Mais de 60% das mulheres checam o celular durante o sexo

Mais de 60% das mulheres checam o celular durante o sexo  (foto: Thinkstock)
Mais de 60% das mulheres checam o celular durante o sexo (foto: Thinkstock)

Márcia Garbin, no Virgula

Recentemente uma pesquisa revelou que 9% dos americanos não se desprendiam dos seus smartphones nem mesmo durante o sexo. Mas um novo estudo revela que as mulheres também não saem perdendo neste quesito.

De acordo com um levantamento divulgado pelo “The Huffington Post”, 62% das mulheres e 48% dos homens interrompem o sexo para verificar os aparelhos.

Mais de 30% deles disseram que pararam a relação sexual para atender a um telefonema, enquanto pouco mais de 20% admitiram ler e responder a uma mensagem de texto ou e-mail.

De acordo com o especialista Marc Barach, as pessoas fizeram dos seus celulares verdadeiros companheiros inseparáveis.

“As pessoas veem os smartphones como extensões dos próprios corpos, e os carregam o tempo todo, até mesmo para locais heterodoxos”, afirmou Barach.

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Eli Vieira: ‘A imagem que a ATEA criou dos ateus me envergonha’

Eli Vieira, no Facebook1

Quando eu achava que a ‪#‎ATEA‬ não poderia descer mais ainda o nível, eles zoam uma garota que perdeu o filho depois de uma cirurgia. Eles acharam engraçado que a garota estava com fé em Deus que o filho fosse sobreviver, o que infelizmente não aconteceu.

A pessoa que fez essa piada está tão cega de fanatismo pelo ateísmo que está mais interessada em tripudiar sobre o “fracasso” das orações da jovem mãe do que em respeitar seus ferimentos psicológicos da enorme dor que é perder um filho. Talvez uma dor que um ateu cissexual, homem, heterossexual e de classe média jamais experimentará na vida dele. Uma dor que, para enfrentar na vida, é preciso muito mais coragem que a “coragem” de afrontar uma sociedade majoritariamente teístas com chistes hereges de baixa criatividade e péssima qualidade, e escondendo a cara por trás de uma instituição cujo presidente tem a pachorra de louvar o proselitismo ao melhor estilo infantil “se eles podem eu quero também”, ignorando se o que eles “podem” é certo ou errado, desejável ou indesejável, de consequências positivas ou negativas.

A quem interessar possa: acompanhei essa tal de ATEA desde antes de sua fundação. De seus bastidores e representantes conheço bastante, também. Comecei esse hobby de comentarista público falando do meu ateísmo, que hoje é um detalhe quase irrelevante do meu humanismo secular.

Não tenho nada com essa associação, mantenho distância, não quero ser confundido com ela, nem quero que ela se arvore de prerrogativas de falar por ateus humanistas como eu. Sua página no Facebook é uma vergonha, sua atuação positiva é eclipsada por esta atuação negativa constante, e a imagem que a ATEA criou dos ateus me entristece, me envergonha, me revolta e me enoja. Não quero mais que os administradores da página da ATEA republiquem qualquer coisa minha por lá. Até já roubaram imagem que criei sem dar o crédito, fazendo alterações. Pessoas que convidam a associação para mesas redondas e iniciativas de tolerância religiosa precisam estar informadas da conivência da associação com a intolerância religiosa em seu veículo de mídia mais influente.

P. S.: Para quem quiser ver o crime descrito neste post: não vou repostar aqui, está no Bule Voador.

dica do Sidnei Carvalho de Souza

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Austríaco é preso por roubar ossos para montar museu em casa

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publicado no Extra

Um homem não identificado foi preso pela polícia de Burgenland, província da Áustria, por “perturbar a paz dos mortos”. Segundo informações divulgadas por jornais locais, o ladrão roubou de uma paróquia 56 crânios e outros 55 ossos para montar em sua própria casa um “museu da morte”. O roubo aconteceu na Igreja de Maria Weinberg Parish, há um mês, mas foi divulgado nesta quarta-feira pela polícia local.

As relíquias foram retiradas do cemitério que fica no terreno do templo religioso. “Há um mês, esse homem, de 47 anos, entrou em contato com o sacristão alegando que estava em uma missão oficial e precisava dos ossos para um museu no município de Oberwart. O sacristão agiu de boa vontade e permitiu que os ossos fossem transportados. O homem, em seguida, roubou tudo o que tinha em uma tumba do século XVII. Escondido, ele levou tudo para o seu apartamento”, contou Wolfgang Bachkönig, policial que participou das investigações do caso, ao jornal Austria Independent.

O ladrão foi localizado após ser flagrado tentando vender parte da ossada em um mercado de rua, no município de Kemeten. Ele foi levado à delegacia e alegou que só queria salvar os ossos da decadência. Os que não fossem vendidos ficariam na casa dele.

Karl Schlögl, o sacerdote de Maria Weinberg, disse à imprensa local que ficou consternado com o caso.

Após confiscarem os ossos, a polícia de Burgenland levou os restos mortais de volta ao cemitério do qual foram roubados. As ossadas receberam uma benção do sacerdote e foram enterradas novamente.

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Lula, Marina e Feliciano são os políticos mais curtidos no Facebook

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Teresa Perosa, na Época

Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Marina Silva (Rede Sustentabilidade) e Marco Feliciano (PSC-SP) são os políticos brasileiros que mais têm “curtidas” na rede social Facebook.

O ex-presidente aparece em primeiro lugar, com 332.056 fãs; contra 310.419 de Marina e 193.829 do pastor evangélico. A quarta posição é ocupada pelo deputado federal Anthony Garotinho (PR-RJ), com 145.711 curtidas, seguido do senador Aécio Neves (PSDB-MG), com 131.894 fãs.

Os três prefeitos mais curtidos na rede social são de capitais: Eduardo Paes (PMDB-RJ), com 38.171 fãs, Arthur Virgílio (PSDB-AM), com 34.754, e Roberto Cláudio (PSB-CE), com 20.960 curtidas.

Chama a atenção os poucos governadores na lista dos 50 políticos mais curtidos no Facebook. São apenas quatro: Beto Richa (PSDB-PR), André Puccinelli (PMDB-MS), Sérgio Cabral (PMDB-RJ) e Ricardo Coutinho (PSB-PB).

Os números são da plataforma de monitoramento de redes sociais Socialbakers.

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Experiência religiosa encolhe uma parte do cérebro, diz pesquisa

Artigo publicado por pesquisadores em neurociência da Universidade de Duke causa polêmica entre religiosos

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Rafael Cabral, na Revista Galileu

Um artigo científico escrito por pesquisadores em neurociência da prestigiada Universidade de Duke vem causando polêmica entre religiosos. Publicado na revista especializada PLoS One, o texto afirma que pessoas que passam por experiências místicas significativas podem sofrer um encolhimento de uma parte importantíssima do cérebro.

O estudo mostrou que, em comparação com pessoas sem afiliações espirituais, religiosos tendem a apresentar uma maior atrofia na área cerebral do hipocampo, sejam eles ligados a grupos organizados ou independentes. A região do hipocampo é central na assimilação de emoções e na transformação de memórias de curto prazo em lembranças duradouras, além de ser vital para a manutenção de outras funções cerebrais.

Para a realização do estudo, os pesquisadores usaram a técnica da ressonância magnética funcional (fMRI) para medir o volume do hipocampo de 268 homens e mulheres com 58 anos ou mais. Os participantes haviam sido recrutados para um estudo sobre depressão na idade madura, mas responderam uma série de perguntas ligadas às suas crenças religiosas e foram também avaliados e separados de acordo com a expressão da sua fé.

Além de separados entre religiosos e não-religiosos, dois grupos específicos foram divididos entre os deístas – cristãos renascidos (‘born again christians’) e aqueles que tiveram experiências religiosas marcantes e que mudaram suas vidas.

O resultado mostrou uma diferença significativa na atrofia do hipocampo dos indivíduos que reportavam experiências místicas marcantes, em comparação com não-religiosos ou mesmo com religiosos que não tiveram revelações tão grandiosas. Os acadêmicos estipulam que a diferença possa ser causada pelo stress vivenciado por esses indivíduos, que, com o tempo, pode prejudicar a área do hipocampo.

O estudo é um dos poucos a focar nos efeitos de longo prazo no cérebro de religiosos. Diversas outras pesquisas da área de neurociência investigaram o efeito de técnicas como a meditação e a reza, grande parte delas descobrindo efeitos bastante positivos – redução de depressão, ansiedade e melhoria na função cerebral.

A pesquisa completa pode ser lida aqui.

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