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16 destinos incríveis que todo mochileiro (e aventureiro!) precisa conhecer

publicado no nomades digitais

Os mochileiros de plantão vão adorar essa lista que encontramos no site Jardim do Mundo, com 16 destinos incríveis para fazer trekking, as chamadas trilhas, que só um espírito genuinamente aventureiro pode aguentar dia após dia, dormindo em barracas e sem muito conforto.

Dos mais difíceis caminhos, com longas e íngremes subidas, cheios dos mais diversos desafios, às mais fáceis e acessíveis, esse post reúne algumas rotas com paisagens incríveis em vários países como Estados Unidos, Islândia e até mesmo a Irlanda, destino que tem recebido cada vez mais intercambistas.

Prepare sua mochila e seu corpo, pois a resistência física é fundamental, e confira as mais sensacionais trilhas abaixo:

1. Cruzando Norte Drakensberg, África do Sul

Com 41 milhas (65 km) de comprimento, essa trilha feita na montanha mais alta da África do Sul pode levar de cinco a seis dias e a data ideal para ida é entre março e maio. O nível de dificuldade é extremo, visto que não há rota definida entre os rios, cascatas e escladas.

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2. Portões do Parque Nacional do Ártico – Alaska, Estados Unidos

Esse enorme parque é o segundo maior do país, com 13.238 milhas quadradas (34.287 quilômetros quadrados). Entre cadeia de montanhas, floresta boreal, rios selvagens e paisagens incríveis, você ainda encontra – entre a extrema dificuldade – ursos pardos, raposas e caribus. O ideal é ir entre junho e agosto.

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3.  A trilha Overland Track, Austrália

Com 50 milhas (82 km) de comprimento, essa trilha é uma das mais famosas da Austrália, levando de cinco a seis dias para ser feita. Entre rios, florestas temperadas e montanhas, o nível de dificuldade está entre o fácil e o moderado, pois há calçadões bem conservados no meio do caminho. Vá entre os meses de outubro e maio.

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4. Caminho Jomolhari – Butão

Essa trilha leva até a montanha sagrada do Himalaia, que faz fronteira com Tibete, China e Butão. Com até 66 milhas (106 km) de comprimento, você leva de oito a doze dias para completá-la. A dificuldade extrema pode ser poupada pelos museus, casas yak, mosteiros e fortalezas. Os melhores meses para ir são abril, maio, outubro e novembro.

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5. John Muir Trail, Califórnia, Estados Unidos

Entre 21 e 24 dias você pode percorrer as 210 milhas (339 km) dessa trilha que passa por maravilhosos parques nacionais como Yosemite, Kings Canyon, Sequoia e John Muir e as florestas de reservas Nacionais Serra e Inyo. A dificuldade é moderada e o ideal é ir entre julho e outubro. 

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6. Tour du Mont Blanc – França, Itália, Suíça

Essa popular caminhada tem 105 milhas (170 quilômetros), a serem percorridas entre 7 e 11 dias. A dificuldade beira entre o moderado e o extremo, pois a trilha é feita em torno do Mont Blanc, passando por subidas complicadas e descidas, planícies rochosas, que dão uma vista incrível para as geleiras. A melhor época para a aventura é entre os meses de julho e setembro.

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7. Trilha Inca para Machu Picchu – Peru

Com quatro dias é possível percorrer as 30 milhas (48 km) da trilha inca mais famosa de todas. O caminho por meio de florestas, tundras e paisagens geológicas, tem dificuldade moderada e leva às famosas ruínas de Machu Picchu. O melhor período para fazê-la é entre maio e agosto, somente em grupos com número limitado de pessoas, conforme estabeleceu o governo local.

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8. De Lukla ao Everest Base Camp, Nepal

São 16 dias para percorrer as 70 milhas (113 km) de dificuldade moderada. A incrível vista contempla os quatro dos picos mais altos do mundo (Everest, Lhotse, Makalu e Cho Oyu). Além disso, passa por geleiros, rios, mosteiros budistas e aldeias amigáveis.  Vá entre março-maio ou setembro-dezembro. 

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9. Queen Charlotte Trail – Nova Zelândia

Com 44 milhas (71 km), percorridas em quatro dias, essa é uma das rotas de trekking mais conhecidas da Nova Zelândia. Bem cuidada, a trilha com dificuldade entre fácil e moderado tem acesso a florestas exuberantes e águas cristalinas. A melhor época para ir é simplesmente o ano todo.

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10. A rota Dingle Way, Irlanda

São 112 milhas (179 km) e nove dias de caminhada. Praias douradas, aldeia, florestas, ruínas e campos ultra verdes são algumas das atrações que fazem que com que essa trilha seja das mais diversificadas. A dificuldade é moderada e é melhor evitar o período entre novembro e fevereiro, quando há fortes chuvas e granizo. 

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11. Cinque Terre, Itália

As “cinco terras” italianas são formadas por pequenas aldeias costeiras ao longo de 7,5 milhas (12 km). De um a dois dias é fácil percorrer por Riomaggiore, Manarola, Corniglia, Vernazza e Monterosso, especialmente nos meses de abril-maio e setembro-outubro. 

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12. Kalalau Trail – Havaí, Estados Unidos

O percurso não é longo, mas a dificuldade é vigorosa nessa caminhada de 22 milhas (36 km), que leva de dois a três dias para ser feita. Vales verdejantes e bordas estreitas intensificam seu esforço, que é recompensado com as paisagens impressionantes. Pode ir tranquilamente durante o ano todo. 

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13. Long Trail, Vermont, Estados Unidos

Estradas, rios, pântanos, florestas alpinas, lagos cristalinos e grandes áreas verdes formam as 273 milhas (438 km) dessa rota, a ser completa entre 26 e 30 dias. A dificuldade varia entre moderado e extremo e o melhor período é entre maio e novembro.  

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14. Trail Laugavegurinn – Islândia

A rota mais popular da Islândia é totalmente envolvida na vida selvagem, passando por vales desertos, geleiras, paisagens vulcânicas e cachoeiras cristalinas, que ao longo de suas 34 milhas (55 km), te rendem quatro dias de caminhada moderadamente difícil. Vá entre junho e setembro.

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15. Gunung Rinjani, Indonésia

Esta trilha de 14 milhas (22 km) leva corajosos, que caminha de três a quatro dias, ao Monte Rinjani, um vulcão ativo e segundo pico mais alto do país. Entre grutas, subidas íngremes, águas termais e céus estrelados, vale a pena enfrentar a dificuldade extrema. Planeje sua ida entre maio e outubro.

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16. Torres del Paine – Chile

Como parte da passagem surreal da Patagônia, as “Torres” se estendem por 62 milhas (100 quilômetros), rendendo oito dias de caminhada. Animais como condores e gansos se espalham por geleiras, penhascos, florestas e campos subpolares. A dificuldade está entre moderada e extrema, e os melhores meses para ir são entre novembro e abril. 

Artista japonês envia bonsai e buquê de flores para o espaço e capta imagens incríveis da experiência

publicado no Hypeness

Os balões de hélio há tempos têm sido usados para levar objetos inusitados ao espaço. Desta vez foi o artista japonês Azuma Makoto que fez uso deles para ultrapassar os limites da estratosfera com um bonsai e um buquê de flores. A ação, que aconteceu no dia 15 de julho no Black Rock Desert, em Nevada (EUA), foi intitulada “Exobiotanica“.

O artista selecionou um bonsai de pinho branco e reuniu flores das mais diversas partes do mundo em um belo buquê. Cada peça foi acoplada a um balão de gás hélio com uma câmera, equipamento que foi lançado ao espaço em parceria com a JP Aerospace de Sacramento. O balão com o bonsai alcançou os 27,98 km de altura, enquanto que o buquê chegou a 26,51 km.

Para Azuma Makoto, flores não devem ficar apenas em cima de mesas ou no jardim. “Eu queria ver o movimento e a beleza das flores suspensas no espaço”, afirmou.

Confira as incríveis imagens da expedição das plantas ao espaço:

Azuma Makoto

Azuma Makoto

Azuma Makoto

Azuma Makoto

Azuma Makoto

Azuma Makoto

Azuma Makoto

Azuma Makoto

Todas as fotos © Azuma Makoto

Bíblia fracassa em dar respostas, diz ex-pastor

EhrmanPublicado por Livraria da Folha

Bart D. Ehrman, ex-pastor e chefe do departamento de estudos religiosos da Universidade da Carolina do Norte, nos EUA, considera que a Bíblia fracassa em dar respostas para uma questão fundamental: o sofrimento.

A existência do sofrimento no mundo passou a ser um pensamento obsessivo enquanto ele ainda era pastor e comprometido com o cristianismo e com o seu rebanho. Essa obsessão o fez vasculhar a Bíblia.

“Para mim, o problema do sofrimento se tornou o problema da fé”, escreve Ehrman em “O Problema com Deus”. “Algumas pessoas acham que conhecem as respostas. Ou não se incomodam com as perguntas”.

Ehrman aprendeu nas mensagens bíblicas que Deus, por amor, interfere para socorrer seus fiéis em momentos difíceis. Assim, Ele ajudou o povo escolhido a escapar da escravidão no Egito, curou os doentes e alimentou os famintos.

“Onde está esse Deus agora?”, questiona. “Se Deus interferiu para livrar os exércitos de Israel de seus inimigos, por que não interfere agora quando exércitos de tiranos sádicos atacam de forma selvagem e destroem aldeias, cidades e mesmo países inteiros?”

“Por que uma criança –uma simples criança!– morre de fome a cada cinco segundos? A cada cinco segundos.”

No livro, ele analisa as Escrituras e apresenta uma série ensinamentos conflitantes, principalmente na questão do sofrimento, algo que o autor considera uma dos temas mais fascinantes da humanidade e o que o levou a perder a fé.

Abandonar o cristianismo não foi uma tarefa fácil para Ehrman. “Eu fui embora esperneando, querendo desesperadamente me aferrar à fé que conhecia desde a infância e da qual me tornara íntimo a partir da adolescência. Mas eu tinha chegado a um ponto em que não podia mais acreditar”, conta.

“Eu finalmente reconheci a derrota, me dei conta de que já não podia acreditar no Deus da minha tradição e reconheci que era um agnóstico: eu não ‘sei’ se existe um Deus; mas acho que se houver um, ele certamente não é aquele proclamado pela tradição judaico-cristã”.

Café sem funcionários espera que consumidores paguem com consciência

Divulgaçãopublicado no Estadão

 Um café instalado em Valley City, uma pequena cidade de menos de 7 mil habitantes no estado da Dakota do Norte, aposta na honestidade de seus clientes para a continuidade do negócio. 

O Vault, instalado em uma antiga agência bancária reformada, é um café como todos os outros, com mesas e cadeiras confortáveis. Não há nenhum funcionário, e tudo é automatizado para que os consumidores se sirvam e paguem sozinhos. A única medida de segurança instalada são câmeras.

Para a surpresa de seu proprietário, os clientes costumam deixar 15% a mais do que os preços estabelecidos no menu. Além do café e das opções de comida, o estabelecimento também oferece livros de segunda mão, que são vendidos a um preço simbólico de US$ 1.

Jovens estagiários ganham fortunas para trabalhar no Vale do Silício

Vale do Silício

publicado na INFO

Michael Sayman, de 17 anos, havia acabado de se formar no colégio e morava em Miami quando recebeu um convite por e-mail para voar até a Califórnia e conhecer Mark Zuckerberg. O adolescente foi contratado para uma vaga de estágio de verão e, acompanhado pela mãe, foi se encontrar o CEO do Facebook para falar sobre seu trabalho. Ele contou sua história em reportagem para a Bloomberg.

Isso mostra que as empresas do Vale do Silício definitivamente querem garantir os melhores talentos da tecnologia, oferecendo salários bem acima da média e inúmeros privilégios – mesmo que o jovem não tenha frequentado uma universidade.

De acordo com a reportagem, o fato de muitos jovens profissionais começarem a abrir suas próprias startups faz com que o Vale do Silício tenha dificuldade para encontrar novos talentos nas companhias. Desse modo, a solução passou a ser a contratação de adolescentes ainda no ensino médio para trabalhar.

E encontrar bons profissionais ainda nessa idade não é uma tarefa difícil. Os adolescentes entram cada vez mais cedo no mundo da tecnologia, pois contam com uma série de tutoriais e comunidades colaborativas online para qualquer um aprender a programar e produzir seus próprios aplicativos. Foi o caso de Nick D’Aloisio, que ficou milionário aos 17 anos após vender seu aplicativo para o Yahoo!.

A Bloomberg ainda afirma que um dos primeiros investidores do Facebook, Peter Thiel, paga até 100 mil dólares para que jovens com menos de 20 anos abandonem o colégio ou a universidade para seguirem suas paixões por dois anos.

Em uma tabela feita pela Glassdoor com os salários informados pelos próprios profissionais, a companhia Palantir, empresa de software para agências de inteligência, lidera o ranking com a melhor remuneração, chegando a pagar 7 mil dólares para estagiários.

Confira abaixo quanto os jovens podem ganhar nas principais empresas do Vale do Silício:

Glassdoor