica e que, a partir de agora, poderá economizar em aparelhos que bloqueavam chamadas de dentro dos presídios:  “Os celulares não têm sinal, não será necessário os bloqueadores de chamadas. Assim a gente engana a bandidagem. E ainda deixamos bem claro que aqui não poderá ter nada de Tim Liberty”

Porém a decisão ainda gera muitas controvérsias: defensores dos Direitos Humanos dizem que ninguém deveria ser punido tentando usar a TIM para fazer uma ligação, nem presos de alta periculosidade. Vitoriosa, a TIM pensa em lançar uma nova campanha de marketing e assim como a Claro tem o Ronaldo, ela pensa em contratar o goleiro Bruno como garoto propaganda.

ps: ao contrário da ~notícia~, a foto é de verdade. veja aqui.

Americano guarda hambúrguer da McDonald’s por 14 anos. Veja o que aconteceu

Apesar do tempo guardado em um armário, o sanduíche não apresenta nenhum sinal de podridão ou mofo. A empresa justificou o fenômeno

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David Whipple, morador da cidade de Utah, nos Estados Unidos afirmou que guardou um hambúrguer da McDonald’s por 14 anos em casa e ele continuou praticamente intacto.

O americano foi ao programa de televisão The Doctorspara falar sobre seu experimento. Ele conta que comprou o sanduíche para guardar durante duas semanas e mostrar aos seus amigos. E então ele simplesmente esqueceu.

Dois anos depois, ele encontrou o alimento junto à nota fiscal em um armário. Apesar do tempo, não existia nenhum sinal de podridão ou mofo. Foi então que ele decidiu guardar o sanduíche até que ele se desintegrasse.

Entretanto, mais de uma década depois, o lanche continua o mesmo. Apenas os picles desapareceram. No programa, Whiple contou que utiliza a experiência para incentivar seus netos a se alimentarem melhor.

Em seu site, a McDonald’s explicou que o fenômeno acontece devido ao processo de fabricação dos sanduíches que os tornam muito secos após serem cozidos e tostados. Segundo a cadeia de alimentos, o hambúrguer perde água na forma de vapor durante o processo de cozimento e o pão é tostado, ficando muito seco. Assim, na ausência de umidade ou alta umidade, o sanduíche simplesmente resseca, ao invés de apodrecer.

Por que alguns pais são deixados para criar os filhotes sozinhos

Cesar Grossmann, no Hypescience

Um fato estranho na natureza tem desafiado os biólogos há mais de um século. Darwin, em 1871, havia notado que, na maior parte dos animais, é a fêmea que cuida dos filhotes, enquanto os machos ficam competindo entre si por elas.

A explicação evolutiva é que as fêmeas investem quantidades significativas de energia na produção dos ovos (no caso dos mamíferos, no nascimento), e assim é de interesse delas garantir a sobrevivência de suas crias.

Mas, em algumas espécies, existe uma reversão nos papéis dos sexos, com machos cuidando dos filhotes em vez das fêmeas. Um estudo recente aponta que talvez a razão para isto seja a disparidade entre o número de fêmeas e machos.

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Depois de mais de vinte anos de investigação, o grupo de pesquisadores da Universidade de Bath e Veszprém , da Hungria, determinou que, nestas espécies, há claramente uma taxa muito maior de machos do que fêmeas, comparado com as espécies em que as fêmeas cuidam dos filhotes.

Segundo o professor Tamás Szekely, os modelos matemáticos sugeriam que o comportamento dos animais era influenciado pelo ambiente social, e as observações na natureza confirmam estas predições.

Segundo ele, “quando existem muitos machos na população, é mais difícil encontrar fêmeas, o que faz com que os machos permaneçam com suas parceiras e cuidem da cria. Só que as fêmeas geralmente usam esta vantagem a seu favor, abandonando o macho com o filhote”.

Para completar o quadro, nas espécies em que os papéis são trocados, as fêmeas também são maiores e assumem o papel masculino de competirem entre si por outros machos.

Apenas entre os mamíferos a troca de papéis não é comum, já que os machos não podem produzir leite, o que torna difícil que assumam sozinhos a criação dos filhos. Uma das espécies mamíferas em que as inversões de papéis já foram observadas são os humanos.

Eles preferem trair na segunda-feira

Um levantamento feito por um site de relacionamento mostra quem são os infiéis

Marcela Buscato (texto) E Otávio Burin (gráfico), na Época

O dia mundial do adultério é a segunda-feira. A conclusão é de um levantamento do site Ashley Madison, especializado em casos extraconjugais. A pesquisa foi feita com 38 mil usuários em dez países, inclusive o Brasil. Embora o site se venda como ponto de encontro para adultério, 9% dos brasileiros e 33% das brasileiras se dizem solteiros ali. Elas parecem ser as mais atiradas. Disparam, em média, 19 contatos por mês, seguidas de perto pelas italianas. Nesse quesito, os homens brasileiros parecem mais tímidos. Fazem 21 contatos por mês, menos da metade dos espanhóis, os campeões. Talvez nem sejam tão discretos em suas iniciativas. Cerca de 7% dos homens e 4% das mulheres dizem suspeitar de que as parceiras e os parceiros saibam das relações extraconjugais.

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Dito e feito?

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Marina Silva

Os novos prefeitos completam três meses no cargo e começam a enfrentar cobranças e críticas. Tudo normal e democrático, afinal fizeram promessas e têm que mostrar serviço. Mas é fundamental que a boa gerência seja sustentada pela visão estratégica e pelo planejamento para enfrentar os graves problemas da mudança climática, que tanto afetam as grandes cidades. E não acho demais insistir: mais que de gerentes, precisamos de líderes que tenham visão antecipatória dos grandes desafios que se colocam nas diferentes realidades do país.

Na semana passada, voltou ao noticiário o debate sobre trânsito e poluição. O prefeito de São Paulo afrouxou de tal modo a inspeção anual de veículos que a tornou quase sem efeito no controle da poluição.

Isso não é pouco: o Laboratório de Poluição Atmosférica e Saúde da USP estima que 4.000 pessoas morrem anualmente por causa da poluição dos veículos na cidade.

Os municípios seguem o que a “gerência” nacional decide. Para enfrentar a crise econômica, o governo repete estímulos fiscais para a indústria de automóveis sem exigir contrapartidas sociais e ambientais, embora saiba, como todos sabem, que apenas empurra a crise para mais adiante e agrava os problemas urbanos.

O que pode ser feito? Há um acúmulo de conhecimento sobre a mobilidade urbana, a poluição e suas implicações econômicas e sociais, especialmente na saúde da população e nos empregos da indústria. Todos os aspectos desse complexo assunto são debatidos há anos. Mas as discussões são esquecidas e a complexidade é desprezada nas decisões políticas, que se fixam apenas nas questões levantadas pelos lobbies mais poderosos e nos efeitos eleitorais que possam ter.

No caso de São Paulo, aplicável a outras grandes cidades, foi sugerida a regulagem de veículos novos a cargo de indústrias e concessionárias, subsídios para combustíveis menos poluentes, estímulo ao transporte coletivo com maior controle de poluição e um variado conjunto de ideias que não atrapalham o desempenho da economia, mas a colocam sob nova perspectiva social e ambiental.

Penso que as decisões do poder público podem ser tomadas construindo consensos e formalizando pactos entre os setores envolvidos. Não custa ouvir quem vive os aspectos diferentes de cada problema.

As cidades não precisam ser feridas na crosta do planeta, onde se agrava a crise civilizacional. Podem ser fontes de inovação e criatividade, laboratórios de soluções sustentáveis.

Nas eleições de 2012, vários candidatos a prefeito assinaram compromisso com essa segunda opção. Os que se elegeram podem ficar certos de que ninguém precisa fazer críticas e cobranças, a própria realidade de suas cidades se encarregará disso.

fonte: Folha de S.Paulo