Brasileiros estão no topo de ranking de pirataria de seriados

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Publicado no Olhar Digital

O brasileiro é campeão de pirataria de programas de televisão. Um estudo feito pela empresa Tru Optik diz que entre abril e junho deste ano, 7,2 milhões de endereços de IP brasileiros recorreram aos sites de distribuição de arquivos por P2P para download de seriados de TV.

O país está no topo do ranking dos “pirateiros”, mas sem muita folga em relação ao segundo colocado, os Estados Unidos, que tem tiveram 6,7 milhões de IPs recorrendo aos torrents para download de seriados. O pódio é fechado pela Austrália, bem atrás, com 5,3 milhões de IPs.

O levantamento também leva em consideração quais são os principais alvos de pirataria no mundo. Sem grandes surpresas, o maior fenômeno da atualidade é Game of Thrones, que recebeu teve quase 300 milhões de downloads no período, quase cinco vezes mais do que o segundo colocado, o humorístico The Big Bang Theory.

Confira abaixo a lista completa das séries mais baixadas no período:

1) Game of Thrones: 298,9 milhões de downloads
2) The Big Bang Theory: 63,2 milhões
3) Orange is The New Black: 60,8 milhões
4) Mad Men: 55,7 milhões
5) Arrow: 53,2 milhões
6) How I Met Your Mother: 51,5 milhões
7) The 100: 50,1 milhões
8) Fargo: 46,8 milhões
9) Modern Family: 44,7 milhões
10) 24: Live Another Day: 43,8 milhões

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5 séries muito boas para você ver agora e ficar enturmado

Por Cláudia Croitor, no Legendado

Se você me perguntar “que série devo assistir?”, eu tenho uma lista enorme, obviamente, e cheia de séries que já terminaram e tiveram várias temporadas, todas excelentes e imperdíveis e blablablá. Tipo não deixe de ver “Breaking Bad”, por favor veja “Sopranos”, “The Wire” é a melhor coisa já feita para a TV, “Arrested Development” tem três temporadas perfeitas etc etc.

Mas vamos deixar isso para outra hora.

Porque agora você me pergunta “que série devo assistir?, lembrando que não tenho muito tempo para ver mil temporadas e, ao mesmo tempo, gostaria de não ficar tão por fora quando todo mundo só fala de séries”. Sim, leitor, todo mundo só fala de séries, eu sei. Então é preciso assisti-las, no mínimo para não ficar desenturmado.

Digo. Estamos no meio de 2014 e você ainda nem começou a ver “Breaking Bad”. É feia a coisa, amigo leitor. Tem muito atraso para ser tirado aí. Mas o Emmy está logo ali, então antes de se jogar na incrível história de Walter White ou se apaixonar por Don Draper, é hora de ser prático.

Então vamos falar de 5 séries que acabaram de estrear – ou estrearam há pouco tempo – e, sendo assim, têm poucos episódios, você pode ficar em dia rapidinho e parar de ficar por fora da conversa dos seus amigos e do papo do almoço no trabalho. E não são óbvias. E ainda vai arrasar e impressionar ao soltar frases do tipo “a graça de ‘Fargo’ e também o que irrita na série é que a história meio que anda em círculos”, ou “Matthew McConaughey está melhor em ‘True Detective’ que em todos os seus filmes juntos” e ainda “realmente, Mike Judge é um gênio”. Vem comigo.

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1. “True Detective”. Só se falou dessa série há uns meses atrás. Simplesmente porque é a melhor coisa que passou na TV em bastante tempo. E porque é o tipo de série que é o exemplo perfeito de como a televisão já é faz tempo muito melhor que o cinema etc. Matthew McConaghey brilha no papel de um detetive perturbado que investiga um crime macabro numa cidadezinha da Louisiana. Woddy Harrelson é seu parceiro, igualmente perfeito no papel. E a história é demais, explorando a relação dos dois e a investigação, no passado e no presente. Só teve uma temporada, curtinha, e agora todo mundo está à espera do que vai vir no segundo ano. Corre lá, depois você me agradece.

2. “Fargo”. O primeiro episódio só não é melhor que o primeiro episódio de “TD”, que é imbatível. Mas que piloto lindo. A série é baseada no filme de mesmo nome, dos irmãos Coen. Uma cidadezinha cheia de neve lá no Minessota é palco de uma série bizarra de crimes que começa depois da chegada do esquisitão Lorne Malvo, vivido por Billy Bob Thorton. Uma policial com um ar meio ingênuo é a única ali que parece entender o que está acontecendo. A série anda um pouquinho em círculos (o que me irritou de leve) e é cheia de personagens peculiares. E é impecável em tudo. Atores, roteiro, direção, fotografia. Pega bem assistir e ainda assim é boa demais. E é curtinha.

3. “Masters of Sex”. A segunda temporada acabou de começar. A primeira começa média, e vai evoluindo episódio a episódio. Ali pelo meio da temporada você já está deslumbrado e apaixonado pela história real do dr. Masters, que fez um estudo revolucionário sobre sexo nos anos 60, com a ajuda de sua secretária e futura esposa Virginia.

4. “Sillicon Valley”. Nerds geninhos do vale do Silício, uma start-up, bilionários do vale do Silício e nada levado muito a sério. Fica mais besta a cada dia, no melhor e mais refinado dos sentidos, e mais engraçada. Oito episódios de meia horinha cada um, é baba assistir. Se não gostar do primeiro, dê uma chance ao segundo. Ao chegar no oitavo você vai vir aqui me dar um abraço, aguarde. Ou não, mas aí a culpa vai ser sua.

5. “House of Cards” (a da foto aí de cima). Eu ia sugerir “Hannibal”, que na minha opinião humilde é bem melhor. Mas o negócio aqui é ficar por dentro, e todo mundo vê “House of Cards”, e é série original e caríssima do netflix, e tem o Kevin Spacey e, como não, é excelente, sim. Estreou no ano passado, mas nada grave, você vê rapiditnho. Me irrita um pouquinho o tanto que o presidente dos EUA é bundão e o tanto que o Francis é f**ão, mas tirando isso é uma coisa linda de se ver. Política, manipulação, falta de caráter, uma linda direção, belas atuações. Coisa fina, enfim. São duas temporadas.

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Bilionário Carlos Slim defende jornada de 3 dias por semana. O que você acha da ideia?

O segundo homem mais rico do mundo acredita que uma jornada de trabalho menor pode tornar os empregados mais produtivos

Publicado na Época

O bilionário mexicano Carlos Slim, em foto de 2013 (foto: LatinContent/Getty Images)
O bilionário mexicano Carlos Slim, em foto de 2013 (foto: LatinContent/Getty Images)

O mexicano Carlos Slim sabe fazer dinheiro. Aos 74 anos, ele é dono de uma das maiores empresas de telecomunicação e figura na lista da Forbes como o segundo homem mais rico do mundo – uma fortuna de US$ 79,2 bilhões, atrás apenas de Bill Gates. É natural, portanto, que suas opiniões sobre a organização no trabalho atraiam a atenção. Na semana passada, Slim deu uma palestra em Assunção, no Paraguai, e defendeu uma mudança completa na forma como encaramos nossa jornada de trabalho. Para o magnata mexicano, três dias de trabalho por semana são o suficiente.

Slim participou da conferência Growing Together – States and Enterprises, ao lado de empresários e lideranças de toda a América Latina. De acordo com o Financial Times, Slim disse na conferência que uma jornada de trabalho menor pode gerar riquezas e tornar os empregados mais produtivos. “Com três dias de trabalho por semana, nós poderemos ter mais tempo para relaxar, mais qualidade de vida. Ter quatro dias de folga seria muito importante para criar novas formas de entretenimento e outras maneiras de se manter ocupado”, disse.

Slim não defende a mudança por acaso. Ele está preocupado com os desafios que o aumento da expectativa de vida traz para a economia. Atualmente, as pessoas começam a se aposentar aos 50 ou 60 anos, dependendo do país. Mas com o aumento da expectativa de vida, elas poderiam trabalhar por mais tempo. Slim sugere que as pessoas trabalhem menos dias, mas que se aposentem mais tarde. Sua sugestão de jornada é a seguinte: de 10 a 11 horas por dia, mas apenas três dias por semana, e esticar a idade da aposentadoria para 75 anos.

O bilionário mexicano pode colocar suas ideias na prática e ver se elas realmente funcionam. Segundo ele, a Telmex, empresa onde é CEO, criou um tipo de contrato específico para que pessoas trabalhem quatro dias por semana. No entanto, ele não pretende seguir a risca seu conselho sobre a idade de aposentadoria. Aos 74 anos, ele não pensa em parar de trabalhar.

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E se Game Of Thrones fosse Casos De Família?

Publicado no BuzzFeed

Tyrion x Cersei

Ser o irmão menor é sofrer na mão dos mais velhos.

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Lysa Arryn x Catelyn Stark x Sansa Stark x Littlefinger (ufa)

Climão manero em todos os almoços de domingo

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Daenerys x Daario

Hoje eu vou pro baile procurar o meu campeão.

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Selyse x Melisandre

Amiga fura-olho: todo mundo tem.

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Hound x Montanha

Não há amor fraternal que resista a um jogo de queimada no sentido literal.

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Ana Paula Padrão acha Rachel Sheherazade “um perigo”

anapaulapadraoMauricio Stycer, no UOL

Longe da televisão há um ano, desde que deixou a Record, Ana Paula Padrão foi a entrevistada da estreia de um novo quadro do “CQC”, da Band, chamado “50 perguntas”.

Muito à vontade, a jornalista só fugiu de uma pergunta (“Dilma ou Aécio?”), por entender que seria uma declaração de voto. Ironizou uma das questões (“Jornal da Record” ou “Jornal Nacional”?), observando: “Que falta de auto-estima! ‘Jornal da Band’, né?”. Classificou Rachel Sheherazade, do SBT, como “imatura e bem intencionada, ou seja, um perigo”, disse que não pretende voltar a apresentar um telejornal, cantou “She”, se disse “liberalíssima” em política, “mais liberal ainda” na cama e, rindo muito, lembrou de sua maior gafe: chamou o “Jornal da Record” de “Jornal da Globo” na estreia dos Jogos Olímpicos de Londres. Vale a pena ver.

 

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