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Pastor alega ameaça por membro da Maranata após postar vídeo na web

Ex-secretário disse ser “inescrupulosamente usado” pela igreja no ES.
O vídeo foi divulgado na terça-feira (4) em uma grande rede na internet.

reprodução/youtube

reprodução/youtube

Publicado originalmente no G1

O pastor Arlínio de Oliveira Rocha, 75 anos, ex-secretário do Presbitério da Igreja Cristã Maranata (ICM) e um dos denunciados pelo Ministério Público Estadual (MPES) disse que foi ameaçado por um pastor envolvido no esquema de desvio de dinheiro da igreja. A ameça foi feita depois que o ex-secretário divulgou um vídeo na internet, confirmando a prática de crimes dentro da igreja e se dizendo “inescrupulosamente usado”. Ovídeo foi divulgado na terça-feira (4), nele Arlínio aparece lendo o que chama de “carta de esclarecimento”.

Arlínio Rocha é acusado de formação de quadrilha, apropriação indébita e estelionato. Além dele, outros 18 membros da igreja, incluindo pastores, foram denunciados pelo MPESpelos crimes de estelionato, formação de quadrilha e duplicata simulada, em maio deste ano. Eles teriam praticado desvio de dízimo da igreja, envolvendo uma movimentação financeira de R$ 24,8 milhões, em benefício próprio, segundo o Ministério Público.

No vídeo divulgado na internet, o pastor Arlínio diz que foi usado por Gedelti Gueiros, presidente afastado e líder máximo da Maranata. “Como primeiro secretário, assinava documentos de boa fé, às vezes até sem tomar conhecimento do seu teor total. Eu era funcionário da entidade e obrigado a obedecer irrestritamente a pessoa do presidente. Diante dos fatos me sinto traído, pois sempre agi de boa fé. Declaro indignado que meu nome e minha assinatura tenham sido usados de forma inescrupulosa, denegrindo minha imagem diante do Ministério Público e da sociedade. E ainda pelo fato de estar sendo associado àqueles que, segundo o Ministério Público, cometeram crimes e irregularidades na administração da entidade”, afirma.

Ele diz ainda que apóia o trabalho do Ministério Público e da imprensa. “Gostaria de externar meu total apoio à imprensa e ao Ministério Público em sua busca pela elucidação dos fatos e alertar aos irmãos para não interpretar como sendo perseguição à igreja”, relata.

Nesta sexta-feira (7), o advogado de Arlínio Rocha, José Luiz Rubiale, contou que, horas depois que o vídeo foi divulgado, Arlínio recebeu um telefonema de um pastor membro do grupo que está sendo investigado. O pastor dizia que tinha sonhado com a morte da filha de Arlínio. O ex-secretário da igreja entedeu que essa conversa foi uma ameaça. Depois do telefonema, Arlínio levou a família para um sítio no interior do estado.

Gustavo Varella, um dos advogados da Igreja Maranata, informou que a instituição não vai se pronunciar porque a igreja não foi acusada em nenhum momento. Disse ainda que tudo está sendo investigado e a verdade vai prevalecer. Quanto à declaração do ex-secretário Arlínio sobre o pastor Gedelti Gueiros, o advogado disse que a afirmação é estranha, pois os dois convivem há décadas. Para Varella, parece uma estratégia de Arlínio para não ser transformado em vítima.

dica do Fabio Chalela

Brasileiro no MIT ensina teoria de matemática para arrumar namorada

Pedro Santana ganhou fama com ‘equação romântica’ em vídeo na web.
Segundo ele, é possível calcular as chances de sucesso de uma paquera.

Pedro Santana explica, em vídeo, a aplicação da Teoria Bayesiana à prática dos relacionamentos amorosos (Foto: Reprodução/YouTube/Geovany Borges)

Pedro Santana explica, em vídeo, a aplicação da Teoria Bayesiana à prática dos relacionamentos amorosos (Foto: Reprodução/YouTube/Geovany Borges)

Ana Carolina Moreno, no G1

Uma teoria matemática que o engenheiro brasileiro Pedro Santana usa de brincadeira desde que entrou na faculdade virou, neste ano, um serviço de utilidade pública para pessoas tímidas decidirem quando vale a pena chamar alguém para um encontro romântico. O estudante de doutorado do Instituto de Tecnologia de Massachussetts (MIT, na sigla em inglês), nos Estados Unidos, disse ao G1 que, perto do Dia dos Namorados no Hemisfério Norte (comemorado em 14 de fevereiro), aplicou a Teoria Bayesiana para convencer um colega americano a chamar uma garota para sair. Segundo ele, os cálculos deram certo. Seu ex-professor gravou a explicação em um vídeo para mostrar aos alunos no Brasil e, depois de publicá-lo no YouTube, o ensinamento já foi visto milhares de vezes (assista ao vídeo).

“Acho que eles ainda estão saindo juntos, mas não sei se estão namorando. Ele anda bem feliz, e de vez em quando comenta sobre ela”, afirmou o estudante brasileiro sobre o amigo inseguro que inspirou o vídeo.

“Sempre tive essa coisa ‘nerd’ de tentar usar as coisas que aprendia com matemática para ver se dava certo com relacionamentos humanos, e na verdade tenho que admitir que dá.”

Pedro, que se formou na graduação e no mestrado pela Universidade de Brasília (UnB), atualmente faz seu doutorado no MIT com uma bolsa do governo americano.

Segundo Santana, tomar decisões sobre relacionamentos interpessoais usando conhecimentos adquiridos nas aulas de matemática é apenas uma brincadeira eficaz, mas não faz parte de suas pesquisas acadêmicas. A tese que ele desenvolve no doutorado é na área de robótica, e envolve “algoritmos que permitem a tomada de decisão em ambientes incertos de maneira segura”.

Ele considera sua pesquisa no MIT “infinitamente mais chata” que a teoria que o deixou famoso entre engenheiros brasileiros, e garante que sua estratégia na vida amorosa se tornou pública sem querer, já que ele só foi avisado sobre a publicação do vídeo depois que ele estava na internet.

Hoje, porém, ele vê a brincadeira como uma forma de utilidade pública. “Muita gente acha que engenheiro não sabe se relacionar com pessoas. O engenheiro é pessoa muito preparada, e as mulheres são uma área de pesquisa muito interessante, vale a pena se esforçar bastante”, recomenda.

Calculando as chances de rejeição
A Teoria Bayesiana é ensinada, geralmente, para estudantes no nível da graduação, em aulas de probabilidade. Na sala de aula, porém, Santana explica que os exemplos dos professores sempre são aplicados a objetos como robôs, motores ou aviões. “Ninguém enxerga que, se você pegar o modelo que aprendeu na aula e aplicar no relacionamento humano, ele funciona.”

Para quem quer experimentar a fórmula, ele explica que, antes de aplicar a equação, é preciso definir duas hipóteses (H1, a de que o convite será aceito, e H0, a de que ele será rejeitado) e quatro custos, calculados em diferentes cenários hipotéticos.

Os custos determinam a intensidade do medo que alguém tem de convidar outra pessoa para sair e ser rejeitado. (Veja ao lado os custos definidos pelo amigo que usou a teoria na tomada de decisão.)

C é o custo, i é a hipótese que o “pesquisador” considera mais provável e j é o cenário real. O valor zero representa a hipótese da rejeição; o 1, a da reciprocidade.

Se o interessado não tem medo de ser rejeitado, e prefere aproveitar a oportunidade em vez de não arriscar, então o “custo” do convite é baixo (às vezes até zero). Se ele for mais introvertido, o valor de “levar o toco”, na gíria usada por Santana, acaba sendo maior.

Com esses números em mãos, a equação conhecida como teste de hipótese Bayesiano é usada para definir o que é maior: a hipótese de reciprocidade ou a de rejeição (veja ao lado). O sinal da equação mostra que, se o cálculo à esquerda é maior que o da direita, então a H1 é verdadeira e Santana recomenda que o interessado vá à luta.

De um lado são analisadas as probabilidades de que os sinais enviados pelo “objeto da pesquisa” durante as interações com o “pesquisador” se aproximem mais de uma ou de outra hipótese. Do outro, todos os custos são colocados na balança, além das probabilidades baseadas no comportamento prévio do alvo desejado.

No fim, o cálculo se reduz a uma simples razão. No caso do amigo americano de Santana, que tinha medo de chamar a garota para sair e fracassar, o custo de não fazer nada, por achar que ela o rejeitaria, foi zero; o de arriscar o convite e ele ser aceito foi -10, o menor de todos (nesse caso, não é um custo, mas uma recompensa). O custo de não fazer nada, sendo que, na realidade, a jovem também tinha interesse, é o maior de todos: 10. Já o custo de arriscar o convite e ser rejeitado foi 5.

O americando também presumiu que era duas vezes mais provável que, julgando pelos sinais da garota, ela também estivesse interessada. Portanto, usando o teste de hipótese, a equação foi 2 > 1/4 (dois é maior que um quarto), ou, como o brasileiro explicou, um “grande sucesso”. Para acompanhar o desenrolar dos cálculos, assista ao vídeo na web.

E para quem afirma que os seres humanos são mais subjetivos que as máquinas, e não podem ser reduzidos a uma simples equação, o doutorando tem uma resposta pronta. “Tudo na engenharia é pegar problema complicado e simplificá-lo até ele ficar tratável. O complicado é você encontrar um modelo de como a pessoa se comporta.”

Pedro e a namorada Luiza, em uma das visitas dela ao MIT (Foto: Arquivo pessoal/Pedro Santana)

Pedro e a namorada Luiza, em uma das visitas dela ao MIT (Foto: Arquivo pessoal/Pedro Santana)

Cobaia da própria teoria
O doutorando se mudou para os EUA em 2011, mas em agosto deste ano completa três anos de namoro com Luiza, uma brasileira que vive no Distrito Federal, e garante que deve o relacionamento à matemática aplicada à própria vida amorosa. Ele diz que levou seis meses até reunir evidências suficientes de que sua namorada atual, que conheceu em um curso de francês, aceitaria um convite para um encontro com ele.

“Ela foi um caso especial, demorou um tempo bom. Eu dava carona para ela, mas ela era muito fechada, então aquele negócio dos sinais ela não me dava nenhum. Em um dia eu fazia qualquer coisa, ela era totalmente seca, no outro dia era super simpática. Aí eu ficava meio perdido.”

Nesse caso, Santana sugere aos praticantes da matemática romântica para não demorarem demais: “Tem o fator de tempo: se você enrolar demais, a menina fica de saco cheio e parte para outra.”

Munido de coragem e meses de dados, ele finalmente se abriu para a garota, e foi bem sucedido. Mesmo depois de fisgá-la, Pedro não abandonou a matemática. Segundo o estudante, ela também pode ser usada no dia-a-dia de um relacionamento estável. “Eu faço robótica, estudo teoria de estabilidade, quando você cria sistemas estáveis. Eu uso a teoria, e nunca briguei com a minha namorada até hoje. Sempre usei conhecimento adquirido na sala de aula”, explica Santana.

O esforço da aplicação das ciências exatas fora da sala de aula, para ele, vale a pena. “Dado que é quase certo que ela se tornará minha esposa num futuro próximo, este é outro exemplo de que a matemática do amor traz finais felizes no fim das contas.”

17 problemas que você não tem desde os anos 90

Clara Fagundes e Léo Lima, no Guia Ingresse

O texto original do post a seguir é do More Beans.

Ah, como o tempo voa.

Embora Dawson’s Creek não tenha nos dado um drama atemporal ou um realismo corajoso, não foi de todo mau.

Michelle Williams levou um Oscar, Katie Holmes se casou (e se divorciou) do cientólogo mais famoso do planeta, e Dawson aos prantos se tornou um dos melhores memes que vimos em eras.

Sério, o meme dos problemas dos anos 90 nos faz desejar os dias em que assistíamos a VHS e ligávamos para os nossos amigos pelo telefone de casa.

Bons tempos aqueles… Tão simples!

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Montagem 1

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Montagem 2 (1)

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Montagem 34.

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Montagem 4

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Montagem 5 - Corrigida

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Montagem 67. 

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Montagem 7- corrigido

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Montagem 8

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Montagem 9

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Montagem 10 - Corrigida

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Montagem 11

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Montagem 12 - corrigida

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Montagem 14

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Montagem 15

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Montagem 16 - Corrigida

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Montagem 17

dica do Sidnei Carvalho de Souza

Preso no Rio há um mês, pastor acusado de estupro começa a ter seu futuro decidido em 17 de junho

O pastor Marcos Pereira, 56, presidente da igreja Adud (Assembleia de Deus dos Últimos Dias), foi preso sob a suspeita de estupros contra fiéis, associação para o tráfico de drogas e lavagem de dinheiro

O pastor Marcos Pereira, 56, presidente da igreja Adud (Assembleia de Deus dos Últimos Dias), foi preso sob a suspeita de estupros contra fiéis, associação para o tráfico de drogas e lavagem de dinheiro

Julia Affonso, no UOL

Preso há um mês no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, zona oeste do Rio de Janeiro, Marcos Pereira, pastor da Assembleia de Deus dos Últimos Dias, acusado de estupro, começa a ter seu futuro decidido no dia 17 de junho, a partir das 14 horas, na primeira audiência sobre o caso, em São João de Meriti, Baixada Fluminense.

A cidade é a mesma onde fica a igreja da qual Pereira é líder, e onde ele foi detido pela Polícia Civil. Na audiência, o pastor denunciado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro começará a responder a duas acusações de estupro contra duas fieis de sua igreja. Na sessão também estarão presentes as testemunhas de acusação.

Segundo as denúncias do MP, o pastor é “pessoa de alta periculosidade e ameaça direta e indiretamente as pessoas que o contrariam”. Ainda de acordo com o MP, Pereira utiliza-se de sua autoridade religiosa para amedrontar e até mesmo aterrorizar suas vítimas.

Em depoimento à DCOD (Delegacia de Combate às Drogas), uma das vítimas que deu origem à denúncia do MP contou ter sido abusada durante alguns anos, mas nunca falou nada, pois se sentia ameaçada por ele.

“Que a declarante viu o pastor Marcos deitado na cama com a Irmã A. tendo relação sexual e posteriormente, ao ser questionada, a irmã disse: nós temos que deixar o pastor fazer isso conosco para que ele não pecasse com outras mulheres do mundo exterior; que a própria declarante passou a pensar dessa forma, tendo a declarante por algumas vezes, deixado o pastor abusá-la”, disse a vítima em depoimento. “[...] que o pastor passava a ameaçar as Irmãs dizendo que estas estavam com o demônio e a declarante sempre ficava amedrontada”, afirmou.

Ainda segundo o depoimento desta mulher, Pereira tinha ligações com o tráfico de drogas, já que lavava dinheiro dos traficantes em vendas de CDs e DVDs.

“[...]Pastor Marcos recebia o dinheiro dos traficantes nos valores de R$ 15 mil e R$ 20 mil e entregava CDs e DVDs no intuito de se resguardar na lavagem de dinheiro; que o pastor dizia aos membros de sua congregação que estava vendendo os CDs para evangelização e não pegando dinheiro com o tráfico”, contou, em depoimento, a mulher que saiu da igreja há quatro anos.

Desde que chegou à cadeia pública de Bangu, em 8 de maio último, o pastor teve quatro pedidos de liberdade negados pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Em todas as oportunidades, os desembargadores destacaram necessidade de garantia da ordem pública.

“Espírito de lésbica”

A outra mulher que acusa o pastor e originou a segundo denúncia do MP contra ele afirma que o pastor dizia duvidar da sexualidade dela. Segundo a mulher, uma das primeiras vezes que Pereira se dirigiu a ela foi para dizer que ele via nela um “espírito de lésbica”. Ela contou à Polícia ter achado estranho a impressão do pastor, mas nada fez, pois ele se tratava de um ser superior a ela.

No depoimento, a mulher afirma que começou a desconfiar das atitudes do pastor, quando no meio de conversas, ele contava à ela sobre seus “desejos íntimos, que sentia muitos desejos na carne”. No encontro seguinte, ele pediu a ela que tirasse a roupa.

“[...] Que a declarante continuou a ter encontros com o pastor Marcos em seu gabinete  e ele passou a lhe dizer que sempre que ele mandasse a declarante vir sem as roupas de baixo, ou seja, apenas de roupão, ela deveria atender”, disse a mulher, em depoimento à Polícia.

Em entrevista concedia à reportagem do UOL, através de seu advogado Marcelo Patrício, o pastor negou todas as acusações e afirmou que os processos querem apenas denegrir sua imagem.

Membros da igreja de Pereira foram presos por coagir tertemunhas

Na quarta-feira (29), a Polícia Civil prendeu dois membros da Adud (Assembleia de Deus dos Últimos Dias) suspeitos de coagirem testemunhas de um dos processos contra o pastor.

Lúcio Oliveira Câmara Filho e Daniel Candeias da Silva tiveram mandado de prisão cumpridos por policiais da 64ª DP, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. Eles foram presos quando se preparavam para um culto na igreja.

Havia também um mandado de prisão contra o pastor Marcos, mas ele já está preso. Os três são acusados por coagirem testemunhas do processo que investiga uma suposta ligação dos membros da igreja com o tráfico de drogas.

Por meio de nota divulgada no Facebook do pastor Marcos, o vice-presidente da Adud, identificado como Luis Carlos, diz que os dois membros da igreja não cometeram nenhum crime e que não há prova contra eles.

“Tanto o Evangelista Daniel quanto o evangelista Lúcio são pessoas de bem e são vítimas da mesma conspiração que prendeu nosso pastor. Quem os conhece pode constatar que eles são incapazes de praticar qualquer crime”, diz a nota.

Investigação contra pastor começou após denúncia do coordenador do AfroReggae

O pastor começou a ser investigado há pouco mais de um ano, a partir de acusações que o coordenador da ONG AfroReggae, José Júnior, fez sobre o suposto envolvimento de Marcos Pereira com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.

Ao longo das investigações, a polícia descobriu que o pastor teria estuprado algumas fiéis. Ele é investigado ainda por supostas participações em homicídios e por organizar orgias com menores de idade em um apartamento em Copacabana, avaliado em R$ 8 milhões e registrado em nome da igreja.

Na semana passada, Magno Malta defendeu o pastor Marcos Pereira. 

Uso excessivo do Facebook pode destruir relacionamentos

Relações de quem usa muito a rede social são mais turbulentas, diz estudo

De acordo com estudo americano, relacionamentos com duração de até três anos — ainda não suficientemente maduros — são os mais afetados pelo Facebook (foto: Thinkstock)

De acordo com estudo americano, relacionamentos com duração de até três anos — ainda não suficientemente maduros — são os mais afetados pelo Facebook (foto: Thinkstock)

Publicado na Veja on-line

O Facebook pode ser uma boa ferramenta para fazer novas amizades e cultivar as antigas. Mas no campo dos relacionamentos amorosos, sua influência pode não ser tão positiva. Um estudo feito na Universidade do Missouri, nos Estados Unidos, mostra que as relações de quem usa muito o Facebook são mais turbulentas e que desentendimentos gerados pelo uso intenso da rede social podem resultar em traição e no término do namoro ou casamento.

O estudo foi realizado com usuários do Facebook com idades entre 18 e 82 anos. Os participantes informaram a frequência com que utilizavam a rede social e se já tiveram conflitos com algum parceiro devido ao uso da ferramenta.

Analisando os resultados, os pesquisadores descobriram que casais que usavam muito o Facebook brigavam mais. “Estudos anteriores mostraram que quanto mais uma pessoa utiliza o Facebook, maiores são as chances de que ela monitore a atividade do parceiro de forma mais intensa, o que pode provocar ciúmes”, afirma Russell Clayton, doutorando da escola de Jornalismo da Universidade do Missouri e um dos autores do estudo.

Além de induzir o ciúme, de acordo com Clayton, os recursos do Facebook também podem reaproximar antigos parceiros – e arruinar seus novos relacionamentos. O pesquisador afirma que esse efeito foi mais intenso em namoros recentes, de três anos ou menos. “Isso sugere que o Facebook pode ser uma ameaça para relacionamentos que não estão completamente maduros”, afirma Clayton.

O estudo será publicado no periódico Journal of Cyberpsychology, Behavior and Social Networking.