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Marchinha INCRÍVEL de Ohio faz apresentação de jogos!

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Publicado no Garotas Geeks

Universidade Estadual de Ohio (EUA) faz apresentações INCRÍVEIS com sua marching band (marchinha) antes dos jogos! Em um jogo contra Nebraska, a banda teve o tema Video Games, aí já viu né? OBVIAMENTE vou compartilhar com vocês, entre as imagens que elas formam estão jogos como Mario, Zelda, Halo, Pac Man, Pokémon, Tetris e outros.

Aposto que a pessoa que fez as coreografias era mais Nintendista :x ! Hahaha! Ficou demais né?

Algumas das imagens:

zelda tetris pokebola pikachu1 pac_man mario halo gameover estrela castelo_mario box_mario

Dica do Tiago Turcatel

Igreja evangélica demoniza Cosme e Damião, mas vai distribuir guloseimas

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Publicado no Extra

Um grupo de evangélicos está tirando doce de criança com uma mão para dar com a outra. A troca acontece em pleno Dia de São Cosme e São Damião, comemorado em 27 de setembro na cultura popular. E dentro da igreja Projeto Vida Nova, na Vila da Penha, onde os pastores “convidam” mil meninas e meninos a entregar-lhes os saquinhos que conseguiram na rua para receber outros, “abençoados por Deus”.

- É apenas um convite. Só entrega os doces quem quer. Geralmente, os saquinhos são queimados, representando fim de todo o mal que, por ventura, foi direcionado às crianças – avisa o pastor Isael Teixeira.

Ele conta que geleia, pipoca doce, bananada e pirulito chegam às mãos de oito a dez mil crianças, nos 70 templos da unidade, ao lado de uma surpresa: a Bíblia. É para comer “orando”.

- A gente pede para trocar o doce abençoado (da igreja) pelo amaldiçoado. Nosso projeto é um meio de trazer as crianças (que não são evangélicas) para o bem, livrando-as do mal. Se a criança come doce (de rua), pode plantar uma semente dentro dela. Eles (outros religiosos) invocam os espíritos para que entrem nos doces – diz.

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A entrega dos sacos gospel é promovida na igreja há mais de 20 anos. Três deles com a presença da cabeleireira Raquel Cristo, de 36 anos, uma fiel convertida.

- Se alguém dá doce para meu filho na rua, eu até pego para não fazer desfeita. Mas depois jogo fora. Minha mãe foi espírita e nós vivíamos doentes. Ela fazia mesa de doces de Cosme e Damião e chamava sete crianças para comê-los. Hoje, acredito que a função disso era transferir a nossa doença para elas.

Para o presidente da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR), babalaô Ivanir dos Santos, a ação evangélica “dá sentido a uma mentira”.

- Estão fazendo troca simbólica com as crianças porque, no fim das contas, também dão doces. Demonizar a fé de outra religião e ter um mesmo sentido, que é o doce, é um ato de intolerância. E isso, sim, é pecado.

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A vice-presidente do Movimento Umbanda do Amanhã (Muda), Marilena Mattos, concorda.

- Isso é um fiel retrato da intolerância religiosa. Eles estão mostrando que não aceitam a Umbanda como religião, pois estão denominando nossos rituais como sendo do mal – defende.

Outra casa de Deus onde também há entrega de doces é a católica Paróquia da Ressureição, no Arpoador. Mas algumas crianças atendidas lá ouviram que os saquinhos seriam do diabo.

- Algumas disseram que a professora falou isso. Esse fanatismo de alguns evangélicos pode nos levar a um extremismo. Incutem o medo nas crianças ao dizer que o doce é do diabo. E isso não é de Deus – diz o padre José Roberto Devellard.

Psicóloga especializada em crianças, Katia Campbell diz que as polêmicas religiosas não conseguem competir com o verdadeiro interesse dos pequenos.

- As crianças não entendem isso. Elas só querem o doce.

Intolerância assusta

Surpresa O padre José Roberto Devellard, da Paróquia da Ressurreição, no Arpoador, conta que ficou impressionado quando uma menina, sem saber quem ele é, lhe disse que os saquinhos de doce não são de Deus.

Um novo ciclo O pastor Isael Teixeira diz que a partir de amanhã pode ser aberto um ciclo de trabalhos em cima de crianças e jovens, já que São Cosme e São Damião são festejados pela igreja católica no dia 26; na Umbanda e no Candomblé, no dia 27, e na igreja ortodoxa em 1º de novembro.

Recado No lugar da foto dos santos gêmeos, o saco de doces do Projeto Vida Nova, na Vila da Penha, estampa a frase: “Jesus, o único protetor das crianças”.

Liberdade A troca de sacos de doce na igreja evangélica não é um ato de intolerância religiosa, afirma o pastor Isael Teixeira. “Temos a liberdade”, alerta.

Igualdade “Nossos doces são tão iguais ao dos pastores. Vamos à loja, compramos, enchemos os saquinhos e distribuímos às crianças. Não há nada que faça mal a elas. Respeitamos a distribuição de doces deles, mas repudiamos a troca dos saquinhos”, diz pai Renato de Obaluaê, presidente da Irmandade Religiosa de Cultura Afro-Brasileira.

Divergência “O problema não é dar doce, mas trocar os sacos”, opina o babalaô Ivanir dos Santos.

dica do Sidnei Carvalho

Casa arrumada dá mais prazer que sexo, diz pesquisa

Pesquisa mostra que 36% dos entrevistados acham que casa limpa é o maior prazer, contra 18% que votaram em sexo

A bagunça é mais irritante que ficar preso no trânsito e ter de ouvir música de espera telefônica (foto: Getty Images)

A bagunça é mais irritante que ficar preso no trânsito e ter de ouvir música de espera telefônica (foto: Getty Images)

Publicado no Terra

Responda rápido: você prefere ter a casa limpa e arrumada ou sexo? De acordo com uma pesquisa encomendada pela fabricante de eletrodomésticos Beko, a escolha dos britânicos é o lar em ordem. Os dados são do jornal Daily Mail.

O levantamento apontou que 36% das pessoas entrevistadas disseram que casa arrumada é o maior prazer, em comparação com 34% que escolheram feriado, 18% sexo e 11% uma boa noite fora. Fora isso, constatou-se que bagunça é mais irritante que ficar preso no trânsito e ter de ouvir música de espera telefônica.

Mas enquanto toda a família desfruta da limpeza, o trabalho duro é principalmente das mulheres. Elas gastam, em média, seis horas a mais por semana com afazeres domésticos que os homens. São 17 horas por semana, mais de dois dias completos de trabalho. Como resultado, elas têm 23 horas de tempo livre por semana, oito horas a menos que os parceiros.

dica do Sidnei Carvalho de Souza

Fotógrafa coreana retrata o pós-operatório de mulheres que se submeteram a cirurgia plástica

Beauty Room Recovery (foto: Ji Yeo)

Beauty Room Recovery (foto: Ji Yeo)

Bruno Astuto, na Época

Lembram-se de um reality show chamado Extreme Make Over sobre cirurgias plásticas? Os telespectadores acompanhavam os procedimentos antes e depois, mas eles nunca mostravam a dor ‘real’ infringida às participantes. Pensando no pós-operatório doloridíssimo, a fotógrafa coreana Ji Yeo fez uma sessão com pacientes para mostrar a realidade por trás da conquista da beleza a qualquer custo. Ji procurou mulheres pela Coreia do Sul que estivessem dispostas à exposição em plena sala de recuperação e conseguiu. A série Beauty Room Recovery tem o objetivo de descobrir o real preço de uma cirurgia plástica. “A ideia foi imprimir o momento em que elas passam o pior momento, mostrando ataduras manchadas de sangue, hematomas, marcas cirúrgicas e corpos inchados. Isso passa longe da fantasia de transformação”, disse ela.

Beauty Room Recovery (foto: Ji Yeo)

Beauty Room Recovery (foto: Ji Yeo)

A cirurgia plástica tornou-se parte da cultura da Coreia, muitas vezes considerada como um passo fundamental no processo de auto-aperfeiçoamento. Entrar no bisturi, ter cicatrizes duradouras e estar sob anestesia geral já não são considerados um risco ou extravagância.

Segundo dados da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica de 2010, a Coreia do Sul é, de fato, o país com maior taxa per capita do mundo da cirurgia cosmética. É uma cultura onde os homens são julgados pelo poder aquisitivo e as mulheres por sua beleza. Os meios de comunicação dominados por homens reforçam o modelo de mulher ideal. Como resultado, a Coreia tornou-se uma sociedade movida pela beleza em que as pessoas são julgadas pela aparência mais do que a sua essência. O que tem aumentado dramaticamente a indústria das cirurgias estéticas. “Nosso desejo de sermos amados e valorizados juntamente com as nossas inseguranças são fatores poderosos. Minhas imagens são simplesmente um registro social e sociológico de uma transformação generalizada. São uma afirmação, uma pergunta, um argumento e um desafio”, diz a fotógrafa. As retratadas não ganharam dinheiro para aparecer nas fotos, mas sim a promessa de que Yeo as levaria para as salas cirúrgicas, cuidaria delas e também as medicaria.

Beauty Room Recovery (foto: Ji Yeo)

Beauty Room Recovery (foto: Ji Yeo)

Beauty Room Recovery (foto: Ji Yeo)

Beauty Room Recovery (foto: Ji Yeo)

Em tempo: em 2012, o número de cirurgias plásticas no Brasil foi de 1,5 milhão, ultrapassando os Estados Unidos, chegando ao primeiro lugar do ranking internacional, na proporção cirurgia por habitante. As cirurgias estéticas são as mais procuradas e, a previsão para este ano é que o número cresça 20%. Sete em cada dez cirurgias plásticas são estéticas: lipoaspiração, rosto, e redução ou implante de silicone nas mamas são as mais procuradas. Para a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, a cirurgia estética é uma forma de obter saúde e bem estar. “A definição de saúde pela OMS é que saúde é o bem estar social, físico e mental. Então a procura pela cirurgia estética, embora algumas pessoas desvalorizem esse fato, é uma forma de se obter saúde”, diz Horácio Aboudi, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Beauty Room Recovery (foto: Ji Yeo)

Beauty Room Recovery (foto: Ji Yeo)

“Jihad do sexo”: tunisianas viajam à Síria para satisfazer combatentes

Publicado originalmente no Terra

Combatentes sírios celebram no vilarejo de Kafr Nabuda (foto: AP)

Combatentes sírios celebram no vilarejo de Kafr Nabuda (foto: AP)

Mulheres tunisianas viajaram à Síria para travar a “jihad do sexo” e aplacar as necessidades sexuais dos combatentes islamitas, afirmou o ministro do Interior da Tunísia, Lofti Ben Jedu.

“Elas têm relações sexuais com 20, 30, 100 jihadistas (combatentes islamitas)”, declarou Ben Jedu na Assembleia Nacional Constituinte (ANC), sem explicar o período das relações. “Depois destas relações sexuais, feitas em nome da ‘jihad al nikah’ (“guerra santa do sexo”), retornam grávidas”, disse, sem precisar quantas tunisianas retornaram da Síria neste estado.

Ben Jedu também informou que o seu ministério baniu 6 mil tunisianos de viajar à Síria desde março de 2013 e prendeu 86 indivíduos suspeitos de envolvimento em redes que enviavam jovens do país para a “jihad” na Síria.

A chamada “jihad al nikah”, que permite relações sexuais fora do casamento com várias pessoas, é considerada uma forma legítima de guerra santa por alguns líderes salafistas, que proclamam um retorno às origens do islã. A imprensa calcula em centenas os casos de mulheres que viajam à Síria com este objetivo, assim como em centenas o número de homens que seguem para este país para lutar contra as tropas do presidente sírio Bashar al-Assad.

Em abril, o ex-mufti da Tunísia Sheikh Othman Battikh, então autoridade máxima religiosa do país, disse que meninas tunisianas estavam sendo enganadas para viajar a Síria e oferecer serviços sexuais para os rebeldes.

Battikh, que foi dispensado de suas funções dias depois das declarações, descreveu a chamada “jihad do sexo” como uma forma de prostituição. “Pela Jihad na síria, eles agoram estão pressionando garotas para ir para lá. Meninas de 13 anos foram enviadas para a jihad sexual. O que é isso? Isso se chama prostituição”, disse na ocasião.

Em agosto, outra autoridade afirmou que grupos afiliados à Al-Qaeda estavam usando menores, com os rostos cobertos por véus, para oferecer serviços sexuais a combatentes homens.