Aplicativo avalia 45 marcas e lojas de roupas quanto a trabalho escravo

Publicado por Leonardo Sakamoto

Foi ao ar, nesta segunda (18), a atualização do aplicativo Moda Livre. Disponível gratuitamente para download em versões para iPhone e Android, ele avalia as ações que as principais marcas e varejistas de roupas no país vêm tomando para evitar que as peças de vestuário de suas lojas tenham sido produzidas por mão de obra escrava. O Moda Livre é também uma das primeiras reportagens feitas no Brasil em formato de aplicativo.

Como baixar:iphone
Ele está disponível na loja da Apple e no Google Play e roda nos sistemas operacionais iOs 5+ e Android 4+.

Nesta nova atualização, a base de empresas avaliada pelo Moda Livre foi ampliada para incluir mais nomes consagrados no mercado nacional da moda, atingindo 45 marcas e varejistas. É o caso das holdings Inbrands – que controla grifes refinadas como Ellus, Richards, Mandi e Bobstore – e do grupo AMC Têxtil, responsável por marcas conhecidas do público brasileiro, como Forum, Colcci e Triton.

Outra companhia detentora de marcas valiosas (como Siberian, Crawford e Memove), a Valdac Global Brands também integra o hall de companhias analisadas pela equipe da Repórter Brasil. Há também varejistas presentes de norte a sul do Brasil, como as Lojas Americanas, e fabricantes de roupas bastante tradicionais no mercado nacional – como Malwee e Marisol.

O Moda Livre avalia os principais grupos varejistas de moda em atividade no país, além das empresas em que a produção de roupa foi marcada por casos de trabalho escravo flagrados por fiscais do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A Repórter Brasil convidou todas as companhias a responder a um questionário-padrão que avalia basicamente quatro indicadores:

1. Políticas: compromissos assumidos pelas empresas para combater o trabalho escravo em sua cadeia de fornecimento.

2. Monitoramento: medidas adotadas pelas empresas para fiscalizar seus fornecedores de roupa.

3. Transparência: ações tomadas pelas empresas para comunicar a seus clientes o que vêm fazendo para monitorar fornecedores e combater o trabalho escravo.

4. Histórico: resumo do envolvimento das empresas em casos de trabalho escravo, segundo o governo.

As respostas geram uma pontuação e, com base nela, as empresas são classificadas em três categorias de cores: verde, amarelo e vermelho. Aquelas que não responderam ao questionário, apesar dos insistentes convites, foram automaticamente incluídas na categoria vermelha. A razão é simples: considerou-se que elas zeraram o questionário.

O Moda Livre não recomenda que o consumidor compre ou deixe de comprar roupas de determinada marca. Apenas fornece informação para que faça a escolha de forma consciente. O aplicativo é fruto da apuração da equipe de jornalismo da Repórter Brasil e do design e desenvolvimento da agência PiU Comunica.

Passei anos ouvindo que o consumidor é o culpado pelas desgraças do mundo ao não adotar um comportamento mais responsável ao escolher os seus produtos. Esse discurso, é claro, tira parte do peso da cobrança de cima das costas de empresas e de governos e ignora um elemento básico: falta informação de qualidade para que a maioria das pessoas possa tomar sua decisão. Daí surgiu a ideia do aplicativo, que tive o prazer de coordenar.

O aplicativo, que também conta com uma seção de notícias sobre trabalho escravo e o setor de vestuário, atualizada quando ocorrem resgates de trabalhadores e surgem outras informações relevantes, também pode ser encontrado na loja da Apple e no Google Play com os termos de busca “moda livre” e “moda livre repórter brasil”.

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Por produtividade, Seul permitirá soneca no trabalho

A partir de agosto, funcionários públicos terão direito a cochilos de até uma hora depois do almoço

Funcionários poderão usar salas e outros espaços para soneca (foto: Getty)
Funcionários poderão usar salas e outros espaços para soneca (foto: Getty)

Publicado por BBC [via G1]

A prefeitura de Seul, capital da Coreia do Sul, vai permitir que os funcionários públicos cochilem por até uma hora após o almoço.

A medida faz parte de um esforço para aumentar a produtividade dos trabalhadores durante os meses do verão no hemisfério norte.

A partir de 1º de agosto, os trabalhadores terão a opção de tirar uma soneca entre as 13h e as 18h, contanto que ajustem o horário do expediente, chegando mais cedo ou saindo mais tarde.

É preciso ainda avisar o chefe logo pela manhã sobre suas intenções – e ele precisa concordar com a soneca. “Os funcionários poderão usar salas e outros espaços para descansar”, disse um porta-voz da prefeitura.

“Alguns exemplos pioneiros de dar aos funcionários a possibilidade de cochilar durante o verão mostraram um resultado mais produtivo do que sem ele”, disse à BBC Brasil o pesquisador Kiu Sik Bae, do Instituto Coreano do Trabalho.

Segundo o jornal The Korean Times, é a primeira vez que um esquema como este é introduzido no país.

A justificativa, segundo divulgou a mídia local, é que as pessoas tendem a perder o foco no início da tarde e depois do almoço, principalmente durante o verão.

“Muitos relatórios de saúde mostram que tirar uma soneca à tarde ajuda os trabalhadores a melhorar o desempenho e estimular a criatividade”, escreveu o periódico.

Ceticismo
A ideia implantada pelo governo de Seul não é inédita. Grandes empresas, como Google, Nike, Procter & Gamble e Cisco já encorajam os funcionários a tirar um cochilo.

Na Espanha e em alguns países sul-americanos, a siesta é uma tradição comum.

A mídia sul-coreana e muitos críticos, no entanto, estão céticos quanto aos resultados da medida no país, por causa da cultura empresarial local.

Pedir permissão para tirar uma soneca fora do horário do almoço é considerado quase uma afronta.

“A maioria dos chefes não vai permitir que seus funcionários desfrutem de uma soneca durante o período do trabalho”, acredita Kiu.

“Eles podem pensar que isso vai fazer a pessoa perder o respeito e a moral no trabalho”, acrescentou o pesquisador.

Longa jornada
A Coreia do Sul é conhecida por ter uma das mais longas jornadas de trabalho diária no mundo.

Segundo dados da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), os sul-coreanos trabalham em média 2.092 horas por ano. É a terceira maior carga horária entre os países membros.

Porém, a produtividade é de apenas 66% da média entre os membros da OCDE, e menos da metade quando comparada com a dos Estados Unidos.

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OIT estima que trabalho forçado gera US$ 150 bilhões de lucro por ano

trabalho-escravoPublicado por Leonardo Sakamoto

Relatório divulgado pela Organização Internacional do Trabalho, nesta segunda (19), estima que o trabalho forçado na economia privada gera lucros anuais ilegais de 150,2 bilhões de dólares. A entidade havia estimado, em 2012, em cerca de 20,9 milhões o número de trabalhadores sob essas condições em todo o mundo (22% por exploração sexual forçada, 68% por outros tipos de exploração do trabalho e 10% por trabalho imposto pelo Estado) e é com base nessa quantidade que a estimativa de lucro foi feita.

“Profits and Poverty: The Economics of Forced Labour” [Lucros e Pobreza: Aspectos Econômicos do Trabalho Forçado] afirma que dois terços desse total (ou seja, 99 bilhões) sejam oriundos da exploração sexual comercial, enquanto 51,2 bilhões vêm da exploração com fins econômicos – que inclui agropecuária, extrativismo, indústria, comércio, trabalho doméstico, entre outras atividades.

As estimativas, feitas através de extrapolações com base em dados regionais, não foram produzidas para cada país.

“O trabalho forçado é nocivo para as empresas e para o desenvolvimento, mas sobretudo para suas vítimas. Este relatório imprime um novo caráter de urgência aos nossos esforços para erradicar o quanto antes esta prática altamente rentável, mas fundamentalmente nefasta”, afirmou em nota divulgada à imprensa o diretor geral da entidade Guy Ryder.

De acordo com dados divulgados pela OIT:

– Mais da metade das vítimas de trabalho forçado são mulheres e meninas, principalmente na exploração sexual comercial e trabalho doméstico;
– Homens e meninos são, sobretudo, vítimas de exploração econômica, na agricultura e mineração;
– 34 bilhões de dólares em lucros ficam com a construção civil, indústria, mineração e serviços;
– 9 bilhões de dólares ficam com a agricultura, incluindo silvicultura e pesca;
– 8 bilhões de dólares são economizados em residências privadas que ou não pagam ou pagam menos que o devido aos trabalhadores domésticos submetidos ao trabalho forçado.

Lucro anual do trabalho forçado por região

Ásia-Pacífico: US$ 51,8 bilhões de dólares
Economias Desenvolvidas e União Europeia: US$ 46,9 bilhões
Europa Central, Sudeste Europeu e Comunidade dos Estados Independentes: US$ 18 bilhões
África US$ 13,1 bilhões
América Latina e Caribe: US$ 12 bilhões
Oriente Médio: US$ 8,5 bilhões
Mundo: US$ 150,2 bilhões

Lucro anual por vítima de trabalho forçado por região

Economias Desenvolvidas e União Europeia: US$ 34,8 mil
Oriente Médio: US$ 15 mil
Europa Central, Sudeste Europeu e Comunidade dos Estados Independentes: US$ 12,9 mil
América Latina e Caribe: US$ 7,5 mil
Ásia-Pacífico: US$ 5 mil
África US$ 3,9 mil

Crises de renda e pobreza estão entre os principais fatores que levam ao trabalho forçado. Falta de educação formal, analfabetismo, gênero e migrações são listados como fatores de risco e de vulnerabilidade. Entre as medidas voltadas a combatê-los, o relatório aponta:

– Reforçar os pisos de proteção social a fim de evitar que os lares pobres contraiam empréstimos abusivos no caso de uma perda imprevista de renda;
– Investir na educação e na formação profissional para incrementar as oportunidades de emprego dos trabalhadores vulneráveis;
– Promover um enfoque da migração baseado nos direitos a fim de prevenir o trabalho clandestino e os abusos contra os trabalhadores migrantes;
– Apoiar a organização dos trabalhadores, inclusive nos setores e indústrias vulneráveis ao trabalho forçado.

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Empresas buscam autistas por suas habilidades únicas

Patrick Brophy trabalha em sua mesa na SAP. (foto: Ciaran Dolan / The Wall Street Journal)
Patrick Brophy trabalha em sua mesa na SAP. (foto: Ciaran Dolan / The Wall Street Journal)

Shirley S. Wang, no The Wall Street Journal

Algumas empresas estão vendo o autismo cada vez mais como uma vantagem no trabalho, em vez de uma deficiência.

A empresa alemã de software SAP AG, SAP.XE +0.03% por exemplo, tem procurado ativamente pessoas com autismo para certas posições, não como uma iniciativa de caridade, mas por acreditar que as características do autismo podem tornar algumas pessoas melhores para determinadas tarefas.

Segundo especialistas na deficiência, a iniciativa tem mérito: Estima-se que 85% dos adultos com autismo estejam desempregados. O programa, iniciado na Alemanha, Índia e Irlanda, também está sendo lançado em quatro escritórios da empresa na América do Norte.

A SAP pretende que, até 2020, 1% da sua mão-de-obra, de cerca de 650 pessoas, seja de pessoas com autismo, diz José Velasco, responsável pela iniciativa da SAP nos Estados Unidos.

Pessoas com o Transtorno do Espectro Autista (TEA) — que têm como características um comportamento repetitivo e deficiência para interações sociais — tendem a prestar muita atenção a detalhes, o que pode torná-las muito indicadas para fazer testes de software e eliminar falhas, segundo Velasco, que tem dois filhos com a doença.

Além disso, essas pessoas trazem uma perspectiva diferente ao local de trabalho, o que pode contribuir para a eficiência e a criatividade, diz.

“Elas têm uma natureza muito estruturada” e apreciam resultados precisos e sem ambiguidade, diz. “Estamos olhando para esses pontos fortes e vendo onde eles teriam valor na organização.”

Os funcionários autistas da SAP assumiram funções como a identificação de problemas de software e a distribuição de consultas feitas pelos clientes à central de atendimento, para membros da equipe responsável pela solução de problemas.

Um desses funcionários autistas trabalha em “marketing de talentos”, enviando mensagens a outros empregados internamente. A empresa procura alguém para produzir vídeos e está considerando um candidato com autismo que tenha experiência em mídia.

A SAP também está cogitando oferecer outras funções para autistas, como a redação de manuais que deem a clientes instruções muito precisas sobre como instalar o software.

As pessoas com autismo podem se sobressair numa descrição passo a passo, por exemplo, sem omitir detalhes que outros podem deixar escapar, diz Velasco. O processo de compras, como a obtenção de notas fiscais ou a gestão da cadeia de suprimentos, é outra área em que um indivíduo com autismo pode se destacar, diz ele.

Dara McMahon trabalha em sua mesa na SAP. (foto: Ciaran Dolan for The Wall Street Journal)
Dara McMahon trabalha em sua mesa na SAP. (foto: Ciaran Dolan for The Wall Street Journal)

A SAP não é a única empresa a ter um programa desse tipo. Nos EUA, a agência de hipotecas Freddie Mac FMCC +2.85% oferece estágios desde 2012, inclusive na área de TI, finanças e pesquisa.

A instituição contratou seu primeiro funcionário em tempo integral desse programa em janeiro, segundo uma porta-voz da Freddie Mac. Na área de TI, a empresa descobriu que os estagiários têm um bom desempenho em testes e modelagem de dados que exigem foco e grande atenção a detalhes, assim como uma maneira de ver as coisas que pode ter sido ignorada pelos desenvolvedores.

“Aproveitar as habilidades únicas de pessoas no espectro autista tem o potencial de fortalecer nosso negócio e nos tornar mais competitivos”, diz a norma interna da Freddie Mac.

Assim como ocorre em qualquer grupo, pessoas com autismo têm uma gama de interesses e habilidades. A SAP está trabalhando com uma consultoria dinamarquesa de treinamento com foco no autismo, a Specialisterne. A firma faz uma seleção cuidadosa de candidatos para encontrar profissionais adequados, antes de enviá-los para serem avaliados pela SAP.

Patrick Brophy, de 29 anos, é bacharel em ciência da computação e fez pós-graduação em sistemas de multimídia, que inclui o desenvolvimento de sites e edição. Brophy diz ter a síndrome de Asperger, termo comumente usado para descrever uma forma mais branda do transtorno do espectro autista.

Ele estava procurando um emprego integral há alguns anos, mas diz que, nas entrevistas pelas quais passou, acabava gaguejando ou interpretando mal as perguntas, o que ela acha que prejudicou seu resultado.

Mas quando chegou à SAP para a entrevista, ele tinha as qualificações técnicas e parecia ter a capacidade de trabalhar num ambiente corporativo, diz Peter Brabazon, gerente de programas da Specialisterne. Brophy foi contratado pelo departamento de garantia de qualidade em julho, onde identifica falhas em software que ainda vai ser vendido.

“Quatro semanas antes de entrar [na empresa], comecei a ficar mais nervoso”, diz Brophy, que se preocupava com sua adaptação a um novo ambiente. “Em um mês, [o trabalho] se tornou natural. Eu me encontrei.”

Para Brophy, o trabalho traz desafios, especialmente quando tem que mudar a forma com que faz uma determinada tarefa. Do ponto de vista social, foi fácil se integrar à equipe, diz Brophy e David Sweeney, colega designado para ser seu mentor.

Estima-se que 1% da população dos EUA, cerca de três milhões de pessoas, tenha uma síndrome do espectro autista. Os dados mais recentes do Centro de Controle e Prevenção de Doenças, divulgados na semana passada, mostram que 1 em cada 68 crianças foi diagnosticada com alguma espécie de autismo nos EUA.

No Brasil, o Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo estimou, em 2007, que há um milhão de casos de autismo no Brasil. Hoje, será inaugurada em Itaboraí, RJ, a primeira clínica-escola para autistas do Brasil, que também funcionará como centro de capacitação profissional.

(Colaborou Camila Viegas-Lee.)

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Empresa de tendências indica as 20 profissões do futuro

0018jan5_0_9_720_471Publicado por Valor Econômico

SÃO PAULO  –  Segundo a empresa de tendências Sparks & Honey, podemos esquecer o modelo de carreira estável e linear. A ideia é que as profissões se tornem mais complexas, colaborativas e especializadas.

A companhia indicou uma lista de 20 carreiras que farão sucesso nos próximos anos. A maior parte delas são consultorias personalizadas ou que ajudam profissionais a se guiar no mundo virtual. Algumas já existem, mas terão uma demanda maior no futuro. Outras têm um grande potencial e ainda deverão ser criadas.

Veja a lista abaixo:

Conselheiro de produtividade: as pessoas precisarão de ajuda para melhorar a sua produtividade, combinando saúde, bem-estar, gestão do tempo e aconselhamento de carreira.

Curador digital: um especialista que recomenda e mantém seu rol de aplicativos, hardwares e softwares para melhorar sua vida pessoal e profissional.

Balanceador microbiológico: um especialista que avalia a composição microbiológica de um ambiente ou indivíduo.

Desorganizador corporativo: as empresas pedirão um organograma mais colaborativo, e será preciso que alguém embaralhe e quebre as hierarquias corporativas.

Tutor de curiosidade: um conselheiro que não só forneça inspiração e conteúdo para despertar a curiosidade, mas que ensine a arte da descoberta.

Especulador de moedas alternativas: as moedas virtuais estão ganhando força e isso é uma boa oportunidade para um especialista que se dedique a estudar esse mercado.

Pastor urbano: especialista em plantas criadas em jardins de pequena escala ou em áreas urbanas incomuns.

Faz-tudo 3D: um especialista em impressão 3D que fabrica tudo o que uma pessoa precisa.

Administrador de morte digital: alguém que cria, administra ou elimina dados após a morte de alguém.

Arquivista pessoal: na era da vida completamente documentada, haverá a necessidade de especialistas para organizar, catalogar e dar sentido aos conteúdos pessoais.

Especialista em desintoxicação digital: a internet estará em todos os lugares, e precisaremos de um profissional para nos ajudar a desintoxicar do mundo virtual e ter uma vida mais saudável.

Especialista em crowdfunding: alguém que entenda como promover e obter fundos para um projeto através de financiamento público.

Consultor de novas habilidades: esse profissional ajuda os clientes a desenvolver e adquirir novas habilidades para ocupar cargos inéditos nas empresas.

Personal trainer baseado em dados: um instrutor de saúde que não só recomenda dietas, mas também analisa os dados de rotina pessoal e aptidão para que o cliente tenha um melhor estilo de vida.

Cinegrafista de experiências: esse cinegrafista viverá experiências por outras pessoas e as gravará para os chamados “exploradores de sofá”.

Conselheiro de não escolaridade: esse profissional incentiva os alunos a invadir o mundo real e experimentar a vida, em vez de apenas buscar caminhos tradicionais de ensino.

Consultor de privacidade: esse especialista estudará vulnerabilidades de segurança em aspectos pessoais, físicos e virtuais.

Consultor de carreiras via Skype: consultores de carreira que preparam e ajudam profissionais por meio de entrevistas remotas ou vídeoconferências, com dicas de etiqueta, aparência e habilidades de conversação.

Agente de memes: assim como um agente de celebridades, esse profissional representará personalidades que se tornaram memes na internet.

Condutor de drones: a demanda por drones (aviões não tripulados) pedirá guias experientes.

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