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Sky Go – Publicidade invisível através das janelas do Metrô

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publicado no Boldness

Que atire a primeira pedra quem nunca tirou um cochilo no metrô, no trem ou no ônibus mesmo. Pois é, agora imagine ouvir uma voz vinda do além, que só você escuta, enquanto está com a cabeça inocentemente encostada na janela? Calma, não é você ficando doido pelas horas de sono atrasado, é um novo meio de comunicação que pode surgir nos próximos anos.

Tudo parte de um simples aparelho, o Sky Go, que é acoplado no vidro do metrô e emite frequências de som inaudíveis a qualquer um, a não ser que você encoste a cabeça na janela, para tirar um cochilo.

Pode parecer uma invenção vinda direta do Futurama, ou dos Jetsons, mas na verdade essa tecnologia já vem sendo usada pelo exército há alguns anos e agora foi aprovada para ser comercializada normalmente. Com ela surge uma plataforma de comunicação com o consumidor, muito mais intima, pois só ele consegue ouvir, mas será que funciona?

Até que ponto essa nova mídia teria mais haters do que lovers? Vamos ter que esperar pra ver… Enquanto isso, deixamos o vídeo de divulgação abaixo:

Inscritos recusaram todas as 700 cidades sem médicos, diz Ideli

Segundo ministra, Mais Médicos não teve inscritos nesses municípios.
Segundo ela, cenário revela necessidade de médicos estrangeiros.

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Getty Images Brasil

Publicado no Bem Estar

A ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, afirmou nesta segunda-feira (5) que nenhum dos candidatos ao programa Mais Médicos, do governo federal, optou por trabalhar em algum dos cerca de 700 municípios que não possuem qualquer médico na rede pública de saúde.

Após reunião com a presidente Dilma Rousseff e parlamentares da base aliada, Ideli antecipou dados que serão divulgados nesta terça (6) pelo Ministério da Saúde.

“Talvez a prova mais inequívoca de que este é um programa absolutamente necessário é que, dos locais escolhidos pelos médicos brasileiros, não houve nenhuma escolha dos 700 municípios onde não temos nenhum médico”, disse.

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Terminou às 16h do último sábado o prazo para que os 1.753 profissionais selecionados pelo Ministério da Saúde para o primeiro ciclo de inscrições do programa Mais Médicos confirmassem se aceitam ir para o município a que foram designados pelo governo federal para trabalhar durante os três anos de contrato.

Os que confirmaram serão enviados a municípios do interior do país e de periferias de grandes centros urbanos, com salários de R$ 10 mil. O resultado da inscrição será anunciado nesta terça pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Segundo Ideli Salvatti, a primeira seleção para o programa revela a necessidade de o governo brasileiro contratar médicos estrangeiros para atuar em áreas remotas.

“Exatamente os 700 municípios onde não temos nenhum médico, eles não foram escolhidos pelos médicos e agora nós vamos ter a abertura da inscrição para os médicos estrangeiros para poder fazer daí todo o procedimento”, disse.

Até o dia 8, o ministério irá selecionar os médicos do exterior que se inscreveram para o Mais Médicos, que ocuparão vagas dispensadas por brasileiros. A relação dos estrangeiros que serão contratados será publicada em 13 de agosto.

De acordo com a ministra da Secretaria de Relações Institucionais, o governo abrirá novas inscrições para viabilizar outras contratações.

“Vamos ter novas inscrições, novos médicos e novos municípios vão poder se inscrever agora. Acabou quase que confirmando aquilo que a gente já tinha a plena consciência, né? De que nós não temos médicos em número suficiente com a disposição necessária para estar atuando em todos os locais”, afirmou a ministra.

Os médicos selecionados, tanto brasileiros quanto estrangeiros, devem começar a trabalhar no Mais Médicos no início de setembro. Todos os estrangeiros serão avaliados e supervisionados por universidades federais, de acordo com o Ministério da Saúde.

God hates jazz

título original: Serj Tankian divulga novo projeto com “protesto” de religiosos

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Tony Aiex, no Tenho mais discos que amigos

Serj Tankian está trabalhando em diversos projetos diferentes, e agora começou a divulgar sua incursão no jazz, o Jazz-Is-Christ.

Para isso, ele disponibilizou um vídeo onde “religiosos”, entre grandes aspas, “protestam”, entre aspas maiores ainda, contra a banda, o seu nome, o seu som, etc.

Baseado em diversas ações que foram feitas de verdade em frente a casas de shows, como aconteceu recentemente com o Foo Fighters, Serj produziu esse vídeo para chamar atenção ao projeto.

Assista logo abaixo.

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Você pode ouvir o disco na íntegra, via Deezer, clicando aqui.

dica do Jarbas Aragão

Feliciano diz que ‘cura gay’ pode voltar em 2015: ‘Aguarde a Frente Evangélica’

Deputado e pastor afirma que proposta voltará com mais força na próxima legislatura: \”Em 2015 aguarde a Frente Evangélica\”

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Foto: Divulgação

Publicado originalmente no Estadão

O deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) parabenizou a retirada do projeto de lei da Câmara 234, que ficou conhecido como o da “cura gay”, em uma série de mensagens publicadas em uma grande rede social na tarde desta terça-feira, 2. O pastor, no entanto, não desistiu da proposta, que suspenderia dois trechos de uma resolução do Conselho Federal de Psicologia, de 1999 — um dos trechos que seriam anulados diz que “os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades”. Argumentando que o PSDB “inviabilizou” o projeto quando revelou ter posição contrária ao tema, Feliciano afirmou, em tom de profecia, que a proposta “voltará na próxima legislatura”. “Teremos um número maior de deputados evangélicos”, previu.

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“Parabéns a decisão tomada pelo@depjoaocampos em retirar o PDC 234 de tramitação. O PSDB, seu partido, inviabilizou quando notificou ser contra. Entendeu ele que os ativistas, a mídia e alguns partidos invisíveis usariam o PDC 234 para tirar o foco das manifestações verdadeiras”, disse Feliciano no Twitter. “O PDC não foi arquivado, mas retirado, e pode voltar.”

Em mensagem direcionada aos seus seguidores evangélicos, Feliciano avaliou que todo o processo, desde a proposição até a retirada do projeto, foi positivo.

“Essa perseguição de parte da mídia e dos ativistas nos fortaleceu e nosso povo acordou. Nos aguarde em 2015! Viremos com força dobrada”, afirmou o deputado. “Em 2015 aguarde a Frente Evangélica! Seremos muitos! E agora sabemos quem é quem! Parabéns a todos! Marcamos posição!”, finalizou, em seu oitavo e último tuíte sobre o tema.

O propositor do projeto, deputado João Campos (PSDB-GO), líder da  Frente Parlamentar Evangélica, pediu nesta tarde ao colégio de líderes da Câmara que retirasse de tramitação a proposta, que já havia sido aprovada pela Comissão dos Direitos Humanos e Minorias, presidida pelo deputado Marco Feliciano (PSC-SP). O líder do PT na Câmara dos Deputados, José Guimarães (CE), confirmou que foi feito um acordo para a retirada do projeto. Segundo Guimarães, a assessoria técnica da Casa está sendo consultada agora para avaliar se o projeto pode regimentalmente ser retirado ou se precisa ir a votação por já ter passado por uma comissão.

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TJ de SP condena pastor a 52 anos por estupro

Chico Siqueira, no Estadão

Enteadas também estão entre as vítimas. Crime ocorreu há 8 anos

Enteadas também estão entre as vítimas. Crime ocorreu há 8 anos

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) condenou o pastor Mizael Lourenço a 52 anos e 6 meses em regime fechado de prisão pelos crimes de estupro e atentado violento ao pudor contra duas filhas e duas enteadas. Os crimes teriam acontecido na casa e até mesmo num cômodo da igreja onde Lourenço atuava como pastor, em Catanduva, interior de São Paulo.

Segundo acórdão do TJSP publicado nesta quarta-feira, o pastor teve quatro filhos resultantes dos estupros, dois com uma filha e outros dois com uma enteada. Lourenço chegou a estuprar duas vezes e cometer pelo menos três crimes de atentado violento ao pudor contra uma das filhas (que ele começou a molestar quando ela tinha 6 seis anos), até que uma das enteadas, que ele havia estuprado quando ela tinha 8 anos, decidiu denunciá-lo depois de saber que as duas filhas também tinham sido molestadas.

Na fase do inquérito policial, Lourenço admitiu os crimes e recusou-se a fazer os exames de DNA para comprovar a paternidade, mas foi absolvido depois que as duas filhas se retrataram das denúncias. O Ministério Público (MP) recorreu e agora à 9.ª Câmara de Direito Criminal do TJSP decidiu ignorar a retratação e condená-lo a 52 anos e seis meses de prisão em regime fechado. O mandado de prisão já foi expedido. O defensor público Santo José Soares, que defendeu o pastor, não foi localizado para comentar a sentença.