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30 anúncios com animais que vão fazer você repensar seu estilo de vida

publicado no Hypeness

Cada vez mais anúncios relacionados ao meio ambiente e aos animais se destacam na publicidade. Com uma linguagem que aborda questões globais, que não são fáceis de resolver, as propagandas sugerem que mudemos nossos hábitos negativos, refletindo para uma mudança de comportamento positiva.

Nestes 30 anúncios, o foco gira em torno de conscientizar a humanidade quanto ao aquecimento global, animais de rua e o cruel abuso de animais para entretenimento, comida, roupas e cosméticos.

As imagens são poderosas e têm como objetivo principal reeducar as pessoas para que possamos fazer do planeta Terra um lugar melhor para todos. Dá uma olhada:

1. Animais não são palhaços

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2. A cada 60 segundos, uma espécie morre. Cada minuto conta.

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3. Imagine que isto é seuanuncio-animal-6

4. O que na Terra estamos fazendo com nosso planeta?

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5. Horripilante X Mais Horripilante

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6. Ajude-nos a combater os efeitos dos testes em cosméticos

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7. Sacos de plástico matam

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8. Zoológico de Zurich: mais espaço para os grandes

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9. O que será necessário antes que respeitemos o planeta?

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10. Salve o rinoceronte: nada do que fazemos irá trazê-los de volta

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11. Pare o abuso

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12. Última refeição: adotar um cachorro é tirá-lo do corredor da morte

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13. Você esta olhando para todos os dugongos (espécie animal) que existem na África

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14. Padrões de costura

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Metade dos brasileiros é favorável à realização da Copa do Mundo, diz Ibope

Apesar disso, 39% dos entrevistados declaram que estão ‘frios’ quando questionados sobre seu envolvimento com o torneio

Moradores de Teresópolis já estão em clima de Copa do Mundo: metade dos brasileiros é favorável a realização do evento (foto: Marcelo Piu / Agência O Globo)

Moradores de Teresópolis já estão em clima de Copa do Mundo: metade dos brasileiros é favorável a realização do evento (foto: Marcelo Piu / Agência O Globo)

Leonardo Guandeline, em O Globo

Pesquisa realizada pelo Ibope divulgada nesta segunda-feira mostra que 51% dos brasileiros são favoráveis à realização da Copa do Mundo no país ante 42% contrários. Em fevereiro, 58% dos entrevistados eram a favor do Mundial no Brasil e 38%, contra.

No levantamento divulgado nesta segunda-feira, 36% acreditam que a Copa tem grandes chances de ser bem-sucedida. Outros 28% creem serem médias as possibilidades de êxito e 31% acham que o Mundial está fadado ao fracasso.

Apesar disso, 71% dos entrevistados dizem torcer para que dê tudo certo e 11%, para que o Mundial seja um fiasco. Os indiferentes somam 14% e os que preferem não responder ou não sabem, 4%.

Quando questionados se os brasileiros, no geral, torcem para que a realização do Mundial dê tudo certo, 59% deram respostas positivas ante 22% que acreditam que a população espera que a Copa dê errado. Outros 12% creem ter a percepção que os brasileiros estão indiferentes nesse aspecto e 7%, não sabem ou preferem não responder.

De acordo com o Ibope, os sentimentos negativos em relação ao torneio prevalecem sobre os positivos. Os mais citados são preocupação (para 30% dos entrevistados) e desperdício (29%). Positivamente, os entrevistados citaram alegria (26%) e esperança (para 18% dos entrevistados).

No levantamento, quando questionados sobre o grau de envolvimento com o torneio, tomando por base um termômetro, 39% declaram que estão ‘frios’ e 18%, ‘gelados’. Outros 30% indicam que estão bastante envolvidos e apontam as temperaturas mais ‘quentes’ no termômetro, mas somente 7% e 5% desses, respectivamente, mencionam ‘fervendo’ e ‘muito quente’. Outros 28% disseram que seu envolvimento com o Mundial é ‘morno’.

O Ibope entrevistou 2.002 eleitores de 16 anos ou mais, em 140 municípios do país, entre os dias 15 e 19 de maio de 2014. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos para mais ou para menos.

Podemos sorrir ainda em meio ao espanto e ao medo?

reflejos-de-un-futuro-by-vixen-paranoid-thumbPublicado por Leonardo Boff

Na minha já longa trajetória teológica dois temas me foram desde o início sempre centrais, a partir dos anos 60 do século passado porque representam singularidades próprias do cristianismo: a concepção societária de Deus (Trindade) e a ideia da ressurreição na morte. Se deixássemos fora estes dois temas, não mudaria quase nada no cristianismo tradicional. Ele prega fundamentalmente o monoteísmo (um só Deus) como se fôssemos judeus ou muçulmanos. No lugar da ressurreição preferiu o tema platônico da imortalidade da alma. É uma lastimável perda porque deixamos de professar algo singular, diria, quase exclusivo do cristianismo, carregado de jovialidade, de esperança e de um sentido inovador do futuro.

Deus não é a solidão do uno, terror dos filósofos e dos teólogos. Ele é a comunhão dos três Únicos que, por serem únicos, não são números mas um movimento dinâmico de relações entre diversos igualmente eternos e infinitos, relações tão íntimas e entrelaçadas que impede que haja três deuses mas um só Deus-amor-comunhão-inter-retro-comunicação. Temos a ver com um monoteísmo trinitário e não atrinitário ou pré-trinitário. Nisso nos distinguimos dos judeus e dos muçulmanos e de outras tradições monoteístas.

Dizer que Deus é relação e comunhão de amor infinito e que dele se derivam todas as coisas é permitir-nos entender o que a física quântica já há quase um século vem afirmando: tudo no universo é relação, entrelaçamento de todos com todos, constituindo uma rede intrincadíssima de conexões que formam o único e mesmo universo. Ele é, efetivamente, à imagem e semelhança do Criador, fonte de interrelações infinitas entre diversos que vem sob a representação de Pai, Filho e Espírito Santo. Essa concepção tira o fundamento de todo e qualquer centralismo, monarquismo, autoritarismo e patriarcalismo que encontrava no único Deus e único Senhor sua justificação, como alguns teólogos críticos já o notaram. O Deus societário, fornece, ao invés, o suporte metafísico a todo tipo de socialidade, de participação e de democracia.

Mas como os pregadores, geralmente, não se referem à Trindade, mas somente a Deus (solitário e único) perde-se uma fonte de crítica, de criatividade e de transformações sociais na linha da democracia e da participação aberta e sem fim.

Algo semelhante ocorre com o tema da ressurreição. Esta constitui o núcleo central do cristianismo, seu point d’honeur. O que reuniu a comunidade dos apóstolos depois da execução de Jesus de Nazaré na cruz (todos estavam voltando, desesperançados, para suas casas) foi o testemunho das mulheres dizendo: “esse Jesus que foi morto e sepultado, vive e ressuscitou”. A ressurreição não é uma espécie de reanimação de um cadáver como o de Lázaro que acabou, no final, morrendo como todos, mas a revelação do novissimus Adam na expressão feliz de São Paulo: a irrupção do Adão definitivo, do ser humano novo, como se tivesse antecipado o fim bom de todo o processo da antropogênese e da cosmogênese. Portanto, uma revolução na evolução.

O cristianismo dos primórdios vivia desta fé na ressurreição resumida por São Paulo ao dizer:”Se Cristo não ressuscitou a nossa pregação é vazia e vã a nossa fé”(1Cor 15,14). Faríamos então melhor pensar: ”comamos e bebamos porque amanhã morreremos”(15,22). Mas se Jesus ressuscitou, tudo muda. Nós também vamos ressuscitar, pois ele é o primeiro entre muitos irmãos e irmãs, “as primícias dos que morreram”(1Cor 15,20). Em outras palavras e isso vale contra todos os que nos dizem que somos seres-para-a-morte, que nós morremos sim, mas morremos para ressuscitar, para dar um salto para o termo da evolução e antecipá-la para o aqui e agora de nossa temporalidade.

Não conheço nenhuma mensagem mais esperançadora do que esta. Os cristãos deveriam anunciá-la e vive-la em todas as partes. Mas a deixam para trás e ficam com o anúncio platônico da imortalidade da alma. Outros, como já observava ironicamente Nietzsche, são tristes e macambúzios como se não houvesse redenção nem ressurreição. O Papa Francisco diz que são “cristãos de quaresma sem a ressurreição”,   com “cara de funeral”, tão tristes como se fossem ao próprio enterro.

Quando alguém morre, chega para ele o fim do mundo. É nesse momento, na morte, que acontece a ressurreição: inaugura o tempo sem tempo, a eternidade bem-aventurada.

Numa época como a nossa, de desagregação geral das relações sociais e de ameaças de devastação da vida em suas diferentes formas e até de risco de desaparecimento de nossa espécie humana, vale apostar nestas duas iluminações: Deus é comunhão de três que são relação e amor e que a vida não é destinada à morte pessoal e coletiva mas a mais vida ainda. Os cristãos apontam para uma antecipação desta aposta: o Crucificado que foi Transfigurado. Guarda os sinais de sua passagem dolorosa entre nós, as marcas da tortura e da crucificação, mas agora transfigurado no qual as potencialidades escondidas do humano se realizaram plenamente. Por isso o anunciamos como o ser novo entre nós.

A Páscoa não quer celebrar outra coisa do que esta ridente realidade que nos concede sorrir e olhar o futuro sem espanto e pessimismo.

Sakamoto: ‘Se existe um Deus, ele estava curtindo a marcha antifascista’

marchatítulo original: Marcha da Família: O dia em que encontrei os comentaristas deste blog

Publicado por Leonardo Sakamoto

Participei do jubileu de ouro da Marcha da Família com Deus pela Liberdade, nesta tarde de sábado (22), entre as Praças da República e da Sé, no Centro de São Paulo.

Agradeço, portanto, à organização do ato, pois ele foi histórico. Afinal de contas, nunca imaginei que os brasileiros teriam coragem de fazer isso de novo.

Devo confessar, contudo, que fui guiado não pelo nobre interesse jornalístico, mas sim por uma mórbida curiosidade. Qual seria a outra oportunidade que teria de conhecer a parte barulhenta dos comentaristas deste blog? A parte que acha que sou o demônio e transforma este espaço em algo divertidíssimo. A parte que não acredita em democracia.

Como esse naco social extremamente conservador vai para o céu quando morrer e eu, que não creio, habitarei o limbo pela eternidade, não poderia deixar de ver seus rostos, sentir seu cheiro, ouvir suas ideias, olho no olho, pelo menos uma vez na vida.

Primeiramente, fico feliz que eles – vencendo o preconceito e o medo – tenham saído do armário. Porque, apesar de sempre existirem, suas ideias eram sussurradas no âmbito privado e, portanto, estavam alheias à possibilidade de debate público. Viva, pois, a maldita democracia!

O tamanho da lista de pautas dos manifestantes rivalizava com demandas de sindicatos em greve ou estudantes em paralisação. Pedem ajuda para as FFAA (Forças Armadas) a fim de uma intervenção militar já. Querem Lula e Dilma na cadeia. Suplicam pelo fim da ameaça comunista e /ou socialista no país (antes fosse, gente… se o PT é comunista, eu sou mico de circo). E são contrários ao julgamento de militares por crimes contra os direitos humanos durante a ditadura. Louvaram, ainda, a polícia, criticando as propostas de sua desmilitarização.

Ah, e no carro de som, gritava-se algo como “se o Brasil não é comunista, por que querem a aprovação do Marco Civil da internet?”

Em determinado momento, um grupo que estava à frente da marcha também reivindicou uma parte querida do corpo deste blogueiro, entoando em uníssino: “Ei, Sakamoto, vai tomar no cu!” Detalhe que havia, entre eles, uma imagem de Nossa Senhora.

Mas não posso me furtar a questionar: com base nas leituras reacionárias do livro sagrado do cristianismo, intepretações usadas para espancar gays, lésbicas, transexuais, pergunto se o pedido que me fizeram não seria – diante dos olhos de Deus que, segundo os organizadores, estava junto com a marcha - uma “abominação”.

Acho que se existe um Deus, ele estava curtindo a marcha antifascista, realizada simultaneamente a esta e que reuniu mais gente, caminhando entre a Praça da Sé e o antigo prédio do Departamento de Ordem Política e Social, local de torturas durante a ditadura, na região da Luz.

Provavelmente pelo fato de estarem pouco acostumados a irem às ruas e conviverem com a diferença, havia um clima de tensão no ar. De desconfiança com o ambiente, sabe? Um skinhead aqui e outro ali olhando torto, uma tentativa de calar alguém que discordava da natureza do ato, pressão para abaixar faixas que não estivessem de acordo com o coletivo e elogios à grande “imprensa comunista mentirosa” ali presente.

E falando em imprensa, creio que havia em torno de 100 jornalistas trabalhando por lá, para algo em torno de 400 manifestantes (a grande maioria de homens e de uma faixa etária bem superior às das manifestações que se tornaram corriqueiras por aqui), além de uma quantidade enorme de policiais fazendo cordão para acompanhar o povo.

Um colega, jornalista das antigas, já tinha me sugerido que ir de “black bloc” era mais seguro que ir de “Sakamoto”. E não é que ele estava certo! Fui procurar meus leitores, mas meus leitores me acharam primeiro.

De tempos em tempos, um grupo deles me reconhecia. Começa a gritar, chegava perto, apontava o dedo, gravava em vídeo, xingava, vociferava, me chamando de “comunista”. Será que eles não sabem que tenho um MacBook e gosto de caviar? Um manifestante passou por mim várias vezes, dando leves ombradas, no melhor estilo de provocações escolares, sempre que chegava perto. Logo no braço que a LER/Dort mais ataca. Podia ser no outro, não?

Agradeço aos colegas da imprensa que me tiraram de perto nas vezes em que a chapa esquentou (valeu, galera!).

Não é mérito nenhum meu, é claro. Sobrou para todo mundo. Incluindo um grupo de jovens, vestidos de preto, que estava indo provavelmente para o show do Metallica e foram xingados por manifestantes perto do metrô Anhangabaú.

Enfim, apesar de tudo isso, achei a manifestação pedagógica.

Porque todas as visões de mundo têm direito a se manifestar.

Porque o número de pessoas que bradam por uma intervenção militar é menor ainda do que eu esperava.

Porque muitos dos curiosos que paravam para ver e que tive a oportunidade de conversar, de vendedores ambulantes a engravatados, quando informados do conteúdo das reivindicações, franziam a testa e perguntavam: mas a gente não brigou tanto para não ter exército no poder?

E porque conversas e atitudes de muitos manifestantes mostravam que um desconhecimento grande da história do Brasil justificava uma visão de mundo totalitária. Ou seja, há esperança de que, com educação de qualidade e muito debate político, a gente chega lá. Ô se chega!

Bruna Marquezine frequenta grupo de jovens evangélicos

Entidade é ligada à Igreja Batista

foto: Agnews

foto: Agnews

Publicado no MSN Entretenimento

Quem vê as cenas quentes de Bruna Marquezine na TV, ou a bela gravando com pequeninos biquínis na praia, nem pode imaginar que a atriz agora tem uma atividade mais conservadora.

Há quatro meses Bruna frequenta um grupo de jovens evangélicos do ministério Soul da Esperança. A entidade é ligada à Igreja Batista, de acordo com a revista “Veja”.

Vale lembrar que o ex-namorado da atriz, o jogador Neymar, é evangélico e frequenta também a Igreja Batista há anos. Inclusive, quando namoravam, o atacante do Barcelona chegou a levar Bruna aos cultos.

A atividade espiritual não tem impedido Bruna de abusar de sua sensualidade nas cenas como Luiza, na novela “Em Família”. O fato foi elogiado pelo autor Manoel Carlos.

“Bruna tem um despudor para representar só visto nas grandes atrizes. Além de uma beleza e um frescor incontestáveis”, afirmou.