Conteúdo marcado como eclesiastes

Viver e vencer

Viver e vencer
Ricardo Gondim Por algum motivo, o filme “Casa de Areia” não me sai da cabeça. Sua mensagem de rara beleza me inquieta. A trama se desenrola em 1910. O português Vasco (Ruy Guerra) convence a esposa grávida, Áurea, (Fernanda Torres) a sair em busca do sonho de buscar vida nova em um lugar ermo, possivelmente próspero. Áurea traz a mãe, Dona Maria (Fernanda Montenegro). O sonho se transforma em pesadelo. […]

Melhor impossível?

Melhor impossível?
Os poucos jovens religiosos que conheço no meio que frequento costumam ser melhores alunos, mais atentos ao que se fala em sala de aula e menos inseguros com relação a temas como sexo, drogas e rock and roll Luiz Felipe Pondé, na Folha de S.Paulo Você lembra do filme com Jack Nicholson chamado “Melhor É Impossível”? Há uma cena em que ele, um obsessivo-compulsivo (diríamos, um caso grave de TOC), […]

Viagens no tempo registradas na Bíblia?

Viagens no tempo registradas na Bíblia?
Publicado por Hermes Fernandes O texto que se segue é um exercício daquilo que chamo de “Ficção Teológica”. Não deve, portanto, ser tomado como doutrina. Apesar da coerência do que proponho aqui, não me atrevo a classificá-lo desta forma. *** “O que foi, isso é o que há de ser, e o que se fez, isso se tornará a fazer; nada há novo debaixo do sol”. Eclesiastes 1:9 A Bíblia é […]

O tempo e o acaso no jogo da vida – Eclesiastes 9.11

O tempo e o acaso no jogo da vida - Eclesiastes 9.11
Ricardo Gondim A vida se parece com um jogo de cartas; cinqüenta e duas são embaralhadas e distribuídas entre os que se propõem jogar. Importa que todos participem em pé de igualdade. Jogam-se várias partidas. As cartas não priorizarão ninguém. Pelas leis da probabilidade, quanto mais partidas, menos entrará o fator sorte. No baralho, ninguém pode ser privilegiado pelo acaso. Na vida, sempre alguém recebe uma “boa mão”. Como só […]

Eclesiastes 1 em minhas próprias palavras

Eclesiastes 1 em minhas próprias palavras
Ricardo Gondim Vazio por cima de vazios, tudo não passa de uma gigante vaidade. Todo suor é vão; todo esforço, inutilidade. Sob as lajes frias do cemitério jazem os ossos secos de homens e mulheres que calejaram as mãos por coisa alguma. O mar lava a praia, arrastando em seu movimento perpétuo, gerações inteiras. O sol silencioso e frio sela destinos, e em sua jornada cotidiana não toma conhecimento dos […]