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Jovens estagiários ganham fortunas para trabalhar no Vale do Silício

Vale do Silício

publicado na INFO

Michael Sayman, de 17 anos, havia acabado de se formar no colégio e morava em Miami quando recebeu um convite por e-mail para voar até a Califórnia e conhecer Mark Zuckerberg. O adolescente foi contratado para uma vaga de estágio de verão e, acompanhado pela mãe, foi se encontrar o CEO do Facebook para falar sobre seu trabalho. Ele contou sua história em reportagem para a Bloomberg.

Isso mostra que as empresas do Vale do Silício definitivamente querem garantir os melhores talentos da tecnologia, oferecendo salários bem acima da média e inúmeros privilégios – mesmo que o jovem não tenha frequentado uma universidade.

De acordo com a reportagem, o fato de muitos jovens profissionais começarem a abrir suas próprias startups faz com que o Vale do Silício tenha dificuldade para encontrar novos talentos nas companhias. Desse modo, a solução passou a ser a contratação de adolescentes ainda no ensino médio para trabalhar.

E encontrar bons profissionais ainda nessa idade não é uma tarefa difícil. Os adolescentes entram cada vez mais cedo no mundo da tecnologia, pois contam com uma série de tutoriais e comunidades colaborativas online para qualquer um aprender a programar e produzir seus próprios aplicativos. Foi o caso de Nick D’Aloisio, que ficou milionário aos 17 anos após vender seu aplicativo para o Yahoo!.

A Bloomberg ainda afirma que um dos primeiros investidores do Facebook, Peter Thiel, paga até 100 mil dólares para que jovens com menos de 20 anos abandonem o colégio ou a universidade para seguirem suas paixões por dois anos.

Em uma tabela feita pela Glassdoor com os salários informados pelos próprios profissionais, a companhia Palantir, empresa de software para agências de inteligência, lidera o ranking com a melhor remuneração, chegando a pagar 7 mil dólares para estagiários.

Confira abaixo quanto os jovens podem ganhar nas principais empresas do Vale do Silício:

Glassdoor

Pessoas atraentes são menos propensas a ficarem doentes

Um estudo descobriu que quanto mais bonita a pessoa for, menos chances tem de desenvolver problemas como hipertensão, colesterol alto e depressão

Publicado no Terra

foto: Getty Images

foto: Getty Images

Pessoas atraentes são menos propensas ficarem doentes e a terem doenças como asma, diabetes e hipertensão, segundo nova pesquisa feita pela Universidade de Cincinnati, nos EUA. Eles também se sentem mais saudáveis, se afastam menos do trabalho e têm menos diagnósticos de problemas de saúde física e mental ao longo da vida. As informações são do Daily Mail.

O estudo avaliou 15 mil homens e mulheres, com idades entre 24 e 35 anos, acompanhados desde os 10 anos de idade. É o maior estudo, até o momento, que relaciona a aparência física à saúde.

A pesquisa foi feita com entrevistas cara-a-cara, diferente de muitos estudos. Pesquisadores acreditam que a boa aparência está ligada a bons genes e também sinalizam boa saúde. Homens e mulheres foram questionados se já haviam sido diagnosticados com vários tipos de doença.

O grupo foi dividido em cinco categorias: pouco atraentes, não atraentes, mediano, atraentes e muito atraentes. Quanto mais atraente a pessoa fosse, menos complicação de saúde apresentava. Para cada aumento na classificação de atratividade física para os homens, houve redução de 13% na probabilidade diagnostico para colesterol alto, 20% menos chances de hipertensão, 15% de depressão, 23% menos risco de TDAH, e 21% de gagueira.

Já em relação às mulheres, as mais atraentes se mostraram 21% menos propensas a terem hipertensão, 22% a serem diagnosticadas com diabetes, 12% com asma, 17% com depressão, 18% menos risco de TDAH e 18% de gagueira.

Você comeria um Whopper do Orgulho Gay?

publicado no Adnews

Durante a Parada do Orgulho Gay de San Francisco, o Burger King apresentou o Proud Whopper, uma variação do tradicional sanduíche da marca.

O lanche foi servido numa lanchonete da rede e a reação dos consumidores foi filmada. Muitos se perguntavam o que havia de diferente no sanduíche, se era mais doce, mais saboroso ou menor que o Whopper normal.

Quando repararam no guardanapo que acompanhava o lanche, eles descobriam que o Proud Whopper era igual aos outros.

“Nós somos iguais por dentro”, dizia a folha que revestia o lanche. Ou seja, era o mesmo sanduíche, só que enrolado num arco-íris.

O objetivo é mostrar que o preconceito é algo bobo e carregado de julgamentos superficiais.

Muitos dos consumidores se emocionaram ao descobrir o que havia por trás do Proud Whopper. “Um hambúrguer nunca tinha me feito chorar antes”, diz uma das participantes.

A ação tem assinatura da DAVID dos brasileiros Anselmo Ramos, Roberto Fernandez e da dupla Bruno Luglio e Ivan Guerra.

Confira:

Suprema Corte dos EUA determina aplicação de lei da Califórnia que proíbe ‘cura gay’

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Publicado em O Globo

A Suprema Corte dos EUA abriu o caminho para iniciativas que embarreiram a “cura gay”, ao determinar a aplicação de uma lei da Califórnia que proíbe o aconselhamento psicológico que visa a transformar menores gays em heterossexuais.

A Lei da Califórnia deveria entrar em vigor no ano passado, mas ficou em espera por conta de ações que tentaram derrubá-la. A Justiça não atendeu ao recurso de apoiadores da chamada conversão ou terapia reparativa.

Os juízes mantiveram uma decisão de agosto de 2013 que dizia que o banimento cobria atividades profissionais que cabem ao estado regular, e que não violava a liberdade de expressão dos profissionais e dos pacientes buscando tratamento.

​No ano passado, o Tribunal de Apelações dos EUA foi favorável ao entendimento, defendido por ​legisladores da Califórnia, de que ​terapias destinadas a mudar a orientação sexual para menores de 18 anos estavam fora das pesquisas científicas e têm sido repudiadas pelos principais grupos médicos, além serem consideradas potencialmente perigosas.

“A Suprema Corte decidiu bloquear qualquer abertura possível para se permitir mais abuso infantil psicológico na Califórnia”, disse o senador estadual Ted Lieu, autor da lei, nesta segunda-feira. “A recusa do Tribunal em aceitar o apelo de terapeutas com fundamentos ideológicos extremos e​ que​ praticam o charlatanismo de terapia de conversão gay é uma vitória para o bem-estar da criança,​ da​ ciência e​ dos​princípios humanos básicos.”

A lei diz que terapeutas profissionais e conselheiros que ofereçam tratamentos destinados a eliminar ou reduzir atração pelo mesmo sexo em seus pacientes estão apresentando conduta não profissional e, por isso, est ​ão​ sujeito​s​ a sofrer revisões em seus licenciamentos. A lei, entretanto, não abrange ações de pastores e conselheiros leigos que forneçam terapias de “cura gay” por meio de programas da igreja.

Os grupos que criticam a lei argumentam que os legisladores não têm comprovação científica de que a terapia faz mal. O governador de Nova Jersey Chris Christie assinou uma lei proibindo a prática em seu estado no ano passado.

Ex-vice-presidente do Tinder processa aplicativo por assédio sexual

Whitney Wolfe acusa fundadores do aplicativo de assédio sexual e discriminação alegando ter sido vítima de xingamentos

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publicado no LINK

Whitney Wolfe, ex-vice-presidente de marketing do popular aplicativo de relacionamento para celulares, o Tinder, abriu um processo na segunda-feira,30, contra sua ex-companhia por assédio sexual e discriminação em um tribunal de Los Angeles, nos Estados Unidos, segundo documentos judiciais.

Whitney afirmou que foi chamada de “puta” pelo chefe de marketing do Tinder, Justin Mateen, em repetidas ocasiões, inclusive diante do executivo-chefe da empresa, Sean Rad, que também a ameaçou de retirar seu título de cofundadora do aplicativo porque sua imagem de mulher jovem desvalorizava a companhia.

No processo, Whitney diz que Mateen e Rad “representam o pior do estereótipo de macho alfa misógino que frequentemente se associa com as startups tecnológicas”.

Mateen e Whitney tiveram uma relação sentimental tumultuada durante vários meses em 2013. Segundo a versão da ex-vice-presidente de marketing, Mateen iniciou uma campanha de assédio e insultos com o fim da relação.

No processo apresentado ao tribunal, os advogados de Whitney relatam um intenso “assédio moral” carregado de insultos de Mateen a Whitney, afirmando que ela tinha problemas com o álcool, era uma “menina má”, “falsa”, “uma perdedora desesperada” e uma “raposa”.

Quando Whitney não aguentou mais e pediu seu desligamento, Rad a despediu, segundo sua versão dos fatos.

Match.com e a IAC, empresas proprietárias do Tinder, também foram incluídas no processo. A ação diz que a imagem de Whitney era usada pela companhia para atrair às mulheres para o aplicativo.