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Morre Storm Thorgerson, designer do Pink Floyd responsável pela capa de The Dark Side of the Moon

Artista tinha 69 anos e sofria de câncer na garganta; ele também trabalhou com Led Zeppelin, Peter Gabriel e Muse.

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Publicado originalmente na Rolling Stone

Morreu nesta quinta-feira, 18, o designer Storm Thorgerson, conhecido pelo seu trabalho com o Pink Floyd. Ele tinha 69 anos e, segundo a BBC News, ele vinha batalhando contra um câncer na garganta há alguns anos.

A família do designer declarou ele morreu de forma tranquila, em casa. Em 2003, Storm sofreu um enfarte, mas conseguiu se recuperar bem. Storm deixa a esposa e um filho.

Em um comunicado, Dave Gilmour, guitarrista e vocalista do Pink Floyd, afirmou que a arte gráfica criada por de Storm para a banda sempre foi uma “parte inseparável do nosso trabalho”.

O artista começou a carreira em grupos de design no fim dos anos 60. A amizade com os integrantes do Pink Floyd veio da infância – mais precisamente de Syd Barrett.

Em entrevista à Rolling Stone EUA, em 2011, o designer gráfico explicou o conceito da sua mais conhecida obra: a capa de The Dark Side of the Moon. “Eles não tinham realmente celebrado este lado. Isso era uma coisa, a outra era o triângulo. Eu acho que o triângulo, que é um símbolo de reflexão e ambição, foi muito sobre o assunto nas letras de Roger [Waters, baixista e principal letrista da banda]. Então o triângulo foi muito útil – como nós sabemos, obviamente – no aspecto de ser um ícone para transformá-lo em um prisma – e você sabe, o prisma pertencia ao Floyd”, disse.

Ele ainda confirmou que, entre as várias opções de capa, uma delas incluía um Surfista Prateado, como o personagem das histórias em quadrinhos da Marvel Comics. “Mas eles recusaram”, contou.

Para a arte interna do álbum, veja bem, o Pink Floyd enviou Storm para o Egito, simplesmente para clicar fotos das pirâmides.

Storm também assina a arte gráfica de bandas como Biffy Clyro, Audioslave, Bruce Dickinson, Peter Gabriel, David Gilmour, The Mars Volta, Helloween, Megadeth, Muse e The Offspring.

Sem permissão, russos escalam pirâmide no Egito e fazem fotos incríveis

Publicado por F5

Um grupo de jovens russos postou na internet fotos que dizem terem feito de cima da Grande Pirâmide de Giza, no Egito.

Subir as pirâmides é ilegal e quem for pego pode ser condenado a três anos de prisão. Eles se esconderam dentro do local onde ficam as construções e, quatro horas depois do fechamento, começaram a subir.

Os jovens descreveram a aventura em um blog. “Fiquei sem palavras”, disse um deles.

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Poder, dinheiro e sexo

Ana Hickman, clicada por Valério Trabanco

Ana Hickman, clicada por Valério Trabanco

Luiz Felipe Pondé, na Folha de S.Paulo

“Meu Deus, eu queria tanto ouvir um pecado novo.” Esta frase me foi dita por uma amiga minha, uma verdadeira dama, citando um padre amigo seu.

Esta fala revela a repetição dos temas humanos: dinheiro, poder, sexo. Nada há de novo embaixo do sol, como diz a Bíblia Hebraica. Iniciantes acham que há.

Posso imaginar a monotonia do confessionário. Para nós, mero mortais, a ideia, por exemplo, de uma mulher contando suas infidelidades, reais ou imaginárias, é uma delícia de luxúria. Para o apreciador do sexo frágil, o segredo do mundo está entre as pernas das mulheres.

Aliás, a luxúria é um dos sete pecados capitais. E pecado é coisa séria, apesar de hoje estar na moda achar que não existem mais pecados. Eu, que sou um medieval, creio mais neles do que nas ciências humanas.

Ingênuos acreditam que a vida mudou em sua “essência”. Mesmo o caso do Vatileaks repete a velha história de poder, dinheiro e sexo.

Mesmo Jesus, em seus 40 dias no deserto (que por sua vez simbolizam os 40 anos do povo hebreu perdido no Sinai, pós-Egito), foi tentado nesta velha chave: poder, ouro, mulheres.

Mas existe uma hierarquia nesta estrutura. Por exemplo, ninguém nunca perdeu mulher perseguindo dinheiro (ouro), mas sim perdeu muito dinheiro perseguindo mulher, portanto, dinheiro é mais essencial e seguro do que começar por mulheres. Uma vez tendo o dinheiro, elas virão.

“Sabedorias” como essa falam do pecado, essa marca de nossa natureza humana.

Prever o comportamento humano a partir do pecado é quase uma ciência exata.

Uma coisa chata sobre essa ciência exata do pecado é justamente ela furar nossas utopias.

E o mundo moderno, assim como é o tempo da técnica e da ciência, é também o tempo da mentira moral generalizada que se diz utopia.

Adianto que não uso pecado aqui como algo necessariamente religioso, mas sim como traço de comportamento verificável do tipo “ratinho do Pavlov”: os sete pecados capitais funcionam “cientificamente” melhor do que a luta de classes.

Lembre, por exemplo, da inveja que seu colega de trabalho tem quando você tem mais sucesso do que ele.

E se ele não reagir de modo banal, isto é, babar de inveja, saiba que você está diante de alguém de caráter. Coisa rara.

As feias querem matar suas colegas mais bonitas. A única esperança das feias é que as bonitas sejam mesmo burras e superficiais.

Mas a luxúria é top. Depois da revolução sexual pensamos que a luxúria não existe mais e que “sexo salva”. Pensar isso é coisa de iniciante.

O que caracteriza o pecado é que ele extenua a pessoa. A ideia mais perto disso é a ideia de vício. Vício em drogas, álcool. Luxúria seria o vício no sexo.

Alguns especialistas acham que não existe vício em sexo e que falar disso é simplesmente ser “moralista” ou ter inveja de quem faz muito sexo.

Eu suspeito de que quem acha que não existe vício em sexo é que não faz sexo o suficiente, por isso não sabe o que é estar submetido a um desejo que destrói a alma.

Neste caso, a simples visão de uma mulher, suas pernas, sua voz, seus gestos, implica no silêncio do resto do mundo.

Os antigos e medievais entendiam mais da natureza humana do que nós, principalmente porque eram menos utópicos e não sofriam dessa bobagem de achar que é a “ideologia” que determina quem somos.

A “crítica da ideologia” é uma das pragas contemporâneas e virou uma espécie de fetiche do pensamento, que nos impede de ver o óbvio: poder e dinheiro trazem sexo, seja homem ou mulher, isso não é “ideológico”.

Quase todo mundo faz quase o tempo todo quase tudo por poder, dinheiro e sexo.

Sobre o risco de conceitos virarem fetiche, o livro de Luís de Gusmão, “O Fetichismo do Conceito” (Topbooks), é uma pérola. Recomendo para quem acredita em “mitos”.

Autores como Evagrio Pônticos (345-399), Santo Agostinho (354-430) e São Tomás de Aquino (1225-1274) podem nos ensinar bastante sobre natureza humana.

Saia da moda e leia os antigos e os medievais. Para eles, o pecado é a perda da autonomia da vontade. Quem nunca viveu isso, que se cale e vá brincar.

Sou crente, aleluia, e o Egito é a Bahia

Nelson Oliveira, no Vice

Há mais de 30 anos, algumas colinas de Salvador começaram a ganhar um movimento curioso. As dunas de bairros praianos como Itapuã e Stella Maris começaram a ser ocupadas por pessoas que vestiam muito mais que um sumário traje de banho. Mortalhas e longas saias, no caso das mulheres, e trajes sociais, às vezes com direito a terno, para os homens. As dunas de Salvador se tornaram um oratório a céu aberto para muitos evangélicos.

Houve um tempo em que falar de Egito na Bahia era coisa de música de carnaval composta por Carlinhos Brown. Hoje, artigo vintage no Circuito Barra-Ondina, a busca pelos mistérios egípcios é dos protestantes, que veem as dunas como uma metáfora para o Monte Sinai, local em que Moisés viu um arbusto em chamas que falava, recebeu de Deus as palavras dos Dez Mandamentos e toda aquela psicodelia.

Mesmo longe de possuir os 2288 metros de altura do monte histórico, as dunas de Salvador viraram um verdadeiro local de peregrinação de grupos de crentes – desculpa, mas eles mesmos se chamam assim, então nem vem procurar confusão, valeu? – nos últimos anos. Os frequentadores aparecem em qualquer horário do dia, mas, sobretudo à noite. Eles gostam de ir ao local porque se sentem mais próximos de Deus. Estar no topo das dunas remete a um momento de paz de espírito, reflexão e deslocamento da realidade. Afinal, Deus é uma viagem.

Antes, a prática era individual e agora se organizou: grupos de igrejas de regiões muito distantes das dunas e até mesmo de outras cidades baianas fretam micro-ônibus para realizarem cultos no local, que é considerado perigoso por ser ermo e não possuir qualquer iluminação. Nas sextas-feiras, as dunas chegam a receber mais de 200 crentes orando em voz alta, em português ou na chamada “língua dos anjos”, com direito a pastores realizando conversões e exorcismos. Outros, que geralmente vão sozinhos, ficam compenetrados, de quatro e com a cabeça na areia, entre os braços, ou queimam papeis com pedidos de graças.

Curioso para saber o que acontecia lá, fui fotografar os momentos de oração nas dunas. Foi divertido. Eu e meu flash acabamos ungidos por um pastor, que, assim como outros religiosos, perceberam as luzes do equipamento, mas não se deram conta inicialmente que estavam sendo fotografados. Outro grupo, mas atento, foi direto: “Vamos fazer uma foto, gente. Vai para os Estados Unidos. Vai para o Facebook!”. Bom, de alguma forma, sim.

dica do João Marcos

Marido vai ver filme pornô escondido e descobre que sua mulher é a estrela

Do R7

Egípcio teve um treco quando viu e se acha uma múmia por não ter descoberto antes

Um sujeito casado, morador da cidade de Dakahlia, uma província que fica perto do Cairo, a capital do Egito, fugiu de sua mulher e se enfurnou em uma lan-house para ver pornografia na internet.

O que ele não contava é que sua mulher também dava suas fugidinhas e, nelas, ela trabalhava como atriz pornô em produções independentes.

Ramadan, que é casado com ela há 16 anos e tem quatro filhos, teve um treco e caiu duro no chão da lan-house.

Assim que recuperou a consciência, voltou para casa botando fogo pelas ventas e confrontou a esposa que, no começo, negou tudo, alegando que Ramadan estava maluco.

Ramadan, no entanto, estava preparado para a negativa e trouxe consigo um catálogo completo de todos os 11 filmes em que sua mulher aparecia.

Por causa disso, quando ele bateu com sua moral na mesa, dizendo que a mulher havia traído seus votos de casamento, ela desatou a chorar e confessou tudo.

- Eu encontrei 11 filmes mostrando minha mulher em cenas indecentes com o amante dela… Foi a primeira vez que eu assisti a um filme pornô e confesso que o fiz só pela curiosidade.

Sim, pela curiosidade.

Prossiga, Ramadan.

- Primeiro, ela negou tudo e ficou me acusando de insanidade até eu mostrar a ela os filmes. Então, ela confessou que ainda é apaixonada por seu antigo namorado porque ele tem a mesma idade que ela e eu sou um caco velho.