Bancada gay lança projeto de lei para proibir casamento de evangélicos

Se aprovado, evangélicos não poderão se casar entre si.

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Publicado impagavelmente no Sensacionalista

A bancada gay de deputados, liderados por Jean Wyllys resolveu contra-atacar a bancada evangélica e lançou o projeto de lei que visa proibir casamentos entre evangélicos. Se aprovado, evangélicos não poderão se casar entre si. Segundo o deputado Marcelo Almeida a medida é justa: “Eles são contra o casamento gay, então nós também somos contra o casamento evangélico. Evangélico não tem condições de criar um filho, olha no que dá, nasce coisas como Silas Malafaia e Marco Feliciano.”

A medida é polêmica e se aprovada poderá anular, inclusive, os casamentos evangélicos já realizados até agora. Para o pastor Álisson Amorim, a tentativa é absurda: “Eles não podem anular, pois para nós, o sexo só é permitido dentro do casamento e se for anulado, significa que nós não estávamos casados, ou seja, estávamos fazendo sexo fora do casamento com a própria esposa, logo estávamos em pecado!”

Vinícius Antunes

 

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“Os evangélicos não são todos iguais”

“Os evangélicos não são todos iguais”, diz Caio Marçal. “O discurso do ódio só interessa a quem quer espalhar temor e pânico”.

Caio Marçal, secretário de mobilização da Rede Fale
Caio Marçal, secretário de mobilização da Rede Fale

Kiko Nogueira, no Diário do Centro do Mundo

O deputado Marco Feliciano, do PSC, conseguiu ficar apenas oito minutos à frente de uma reunião da Comissão de Direitos Humanos na tarde de quarta (20).  Manifestantes burlaram a segurança e protestaram contra ele. MF continua dizendo que não vai sair, mas um vídeo em tom conspiratório, com uma narração das catacumbas, foi postado em sua conta no Twitter. O título: “Marco Feliciano Renuncia”. Ele diz que não tem nada a ver com isso.

Uma das vozes mais eloquentes contra Feliciano, e uma das primeiras a se levantar, foi a de Caio Marçal, secretário de mobilização da Rede Fale, entidade que congrega 30 organizações evangélicas em 17 estados. A rede Fale soltou um comunicado oficial e um abaixo-assinado pedindo a destituição de MF.

Marçal, que se define como um missionário, mora em Belo Horizonte com a mulher, num apartamento de dois quartos. “Os evangélicos não são todos iguais”, diz ele. “O discurso do ódio só interessa a quem quer espalhar temor e pânico”.

Marçal conversou com o Diário.

Até que ponto Marco Feliciano representa o pensamento dos evangélicos?

Os evangélicos não são todos iguais. Há muitos de nós que não concordamos com a maneira como Marco Feliciano opera. Ele se utiliza de um discurso odioso e agressivo. Nós desejamos o debate, mas considerando o direito do outro a fazer suas escolhas. Eu faço parte de um grupo que crê que todo ser humano é alcançado pela graça de Deus. Por mais pecadores que sejamos, Jesus olha para as pessoas em sua essência.

Qual o papel da bancada evangélica?

Nós não precisamos da política. A igreja não precisa de defesa. Ao invés de defender os evangélicos, é melhor defender o povo como um todo. Fazer com que a sociedade não vire um terreno de discussões belicosas. A gente quer estar sintonizado com Deus e com Jesus. O Feliciano espalha o ódio. Nós não vamos ficar parados.

O Evangelho não endossa esse tipo de postura. Aprendemos a não agredir e a oferecer a outra face. Tocar os que estão à margem. Não podemos estar mancomunados com o poder ou com um projeto de poder. Nosso projeto é de serviço, de servir o outro. Não se trata de dominação e controle.

Além do mais, os interesses não estão claros. Por que esse ataque ao PT agora, se eles fazem parte da base aliada do governo? O que eles vão ganhar com isso? O discurso do ódio só interessa para quem quer semear temor e pânico. Pessoas tomadas pelo pânico não pensam direito.

Por que há pastores evangélicos que  falam tanto em dinheiro?

Essa leitura teológica do Feliciano é equivocada. Pastores como ele têm uma posição privilegiada. Ele é um “homem de Deus”. A fixação pelo dinheiro tem a ver com a Teologia da Prosperidade, criada por religiosos americanos. Eles precisam ter um estilo de vida condizente com o que pregam: avião, carro importado etc.

Mas há igrejas evangélicas na periferia, na cracolândia, nas favelas. Isso não está na mídia. Boa parte do que aparece sobre os evangélicos na mídia é por causa desses caras. Dá essa ideia de que todos funcionamos da mesma forma.

O Brasil precisa tratar de forma mais responsável os direitos humanos. Temos de superar problemas com relação ao índio, à mulher, à criança. Temos membros filiados a partidos, mas fazemos questão de manter nossa isenção. Não queremos fazer parte de bancada evangélica.

Existem homossexuais na sua igreja?

Não sei se há homossexuais na minha igreja. Se tem, a gente não sabe… Mas entendemos que não se pode entrar no joguete da política do ódio e da perseguição. A perspectiva da negação do outro não pode existir. Não podemos impor uma agenda de santificação. Acredito piamente que nosso dever é fazer o bem, dar amor e pregar o evangelho.

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Ap. Rina: “Ao orarmos, me lembro do Chorão em pé convidando Jesus para habitar em seu coração”

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Ap. Rina, no Facebook

Em 2005, entrei na Igreja de Boissucanga para pregar, quando na porta me apresentaram um visitante ilustre, parecia muito à vontade por conhecer já algumas pessoas ali, e disse: “vim à convite de um amigo de muitos anos”, depois do seja bem vindo, começamos o culto. Naquele dia, enrolei na bateria, Catalau, Denise e Leandro completaram a banda no louvor.

Em Igrejas menores quem vai pela primeira vez, se apresenta, ele disse: “sou o Alexandre”. Durante as músicas, ele cantou, bateu palma, com um sorriso inocente e uma alegria de criança, ele acompanhou a letra no projetor: “a alegria está no coração de quem já conhece a Jesus, a verdadeira paz só tem aquele já conhece a Jesus; o sentimento mais precioso, que vem do nosso Senhor, é o amor que só tem quem já conhece a Jesus”.

Depois do louvor, ele inquieto, veio se despedir: “valeu, Pastor, gostei, mas vou indo nessa”… Me lembro de ter dito: “vai não, veio para o culto e vai embora na hora da palavra? fica aí mais meia horinha, senta aí…” Ele disse: é mesmo!” E eu: “lógico”… Ele sentou e ouviu uma pregação sobre a fé de Tomé, sobre como Tomé teve que lidar com o fato de não ter crido, enquanto todos os outros creram na ressurreição de Jesus; sobre como termos de lidar com o sentimento de frustação por termos falhado com Deus, conosco e decepcionado aqueles que nos amam, pois, todos esperavam que Tomé tivesse a resposta certa nos lábios.

Um sermão que lembrou que a fé de Tomé foi restaurada num encontro com um Jesus pessoal, que não o julgou, que sabia que sua natureza o levava a ser desconfiado; um Jesus que se revelou como vivo, tirando as dúvidas de Tomé, o permitindo tocar as feridas em suas mãos atravessadas por cravos, por amor a nós. Que amor paciente; Jesus sabia que Tomé precisava ver para crer.
No fim da pregação ele levantou, saiu e disse para o Igor: “ainda não estou pronto, mas vou chegar lá…”

Dois anos depois, citibankhall lotado, era a gravação do primeiro DVD da Igreja, e na mesma noite um cd ao vivo do Rodolfo. Glauco e Tarobinha, amigos do Alexandre, o conduziram a mais uma reunião em que o nome de Jesus estaria envolvido. Entre uma banda e outra, agradeci a presença dele, foi quando ele percebeu que era amado ali também, entre pessoas que priorizavam sua espiritualidade. Falei um pouco sobre a importância da adoração e de usarmos nossos dons e talentos para glória dele.

Ao orarmos, me lembro dele de pé, com a mão direita levantada, entre muitas pessoas, convidando Jesus para habitar em seu coração. Quando voltei à galeria, o encontrei quebrantado e o escutei dizer: “pastor, da primeira vez, no litoral, estava com os dois pés atrás, hoje com os dois na frente… Estava me sentindo uma formiga, depois de receber o carinho do povo, estou me sentindo um elefante.” Me lembro de ter dito:”você é amado”, ele continuou:”dá parabéns para sua esposa, lembro dela de Santos, as músicas dela me tocaram”… E ainda: “tô chegando pastor, minha fé hoje é viva…” Depois de um tempo, ele nos avisou que havia feito uma música com base no que viveu naquela noite, era o lançamento de “Só os loucos sabem”.

Ele não encontrou forças para iniciar um processo de regeneração, não desenvolveu essa fé naquela noite explícita, não houve tempo para que ela provocasse a mudança que talvez o tivesse feito viver experiências diferentes das que viveu, mas conheci um cara de bom coração , autêntico, verdadeiro, sincero, que simplesmente creu. E não é a fé que nos justifica?

O que nos afasta de Deus é nossa natureza, a fé nos aproxima. Por mais justos que sejamos, Deus só nos recebe por aquilo que Jesus fez, isso é graça… Me lembrei de uma história bonita, de um ladrão, condenado a morte de cruz, que na última hora clamou por Jesus e ouviu: “ainda hoje estarás comigo no paraíso”.

Oro pela Graziela, que não tive ainda oportunidade de conhecer, por seu filho, sua mãe e seus irmãos e familiares. Perdi meu pai há 10 meses e sei o que é um luto, oro para que Deus os console da mesma forma que têm me consolado.

dica do Raphael De Paula Garcia

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Manifestantes protestam em várias cidades contra eleição de pastor Marco Feliciano para Comissão de Direitos Humanos

Manifestantes caminham na região central de São Paulo para protestar contra a eleição do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) para a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados. Feliciano, pastor pentecostal da igreja Assembleia de Deus, é criticado por entidades ligadas aos direitos humanos por afirmações supostamente racistas e homofóbicas Shin Shikuma/UOL
Manifestantes caminham na região central de São Paulo para protestar contra a eleição do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) para a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados. Feliciano, pastor pentecostal da igreja Assembleia de Deus, é criticado por entidades ligadas aos direitos humanos por afirmações supostamente racistas e homofóbicas Shin Shikuma/UOL

Paulo Justus, Roberto Kaz e Evandro Éboli, em O Globo

Manifestantes realizaram neste sábado um protesto, marcado para acontecer em 16 cidades do Brasil, contra a eleição do deputado Marco Feliciano (PSC-SP) para a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. No Rio de Janeiro, entre 300 e 400 pessoas se reuniram em frente à Câmara dos Vereadores, no Centro. Já em São Paulo, na região central da cidade, os manifestantes ocuparam duas quadras da Avenida Paulista, e o trânsito foi parcialmente interrompido. A Polícia Militar acredita que entre 650 e 800 manifestantes tenham comparecido.

No Rio, ativistas levaram cartazes como “Apesar de você, amanhã há de ser um outro dia”, “Fora, Renan”, “O Brasil precisa de mais professores do que pastores” e “Deputado Feliciano, você envergonha o Congresso, o Brasil e os cabeleireiros”.

– Feliciano, você vai ver, a maioria não precisa de você! – foi grito de guerra no final do ato, quando os manifestaram caminharam em direção à Lapa.

Em um alto-falante, a produtora Beatriz Pimentel Ferreira, de 21 anos, uma das organizadores do ato, criticou a postura do deputado:

– Sou cristã e o Feliciano não representa grande parte dos evangélicos – disse ela, que é da 1ª Igreja Batista do Recreio.

Já Gabriel de Melo, estudante de Letras, disse que o protesto também é contra o que chamou de “bancada homofóbica”.

-Tem evangélico que não é homofóbico. Tem homofóbico que não é evangélico. Nossa luta é contra essa bancada homofóbica.

Em São Paulo, o ato teve a participação de integrantes de movimentos gays e do candomblé. Na esquina da Avenida Paulista com a Rua da Consolação, a Polícia Militar acompanhou o ato.

Organizadores do protesto repudiaram afirmações do deputado, que é pastor evangélico.

– Organizamos o movimento por causa da declaração do Feliciano de que negros e homossexuais são amaldiçoados – disse Luiz Ricarte, um dos organizadores do protesto e integrante do Movimento de Combate à Homofobia de Guarulhos.

Para Beto Volpe, representante estadual da Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV, o pastor não pode presidir a Comissão de Direitos Humanos porque declarou que “o HIV é o câncer gay”.

Os manifestantes querem fazer pressão política para que Feliciano renuncie.

— O Feliciano não representa nada. No próximo dia 6 de abril vamos fazer uma passeata na Avenida Paulista e coletar assinaturas para ele renuncie — disse Daniel Fernandes, um dos organizadores do ato deste sábado.

Em vias próximas ao local onde foi realizado o protesto contra a eleição de Feliciano ocorreu uma outra manifestação, contra o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Porém, os dois grupos não se encontraram.

Em Curitiba, 200 pessoas vão às ruas

Além do Rio e São Paulo, outras capitais também cumpriram a agenda de protestos contra a nomeação do pastor Marcos Feliciano.

Em Curitiba, cerca de 200 pessoas foram às ruas do Centro da cidade na manhã de hoje (apesar de 3 mil terem confirmado presença pelo Facebook). Vestidos de preto e com cartazes que diziam “Fora Feliciano” os manifestantes informaram que vão enviar uma petição à Câmara dos Deputados pedindo a destituição do parlamentar do cargo. Um dos protestantes, inclusive, estava trajado como pastor evangélico. A eles se juntaram os manifestantes do movimento “Fora Renan”, contra a eleição do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) para a presidência do Senado. Fantasiados de palhaço e enrolados com a bandeira do Brasil, os manifestantes pediam a renúncia do senador. Segundo Marco Aurélio Sartorelli, um dos organizadores, essa é terceira mobilização contra Renan Calheiros em Curitiba e já está marcada uma próxima, para o dia 23 de março.

Em Vitória, o protesto começou às 14h na Praça do Papa e a caminhada seguiu até o prédio da Assembleia Legislativa. Segundo os organizadores do evento, eles vão enviar uma nota de repúdio pela nomeação do parlamentar à Comissão de Direitos Humanos do Espírito Santo para que chegue a Câmara dos Deputados em Brasília.

Em Maceió, a manifestação foi marcada para as 16h, na orla de Jatiúca, e leva o nome de “Ato-Manifestação-Grito-Ruído de repúdio e repulsa a nomeação de Marco Feliciano à presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias”. Em Santa Catarina, onde foi gravado o vídeo que circulou fartamente em redes sociais (em que o pastor cobra um fiel a senha do cartão de crédito, em Camboriú), o protesto começou às 14h, em Florianópolis, na Catedral da cidade.

Em Brasília, convocados pelas redes sociais, os participantes levaram faixas e aproveitaram o evento para também condenar a presença do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) na presidência do Senado. O ato ocorreu na Esplanada dos Ministérios.

– Fomos barrados no Congresso. Não tem problema. É das ruas que gostamos – dizia uma das faixas, criticando a decisão da presidência da Câmara de vetar a presença de manifestantes na sessão que consumou a eleição de Feliciano.

Integrante da Comissão de Direitos Humanos, a deputada Érika Kokay (PT-DF) afirmou que considera fundamental esse tipo de protesto e chamou de “golpe” a presença do pastor do PSC no comando da comissão.

– Esse protesto, e outros que virão, são os sinais da resistência ao que aconteceu. Se o espaço da Câmara foi vetado ao povo, a voz da sociedade, então, se expressa nas ruas – disse Érika Kokay.

No Rio de Janeiro, manifestantes participam de ato contra a eleição do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) à presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados. Centenas de pessoas se reuniram na Cinelândia, no centro do Rio de Janeiro, para o protesto Mais Erbs Jr/Frame/Estadão Conteúdo
No Rio de Janeiro, manifestantes participam de ato contra a eleição do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) à presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados. Centenas de pessoas se reuniram na Cinelândia, no centro do Rio de Janeiro, para o protesto Mais Erbs Jr/Frame/Estadão Conteúdo
Em Porto Alegre (RS), manifestantes protestam contra eleição do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) à presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara e pedem a saída de Renan Calheiros, presidente do Senado, durante ato na região do Parque Farroupilha Diogo Sallaberry/Futura Press
Em Porto Alegre (RS), manifestantes protestam contra eleição do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) à presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara e pedem a saída de Renan Calheiros, presidente do Senado, durante ato na região do Parque Farroupilha Diogo Sallaberry/Futura Press
Manifestantes caminham entre a avenida Paulista e a Rua da Consolação, em São Paulo, para protestar contra a eleição do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) para a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados J. Duran Machefe/Futura Press/Estadão Conteúdo
Manifestantes caminham entre a avenida Paulista e a Rua da Consolação, em São Paulo, para protestar contra a eleição do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) para a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados J. Duran Machefe/Futura Press/Estadão Conteúdo
Em Porto Alegre (RS), manifestantes protestam contra eleição do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) à presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara e pedem a saída de Renan Calheiros, presidente do Senado, durante ato na região do Parque Farroupilha Diogo Sallaberry/Futura Press
Em Porto Alegre (RS), manifestantes protestam contra eleição do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) à presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara e pedem a saída de Renan Calheiros, presidente do Senado, durante ato na região do Parque Farroupilha Diogo Sallaberry/Futura Press

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