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‘Amor à vida’ traz casal homossexual, vilão que é gay enrustido e ex-periguete que se converte e vira cantora gospel

Marcello Antony e Thiago Fragoso são Eron e Niko, casal gay que deseja ter um filho (Foto: Leo Martins)

Marcello Antony e Thiago Fragoso são Eron e Niko, casal gay que deseja ter um filho (Foto: Leo Martins)

Publicado originalmente no Extra

Além dos encontros e desencontros dos protagonistas Bruno (Malvino Salvador), Paloma (Paolla Oliveira) e Ninho (Juliano Cazarré), “Amor à vida”, de Walcyr Carrasco, que estreia no horário nobre, tem um hospital como um de seus cenários principais, já que a mocinha é médica, e fala sobre as diferentes famílias atuais.

- Das tradicionais às mais modernas, em suas novas formações. Quero falar também sobre o amor por um filho. A questão é quem tem mais direito: quem gera ou quem cria – questiona o autor, referindo-se ao dilema na vida de Paloma e Bruno, quando descobrirem que Paula (Klara Castanho), a menina que o rapaz cria como filha legítima, é a herdeira perdida da mocinha.

Malvino Salvador já vislumbra a confusão:

- Quando isso acontecer, Paloma vai acusá-lo de ter roubado a menina e Bruno não vai entender por que ela deixou que a filha fosse parar no lixo. Os dois vão se separar e brigar pela garota na Justiça.

Além desse drama, a novela traz Marcello Antony e Thiago Fragoso como um casal gay que quer ter um filho e contrata a barriga de aluguel Danielle Winits; um vilão homossexual enrustido e que é casado (Mateus Solano), e Tatá Werneck na pele de uma periguete louca para engravidar de um jogador, que vai se converter e virar cantora gospel.

Walcyr minimiza as previsíveis polêmicas:

- Não estou preocupado. Autor tem que ter coragem. Se não tiver, não pode ser autor.

Ginasta russa tem ‘a vagina mais forte do mundo’ e levanta até 14kg

Russa já levantou 14kg com a vagina Foto: Reprodução - The Sun /

Russa já levantou 14kg com a vagina Foto: Reprodução – The Sun /

publicado no Extra

Esqueça todas as formas de malhação que você conhece. Uma ginasta russa resolveu inovar. Ela entrou no Guiness World Record com o título de “levantamento de peso com as regiões inferiores”. Sim, Tatyana Kozhevnikova levanta pesos com a vagina.

A russa explicou como consegue levantar objetos com a genitália.

- Eu insiro um equipamento de madeira no formato oval. Então eu simplesmente aperto os músculos e levanto.

Ela conquistou o recorde mundial do Guinesss depois de levantar 14kg. A moça foi a um programa de TV para provar a “façanha”.

O site britânico “The Sun” mostrou Tatyana movendo pesos equivalentes a dois melões, usando somente os músculos do órgão genital.

- Eu tinha os músculos vaginais normais como qualquer outra mulher, e só alcancei isso depois de 20 anos treinando.

Se você se interessou pela prática da russa, Tatyana ensina como fazer o levantamento com vagina. Ela mantém um site onde oferece ajuda pra treinar pessoas “a arte da ginástica íntima”.

Não odeie os poderosos porque eles são altos e bonitos

Essas estatísticas esquisitas vêm de um novo campo acadêmico que está na moda, chamado economia biológica, que compara traços físicos com recompensa monetária.

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Por Lucy Kellaway, no Valor Econômico

Não importa o que se diga de Margaret Thatcher, em uma coisa a falecida ex-primeira-ministra britânica estava certíssima: tomar lições de dicção para falar de forma mais grave.

Na época, fiquei indignada que uma mulher que acabara de ser eleita para o mais alto cargo do país sentisse necessidade de soar como um homem. Mas hoje vejo que aquilo tinha menos a ver com uma disputa de sexos do que com o tom da voz em si.

Cientistas da Universidade Duke estudaram a extensão vocal de 792 presidentes americanos de empresas e constataram que aqueles com a voz mais grave tendem a comandar companhias maiores, receber salários melhores e durar mais tempo no emprego. Uma queda de 22 Hertz na frequência da voz implica em uma companhia US$ 440 milhões maior, um pacote de remuneração US$ 187 mil maior e um período extra de 151 dias no emprego.

Essas estatísticas esquisitas vêm de um novo campo acadêmico que está na moda, chamado economia biológica, que compara traços físicos com recompensa monetária. Nos últimos anos, um grande número de estudos foi feito na área e na semana passada me enveredei por eles. Quanto mais eu lia, mais perturbada ficava com a conclusão apontada por todos eles: os mais altos, os poderosos, os bonitos e aqueles que têm voz grave se saem muito bem. Os baixos, gordos, franzinos e de voz fraca estão em grande desvantagem.

Os estudos mais conhecidos envolvem a altura. Uma pesquisa de 2005 revelou que os diretores-presidentes das empresas que fazem parte lista das 500 maiores companhias da revista “Fortune” tinham em média 1,82 metro de altura – consideráveis 6 centímetros a mais que o homem americano médio. A maioria dos CEOs está dolorosamente consciente da vantagem representada pela altura. Quando o jornal “USA Today” perguntou a eles se gostariam de ser cinco centímetros mais altos ou ter uma cabeleira mais vasta, quase todos votaram na altura.

Esta parece ser a resposta certa. Ser careca não diminui as chances de sucesso de um homem – na verdade, parece até aumentá-las. Há muitos modelos de calvos a serem seguidos, como Steve Ballmer da Microsoft e Daniel Akerson da General Motors, e um estudo da Wharton Business School revelou que eles são percebidos como mais altos e fortes que aqueles cujas cabeças são cobertas por uma grossa camada de cabelos.

Já os pelos no rosto parecem ser um caso diferente. O que isso lhe confere não é poder, mas confiança. Um estudo publicado no “Journal of Marketing and Communications” constatou que os homens com barba despertam mais a confiança dos consumidores, exceto nos casos em que eles vendem roupa íntima masculina.

Além de analisar a altura e os folículos capilares, os economistas biológicos também vêm observando os rostos dos CEOs. Um estudo estabeleceu um laço positivo entre a largura do rosto e o tamanho da companhia. Quanto mais largo o rosto, melhor. Outro colocou estudantes para analisar recortes de fotografias de CEOs em busca de sinais de poder e cordialidade. Mais uma vez, aqueles com os rostos percebidos como poderosos comandavam, de fato, as companhias mais bem-sucedidas.

Se esse tipo de característica traz vantagens, o mesmo acontece com a beleza. Vários estudos mostram a existência de um “prêmio beleza” – a estimativa é de que as pessoas bonitas ganham de 10% a 20% a mais que o resto de nós. Um estudo conduzido em Harvard há poucos anos, pediu a candidatos a empregos que resolvessem quebra-cabeças. As pessoas mais bonitas não se saíram melhor na tarefa que as outras, mas os empregadores apresentaram uma propensão muito maior em contratá-las.

Para as mulheres, o importante é ser loira. Um estudo da Universidade de Queensland apresentou a dolorosa constatação de que as mulheres de cabelos claros ganham em média 7% mais que as outras. Quanto às gordas, elas se saem particularmente mal. Há uma pequena e triste equação criada pela Universidade de Nova York, ligando a quantidade de gordura no corpo à quantidade de dinheiro que se deixa de ganhar. Um aumento de 1% na massa corporal resulta em uma queda de 0,6% na renda.

Se é realmente assim que o mundo funciona – e é um pouco difícil negar isso -, há uma resposta óbvia para nós. Precisamos usar salto alto, tingir os cabelos (ou raspá-los), fazer regime, contratar o professor de dicção de Thatcher e estufar as bochechas.

Mesmo assim, do ponto de vista de um empregador, há uma lição diferente a ser tirada da economia biológica. O razoável a se fazer é explorar as propensões do mercado. Deixar os outros pagarem um ágio pelas pessoas belas e altas, e contratar apenas as pessoas baixas, mal vestidas e de voz feia. Elas serão tão boas quanto as belas em suas funções, mas serão mais leais e também mais baratas.

Menina pode morrer se pentear o cabelo

Megan Stewart sofre da Síndrome do Cabelo Penteado, um caso único no mundo. Foto: reprodução

Megan Stewart sofre da Síndrome do Cabelo Penteado, um caso único no mundo. Foto: reprodução

Flávio Almeida, no Extra

Megan Stewart, uma menina escocesa de 13 anos, pode ser considerada um caso único na medicina mundial. Ela sofre da Síndrome do Cabelo Penteado, ou seja, se ela escovar suas madeixas ruivas um pouco mais forte, ela entrará em colapso e poderá morrer.

Megan, que nasceu prematura, 12 semanas antes do previsto, tem problemas de visão, asma e deficiência pulmonar, mas nada disso a impede de ter uma vida normal. O que atrapalha mesmo é o fato de não poder escovar os cabelos.

O problema de Megan, na verdade, não é um caso da medicina, mas da Física. “O cérebro dela não aguenta a energia estática que se forma quando penteamos os cabelos”, disse Sharon, mãe da menina.

Megan só descobriu o problema quando tinha seis anos. Ela teve uma parada respiratória quando sua mãe penteava seu cabelo antes de ir para a escola.

“Ela simplesmente parou de respirar na minha frente. Chamei os paramédicos, ela foi para o hospital, ficou boa, mas os médicos não souberam explicar. Agora, ela fica até pálida quando precisa se pentear”, afirmou a mãe.

O pai Ian explica melhor o que a menina tem.

“Quando ela se penteia, cria tanta eletricidade estática que seu cérebro não aguenta. Ele praticamente ‘desliga’ e o coração para de bater e os pulmões não funcionam mais. Todas as vezes que ela se penteia, não sabemos como vai terminar”.

Megan teve que passar um ano de sua vida internada no Yorkhill Hospital até que fosse diagnosticada por físicos, e não por médicos.

Agora ela dá palestras para levantar fundos para o hospital que a tratou.

Americano sobrevive a câncer e atua como zumbi em shows em Las Vegas

Billy Owen descobriu um câncer, se curou e acabou virando ator em Las Vegas Foto: Reprodução Huffington Post

Billy Owen descobriu um câncer, se curou e acabou virando ator em Las Vegas Foto: Reprodução Huffington Post

publicado no Extra

Billy Owen era um mecânico quando descobriu que possuía um tipo raro de câncer que afeta a cavidade nasal, segundo o site Huffington Post. Quando o americano descobriu, em fevereiro de 2010, soube que a taxa de sobrevivência era de dez por cento. Ele sobreviveu, mas agora há um buraco gigante onde era o olho direito. Ao invés de ficar deprimido, o ex-mecânico resolveu ganhar dinheiro atuando como zumbi em shows de Las Vegas.

- Eu tinha dores de cabeça e eu não conseguia respirar porque a minha narina direita estava totalmente fechada. Os médicos me deram descongestionantes pensando que era sinusite, mas minha esposa, empurrou-me para ver um especialista – diz Owen explicando como soube da doença.

A maioria dos sobreviventes da doença têm tumores retirados na fase inicial mas, no caso de Owen, o câncer se espalhou de tal forma que os médicos tiveram que retirar metade de seu rosto, incluindo seus olhos direito, os músculos e os nervos. Quando ele retira uma placa de metal, dá para colocar um dedo no buraco.