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VÍDEO: cachorro desmaia de emoção ao reencontrar dona

VÍDEO: cachorro desmaia de emoção ao reencontrar dona  Youtube/Reprodução

publicado no ZH

Um cãozinho da Pensilvânia, nos Estados Unidos, foi ao auge da emoção ao reencontrar sua dona. Rebecca Ehalt estava morando na Eslovênia havia dois anos e ao retornar para casa, o cachorro desmaiou de tanta felicidade. Ao postar o vídeo em sua conta no Youtube, a garota lembra que para um cachorro, o período equivale a 14 anos.

O animal foi levado ao veterinário, mas está tudo bem com ele.

Confira o vídeo: 

Café sem funcionários espera que consumidores paguem com consciência

Divulgaçãopublicado no Estadão

 Um café instalado em Valley City, uma pequena cidade de menos de 7 mil habitantes no estado da Dakota do Norte, aposta na honestidade de seus clientes para a continuidade do negócio. 

O Vault, instalado em uma antiga agência bancária reformada, é um café como todos os outros, com mesas e cadeiras confortáveis. Não há nenhum funcionário, e tudo é automatizado para que os consumidores se sirvam e paguem sozinhos. A única medida de segurança instalada são câmeras.

Para a surpresa de seu proprietário, os clientes costumam deixar 15% a mais do que os preços estabelecidos no menu. Além do café e das opções de comida, o estabelecimento também oferece livros de segunda mão, que são vendidos a um preço simbólico de US$ 1.

Ex-vice-presidente do Tinder processa aplicativo por assédio sexual

Whitney Wolfe acusa fundadores do aplicativo de assédio sexual e discriminação alegando ter sido vítima de xingamentos

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publicado no LINK

Whitney Wolfe, ex-vice-presidente de marketing do popular aplicativo de relacionamento para celulares, o Tinder, abriu um processo na segunda-feira,30, contra sua ex-companhia por assédio sexual e discriminação em um tribunal de Los Angeles, nos Estados Unidos, segundo documentos judiciais.

Whitney afirmou que foi chamada de “puta” pelo chefe de marketing do Tinder, Justin Mateen, em repetidas ocasiões, inclusive diante do executivo-chefe da empresa, Sean Rad, que também a ameaçou de retirar seu título de cofundadora do aplicativo porque sua imagem de mulher jovem desvalorizava a companhia.

No processo, Whitney diz que Mateen e Rad “representam o pior do estereótipo de macho alfa misógino que frequentemente se associa com as startups tecnológicas”.

Mateen e Whitney tiveram uma relação sentimental tumultuada durante vários meses em 2013. Segundo a versão da ex-vice-presidente de marketing, Mateen iniciou uma campanha de assédio e insultos com o fim da relação.

No processo apresentado ao tribunal, os advogados de Whitney relatam um intenso “assédio moral” carregado de insultos de Mateen a Whitney, afirmando que ela tinha problemas com o álcool, era uma “menina má”, “falsa”, “uma perdedora desesperada” e uma “raposa”.

Quando Whitney não aguentou mais e pediu seu desligamento, Rad a despediu, segundo sua versão dos fatos.

Match.com e a IAC, empresas proprietárias do Tinder, também foram incluídas no processo. A ação diz que a imagem de Whitney era usada pela companhia para atrair às mulheres para o aplicativo.

 

Remédio para artrite faz crescer cabelo – e muito – em homem careca

Em estudo nos Estados Unidos, tratamento reverteu calvície em paciente com alopecia universal

Calvície: o problema atinge cerca de 85% dos homens acima dos 65 anos

publicado na Veja

Pesquisadores da Universidade Yale, nos Estados Unidos, podem ter descoberto um uso off label (isto é, fora da indicação original da bula) para um remédio indicado para artrite reumatoide: um tratamento contra a calvície. Em um estudo publicado online nesta quinta-feira no periódico Journal of Investigative Dermatology, os cientistas mostraram que a droga citrato de tofacitinibe fez crescer fios — e muitos — em um paciente de 25 anos completamente careca.

Trata-se do primeiro caso de tratamento bem sucedido relatado na medicina para alopecia universal, forma extrema da alopecia areata, distúrbio autoimune que promove queda de cabelo. O remédio fez crescer fios não apenas na cabeça do paciente, mas em regiões como sobrancelha, cílio e axila.

“O resultado é exatamente o que a gente esperava”, afirma Brett A. King, professor assistente de dermatologia da Escola de Medicina da Universidade Yale e autor da pesquisa. “Trata-se de um grande passo no tratamento de pessoas com essa doença (alopecia universal). Embora seja apenas um caso, nós prevíamos o sucesso do tratamento com base no que sabíamos sobre a doença e o remédio. Acreditamos que os mesmos resultados se repetirão em outros pacientes, e pretendemos tentar.”

Além de alopecia universal, o paciente tinha psoríase, uma condição autoimune que causa placas avermelhadas na pele. King decidiu tratar as duas enfermidades com citrato de tofacitinibe, um remédio para artrite reumatoide aprovado em 2012 pela Food and Drug Administration (FDA), agência que regula medicamentos nos Estados Unidos — no Brasil, o medicamento aguarda análise na fila de espera da Anvisa.

O citrato de tofacitinibe já havia se mostrado eficiente no combate à psoríase e, em estudo com camundongos, revertido alopecia areata. “Não há boas opções para tratar alopecia universal. O que existia de melhor na ciência parecia ser essa abordagem, e funcionou”, diz King.

​Em oito meses de tratamento, o cabelo do paciente cresceu totalmente, e não houve relatos de efeitos colaterais. Segundo King, a droga parece impedir o sistema imunológico de atacar os folículos capilares, consequentemente estimulando o crescimento dos fios.

Facebook faz estudo ‘secreto’ para entender emoções de usuários

Pesquisa modificou modo como 600.000 pessoas visualizam conteúdo na rede. Resultado: humor varia de acordo com textos, fotos e vídeos compartilhados

Pesquisa indica que emoções demonstradas por outras pessoas na rede podem influenciar nossas opiniões (foto: Dado Ruvic/Reuters)

Pesquisa indica que emoções demonstradas por outras pessoas na rede podem influenciar nossas opiniões (foto: Dado Ruvic/Reuters)

Publicado na Veja on-line

Os textos, fotos e vídeos compartilhados por seus amigos no Facebook podem mudar seu humor. Essa é a constatação de um estudo “secreto” realizado com mais de 600.000 pessoas selecionadas aleatoriamente que acessam a rede social em inglês. A pesquisa, feita em parceria entre funcionários da equipe de dados da rede social e pesquisadores das Universidades da Califórnia e Cornell, nos Estados Unidos, chamou a atenção neste domingo de usuários da internet: seria ético manipular informações para compreender reações dos seres humanos? A discussão está na rede —, mas é importante observar: a criação de pesquisas acadêmicas com usuários da maior rede social do planeta é uma prática comum e legal, de acordo com os termos de privacidade do serviço.

Segundo o estudo, publicado na última edição da revista da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos, o Facebook mudou propositalmente, entre os dias 11 e 18 de janeiro de 2012, os conteúdos que seriam exibidos na linha do tempo do universo de pesquisa selecionado. Para tanto, formaram-se dois grupos: uma parte só iria acompanhar conteúdos considerados positivos e, a outra metade, assuntos negativos. Ao todo, mais de 3 milhões de conteúdos e 122 milhões de palavras foram analisadas.

O experimento apontou que pessoas são contagiadas emocionalmente ao conferir o status de seus amigos na rede social: posts considerados positivos produzem felicidade, enquanto os negativos induzem sentimentos depressivos. “Há uma espécie de contágio emocional”, diz o estudo. “O resultado indica que as emoções demonstradas por outras pessoas podem influenciar nossas opiniões”, finaliza.

A pesquisa, disponível na rede há mais de três meses, ganhou a atenção de muitos usuários da rede social depois dos questionamentos das publicações americanas Slate e The Atlantic. Apesar de a produção de artigos acadêmicos relacionados à rede social ser uma prática comum da empresa, houve o questionamento ético: “devemos manipular informações para compreender as reações dos seres humanos?”, questiona a The Atlantic.

Susan Fiske, professora da Universidade de Princeton que editou o artigo para publicação, admitiu preocupação ao aprovar o conteúdo. “Entramos em contato com os autores, mas o conselho aceitou pelo simples fato de que o Facebook faz muitas modificações em seu algoritmo para aprimorar a experiência do usuário na rede social”, finalizou. Procurado pela reportagem de VEJA.com, o Facebook ainda não se pronunciou sobre o assunto.