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30 sinais de que você já tem quase 30

Jessica Misener, no BuzzFeed

1. Quando alguém lhe pede um documento para conferir se você é maior de idade, a sua primeira reação é: “BELEZA”.

anigif_enhanced-buzz-24896-1372359982-142. Em vez de fotos de bebedeiras em festas, os seus amigos no Facebook só querem saber de fotinhos de bebês.

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Bebês Gêmeos, chorando e Rindo de novo. Você vai se apaixonar por eles… É o melhor do melhor… Espero pelo menos 100 compartilhamentos desse vídeo… Por favor, não nos decepcione… divirta-se

3. … e tempos finais de maratonas.
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4. Você fica super animado quando vai a um show e vê que há ASSENTOS.

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5. Você começa a contar uma história dizendo “quando eu estava na faculdade”, e percebe que isso foi 10 anos atrás.
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6. Quando você assiste a filmes/programas de TV para adolescentes, você fica mais do lado dos pais do que dos filhos.
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7. Você já foi a um bar e foi embora porque estava muito barulhento.
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8. Você tem 10.000 cartões de visita de antigos empregos, e não tem a menor ideia do que fazer com eles.
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9. Você se tornou um nazista do protetor solar.
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10. Quando você vê celebridades legais com uns trinta e poucos, você pensa: “Ainda há esperança”.
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11. Você tem cada vez mais medo de conferir a sua avaliação de crédito.

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12. Você está pensando seriamente em ter um cachorro.Não, em ter um bebê.Não, definitivamente em ter um cachorro.
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13. Você prefere pagar um pouco mais por um quarto de hotel “bom e limpo” do que se espremer num hostel com outros 12 amigos.
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14. Tudo que há de legal no mercado tem como alvo pessoas mais novas do que você.
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você provavelmente quer voltar a assistir o seu NCIS
15. Você definitivamente perdeu as enzimas que permitiam que você digerisse Taco Bell.

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A banda Catedral e o juízo gospel (3)

Há alguns dias reproduzi aqui no Pavablog um capítulo de “Cheguei bem a tempo de ver o palco desabar“, livro do Ricardo Alexandre. Inadvertidamente esqueci de falar um pouco da trajetória do jornalista.

Ele dirigiu revistas como Bizz, Trip e Época São Paulo e escreveu Dias de luta: rock e o Brasil dos anos 80 (Arquipélago) e Nem vem que não tem: A vida e o veneno de Wilson Simonal (Globo Livros).

Em resposta ao texto, a banda gravou um vídeo,  postado de imediato com o mesmo destaque. Ricardo enviou o texto abaixo e este post encerra a série.

Agradeço ao Ricardo e à banda a oportunidade de lançar luz sobre um episódio emblemático do preconceito e da truculência que regem o comportamento do rebanho em certos assuntos. Esses creio serem grandes (e comuns) inimigos que devem ser combatidos. (SP)

12 considerações sobre o vídeo do Catedral 

Sobre o vídeo “Banda Catedral Conta Toda Verdade”, na posição de “pseudo-jornalista” “mau caráter” ali citado, gostaria de encerrar minha participação na polêmica com 12 pontos de uma tréplica que preparei para o Pavablog:

1. No jornalismo, não existe o nível de objetividade que o público mais ingênuo acredita existir. Quando você está decidindo que um determinado assunto vai ganhar quatro páginas em vez de duas, que o título vai ficar na página esquerda e não na direita, que a foto vai ser um close em vez de uma panorâmica, se vai ter chamada de capa ou não, você já está “editorializando”, está interferindo. O papel de um editor é justamente interferir. Isso não é um crime, isso não é desvio de caráter. Entretanto, como em toda profissão, às vezes ele acerta, às vezes ele erra. A diferença é que o erro do jornalista é divulgado para centenas de milhares de pessoas. Curiosamente, artistas só reclamam da falta de objetividade quando sentem-se diminuídos, jamais quando são destacados entre os demais.

2. O texto “A banda Catedral e o juízo gospel” é o capítulo 31 de um livro de causos, confissões e memórias dos 15 primeiros anos da minha carreira como jornalista musical, entre 1993 e 2008. Os 50 capítulos do livro estão sendo publicados prioritariamente no blog com meu nome no MSN desde abril [http://musica.br.msn.com/blog]. É ridícula a acusação de que eu esteja querendo me promover ou promover livros que já estão na terceira ou quarta reimpressão, uma vez que o espaço é meu, em meu nome, falando sobre mim em primeira pessoa.

3. É patético quando eles tentam desqualificar meu trabalho como jornalista, inclusive recorrendo à técnica infantil do “como é o nome dele mesmo?” e do “alguém me mandou, se não nem teria visto”. Afinal, se eles querem justiça, como dizem, é preciso admitir que ela só foi restabelecida por causa do meu texto. A menos que sua noção de “justiça” se confunda com vingança. Aliás, pensando bem, quem quiser buscar a famosa entrevista do grupo à rádio Melodia FM vai reparar que o repórter Ricardo Pieralini se propôs, já na época, a participar ao vivo, dizendo que o tom do seu texto, cheio de alusões ao inferno e aos clichês do mundo do rock, foi uma tentativa bem-humorada de apresentar a banda ao público secular, e que não imaginava que o público cristão fosse interpretá-lo do jeito que estava fazendo.

4. Coloco a mão no fogo pelo repórter que voltou com a entrevista. Como editor, eu pouco retoquei do texto. Lembro que no final do ano 2000, Pieralini havia se envolvido em polêmica semelhante, com a banda Capital Inicial. O repórter “pescou” numa conversa informal que o grupo de Brasília havia confirmado sua participação no Rock in Rio. Quando a notícia (para a qual ninguém havia pedido off) foi publicada no site, Dinho Ouro Preto veio à público negar, com os mesmos argumentos do Catedral: o de que estávamos mentindo, o de que éramos levianos, de que não tínhamos provas etc. Claro que o festival não queria furar sua estratégia de marketing, e o grupo subiu ao palco do festival carioca, como todos se lembram, meses depois.

5. Artistas falam coisas no calor do momento, se entusiasmam. Integrantes de uma banda falam coisas uns por cima dos outros, tentam parecer simpáticos a repórteres, querem se mostrar bem-humorados e sagazes. E se arrependem depois, e são mal interpretados, e são incompreendidos. Não só artistas, aliás, mas estes parecem ter maior dificuldade em admitir.

6. Em 2001, não era o Catedral que estava no auge. O que estava no auge era o mercado fonográfico brasileiro e a cultura do jabaculê. O que tocava muito no rádio, o que estava “em primeiro lugar no Brasil inteiro” era o que a gravadora negociava para que assim fosse. Quem tem algum interesse nessa história, pode buscar nos capítulos anteriores do mesmo livro, atualmente disponíveis no blog do MSN.

7. O vídeo divulgado no dia 18 de setembro, de intermináveis 40 minutos, mostra o quão confusos e mal articulados eles são. Se desde aquela época tivessem admitido ter dito o que disseram, mas num contexto totalmente diferente e para um público totalmente diferente do público gospel, e que sua declaração foi editorializada e amplificada e usada para o exercício do farisaísmo evangélico, talvez o monstro tivesse sido morto no ninho.

8. A banda tem todo direito de nos achar maldosos. Eu mesmo acho isso, olhando em retrospecto. Não uso os mesmos recursos de edição que usava em 2001, não sou a mesma pessoa que eu era em 2001 e espero olhar do futuro para 2013 e notar que mudei em igual medida. É assustador que uma pessoa vir à público admitir um erro cause tamanho estranhamento entre os cristãos evangélicos brasileiros, quando a confissão, o arrependimento e o perdão são a base do ensino cristão.

9. O Catedral tinha, e tem, todo o direito de se sentir prejudicado. Mas não foi nossa intenção, em nenhum momento, e falo em nome de toda a velha equipe Usina do Som. A intenção foi simplesmente chamar a atenção de um público que não era o da banda, para uma entrevista que julgamos desinteressante e banal. É óbvio, ao menos para mim, que toda a confusão e todo o prejuízo foi causado quando esse conteúdo foi usado pelos doutores da lei com o objetivo de julgar e excomungar.

10. Os integrantes do Catedral compartilham de uma visão distorcida do papel da imprensa, uma visão muito comum entre os artistas brasileiros: o de que os jornalistas musicais, os críticos de música e a imprensa em geral deve “apoiá-los” ou “dar uma força” como se as redações fossem extensões dos departamentos de marketing de suas gravadoras. Atribuo esse pensamento à insegurança típica dos artistas, mas também à pouca intimidade dos brasileiros com a palavra escrita – já que isso não acontece no exterior. Mas essa nunca foi, nem nunca será a função da imprensa cultural. Nosso compromisso é com o leitor, em ajudá-lo a separar o ruim do bom, o bom do ótimo, os impostores dos verdadeiros criadores. Se o tom com o qual fazemos isso é o do rigor acadêmico ou o da sátira, isso é uma decisão absolutamente editorial que o leitor, e não o artista ou seus assessores, vai avalizar ou não.

11. Em seu vídeo, a banda é leviana e igualmente maldosa em diversos momentos. Em especial quando tenta desqualificar a importância do maior site de música da América Latina dizendo que “se tivesse sucesso estava de pé até hoje”. A verdade é exatamente o oposto: o sucesso de público revertia-se em “peso” de banda, em sinal, em custo junto a provedores. Um site com um milhão de assinantes, como era o caso, era uma fortuna que nem a editora Abril conseguia manter. Ou seja, foi justamente o sucesso que o penalizou. Outra leviandade é dizer que o conteúdo foi retirado do ar por medo. Na verdade, o conteúdo foi tirado do ar porque a Usina do Som se esgueirava numa legislação ainda incipiente no Brasil para distribuição de música online legalizada, e precisava da simpatia de todas as gravadoras para funcionar. Mas eu fui consultado sobre o assunto e autorizei a retirada – porque, entre outros motivos, havia entendido que, com todo o erro de expressão e interpretação que o Catedral desencadeou, a cadeia de aproveitadores em cima dele havia ultrapassado todos os limites aceitáveis. E comecei a preparar uma grande reportagem sobre o gospel brasileiro, que infelizmente nunca foi publicada.

12. Eu tentei de todo jeito não entrar nos méritos artísticos do grupo Catedral, e acho que consegui até aqui. Mas é óbvio que a história mostra o caso de inúmeras bandas de fato perseguidas e espezinhadas pela imprensa – o caso dos Engenheiros do Hawaii, Jota Quest ou Cidade Negra no Brasil, o Kiss no exterior, por exemplo – que construíram sua base de fãs dialogando sem o “aval” da imprensa e sendo, muito mais feroz e sistematicamente, perseguidos por ela. O trio tem todo o direito de se achar tão talentoso quanto a Legião Urbana, e talvez seja reconfortante imaginar que todos os seus descaminhos foram de responsabilidade de terceiros, mas é só olhar para as últimas eleições para presidente para entender que a imprensa não tem todo o poder destrutivo (ou construtivo) que eles gostariam que tivessem.

Enterro do Bentley de Chiquinho Scarpa é “pegadinha”

A cova na casa de Scarpa, nos Jardins: repercussão internacional (foto: reprodução/Instagram)

A cova na casa de Scarpa, nos Jardins: repercussão internacional (foto: reprodução/Instagram)

Publicado na Veja SP

Marcado para as 11h desta sexta-feira (20), o comentado enterro do Bentley de Chiquinho Scarpa é pegadinha. Ele não vai sepultar de fato o automóvel, avaliado entre 1,2 e 1,5 milhão de reais, como anunciou ao longo desta semana, desde que publicou uma foto com a cova nas redes sociais. O caso foi destaque até na imprensa internacional.

O plano é aproveitar a imprensa presente (mais de vinte veículos haviam confirmado a participação na cobertura até ontem, segundo sua assessoria de imprensa) para fazer um discurso politicamente correto e desvendar, enfim, a história. Ele planeja fazer um discurso no qual lembrará que algo precioso, por mais valor que tenha no mundo, não vale nada debaixo da terra. E promoverá, então, a semana da campanha de doação de órgãos e tecidos, que acontece de 23 a 27 de setembro, uma parceria entre o governo federal e a Associação Brasileira dos Transplante de Órgãos.

Crentes criam ‘Porta da Frente’ para responder ao ‘Porta dos Fundos’, acredita?

Julio Hungria, no Blue Bus

Parece que a galera ñ curtiu muito o ~humor~ dos caras. Vejam alguns comentários:

  • Esse é o tal de amor cristão que existe em vocês ? Apelaram para um video ridiculo desses que vai ser motivo de piada por dias na internet.. Vocês são fracos, preconceituosos, ridiculos ao extremo..
  • Bah me deu vergonha de tão ruim, serio.
  • Interessante é a forma com que eles canalizaram a raiva deles, dedicaram tempo (perdido) para dar uma “respostinha” igual eu dava no ensino fundamental.
  • E pior: uma coisa tosca dessa é produzida com nosso dinheiro. Essa WAP TV é do Feliciano. E ele emprega pessoas como assessores parlamentares, para trabalhar na produtora

O internauta tem razão. Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, um dos sócios da produtora Wap TV Comunicação é Wellington Josoé Faria de Oliveira, o Well Wap. Além de produzir os programas de Feliciano, Oliveira é funcionário do gabinete do deputado em Brasília.

O bagulho ficou ainda + sem graça. Com trocadilho.

dica do Sidnei Carvalho de Souza

Os benefícios do sexo

macho-ou-femeaPublicado no Novo Mundo Radiológico

1. Ter relações sexuais alivia dores de cabeça. Cada vez que você faz amor, libera a tensão das veias do cérebro.

2. Um grande número de relações sexuais pode limpar o nariz entupido. Sexo é um anti-histamínico natural. Ele ajuda a combater asma e alergias de primavera.

3. Fazer amor é um tratamento de beleza espetacular. Os cientistas descobriram que quando uma mulher faz sexo, produz grandes quantidades de estrógeno que dá brilho e maciez ao cabelo.

4. O sexo é um dos esportes mais seguros. Fazer amor quase todos os tons e fortalece os músculos do corpo feminino e masculino. É mais agradável do que nadar 20 voltas na piscina e não precisam de tênis especiais!

5. Fazer amor devagar, suave e relaxadamente reduz as chances de sofrer dermatites, erupções na pele e acne. O suor produzido limpa os poros e faz sua pele brilhar.

6. Fazer amor pode queimar todas as calorias que você acumulou nesse jantar romântico antes de dormir.

7. Sexo é um santo remédio para a depressão. Ele libera endorfina na corrente sanguínea, criando um estado de euforia e deixando mulheres e homens com um sentido de ser único.

8. O sexo é o tranquilizante e relaxante muscular mais seguro do mundo. É mil vezes mais eficaz do que o Valium.

9. Quanto mais sexo melhor, pois um corpo sexualmente ativo libera bem mais feromônio. Este perfume natural das glândulas do nosso corpo é imperceptível ao nosso nariz, mas que excita bastante as mulheres!

10. Beijar todos dias mantém você mais tempo longe do dentista. A arte de Beijar faz com que a saliva limpe os dentes e diminui a quantidade de ácido que causa a cárie, impedindo possíveis problemas bucais, sem contar que mantém o hálito sempre renovado!

dica do Ailsom Heringer