Jovem pede para Bolsonaro ‘sair do armário’ em selfie inusitada com deputado

Flagrante foi registrado durante voo e faz sucesso no Instagram

Jovem tira selfie de ‘protesto’ com Bolsonaro (foto: Instagram / Reprodução)
Jovem tira selfie de ‘protesto’ com Bolsonaro (foto: Instagram / Reprodução)

Publicado em O Globo

O deputado federal reeleito Jair Bolsonaro, conhecido por ser contra pautas LGBT, foi alvo de uma brincadeira no Instagram. A caminho de Brasília, no avião, uma estudante flagrou o parlamentar dormindo ao lado de outro homem a algumas cadeiras de distância. Ela então pegou um papel, escreveu “Bolsonaro, sai do Armário” e posou para uma selfie com o deputado eleito ao fundo.

Ao jornal Extra, a autora da selfie contou ser militante de movimentos sociais, que saía do Rio de Janeiro em um voo da companhia aérea Azul. Ela contou que esperou Bolsonaro dormir para registrar o flagrante.

A ideia não é nova. Em setembro, a mineira Murielle Facure sentou na frente do pastor Silas Malafaia em um voo da Gol e aproveitou para tirar uma foto com uma plaquinha escrita à mão com os dizeres “Abra sua mente, gay também é gente”, refrão de uma música do grupo Mamonas Assassinas. A imagem viralizou nas redes sociais. 

ELEITO COM MAIS DE 400 MIL VOTOS

O deputado é conhecido pelas polêmicas provocadas por declarações feitas dentro e fora do Congresso. Em 2011, ele chegou a discutir com o deputado Jean Wyllys (Psol), defensor da ampliação de direitos LGBT. Com uma plataforma voltada tanto para a “família tradicional” como para a segurança pública, Bolsonaro foi eleito com 464.572 votos

Militar da reserva, Bolsonaro já disse que usuários de maconha deveriam apanhar e já se posicionou contra a política de cotas raciais nas universidades federais e a favor da pena de morte para crimes premeditados. Dizendo-se defensor da família, já criticou gays e disse a Wyllys – um homossexual declarado – que não teria orgulho de tê-lo como filho.

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Suspeito de divulgar vídeo de sexo faz acordo na Justiça, em Goiânia

Empresário terá que prestar serviços comunitários durante cinco meses.
Vítima, que teve imagens postadas na web, ficou revoltada: ‘Ele saiu rindo’.

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Publicado no G1

O empresário de 23 anos, suspeito de divulgar vídeos de sexo de uma estudante, de 20, com que se relacionou e ficou conhecida como Fran, foi julgado na tarde desta quarta-feira (8), em Goiânia. O caso foi encerrado depois que ele aceitou um acordo proposto pelo Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO) para prestar serviços comunitários por cinco meses.

A audiência, que durou cerca de 1h, ocorreu no 3º Juizado Especial Criminal de Goiânia, no Setor Parque Atheneu. O empresário, que respondia por injúria e difamação e sempre negou ter divulgado os vídeos, chegou e saiu sem falar com a imprensa. Já a vítima ficou revoltada com o resultado da sessão.

“[Sensação de] impunidade, porque cinco meses de pena para ajudar as pessoas não vai pagar o que ele me fez. Eu não me conformo. Ele saiu rindo da minha cara, disse que não é ele. Eu estou com muita raiva, sentida mesmo com essa situação toda”, afirmou chorando.

A advogada da vítima, Darlene Liberato, também lamentou a punição branda do empresário, mas disse que foi melhor do que ele ter sido inocentado. “Muito embora não tenha havido uma condenação como deveria, pelo menos foi um princípio. Ele não saiu impune e durante cinco meses ele vai ter que prestar serviços à comunidade”, pontuou.

O caso ocorreu há um ano. Mãe de uma menina fruto de outro relacionamento e atualmente com 3 anos, a estudante perdeu o emprego e interrompeu a faculdade devido a divulgação das imagens.

“A vida dele continua normal. Quem sofreu as consequências fui eu. Eu quero que o meu caso sirva de lição para outras meninas. que passem pelo que eu passei. Eu fui bastante forte em lidar com essa situação, mas várias meninas não”, afirmou.

No fim da audiência, o carro que foi buscar o empresário entrou pelo estacionamento exclusivo para funcionários do juizado. A juíza Sandra Regina Teixeira Mendes, responsável pelo caso, afirmou que abriu uma exceção para evitar tumulto na saída dele.

Sobre o processo, ela disse que não poderia conceder entrevista porque o caso corre em segredo de Justiça.

Vítima saiu chorando da audiência: 'Não me conformo' (foto: Sebastião Nogueira/O Popular)
Vítima saiu chorando da audiência: ‘Não me
conformo’ (foto: Sebastião Nogueira/O Popular)

Vídeos
Os vídeos foram divulgados em outubro do ano passado via mensagens de celular e na web. Nas imagens, é possível ver a estudante em atos sexuais. O caso ganhou repercussão e virou meme [termo usado para frases, imagens e vídeos que se disseminam na internet de forma viral].

As gravações se propagaram rapidamente pelo aplicativo de celular. Em um dos vídeos, a jovem aparece fazendo um sinal de ‘OK’. O símbolo virou piada nas redes, com montagens de políticos. Fotos de celebridades fazendo o gesto também começaram a ser usadas pelos internautas. No entanto, algumas imagens teriam sido tiradas antes da polêmica e não se referiam ao caso.

Na época em que as imagens foram divulgadas, Fran afirmou que não se arrependeu de gravar os vídeos porque fez por amor. “Era com uma pessoa que eu amava e em quem eu confiava”. Só que isso não deveria ter sido mostrado para ninguém”, disse. No entanto, por causa da publicação dos vídeos, ela disse que sua vida “virou um inferno”.

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Estudante da UFPA é chamada de ‘negra suja’ nas redes sociais

Polícia diz que suspeito pode ser identificado e responsabilizado.
Movimento Negro cobra providências e punição para criminoso.crimeracial

Publicado no G1

A estudante Sonia Regina Abreu, do campus da Universidade Federal do Pará de Altamira, relatou ter sofrido ofensas através das redes sociais. Segundo a Polícia Civil, o agressor utilizou um perfil falso para praticar injúria racial e disse para a vítima que, em Altamira, “não há lugar para negros sujos”. Ainda segundo a polícia, além do cunho racista, o suspeito ainda teria ameaçado a jovem de 27 anos com os seguintes dizeres: “neguinha como você a gente estupra e depois queima para não poluir o solo. Lugar de negro é na senzala ou a sete palmos”.

De acordo com a Ordem dos Advogados do Brasil, a vítima procurou a direção da universidade, e um professor decidiu encaminhar a denúncia para a OAB, onde caso está sendo acompanhado pelas comissões de Direitos Humanos e Igualdade Racial. “É a tolerância da sociedade e a impunidade que faz com que os ofensores, os racistas, ajam com mais desenvoltura”, critica Jorge Farias, presidente da Comissão de Igualdade Racial.

Nesta segunda-feira (15), a vítima registrou um boletim de ocorrência na delegacia. Um inquérito foi aberto para investigar a origem das ofensas. Segundo a vítima, apesar da denúncia, o autor dos insultos não se intimidou: ele mandou um e-mail para a jovem falando que usou um computador acessado pela própria Sonia na faculdade para postar as ofensas, e diz que foi “fácil como tirar bala de criança”. Ainda no e-mail, o autor diz para a estudante que isso é “só o começo. Vamos limpar Altamira desta peste negra. Nenhum lugar será seguro para negros nesta cidade”.

Sonia disse ao G1 que está assustada com as ameaças. “Estou chocada e horrorizada. Aqui sempre foi tranquilo, tem muita gente de fora. Agora a cidade é outra porque muitas pessoas se mudam pra cá para trabalhar na Usina Belo Monte, então são muitas pessoas, a cidade se tornou uma coisa que a gente não conhece mais. Não sei a origem disso. Não tenho a menor ideia do que tenha motivado isso”, desabafa.

Segundo a advogada Luana Thomaz, que faz parte da Comissão de Direitos Humanos da OAB, o autor destas ofensas precisa ser investigado por incitar a formação de organizações criminosas, como grupos de extermínio. “Isto pode também ter uma organização criminosa envolvida, um grupo de extermínio, uma quadrilha”, disse.

A polícia acredita que pode localizar o agressor. “A Polícia Civil dispõe de mecanismos eficazes que, trabalhando em parceria com o poder judiciário e o Ministério Público, chega-se na autoria daquela postagem”, disse o delegado Samuelson Igaki. “Nós vamos fazer a diligência de quebra de sigilo, caso seja necessário, a fim de identificar este autor para que ele seja punido pelo crime que cometeu”, disse o delegado Rodrigo Leôncio.

Para o Movimento Negro no Pará, o caso é grave e vai além da injúria racial. “Também é crime de racismo porque ele generalizou o seu ódio a toda a população negra do país. O importante para nós, do Movimento Negro, é que o criminoso seja punido”.

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Alunos de colégio no RJ fazem ‘saiaço’ em apoio a estudante transgênero

Publicado no Catraca Livre

No último dia 2 de setembro, uma cena chamou atenção no Colégio Dom Pedro II, na unidade São Cristóvão, zona norte do Rio de Janeiro. Diversos alunos fizeram um “saiaço” em solidariedade a uma aluna transgênero, que foi proibida pela direção de ir de saia à escola.

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A imagem, compartilhada pela comunidade Os Cariocas, repercutiu e chamou muita atenção nas redes sociais. A adolescente, que nasceu com sexo masculino, foi impedida de entrar no colégio no dia 23 de agosto. Em resposta ao ocorrido, o movimento #VouDeSaia invadiu as salas de aula já na semana seguinte.

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A imagem, compartilhada pela comunidade Os Cariocas, repercutiu e chamou muita atenção nas redes sociais. A adolescente, que nasceu com sexo masculino, foi impedida de entrar no colégio no dia 23 de agosto. Em resposta ao ocorrido, o movimento #VouDeSaia invadiu as salas de aula já na semana seguinte.

dica da Marjory Albuquerque

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Estudante cria prato comestível para quem não gosta de lavar louça

Publicado no Estadão

Um estudante iraniano inventou um aparelho que pode significar o fim do trabalho de lavar louça após as refeições.

O aparelho transforma massa de pão em pratos e vasilhas comestíveis nos mais diversos formatos, com diâmetro de até 40 centímetros. Os pratos são comestíveis e contém fibras.

O aparelho fabrica pratos e tigelas que podem armazenar vários tipos de alimentos. O projeto é do estudante de design industrial Saeed Rahiminejad, de 26 anos,que mora em Teerã.

O aparelho batizado de Bake.A.Dish (asse a louça) foi premiado pelo laboratório de design da Electrolux.. Os pratos feitos de massa de pão podem ser usados até para alimentos líquidos, como sopas.

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O aparelho transforma farinha em água em pratos comestíveis ricos em fibras (Foto: Divulgação)

O estudante está agora à procura de financiamento para ajudar a colocar o seu conceito em produção.

“O produto ajuda a personalizar a louça, e funciona como uma alternativa mais sustentável para a louça descartável e ainda acrescenta mais fibras à dieta diária”, afirmou o estudante em entrevista ao Dailly Mail.

“O prato comestível é personalizado de acordo com nossas necessidades e adicionam uma quantidade controlada de fibras e carboidratos na alimentação, para que ela se torne mais saudável”, acrescenta ele.

A massa de pão, basicamente farinha e água, é assada com energia coletada por painéis solares. O estudante diz que o processo contém um segredo para impedir que a massa amoleça com o líquido contido nos alimentos.

A máquina pode ser controlada por um aplicativo de telefone móvel, que calcula o tamanho da tigela ou do prato de acordo com a quantidade de calorias que a pessoa deseja consumir.

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