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Capas de filmes são bem clichês

Por Bruno, no Scriptease.tv

Vocês deve se perguntar “quem inventa as capas criativas dos filmes de Hollywood?” e a resposta é: alguém não muito criativo já que no fundo elas são todas iguais.

Aparentemente são sempre capas bastante criativas mas alguém teve a curiosidade de juntar lado-a-lado as “coincidências” encontradas:

Bocas dengosas:

Bocas-scripteasetvPernas atraentes:

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Olhos vendados:

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Um olho só:

olhos-scripteasetvÓculos espelhados:

oculos-espelhados-scripteasetvDe costas mas olhando para a câmera:

de-costas-olhando-para-camera-scripteasetvBanco da praça:

Banco-da-praça-scripteasetvTom Cruise de perfil:

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Homens bons, religiosos maus

Religião-

Ricardo Gondim

No judaísmo contemporâneo de Jesus, o fariseu representava uma facção austera, conservadora, dogmática. Embora tenham sido execrados como ícones da demagogia religiosa, é preciso todo cuidado para não discriminá-los. Não devemos generalizar, nem quando se trata de uma seita rotulada a priori como falsa. Sim, é verdade, Jesus denunciou que eles estavam fermentados pela hipocrisia. Contudo, torna-se necessário também reconhecer que mesmo em uma instituição religiosa adoecida, joio e trigo convivem juntos.

Hipocrisia, no contexto dos fariseus, significa falsidade, dissimulação, mera representação, incoerência. Um hipócrita religioso, então, seria alguém que prega, mas não vive – um santarrão público, pecador de bastidores.

Existe, todavia, outra possibilidade de entender a hipocrisia, percebendo a incoerência dos fariseus em sentido inverso. Eles se mostravam bons quando se distanciavam dos espaços religiosos, mas se comportavam como gente horrorosa, quando investidos nas funções sacerdotais. O farisaísmo tipificou um clero perverso nos conclaves e dóceis na vida privada.

Jesus lidou com os fariseus em ambientes distintos. Nas refeições, nas conversas em “off”, eram afáveis, curiosos e abertos para o diálogo. Contudo, no instante em que se reuniam para deliberar sobre seus interesses religiosos se transformavam em pessoas temíveis. Jesus nunca evitou encontrar-se com qualquer fariseu fora do templo. E não há registro de ele comparecer a qualquer assembleia oficial da seita.

O sumo sacerdote Caifás não devia ser tão ruim quando brincava com os netos, mas na hora em que assumia as funções de chefe do templo revelava-se um facínora. Caifás foi capaz de conspirar na morte de um homem bom.

Conheço líderes religiosos cordatos e amigáveis, mas só se rodeados de filhos e netos. Desfrutei da intimidade de alguns e testemunho que foram companhias agradabilíssimas, desde que em ambientes não-religiosos. Os mesmos, vestidos em hábitos clericais, assustam. Reencontrei “companheiros” presidindo reuniões plenárias em suas instituições, e tremi. Um título tem força de desfigurar. Paletó e colarinho clerical ajudam na empáfia. Cargos têm força de suscitar pessoas implacáveis, legalistas e maquiavélicas. Um religioso não deve ser bom apenas no particular, ele tem de se mostrar coerente nos corredores eclesiásticos.

A religião pode adoecer porque convive com três forças avassaladoras: poder, dinheiro e fama. O perigo aumenta exponencialmente quando se reivindica o nome de Deus. Facilmente um sacerdote pode se valer da Bíblia para escudar comportamentos nefastos. Quando influenciado por falsa onipotência, o religioso não hesita derrubar quem se coloca no meio do caminho. Consciente de que sua verdade é a revelação divina, elimina quem julgar nocivo. Imbuído de uma cruzada de conquistar o mundo, arrasa possíveis inimigos. Nessa trilha, o líder religioso vai se desfigurando, desfigurando, até encarnar o Iníquo.

Paulo advertiu a Timóteo que os “últimos dias” seriam difíceis (2Tm 3.1); previu sacerdotes vivendo uma “forma de piedade, mas negando-lhe o poder”. Que seriam inescrupulosos a ponto de entrarem “sorrateiramente nas casas para seduzir mulheres incautas”. Donos de um perfil pernicioso se pareceriam com bandidos comuns.

“Sabe, porém, isto: Nos últimos dias sobrevirão tempos difíceis; pois líderes religiosos serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, antes amigos dos prazeres que amigos de Deus”.

O maior desafio de um líder não é só viver o que prega, mas tornar a sua religiosidade pública parecida como a que vive na vida particular. Para ser verdadeiro, basta que deixe a humanidade particular transbordar para os espaços religiososos. Se os santos engravatados continuarem tão humanos quanto as pessoas que vestem bermuda, está de bom tamanho.

Soli Deo Gloria

fonte: site do Ricardo Gondim

A Revolução dos Nerds

nerd2Nesse documentário você acompanha a ascensão da cultura “geek”, desde a década de 70 até os dias atuais, relacionando comportamento, tecnologia e sociedade de consumo.

O nerd de hoje é o cara rico de amanhã
O nerd de hoje é o cara lindo de amanhã
O nerd de hoje é o bom marido de amanhã
Garota, escolha já seu nerd!

Escolha já seu nerd, Os Seminovos

Ser nerd ou geek está na moda. Basta você curtir The Big Bang Theory e “Bazinga!”, já se acha a pessoa mais nerd das galáxias! Mas, será?

2305Tipos-Nerd1Entenda melhor o que é um nerd, o que é um geek e como eles são caracterizados atualmente.

E aí? Será que você é um nerd?

Fluxo-Nerd-01-JB

 

Americano sobrevive a câncer e atua como zumbi em shows em Las Vegas

Billy Owen descobriu um câncer, se curou e acabou virando ator em Las Vegas Foto: Reprodução Huffington Post

Billy Owen descobriu um câncer, se curou e acabou virando ator em Las Vegas Foto: Reprodução Huffington Post

publicado no Extra

Billy Owen era um mecânico quando descobriu que possuía um tipo raro de câncer que afeta a cavidade nasal, segundo o site Huffington Post. Quando o americano descobriu, em fevereiro de 2010, soube que a taxa de sobrevivência era de dez por cento. Ele sobreviveu, mas agora há um buraco gigante onde era o olho direito. Ao invés de ficar deprimido, o ex-mecânico resolveu ganhar dinheiro atuando como zumbi em shows de Las Vegas.

- Eu tinha dores de cabeça e eu não conseguia respirar porque a minha narina direita estava totalmente fechada. Os médicos me deram descongestionantes pensando que era sinusite, mas minha esposa, empurrou-me para ver um especialista – diz Owen explicando como soube da doença.

A maioria dos sobreviventes da doença têm tumores retirados na fase inicial mas, no caso de Owen, o câncer se espalhou de tal forma que os médicos tiveram que retirar metade de seu rosto, incluindo seus olhos direito, os músculos e os nervos. Quando ele retira uma placa de metal, dá para colocar um dedo no buraco.