Arquivo da tag: drogas

Em entrevista à Playboy, Feliciano confessa ter usado drogas e diz que quem faz sexo anal ‘não volta mais’

O pastor evangélico e deputado federal Marco Feliciano (foto: Joédson Alves/Playboy)

O pastor evangélico e deputado federal Marco Feliciano (foto: Joédson Alves/Playboy)

Publicado por F5

O pastor evangélico e deputado federal Marco Feliciano, 41, deu uma entrevista polêmica para a revista “Playboy”.

Ele respondeu se considerava possível para um homem sentir prazer com sexo anal.

“Com certeza, tem homens que têm tara por ânus, sim”, avaliou. “Eu não entendo muito dessa área porque nunca fiz, graças a Deus.

“E espero nunca fazer, porque pa­rece que quem faz não volta mais”, riu. “Deve ser uma coisa tão estranha…”

Em outro ponto controverso do bate-papo, Feliciano confessou ter experimentado cocaína na adolescência.

“Conheci a cocaína nos bailinhos, no fim dos 12 anos”, afirmou. “Só a cocaína. Eu tentei a maconha, mas engasguei, nunca conse­gui fumar nem cigarro. Não conseguia tragar. Com a cocaína era fácil.”

dica do Luiz Manoel Noronha

Nigella Lawson é banida dos Estados Unidos por ter confessado usar cocaína

Nigella Lawson é persona non grata nos Estados Unidos Sang Tan/AP

Nigella Lawson é persona non grata nos Estados Unidos Sang Tan/AP

Apresentadora do programa de culinária “Nigella” foi impedida de embarcar em um voo que ia de Londres para Los Angeles no último domingo

Publicado em O Globo

A chef e apresentadora britânica Nigella Lawson foi banida dos Estados Unidos quatro meses após confessar ter usado cocaína. Ela foi impedida de embarcar em um voo de Londres a Los Angeles no último domingo segundo informações do jornal The Guardian.

No ano passado, Nigella, de 54 anos, foi forçada a confessar no trubunal que ela consumia cocaína e fumava maconha na frente de seus dois filhos, Bruno, hoje com 17 anos, e Cosima, de 19.

A apresentadora do “Nigella”, programa de culinária exibido no Brasil pelo GNT, e jurada do “The taste”, reality culinário exibido pela rede americana ABC, chegou a fazer o check in no terminal 5 do aeroporto de Heathrow para o voo da British Airways. Mas, antes de embarcar, foi abordada por funcionários da companhia aérea, que a pediram para recolher suas bagagens.

“Ela não disse nada, mas não parecia satisfeira”, contou uma testemunha que não quis se identificar.

Agora espera-se que Nigella acione seus advogados para garantir trânsito livre para os |Estados Unidos a passeio e a trabalho. O Departamento de Segurança de Fronteiras dos Estados Unidos afirmou que não tem autorização para comentar casos individuais. No entanto, uma fonte interna revelou que estrangeiros que admitem o uso de drogas em solo americando ou não são considerados “inadimissíveis.

Em julho do ano passado, a chef e apresentadora se divorciou do então marido Charles Saatchi, a quem acusou de agressão. Foi Saatchi quem revelou à corte que Nigella era dependente química.

Muita fé debaixo do viaduto no Rio de Janeiro

Igreja Batista Alfa e Ômega realiza cultos sob elevado da Linha Amarela na Cidade de Deus

 A Bíblia é colocada sobre um latão vazio de óleo, enquanto a pastora faz a pregação para os fiéis, que usam cadeiras de plástico (foto:  Uanderson Fernandes / Agência O Dia)


A Bíblia é colocada sobre um latão vazio de óleo, enquanto a pastora faz a pregação para os fiéis, que usam cadeiras de plástico (foto: Uanderson Fernandes / Agência O Dia)

Flavio Araújo, em O Dia

Rio – A Bíblia repousa em um púlpito improvisado sobre um latão vazio de óleo. Ao lado, um valão tomado pelo mato exala cheiro de esgoto. Os cânticos religiosos só não são abafados pelos motores que passam a toda velocidade por causa do uso de microfone e amplificadores. No chão de terra batida, as cadeiras de plástico dão um pouco de conforto a cerca de 50 almas aflitas. Esta é a sede da Igreja Batista Alfa e Ômega, que funciona sob o viaduto da Linha Amarela, na Cidade de Deus.

“Estamos há 14 anos na comunidade e, desde 2007, funcionamos como igreja. Usávamos um galpão, mas com o fim do contrato, o proprietário aumentou o aluguel, de forma que não pudemos pagar, já que a chegada da UPP valorizou os imóveis. Então, a Administração Regional, da prefeitura, nos deixou usar esse espaço, que era reduto de usuários de drogas. Conseguimos trazer alguns deles para a igreja, mas muitos sumiram”, relembra o pastor Leandro Campos, de 34 anos.

Ele divide as pregações, às quintas e domingos — dia em que o público sobe para cerca de 300 pessoas — com a mulher, Cláudia Cristina dos Santos, 35. “Aproximadamente 90% dos nossos fiéis são jovens que lutam por oportunidades melhores de vida”, explica a pastora. Problemas com álcool e drogas na família, falta de trabalho e de atendimento médico convivem com a esperança de dias melhores: para quem reza e para a igreja.

Em alguns momentos da celebração, enquanto hinos são tocados ao violão, os fiéis dão as mãos, em duplas ou quartetos, e oram livremente. Durante a pregação, Cláudia Cristina reconhece que a igreja vem sofrendo com a perda de seguidores. “Quem aqui está sentindo falta de um irmão, que não está mais vindo, levanta a mão?” Quase todos acenam.

“Importa de verdade a questão espiritual. Vir aqui me faz bem, mas é claro que é desconfortável. Mas a mensagem é o mais importante. E a mensagem passada aqui é de alegria e esperança”, diz o comerciário Gérson Moraes, 28.

No fim do culto, pouco dinheiro é depositado nas caixas de oferendas. O valor quase não paga o lanche oferecido às crianças que ficam em um espaço mais iluminado brincando sob supervisão de adultos da igreja.

O pastor Leandro acredita que sua igreja é a única no Rio que funciona embaixo de um viaduto. “Ouvi falar de outra em Bangu, mas nunca vi”, diz, como São Tomé.

Fiel sai de Santa Cruz para rezar

“Venho aqui para acalmar meu coração, que anda muito aflito. Deus levou meu filho e tenho certeza que, em breve, vai me levar para junto dele”, afirma, com um sorriso no rosto, a aposentada Aurília Maria Benícia, 62.

Moradora da Cidade de Deus por mais de 50 anos, ela se mudou para um apartamento em Santa Cruz por causa de obras viárias que passaram pelo pequeno sítio em que vivia.

Para rezar junto com seus amigos e conhecidos pelo filho Anderson, que aos 35 anos foi morto em um assalto, Aurília enfrenta cerca de 60 quilômetros de viagem.

“Essa igreja é uma bênção para mim”.

dica do Ailsom Heringer