7 invenções dos egípcios que são utilizadas até hoje

Publicado no Humor Nerd

Todos nós sabemos como os antigos egípcios foram de grande importância em toda a humanidade, contribuindo para o desenvolvimento das mais diversas áreas, como arquitetura, engenharia, escrita e contagem dos períodos por calendários.

É claro que as pirâmides e todo o seu legado formam o destaque desse povo da antiguidade. Mas não foram apenas elas que fizeram dos egípcios conhecidos por suas invenções, sendo que muitas perduram até hoje.

Essa que talvez tenha sido a civilização mais avançada que o mundo já conheceu nos trouxe artefatos, dispositivos e formas de fazer algumas coisas que muita gente nem imagina que foram eles que criaram. Confira abaixo quais foram algumas delas, de acordo com um artigo do How Stuff Works:

1 – Maquiagem dos olhos

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Em todas as ilustrações contidas em sarcófagos, nas tumbas dos faraós, e qualquer outro tipo de local e documentos dos antigos egípcios em que se mostram pessoas, é possível observar com clareza que os olhos deles são destacados por um tipo de maquiagem com contorno definido.

Calcula-se que a criação da maquiagem dos olhos pelos antigos egípcios tenha acontecido por volta de mais de três mil anos antes de Cristo. E, desde então, pode-se dizer que o estilo nunca saiu de moda. O que é ainda mais interessante é que algumas culturas ainda utilizam técnicas egípcias de milhares de anos para criar os seus pigmentos para os olhos.

Para fazer essa maquiagem, que geralmente era negra ou verde (se combinado com o minério malaquita) muito escuro, os egípcios faziam uma pasta misturando óleos, galena (sulfeto de chumbo), fuligem de carvão. A essa mistura se deu o nome de Kohl (ou kajal) e não era restrita às mulheres, pois homens e crianças também usavam.

Além da parte ornamental, eles acreditavam que o Kohl protegia os olhos contra doenças e raios agressivos do sol. Porém, com o tempo passou a ser usado com mais frequência para a beleza, sendo que, quanto mais alta a classe social mais maquiagem usavam, como forma de poder. Cleópatra curtia muito.

2 – Calendário

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Sempre que você for verificar quando tempo falta para aquele tão sonhado feriado em um calendário, agradeça aos antigos egípcios (não pelo feriado, mas pelo calendário). Você consegue imaginar a bagunça que seria o mundo sem um sistema de contagem de dias, meses e anos? Um caos!

No antigo Egito também era, até que eles inventaram o sistema como uma forma de sobrevivência a princípio. Isso porque não saber o período da inundação anual do rio Nilo poderia acarretar as mais diversas tragédias, começando pela perda de plantações e, consequente, fome.

Por essa razão, eles criaram um calendário que era intimamente ligado à agricultura, dividindo-se em três estações principais: inundação, crescimento e colheita. Cada uma dessas estações tinham quatro meses, sendo que cada um era dividido em 30 dias.

A soma de todos esses períodos dava 360 dias, um pouco menos do que um ano real. Para compensar a diferença, os egípcios acrescentaram cinco dias entre as temporadas de colheita e inundação. Estes cinco dias foram designados como feriados religiosos reservados para homenagear os filhos dos deuses.

3 – Balas de menta

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O desejo por um hálito fresco não é de hoje. Além da criação da pasta de dente (que veremos mais adiante), os egípcios podem realmente ter sido os responsáveis pela invenção das balinhas refrescantes de menta para dar aquela disfarçada em um possível bafo de bode dos faraós.

Naquela época, o mau hálito também era um sintoma de má saúde dental e de descuido. Porém, eles não tinham bebidas açucaradas e doces que causavam cáries, mas havia outras coisas que estragavam os dentes.

As pedras que eles utilizavam para moer a farinha para o pão se deterioravam na massa em areia e cascalho que acabavam sendo consumidos e desgastavam o esmalte dos dentes até expor a polpa, tornando vulnerável a infecção. O problema é que eles não tinham dentistas e nenhum tipo de cuidador dessa parte do corpo.

Então, os egípcios sofriam com dentes desgastados, gengivas doentes e dores, fatores que geravam um inevitável mau hálito. Para lidar com isso, eles inventaram as primeiras balinhas que eram uma combinação de incenso, mirra e canela fervidos com mel, e que eram moldadas em forma em pelotas.

4 – Boliche

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O ato de reunir os amigos e jogar uma partida de boliche pode ter começado bem antes do que podíamos imaginar, lá no antigo Egito. O esporte, que consiste em arremessar uma bola e derrubar os pinos, porém, era um pouquinho diferente, de acordo com alguns achados arqueológicos.

Em Narmoutheos, um assentamento que fica a cerca de 90 quilômetros ao sul de Cairo (datado do segundo e terceiro séculos depois de Cristo), foi descoberta uma sala contendo um conjunto de pistas e uma coleção de bolas de granito de vários tamanhos. De acordo com o How Stuff Works, o lugar parecia um protótipo de um salão de boliche da era moderna.

Ao contrário de boliche modo boliche atual, em que o objetivo é derrubar os pinos, os jogadores egípcios se esforçavam para acertar a bola em um buraco central. Os concorrentes se colocavam em lados opostos da pista e tentavam rolar as bolas de diferentes tamanhos nesse local e também podiam tentar acertar a bola do oponente para desviá-la do curso certo.

5 – A prática de barbear e cortar o cabelo

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Os egípcios não tinham muito paciência com pelos ou cabelos, por questão de higiene ou mesmo por não suportar o calor que eles podiam causar, devido ao local quente em que viviam. Possivelmente devido a essas questões, eles cortavam os cabelos bem curtos ou raspavam a cabeça regularmente.

E não era só isso. Muitos deles raspavam todos os pelos do corpo, como alguns sacerdotes, que realizavam essa depilação geral a cada três dias. O cuidado era tanto que, durante grande parte de sua história, ser barbeado era considerado elegante e ter pelos podia ser considerado um sinal de status social pobre.

Por essas razões, os egípcios foram pioneiros na invenção dos primeiros instrumentos de barbear, sendo que um deles era um conjunto de lâminas de pedra afiadas fixadas em cabos de madeira, sendo mais tarde substituído por lâminas de cobre. Como não podia deixar de ser, os egípcios também criaram a profissão de barbeiro.

Porém, um ponto interessante é que muito dos cabelos cortados eram utilizados para fazer perucas para os aristocratas ricos, que as utilizavam em ocasiões especiais. Barbas falsas também eram produzidas e utilizadas tanto por reis quanto cidadãos comuns, sendo que a realeza tinha o privilégio de barbas mais longas.

6 – Arado para plantação

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Como bons agricultores que eram, os egípcios foram aprimorando o sistema de plantio, sendo que o arado pode ter vindo dessa época, embora os historiadores não tenham certeza absoluta desse fato. As evidências sugerem que os egípcios e sumérios estavam entre as primeiras sociedades de empregar o seu uso por volta de quatro mil anos antes de Cristo.

As probabilidades apontam que esses objetos eram construídos a partir de ferramentas manuais modificadas, mas não eram capazes de escavar tão profundamente o solo como as versões mais modernas.

Pinturas antigas em murais ilustram um grupo de quatro homens puxando um arado através de um campo, o que não era uma boa ideia no sol escaldante do Egito. Tudo isso mudou por volta de dois mil anos antes de Cristo, quando os egípcios tiveram a ideia de amarrar os seus arados em bois.

Os primeiros modelos eram conectados aos chifres de gado, mas eles verificaram que interferia na habilidade do animal respirar. Já as versões posteriores incorporaram um sistema de correias e foram muito mais eficazes. O arado revolucionou a agricultura no antigo Egito e, combinado com o ritmo constante do rio Nilo, fez o cultivo mais fácil para os egípcios do que talvez qualquer outra sociedade da época.

7 – Pasta de dente

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Conforme falamos anteriormente no item 3, as condições dos dentes dos egípcios não eram das melhores e eles sofriam com muitos problemas de desgaste e infecções. Mas, eles tentavam dar o seu jeitinho para manter os dentes limpos, na medida do que era possível naquela época.

De acordo com o How Stuff Works, os arqueólogos encontraram palitos enterrados ao lado das múmias, que foram aparentemente colocados lá para que eles pudessem limpar restos de comida entre os dentes em vida após a morte.

Os egípcios também levam o título de inventores, junto com os babilônios, das primeiras escovas de dentes, que eram pontas desfiadas de galhos de madeira no princípio. Porém, além de tudo isso, se tinha escova, tinha que ter pasta, então eles também foram creditados como os criadores do creme dental.

No entanto, a pastinha era bem diferente do que temos hoje, sendo que era uma mistura de ingredientes como pó de cascos de boi, cinzas, cascas de ovos queimados e pedra-pomes.

Provavelmente, o gosto era terrível, mas com tantos itens abrasivos, talvez até tirasse umas boas “cracas” dos dentes dos egípcios. Mais tarde, a fórmula foi aprimorada com sal-gema, hortelã, flores secas de íris e grãos de pimenta.

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Robô transmite imagens de câmara secreta da Pirâmide de Gizé

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publicado no Terra

Um robô transmitiu, pela primeira vez, imagens do interior de uma câmara secreta na Grande Pirâmide de Gizé, localizada no Egito. O lugar não é visto por ninguém há 4.500 anos. As informações são do site Science Alert.

Segundo a publicação, a Grande Pirâmide é o único vestígio remanescente das Sete Maravilhas do Mundo Antigo. Quando construída, por volta de 2.560 a.C., ela tinha 146,5 metros de altura. Parcialmente desintegrada, hoje mede 138,8 metros.

A pirâmide possui três câmaras conhecidas: a de base, a do rei e a da rainha. Ao lado delas, existe um estreito corredor que é bloqueado por portas de pedra. Por anos, cientistas tentaram enviar robôs a fim de descobrir o que existia atrás dessas portas.

Em 1993, um robô foi enviado ao local, mas não conseguiu avançar. Quase uma década depois, um outro robô conseguiu perfurar um bloco das pedras e surgiu, então, a hipótese de que haveria uma câmara secreta por trás das portas.

Neste ano, uma equipe de engenheiros liderada por Rob Richardson, da Universidade de Leeds, no Reino Unido, desenvolveu um terceiro robô que conseguiu rastejar para dentro do túnel entreaberto e gravar imagens no interior da câmara.

Foram encontrados hieróglifos de 4.500 anos, escritas em tinta vermelha, e esculturas de pedra. Segundo os especialistas, é provável que as descobertas sejam resquícios do trabalho dos trabalhadores que construíram a pirâmide. Eles dizem ainda que o lugar deveria ser simbólico e não funcional, logo, não há uma tumba nessa passagem. As pesquisas continuam.

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A pirâmide mais antiga do Egito está sendo destruída pela empresa contratada para restaurá-la

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publicado no GizModo

Saqqara, no Egito, é o complexo de pedra mais antigo construído por humanos – e nele fica a pirâmide mais antiga do Egito. É uma peça insubstituível da história que vem se degradando há 4600 anos. De acordo com um relatório local, no momento ela está sendo destruída pela empresa contratada para “restaurá-la”.

Na realidade, a empresa contratada pelo Ministério de Antiguidades do Egito pode ter cometido um crime na restauração. Segundo o Egypt Independent, leis de preservação exigem que qualquer nova construção não substitua mais de 5% da estrutura original. A empresa, que segundo relatos nunca havia feito uma restauração (!), construiu um punhado de novas paredes e estruturas que excedem esse limite.

Ok, talvez isso não seja tão grave. Afinal, paredes podem ser derrubadas. Mas segundo ativistas ouvidos pelo Egypt Independent, a nova construção está contribuindo para o colapso da pirâmide, que é considerada a estrutura feita em pedra mais antiga do planeta.

Em 1992, um grande terremoto abalou a região e quase destruiu a pirâmide. Ele fez com que toneladas de pedras caíssem no chão e o topo da pirâmide ficou com um buraco em forma de domo, nas palavras do arqueologista Peter James, que diz que ela “pode cair a qualquer momento”.

Na época, a empresa de James instalou um engenhoso suporte em formato de balão chamado WaterWall. “O produto de PVC reforçado internamente pode ser inflado por ar e então preenchido com água”, escreve James. “Foi esse produto que usamos para suportar o domo invertido de pedra”. O sistema funcionou bem e, com o tempo, especialistas em restauração planejaram instalar hastes de aço para fortalecer a pirâmide permanentemente.

Mas o financiamento acabou. E continua escasso, aparentemente, com a instabilidade sociopolítica que se instaurou no Egito. A empresa que foi contratada para continuar o serviço nunca atuou na restauração de uma estrutura arcaica — na verdade, nunca terminou um projeto sequer. Falando ao Al-Masry Al-Youm, com tradução do Egypt Independent, um defensor disse que a empresa é responsável direta pelo colapso de uma parte da estrutura.

Trata-se de uma situação triste e, infelizmente, recorrente na história. Com sorte, porém, uma estrutura que sobreviveu aos últimos 4600 anos conseguirá sair dessa também.

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Cientistas descobrem como os egípcios moveram pedras gigantes para formar as pirâmides

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publicado no Universo Racionalista

Como já havíamos comentado anteriormente, a hipótese (não científica) dos “Alienígenas no Passado” nunca passou de pseudociência, isto é, através de premissas falhas, manipulação de dados e evidências, os pseudocientistas fundamentavam suas hipóteses (veja aqui e aqui).

Comumente nos deparávamos com alegações absurdas, tais como:

“Naquela época, os seres humanos não tinham ‘tecnologia’ o suficiente para construir pirâmides, e nos hieróglifos, por exemplo, haviam representações de supostos deuses, mas na verdade eram alienígenas, logo a explicação mais lógica é a de que os aliens construiram as pirâmides.”

Mas afinal, como uma civilização antiga, sem a ajuda de tecnologia moderna, conseguiu mover pedras de 2,5 toneladas para compor suas famosas pirâmides?

A pergunta afligia egiptólogos e engenheiros mecânicos há séculos. Mas agora, uma equipe da University of Amsterdam acredita ter descoberto o segredo.

Tudo se resume ao atrito. Os antigos egípcios transportavam sua carga rochosa através das areias do deserto: dezenas de escravos colocavam as pedras em grandes “trenós”, e as transportavam até o local de construção. Na verdade, os trenós eram basicamente grandes superfícies planas com bordas viradas para cima.

Quando você tenta puxar um trenó desses com uma carga de 2,5 toneladas, ele tende a afundar na areia à frente dele, criando uma elevação que precisa ser removida regularmente antes que possa se ​​tornar um obstáculo ainda maior.

A areia molhada, no entanto, não faz isso. Em areia com a quantidade certa de umidade, formam-se pontes capilares – microgotas de água que fazem os grãos de areia se ligarem uns aos outros – o que dobra a rigidez relativa do material. Isso impede que a areia forme elevações na frente do trenó, e reduz pela metade a força necessária para arrastar o trenó. Pela metade.

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De acordo com o estudo:

Os físicos colocaram, em uma bandeja de areia, uma versão de laboratório do trenó egípcio. Eles determinaram tanto a força de tração necessária e a rigidez da areia como uma função da quantidade de água na areia. Para determinar a rigidez, eles usaram um reômetro, que mostra quanta força é necessária para deformar um certo volume de areia.

Os experimentos revelaram que a força de tração exigida diminui proporcionalmente com a rigidez da areia. Um trenó desliza muito mais facilmente sobre a areia firme e úmida do deserto, simplesmente porque a areia não se acumula na frente do trenó, como faz no caso da areia seca.

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Estas experiências servem para confirmar o que os egípcios claramente já sabiam, e o que nós provavelmente já deveríamos saber. Com isso, colocamos um ponto final nas hipóteses pseudocientíficas dos “Alienígenas do Passado”.

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Cientistas descobrem como os egípcios moveram pedras gigantes para formar as pirâmides

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Andrew Tarantola, no Gizmodo

Uma civilização antiga, sem a ajuda de tecnologia moderna, conseguiu mover pedras de 2,5 toneladas para compor suas famosas pirâmides. Mas como? A pergunta aflige egiptólogos e engenheiros mecânicos há séculos. Mas agora, uma equipe da Universidade de Amsterdã acredita ter descoberto o segredo – e a solução estava na nossa cara o tempo todo.

Tudo se resume ao atrito. Os antigos egípcios transportavam sua carga rochosa através das areias do deserto: dezenas de escravos colocavam as pedras em grandes “trenós”, e as transportavam até o local de construção. Na verdade, os trenós eram basicamente grandes superfícies planas com bordas viradas para cima.

Quando você tenta puxar um trenó desses com uma carga de 2,5 toneladas, ele tende a afundar na areia à frente dele, criando uma elevação que precisa ser removida regularmente antes que possa se ​​tornar um obstáculo ainda maior.

A areia molhada, no entanto, não faz isso. Em areia com a quantidade certa de umidade, formam-se pontes capilares – microgotas de água que fazem os grãos de areia se ligarem uns aos outros -, o que dobra a rigidez relativa do material. Isso impede que a areia forme elevações na frente do trenó, e reduz pela metade a força necessária para arrastar o trenó. Pela metade.

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Ou seja, o truque é molhar a areia à frente do trenó. Como explica o comunicado à imprensa da Universidade de Amsterdã:

Os físicos colocaram, em uma bandeja de areia, uma versão de laboratório do trenó egípcio. Eles determinaram tanto a força de tração necessária e a rigidez da areia como uma função da quantidade de água na areia. Para determinar a rigidez, eles usaram um reômetro, que mostra quanta força é necessária para deformar um certo volume de areia.

Os experimentos revelaram que a força de tração exigida diminui proporcionalmente com a rigidez da areia… Um trenó desliza muito mais facilmente sobre a areia firme [e úmida] do deserto, simplesmente porque a areia não se acumula na frente do trenó, como faz no caso da areia seca.

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Estas experiências servem para confirmar o que os egípcios claramente já sabiam, e o que nós provavelmente já deveríamos saber. Imagens dentro do túmulo de Djehutihotep, descoberto na Era Vitoriana, descrevem uma cena de escravos transportando uma estátua colossal do governante do Império Médio; e nela, há um homem na frente do trenó derramando líquido na areia. Você pode vê-lo na imagem acima, à direita do pé da estátua.

Agora podemos finalmente declarar o fim desta caçada científica. O estudo foi publicado naPhysical Review Letters.

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