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Herói de Ohio ganha hambúrguer grátis pelo resto da vida

Como estratégia de marketing, rede de restaurantes anuncia prêmio para Charles Ramsey

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publicado no Estadão

O homem que ficou famoso por deixar de lado o Big Mac que estava comendo para salvar três mulheres mantidas em cativeiro por uma década, em Ohio, nos Estados Unidos, nunca mais vai ter de pagar por um hambúrguer em sua cidade natal.

Como estratégia de marketing, uma rede de restaurantes da cidade ofereceu a ele um passe livre para comer quantos sanduíches quiser pelo resto da vida, informou a ABC News.

Charles Ramsey virou celebridade na internet após dar entrevistas a emissoras de TV dizendo como a encontrou Amanda Berry, Gina DeJesus e Michelle Cavaleiro, no dia 6 de Maio.

Depois de explicar a situação, Ramsey declarou que percebeu que algo estava errado quando “uma menina branca foi correndo para os braços de um homem negro”. “Algo está errado aqui”, comentou ele.

Para aproveitar a fama de Ramsey, o restaurante onde ele já trabalhou como lavador de pratos criou um hambúrguer especial em sua honra.

ONGs denunciam igrejas por política partidária nos EUA

“Não pagar impostos é um privilégio. Por que as igrejas não precisam prestar contas?”, diz Anne Laurie Gaylor, porta-voz da fundação.

imagem: internet

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Publicado originalmente no Estadão

Cerca de cem igrejas americanas, evangélicas e católicas, foram denunciadas no ano passado por organizações não governamentais por estarem fazendo política partidária em cultos e missas.

Um número crescente de ONGs americanas luta para que tais igrejas percam o direito de não pagar impostos como entidades religiosas.

Os ativistas se amparam na reforma do código tributário de 1954, quando entidades isentas de impostos ficaram proibidas de fazer campanhas políticas ou endossar candidatos a cargos públicos.

Para essas ONGs, as igrejas denunciadas não respeitam a lei, e o IRS –a Receita Federal americana– não as pune como devido. Os religiosos rebatem dizendo que a sua liberdade de expressão está sendo ameaçada.

Desde os anos 50, praticamente só uma igreja por década perdeu a isenção ou foi multada. A maioria recebe apenas uma advertência. Outras, poucas, não se registram como entidades religiosas e pagam impostos para poder expressar visões políticas.

A organização Americans United for Separation of Church and State [americanos unidos pela separação de igreja e Estado] mandou em 2012 cartas a 60 mil igrejas no país, recordando pastores e padres da proibição de campanhas em cultos e missas.

O grupo ateísta Fundação para a Liberdade de Religião pressiona o IRS a acabar com o “tratamento preferencial” às igrejas. Com 19 mil membros, a entidade entrou com uma ação em janeiro pedindo “relatórios anuais detalhados” de gastos e receitas para as igrejas, “os mesmos pedidos a qualquer outra ONG”.

“Não pagar impostos é um privilégio. Por que as igrejas não precisam prestar contas?”, diz Anne Laurie Gaylor, porta-voz da fundação.

PRESTAÇÃO DE CONTAS

À Folha Rob Boston, diretor da Americans United, disse que, “além de acabar com a isenção fiscal de igrejas que façam proselitismo político, queremos mais leis que obriguem entidades com esse privilégio a revelar seus investimentos e suas doações”.

Essa lei existe em poucos estados, como a Califórnia. Lá as autoridades descobriram que a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (mórmons) doou cerca de US$ 22 milhões (R$ 44 milhões) para campanha contra o casamento gay no plebiscito do Estado, em 2008.

A colaboração mórmon foi de cerca de 70% das doações a favor da proibição. Famílias mórmons eram estimuladas a doar durante os cultos.

Mesmo sem punição da Receita, os mórmons sentiram o golpe. Houve protestos em frente a templos, e vários foram pichados. Em abril, a igreja mudou sua posição histórica e apoiou a decisão dos Escoteiros da América de permitir integrantes gays.

O IRS não retornou o pedido de entrevista da Folha e disse que as auditorias de igrejas são confidenciais.

Segundo a Americans United, desde 2009 não há investigações relevantes contra igrejas, apesar da alta nas denúncias. Mas em 2012 o gerente do IRS de Washington, Peter Lorenzetti, disse a pastores que “fazer campanhas para candidatos ou doações contra outros” é suficiente para revogar o status de isento.

“Estimamos que menos de mil igrejas façam política partidária hoje. É uma fração pequena, mas que precisa ser investigada”, diz Boston.

Desde 1894, igrejas não têm de pagar impostos sobre propriedade ou arrecadação. Doações a elas podem ser abatidas do Imposto de Renda.

 

Quem vai encarar o Bates Motel?

O Bates Motel é fictício – foi criado na mente de Hitchcock. Já era de se esperar, no entanto, que depois do sucesso da obra, alguém aproveitasse para abrir um negócio com esse nome.

Bathes Motel em "Psicose" (1960)

Bathes Motel em “Psicose” (1960

Publicado originalmente no Blog do Curioso

No dia 18 de março, estreia nos Estados Unidos a série Bates Motel, produzida pelo canal A&E. Os dez episódios irão contar como Norman Bates, proprietário do estabelecimento, acabou se tornando o assassino do filme “Psicose” (1960), obra-prima de Alfred Hitchcock. O Bates Motel é fictício -foi criado na mente de Hitchcock. Já era de se esperar, no entanto, que depois do sucesso da obra, alguém aproveitasse para abrir um negócio com esse nome.

No meio de uma estrada na Pensilvânia, Estados Unidos, funciona há duas décadas o assustador Bates Motel. Que os fãs de Hitchcock não se animem: não é possível se hospedar lá. O local é, na verdade, um aterrorizante parque de diversões. Os visitantes são convidados a participar de três atrações: um trem-fantasma, uma casal mal assombrada e uma trilha de terror.

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Bates Motel na Pensilvânia

A construção do Bates Motel abriga uma casa mal-assombrada. Lá, os visitantes deparam com fantasmas levitando, zumbis, quadros com retratos que se movem e chão que se levanta. Atores fantasiados que aparecem de surpresa são os responsáveis pelos maiores sustos de quem se aventura a passear pelas dependências do motel. Os recepcionistas então convidam os hóspedes a fazer uma trilha em uma plantação de milho ao ar livre – a atração favorita entre os corajosos que já encararam as torturas. O aterrorizante passeio é decorado com bonecos de zumbis e assombrado por 30 atores vestidos de monstros. No caminho, os andarilhos passam por uma cidade-fantasma, encontram uma mina de ouro abandonada e encaram um lago cheio de jacarés e cadáveres de pescadores. A última cena, estrelada por seis lobisomens, guarda uma surpresa de tirar o fôlego.

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Para completar o show de horrores, tem ainda o trem-fantasma do Bates Motel, que já foi classificado pelo canal de turismo Travel Channel como a mais assustadora atração dos Estados Unidos. Os visitantes sobem na caçamba de um trator de fazenda e são conduzidos por uma trilha mal-assombrada durante longos 25 minutos. Quem assusta os passageiros são 75 atores no papel de fantasmas, monstros, pessoas possuídas, seres extraterrestres e dos clássicos assassinos Freddie Krueger, Hannibal, Jason Voorhees e o maníaco da serra elétrica. Para dar tom realístico à superprodução de 25 cenários, são adicionados efeitos digitais, água, fogo, iluminação e trilha sonora. Veja o vídeo:

Dica do Etewaldo Júnior

Cão ajuda a aliviar o estresse no trabalho

Vanessa Queiroz e a golden retriver Bumi no Estúdio Colletivo; até os clientes se derretem pelos animais
Vanessa Queiroz e a golden retriver Bumi no Estúdio Colletivo; até os clientes se derretem pelos animais

Carla Uerlings, no UOL

Uma lambida aqui, um carinho ali… Assim é a rotina do Colletivo, estúdio multidisciplinar que atua nos mais diversos segmentos do design. Bumi, Amy, Billie Jean e outros cães fazem a alegria de todos, que podem trazer para o trabalho seus bichos de estimação.  Vanessa Queiroz, uma das sócias, conta que um funcionário começou e depois outros compraram a ideia. “Sempre adorei cachorro, mas meus pais não queriam no apartamento. Quando fui morar sozinha, comprei a Bumi e comecei a trazê-la comigo para a agência. Isso já faz cinco anos.”

Alexandre Pessoa é outro adepto dos cachorros no trabalho. Ele traz todos os dias a Amy, sua vira-lata de dois anos.  “Meu avô encontrou a Amy abandonada em uma estrada, ainda filhote. Ela vem para o Colletivo desde bebê”, conta enquanto a cachorra corre agitada, brincando com a golden retriever Bumi.

Em outros países, como Canadá e Inglaterra, essa prática é mais comum. Nos Estados Unidos, há até uma campanha, a “Take Your Dog to Work Day”, propondo que empregadores permitam o acesso de animais ao local do trabalho.

Estudos apontam que a presença de animais de estimação no trabalho traz bem-estar e diminui o estresse do dia a dia. Pesquisadores da Universidade Virginia Commonwealth (EUA) colheram amostras de saliva de 450 funcionários de uma empresa de varejo durante uma semana. Cerca de 30 pessoas levaram seus cachorros para o trabalho pelo menos um dia. Nesse grupo, o nível de estresse caiu da manhã para a noite, diferente das pessoas que deixaram o bicho em casa. Quem não tinha qualquer animal apresentou maiores quantidades de cortisol, um dos hormônios associados ao estresse.

O psiquiatra Elko Perissinotti, vice-diretor do Hospital Dia, do Instituto de Psiquiatria (IPq-HCFMUSP) afirma que a interação do ser humano com animal é fundamental. Segundo ele, a troca de carinho com o cão libera no organismo os neurotransmissores endorfina, ocitocina e serotonina, que proporcionam sensação de bem-estar.  “Essas reações – psicológica e química – trazem uma mudança benéfica ao organismo que funcionam como antiestresse”, explica o psiquiatra.

Com certeza, no Colletivo o clima é menos estressante por conta das cachorras. Elas têm completa liberdade, circulam por todas as salas do estúdio, que fica em uma casa de dois andares com um quintal bem agradável. “A galera dá muita risada com as brincadeiras que a Bumi e Amy fazem. Até os clientes gostam da ideia, quando vêm aqui para reuniões eles se derretem”, comenta Vanessa Queiroz, garantindo que as “colegas de trabalho” trazem aconchego ao ambiente.

PetDay

A SimGroup, que desenvolve ações motivacionais para empresas em São Paulo, também percebeu os benefícios de ter bichos uma vez por semana em seu “território”. O “PetDay”, que ocorre toda sexta-feira, começou este ano e causou euforia. A diretora-executiva, Sueli Brusco Aftimus, tomou conhecimento da pesquisa americana e resolveu aplicá-la na agência. “No início, o pessoal quase brigava para ver quem traria o pet. Começamos com sorteio e agora temos uma escala dos bichos”, relembra a assessora de imprensa Thais Volkweis. Segundo ela, a lista já teve até cobra e papagaio!

Muitas vezes, o animal é um estímulo para quebrar barreiras que surgem no dia a dia. O assistente comercial César Martiniano teve essa percepção quando trouxe sua cachorra. “Colegas que eram de outros setores, que eu não conhecia bem, vieram falar comigo, perguntar sobre a raça, o nome dela. Foi um dia gostoso e de total integração”, conta o tutor de Cindy, garantindo que para a cadela a paparicação também foi muito gratificante.

O psiquiatra Perissinotti explica que o cachorro funciona como um catalisador nas relações entre as pessoas seja no trabalho, durante a terapia assistida em um hospital ou apenas passeando na rua. “Atualmente, as pessoas não estão mais acostumadas a se aproximar umas das outras. O cão acaba sendo um agente, um facilitador, o objeto que canaliza a amizade”, conclui.

O grupo da SimGroup acredita que essa simples ação diminui a ansiedade e eleva a autoestima, além de tornar as pessoas mais afetivas. “Foi uma ideia fantástica. O ambiente fica mais leve e lúdico, pois o cão traz alegria e descontração”, ressalta a redatora Lígia Prada, que já teve cachorro e agora curte o dos outros durante uma criação e outra.

Nem sempre é possível

Tanto a SimGroup quanto o Estúdio Colletivo estão instalados em casas, o que dá a liberdade de se trazer os cães para trabalhar.  Outras empresas já não podem se dar a esse luxo. Muitas ficam em condomínios comerciais cujos estatutos não permitem animais em seus andares ou salas.

Esse é o caso do Google, considerada uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil e nos Estados Unidos, que não pode implantar aqui a mesma prática adotada em Mountain View, na Califórnia .  Lá, o prédio é próprio e a presença dos pets é liberada a qualquer hora. Em São Paulo, os funcionários trabalham em andares de um edifício e não têm a mesma chance dos colegas norte-americanos.

ONG RECOMENDA ALGUNS CUIDADOS AO LEVAR OS ANIMAIS AO TRABALHO

Leandro Moraes/UOL

Local deve ser adequado e confortável

A ARCA Brasil (Associação Humanitária de Proteção e Bem-Estar Animal) acredita que levar o pet para o trabalho pode ser uma ótima ideia, em especial para animais que sofrem com a chamada “síndrome da ansiedade da separação”, nome dado quando o bicho de estimação começa a dar sinais de estresse ao ser deixado sozinho ou ser separado da pessoa com quem ele é mais apegado. Algo que acontece muito com quem trabalha fora o dia todo e deixa o pet sozinho em casa.

Mas os tutores devem estar atentos e tomar alguns cuidados ao levarem seus bichos de estimação para as empresas:

  • O local deve ter área compatível e confortável, onde o animal possa se deitar e observar o ambiente à sua volta;
  • É importante passear uma ou duas vezes durante o dia, em especial para os pets hiperativos;
  • Os animais devem estar em bom estado de saúde, com as vacinas em dia e ter boas maneiras.

Bruno Schuveizer, da área de Comunicação, acredita que essa prática aumenta os laços entre as pessoas e os bichos e também pode significar mais chances de adoção em todo país. A própria ARCA Brasil já teve uma experiência nesse sentido.

Durante anos, a ONG manteve em sua sede administrativa o mascote Tingo, cão retirado das ruas pelo presidente Marco Ciampi. Além de ganhar um lar, Tingo virou uma espécie de celebridade. “Nos 10 anos em que ficou aqui, ilustrou inúmeros cartazes, folders e cartões de Natal, além de matérias em jornais e revistas”, recorda-se Bruno Schuveizer.

Comprovado: TV faz mal às crianças

kickthebaby_thumbCarlos Cardoso, no Meio Bit

Os números são assustadores, mas reais: Anualmente nos EUA 13 mil crianças são machucadas da forma mais idiota e evitável possível: Derrubando o televisor em suas cabecinhas inocentes e curiosas. Pior: A cada 3 semanas uma criança morre por causa desse tipo de acidente.

70% das vítimas têm menos de 5 anos.

Esses números aumentaram em 31% na última década. A “culpa” é das TVs de tela plana. Antigamente era virtualmente impossível para um moleque atentado derrubar uma Telefunken 29 polegadas, que pesava uns 200kg. Hoje não só o peso como a estabilidade das TVs está bem diferente.

Em amo a minha Samsung Loura, mas balançando pela parte de cima ela treme toda. Uma pestinha dessas empurrando a TV invocará Newton E Darwin, e poderá acordar no hospital com cara de gato persa.

A culpa no caso é 100% dos pais. A mesma pesquisa identificou que 3/4 das TVs não estão presas nas paredes, mas apenas colocadas precariamente nos racks, com aquelas bases ridículas que não seguram nada. Os pais, botando o bolso na frente dos filhos temem danificar a parede ou instalar a TV corretamente.

Tem filho pequeno em casa? Não pense duas vezes: Compre um suporte de parede. Os bons modelos são seguros, flexíveis e permitem inclusive mais ângulos de visão do que a base original.