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Vírus atinge Facebook, rouba dados e “espiona” histórico de navegação

Malware se espalha via chat, e finge ser um arquivo de imagem – mas é de fato um programa que instala um código malicioso na máquina da vítima.

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Publicado originalmente no IDG Now!

Mais um malware surge para atingir usuários do Facebook. Uma variante do Dorkbot está infectando membros da rede social do mundo todo, e se espalha via chat, de acordo com a empresa de segurança Bitdefender.

O worm (vírus que se autorreplica) é capaz de espionar as atividades realizadas pelas vítimas durante a navegação e roubar informações pessoais. De acordo com Bianca Stanescu, da Bitdefender, a família do malware já foi identificada circulando nos Estados Unidos, Índia, Portugal, Reino Unido, Turquia e Romênia.

A Dorkbot finge ser um arquivo de imagem, mas é de fato um programa que instala um código malicioso na máquina da vítima, quando ela tenta abrir o tal arquivo.

A ameaça foi identificada pelo serviço de hospedagem de arquivos MediaFire, que descobriu os arquivos maliciosos em seus servidores e tomou medidas para exclui-los. A confusão pode acontecer por conta da “dupla” extensão dos arquivos, salvos como “.jpg.exe” e “.bmp.exe” (tais arquivos já foram bloqueados pelo serviço, como medida de precaução).

O malware é controlado por um servidor de comando e controle e, além de ordenar o roubo senhas e nomes de usuário, o C&C também pode pedir ao código para realizar downloads maliciosos.

O Dorkbot tem a capacidade de bloquear atualizações de softwares antivírus, para impedir que seja descoberto. O malware também pode ser espalhado via dispositivos USB.

A empresa de segurança recomenda aos usuários evitar clicar em links suspeitos, recebidos via bate-papo no Facebook ou outras redes IRC – mesmo que sejam URLs enviadas por conhecidos.

Protestos nas redes sociais vão parar na Justiça

Intervenção na frente do prédio. Foto: Facebook/O Outro lado do Muro

Intervenção na frente do prédio. Foto: Facebook/O Outro lado do Muro (via CartaCapital)

Ana Carolina Papp, no Estadão

Na quarta-feira, 15, o Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu manter a proibição do engenheiro agrônomo Ricardo Fraga Oliveira, de 49 anos, de se manifestar nas redes sociais contra um empreendimento imobiliário na Vila Mariana, zona sul de São Paulo. Oliveira foi proibido de mencionar o assunto em suas páginas online e de circular no quarteirão da obra. Seu perfil no Facebook segue fora do ar. A determinação levanta, mais uma vez, a discussão sobre liberdade de expressão na internet no Brasil.

Em junho de 2011, Oliveira iniciou o movimento O Outro Lado do Muro para questionar o uso de uma área de 10 mil metros quadrados para a construção do Ibirapuera Boulevard. No muro do terreno, ele colocou uma escada para que as pessoas olhassem por cima e opinassem sobre o uso do espaço. “Nossa ideia não era parar obra nenhuma, era fazer uma reflexão sobre a ocupação do espaço urbano”, diz Oliveira.

A construtora Mofarrej afirma que as manifestações afugentavam clientes e as publicações no Facebook eram ofensivas e caluniosas. “O direito de expressão tem um limite, pois há o direito da empresa de livre iniciativa”, afirma Daniel Sanfins, advogado da empresa. O caso retorna agora à primeira instância. “Essa decisão pode abrir um precedente perigoso para a liberdade de expressão, pois a limita de forma muito forte”, diz Renato Silviano, advogado de Oliveira.

Decisões envolvendo a retirada de conteúdo online são recorrentes no País, mas proibir um cidadão de se manifestar na internet ainda é um campo novo. No mês passado, o advogado Cassius Haddad, de Limeira (SP), processado por ofender o promotor Luiz Bevilacqua e fazer críticas ao Ministério Público no Facebook, foi proibido de acessar redes sociais, sob pena de prisão preventiva. Após duas semanas, foi liberado a usar a internet, mas ainda não pode mencionar o Ministério Público nem o nome de Bevilacqua.

Lei

Não há legislação específica para tratar da liberdade de expressão na internet no País, o que faz com que os critérios de decisão pareçam, por vezes, nebulosos. O Marco Civil da Internet, projeto de lei que surgiu há três anos com o objetivo de regular temas como liberdade de expressão online e privacidade, está parado no Congresso.

No Brasil, a Justiça tem entendido que provedores como Google e Facebook precisam remover o conteúdo ao serem notificados. As decisões judiciais, de maneira geral, dizem que é responsabilidade das empresas avaliar as reclamações.

No ano passado, o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul ordenou a prisão do diretor de operações do Google no Brasil, Fabio Coelho, por não retirar do ar vídeos do YouTube que atacavam o candidato a prefeito de Campo Grande Alcides Bernal (PP). A área eleitoral é um dos pontos mais críticos. No segundo semestre de 2012, o Brasil fez ao Google 697 pedidos de remoção de conteúdo. Quase metade (316) se baseava no Código Eleitoral.

“Muitas vezes a Justiça censura opiniões pois entende que ofendem a reputação de alguém e, com isso, abafam críticas de relevância social. Mas opiniões e críticas são protegidas no Direito Internacional”, diz a advogada Camila Marques, da ONG Artigo 19, que defende a liberdade de expressão.

Bruno Magrani, pesquisador do Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV-Rio, diz que o problema não é a falta de legislação. “O problema é a forma com que o Judiciário interpreta a liberdade de expressão no Brasil. Existe um entendimento de que ela é um valor menor.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

No Facebook, Danette alfineta SPFC por eliminação

A imagem trazia a frase: “Poderia ser Danette, mas foi um chocolate no seu time do coração”, fazendo referência indireta à goleada de 4 a 1 sofrida pelo Tricolor paulista.

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Publicano no Máquina do Esporte

A Danette, marca de sobremesa do grupo Danone, fez nesta quinta-feira uma ação de marketing esportivo, no mínimo, arriscada. Em sua fan page na rede social Facebook, a empresa compartilhou uma imagem ironizando a derrota do São Paulo para o Atlético Mineiro pela Copa Bridgestone Libertadores.

A imagem trazia a frase: “Poderia ser Danette, mas foi um chocolate no seu time do coração”, fazendo referência indireta à goleada de 4 a 1 sofrida pelo Tricolor paulista na noite de quarta, que determinou a eliminação da equipe na fase de oitavas de final do torneio continental. Como inscrição da foto, a marca trazia a provocativa chamada: “Tudo bem, né, gente? Ano que vem tem mais.”

Na última segunda, a empresa já havia feito uma ação semelhante ao publicar outra imagem com os dizeres “Seu time foi eliminado do campeonato? Só chocolate salva!”.

Procurada pela Máquina do Esporte, a Danette ainda não divulgou uma posição oficial sobre o assunto, mas a imagem foi retirada do ar minutos após o contato da reportagem com a assessoria de imprensa da marca.

A “brincadeira” não foi bem recebida pelos seguidores da página, que conta com mais de 215 mil “curtidas”. Antes de excluída, a postagem já tinha mais de 500 comentários, a maioria deles repreendendo a ação da empresa.

a empresa publicou um pedido de desculpas:

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Tim vence licitação e será fornecedora exclusiva de celulares para presídios

foto: Última Notícia

foto: Última Notícia

Caio Miranda Krawczuk e Vinícius Antunes, impagavelmente no Sensacionalista

Depois de um polêmico processo de licitação, a empresa italiana ganhou exclusividade no fornecimento de celulares para presídios de todo o Brasil. O Governo Federal declarou que a escolha foi estratégica e que, a partir de agora, poderá economizar em aparelhos que bloqueavam chamadas de dentro dos presídios:  “Os celulares não têm sinal, não será necessário os bloqueadores de chamadas. Assim a gente engana a bandidagem. E ainda deixamos bem claro que aqui não poderá ter nada de Tim Liberty”

Porém a decisão ainda gera muitas controvérsias: defensores dos Direitos Humanos dizem que ninguém deveria ser punido tentando usar a TIM para fazer uma ligação, nem presos de alta periculosidade. Vitoriosa, a TIM pensa em lançar uma nova campanha de marketing e assim como a Claro tem o Ronaldo, ela pensa em contratar o goleiro Bruno como garoto propaganda.

ps: ao contrário da ~notícia~, a foto é de verdade. veja aqui.

Americano guarda hambúrguer da McDonald’s por 14 anos. Veja o que aconteceu

Apesar do tempo guardado em um armário, o sanduíche não apresenta nenhum sinal de podridão ou mofo. A empresa justificou o fenômeno

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publicado no Administradores

David Whipple, morador da cidade de Utah, nos Estados Unidos afirmou que guardou um hambúrguer da McDonald’s por 14 anos em casa e ele continuou praticamente intacto.

O americano foi ao programa de televisão The Doctorspara falar sobre seu experimento. Ele conta que comprou o sanduíche para guardar durante duas semanas e mostrar aos seus amigos. E então ele simplesmente esqueceu.

Dois anos depois, ele encontrou o alimento junto à nota fiscal em um armário. Apesar do tempo, não existia nenhum sinal de podridão ou mofo. Foi então que ele decidiu guardar o sanduíche até que ele se desintegrasse.

Entretanto, mais de uma década depois, o lanche continua o mesmo. Apenas os picles desapareceram. No programa, Whiple contou que utiliza a experiência para incentivar seus netos a se alimentarem melhor.

Em seu site, a McDonald’s explicou que o fenômeno acontece devido ao processo de fabricação dos sanduíches que os tornam muito secos após serem cozidos e tostados. Segundo a cadeia de alimentos, o hambúrguer perde água na forma de vapor durante o processo de cozimento e o pão é tostado, ficando muito seco. Assim, na ausência de umidade ou alta umidade, o sanduíche simplesmente resseca, ao invés de apodrecer.