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Vídeo: CQC cala Marco Feliciano


 

Publicado na TV UOL

O repórter Maurício Meirelles foi até Brasília e conferiu a primeira sessão da Comissão de Direitos Humanos e Minorias presidida pelo deputado Marco Feliciano (PSC-SP). Após uma sessão muito tumultuada, o presidente declarou que nunca foi homofóbico.

Foi o único comentário do deputado, que permaneceu calado diante das perguntas mais incisivas e provocantes do repórter.

O programa ridicularizou a pronúncia errada da entrevistada católica, mas tanto Marcelo Tas como Meirelles o tempo todo referiram-se ao deputado como “MarcoS Feliciano”. #fail

Esse deslize não esmaeceu o brilho da estreia de Dani Calabresa e de reportagens sensacionais como a comparação da reconstrução do Japão após o Tsunami com a corrupção generalizada na serra fluminense após as chuvas de verão em 2011 e 2012. A denúncia sobre a nutricionista que atropelou e matou e, mesmo sem carteira, continua dirigindo foi outro bom momento.

Por retiros mais relevantes, por juventude mais relevante

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Murillo Leal, no Crer Pensando

Toda vez que se aproxima desta época do ano as propagandas a respeito do carnaval na televisão começam a veicular a mesma mensagem. “Se divirta, use camisinha.” Ao passo que nas nossas igrejas evangélicas, começamos a pensar no que vamos fazer, ou melhor, qual estratégia vamos usar para que os jovens prefiram nossos acampamentos e eventos do que as festas tradicionais. A partir daí, vale tudo! Desde “gospelizar” o mundo até “esconder-se do pecado” na chácara da igreja.

Historicamente falando, não sei bem como foi que a concepção de carnaval tornou significado de sexo a todo custo. Só sei que sempre que alguém fala desta data, automaticamente associamos a sexualidade. Porém, precisamos entender que santidade não é apenas aparentar bom comportamento, mas que santidade parte de dentro para fora por meio do Espírito Santo. Sendo assim, é possível que tenhamos alguém no meio dos ímpios que seja realmente santificado, ou outro entre os considerados santos que esconda um caráter de ímpio.

Existe uma inocência na liderança de jovens e adolescente atualmente que só imaginam sua juventude longe dos pecados. Agimos como que a a mãe super-protetora que faz vistas grossas para a realidade.

Nós, que somos a liderança da igreja, precisamos tirar a percepção equivocada de que os jovens das nossas igrejas não usam drogas, não transam e não cometem outros absurdos contra o evangelho. Talvez essa inocência faz com que tratemos os jovens com uma certa infantilidade que já deveria ter ficado para traz na meninice. Ficamos com medo de que eles fujam ao expor a verdade sobre eles.

Os pastores e liderança são tentados quase que todo ano a fazer “piruetas” para que seus jovens não percam o interesse em ir à igreja. Conheço projetos que investem milhões em espécie de blocos de carnaval, em artistas gospel apenas para entreter a moçada e tentar convencer-se de que curtir o carnaval, desde que as musicas sejam cristãs, as bebidas sejam sem álcool, e a euforia seja longe do mundo, vale a pena, entretanto quando você percebe pouco falam do evangelho vivo e real que não está preocupado com a aparência mas com o coração dessa juventude. É fácil impor regras e comportamentos, mas conversar abertamente sobre isso ainda é um desafio.

Precisamos focar nossos eventos não em entreter essa juventude, não em elaborar estratégias para prendê-los nos bancos das igrejas, mas precisamos confrontar seus corações, suas realidades, suas meias verdades, suas percepções de mundo, suas idéias formadas, e investir mais em desintoxicá-los desse mundo ao invés de apenas os alimentar desse mesmo lixo que ouvem o tempo todo, só que é um ambiente cristão.

Ou fazemos isso ou podemos estar vivendo um engano mútuo, no qual a liderança finge que pregou e os jovens fingem que foram impactados, mas todo ano a história se repete. Precisamos preparar a igreja de amanhã para o peso que o mundo colocará nas suas costas e não anestesiá-los com uma falsa ideia de evangelho. Esse sim é o nosso desafio.

 

 

“Eu sou bissexual e daí?”, diz o ator José de Abreu

O ator José de Abreu e a mulher, Camila Paola Mosquella, em evento

O ator José de Abreu e a mulher, Camila Paola Mosquella, em evento

publicado no Entretenimento, da UOL

O ator José de Abreu levantou uma polêmica no Twitter ao afirmar ser bissexual e contar que viveu com um casal de gay e com sua mulher sob o mesmo teto, junto com dois de seus cinco filhos.

“Eu sou bissexual e daí? Posso escolher quem eu beijo? Quando quero beijar uma pessoa não peço atestado de preferência sexual, só depende dela querer. Não posso obriga-la a me beijar. Pouquíssimos gays se atreveriam a fazer que eu fiz em 1975 – Viver com minha mulher (na época  a professora Nara Keiserman) e dois filhos (2 e 3 anos) e com um casal gay que viviam maritalmente durante 2 anos”, escreveu o ator no microblog, na última terça-feira (8).

Após sua declaração, diversos seguidores começaram a questionar o ator e a querer saber detalhes de seus casos amorosos. Um deles quis saber a identidade do casal gay. “Pena que o Caio Fernando Abreu [jornalista, dramaturgo] morreu. Também morei com ele. Um morreu de AIDS, cuidado pela minha mulher, eu já tinha me separado dela, o outro é um grande diretor de teatro, não vou dizer”.

O assunto se desencadeou após Abreu defender os homossexuais e condenar atitudes de políticos e religiosos conservadores. “Tem dias que prefiro homens, tem dias que prefiro mulheres.Tenho que mudar? Eu sou assim, ué. Tenho que ser igual aos outros? Prefiro o que me dá prazer. E prefiro ter a ‘preferência’ que deixa-la nas mãos da natureza… Ou de Deus. Prefiro homens e mulheres que me interesses sexualmente”, defendeu.

O artista ainda contou sobre uma relação que teve com bissexual que durou nove anos. “Em 1989 me apaixonei por uma bi. Ficamos juntos e resolvemos ‘tentar’. Seu último namoro tinha sido uma mulher”.

“Eu me relaciono com pessoas, não com rótulos: gay, homossexuais, hétero, sexualidade, sexualismo, opção sexual, estou andando. Se há amor ou tesão, foi. Acho o suprassumo da caretice dividir o mundo entre gays e não gays. Ninguém me ensinou a amar assim. Aprendi a amar na Igreja”, escreveu Abreu.

Antes de voltar a discutir assuntos políticos, como costuma  fazer diariamente, com cerca de seus 69 mil seguidores, Zé de Abreu disse não se importar com o que as pessoas pensam dele. “Estou andando para o que pensam de mim. Sou o que sou, a vida me fez assim. Sem medo de ter medo”.

Com 46 anos de carreira, o último trabalho de Abreu foi como Nilo da novela “Avenida Brasil”, da Rede Globo. O papel teve uma grande repercussão, assim como a novela, e chamou atenção não só pela interpretação do ator, mas também pelo fato dele ter deixado a barba crescer durante um ano e quatro meses.

 

Kelly Key: “Acho que não nasci pra cantar”

Cantora revelou em entrevista que deseja trocar os palcos pela TV

Kelly Key quer atuar como apresentadora de televisão / Francisco Cepeda/AgNews

publicado no portal Band

Depois de dez anos de carreira como cantora, Kelly Key revelou em entrevista ao jornal “O Dia” que a profissão não é a sua praia.

Sucesso entre os jovens e as crianças, ela contou à publicação que deseja trocar os palcos pela TV.

“Acho que não nasci para cantar. Sou mais feliz na TV. Minha última canção que estourou foi ‘Você é o Cara’, há quatro anos. Eu já me encontrei na música, hoje não me encontro mais. Não vou ter 29 anos para sempre, então não vou conseguir passar a mesma verdade nas letras para o público adolescente. O que mais quero é ganhar uma oportunidade como apresentadora”, disse a loira, que chegou a vender mais de 2 milhões de CD’s.