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Rato tenta salvar companheiro da boca de uma cobra na China

Rato não abandona o companheiro Foto: Reprodução / Site Daily Mail

Rato não abandona o companheiro Foto: Reprodução / Site Daily Mail

publicado no Extra

A atitude de um pequeno rato branco surpreendeu funcionários de um zoológico chinês de acordo com o site “Daily Mail”.

Rato morde a cabeça da cobra na tentativa de resgate
Rato morde a cabeça da cobra na tentativa de resgate Foto: Reprodução / Site Daily Mail

 

Ele tentou salvar um outro rato que era devorado por uma cobra. Os pequenos haviam sido colocados na jaula do réptil para servirem de alimento.

 

Rato tenta soltar o companheiro
Rato tenta soltar o companheiro Foto: Reprodução / Site Daily Mail

 

Assim que a cobra abocanhou um dos ratos, o outro agarrou o colega e chegou a entrar na boca de seu inimigo para fazer o salvamento.

 

O rato não sai do lado de seu companheiro
O rato não sai do lado de seu companheiro Foto: Reprodução / Site Daily Mail

 

Apesar da coragem, os esforços do pequeno rato foram em vão, pois a cobra engoliu rapidamente o seu colega e partiu para cima do segundo rato, que também virou comida.

 

No fim, o rato acabou sendo engolido também

Joelma, da Calypso: ‘Já me considero uma cantora gospel há oito anos’

Joelma durante a gravação do sétimo DVD do Calypso, em Ceilândia (DF) Foto: Terceiro / Caio Paifer / Divulgação

Joelma durante a gravação do sétimo DVD do Calypso, em Ceilândia (DF) Foto: Terceiro / Caio Paifer / Divulgação

Título original: Joelma, da Calypso, sobre polêmica gay: ‘Não sou de fugir da raia, gosto de uma briga’

Publicado no Extra

Ela confessa: gosta de uma briga e colecionou algumas este ano. De opinião forte, a cantora Joelma, da Banda Calypso, foi acusada de comparar gays a drogados e precisou algumas vezes negar o fim do grupo, que já vendeu mais de 15 milhões de discos em 14 anos. Ao lado do marido e também parceiro de palco, Chimbinha, ela disse que “apanhou muito, mas se fortaleceu”. Em conversa com a Canal Extra na véspera da gravação do sétimo DVD da banda, no dia 9, em Ceilândia (DF), a dupla paraense negou a crise no casamento. Os dois ainda desabafaram sobre o preconceito que sofrem por produzirem música “brega”.

Isso é Calypso!

Numa entrevista em março, você disse que lutaria até a morte se tivesse um filho homossexual e foi acusada de comparar gays a drogados. Mas, ao mesmo tempo, a Banda Calypso tem um grande número de fãs gays. Como eles reagiram a tudo isso?

Joelma: Nossos fãs são, na maioria, gays e lésbicas. Eles podem falar de mim. Eles sabem da maneira como eu os trato. Eles sabem o que eu converso com eles, e eles conversam comigo. Agora, eu não sei se foi um mal-entendido ou se foi de maldade, porque vocês (jornalistas) que trabalham na mídia sabem que há uma imprensa marrom. Existe a galera do bem e a galera do mal. Mas eu fiquei tranquila, porque meus fãs me conhecem. Eu não sou mulher de fugir da raia, sou de encarar o negócio mesmo, até confesso que gosto muito de uma briga. Enfim, eu sempre tiro alguma coisa boa de tudo, uma lição.

Esse período foi o pior momento da banda?

Chimbinha: Bateram tanto, bateram tanto, e nós não caímos. As pessoas me chamaram de gay, disseram que eu estava com depressão. Acabaram com o meu casamento, depois falaram que nossa relação é de fachada. E estamos aqui, juntos, gravando mais um DVD.

J: A gente apanhou muito este ano! Eu trabalhei tanto que acho que o meu corpo melhorou mais, eu fiquei magrinha, acho que estou mais em forma. Aprendi muito com tudo isso. Muito mesmo. Não que eu tenha achado legal, né? Mas essa história me fortaleceu bastante.

Joelma e Chimbinha: a Banda Calypso já vendeu mais de 15 milhões de discos Foto: Caio Paifer / Divulgação

Joelma e Chimbinha: a Banda Calypso já vendeu mais de 15 milhões de discos Foto: Caio Paifer / Divulgação

Joelma, você vai lançar um CD de música gospel, e imediatamente surgiram boatos sobre o fim da Calypso. Afinal de contas, a banda vai acabar?

J: Eu já me considero uma cantora gospel há oito anos, desde a primeira vez que eu gravei a primeira música religiosa na vida. Foi a maneira que eu encontrei de agradecer a Deus por tudo que Ele fez na minha vida. Hoje, tudo que eu sou, eu devo a Ele. Só que a imprensa grandiosa não sabia disso. Mas deixar a Calypso, nunca, jamais. É um presente de Deus pra gente.

C: Eu parei o projeto de CD de guitarra, que planejava. Fiquei até com medo de lançar e as pessoas acharem que a banda vai acabar.

Quando surgiu a polêmica com os gays, apareceram informações de que o filme sobre a história da Calypso seria cancelado por falta de patrocínio. O filme vai sair mesmo?

J: A gente concordou em fazer o filme por insistência. E eu não estou muito por dentro de nada. Já que eu aceitei, falei tudo que eu queria. Eu só tive um encontro com a Deborah Secco (a atriz será Joelma no filme). Nós duas conversamos em casa. A gente cantou e brincou a noite toda e não conversou nada de filme. Eu acho que ela já estava me estudando naquele momento, porque a Deborah estava imitando alguns gestos meus.

Por vocês serem do Norte e cantarem músicas regionais, a Calypso sofreu muito preconceito no início da carreira?

C: Em 1999, o auge era o pagode. Eu mandava (as músicas) para as gravadoras, sem sucesso. Com insistência, lançamos o primeiro CD e vendemos 500 mil cópias. No segundo álbum, fomos para uma gravadora grande. Pedi para sair seis meses depois. Eles queriam mandar no repertório. Eu disse que não. Hoje vendemos mais de 15 milhões de discos. E se as pessoas falam que brega é isso, eu sou um bregueiro nato.

J: Até hoje sofremos. Acho que são pessoas ignorantes que se acham mais especiais do que outras. Eu conheço gente que não sabe nem assinar o nome, mas tem talento para outras coisas, ganha dinheiro e é rico.

Você pensa em engravidar mais uma vez (Joelma tem dois filhos de seu antigo relacionamento e um do casamento com Chimbinha)?

J: Toda vez que eu vejo um bebê, fico louca. Desperta em mim um sentimento materno. Eu estou me programando para daqui a cinco anos. Quero ter um bebê e dar uma parada básica de seis meses com licença-maternidade e tudo.

E como você consegue ser mãe e manter a sua agenda de shows com uma rotina agitada ?

J: O Yago (17 anos) e a Yasmin (9 anos) estudam música e fazem tanta coisa, que eu prefiro que eles fiquem em casa para não atrapalhar a rotina dos dois. Eu vejo meus filhos quando volto para casa (em São Paulo, onde a família mora) e tento ter uma agenda de shows um pouco mais tranquila hoje em dia.

Qual é a importância da religião na vida de vocês (Joelma e Chimbinha atualmente são evangélicos)?

J: Acho que é tudo. Dentro de mim melhorou tudo. Eu tenho paz, felicidade, família e trabalho. Consigo passar por momentos difíceis com tranquilidade graças a tudo que eu acredito. Você aprende a lidar com todas as situações e não sai por aí querendo dar um tiro na cabeça.

Qual é o segredo para se manter durante 14 anos na estrada?

C: Trabalho. Muito trabalho. E a gente não vive de modismo. Antes, o funk estava na moda. Hoje, o Brasil todo está passando por um momento do sertanejo. Que bom para eles. Mas em nenhum momento nós fomos para o ritmo desses cantores. Tocamos o que a gente acha ser o nosso ritmo.

Ano que vem, Joelma, você completa 40 anos de idade e 15 de Calypso. Haverá uma comemoração especial ?

J: Parece que foi hoje a gravação do DVD de dez anos. Ainda estamos focados neste projeto aqui em Ceilândia, mas teremos com certeza algo legal em 2014. E eu quero um festão de aniversário também (risos).

Como foi feita a escolha das músicas neste novo DVD?

J: Cinquenta por cento do DVD está voltado para um ritmo mais do início da nossa carreira, com uma pegada mais romântica. Mas não podemos deixar o estilo mais dançante da banda, que a maioria dos fãs prefere.

Quem escolhe seus figurinos?

J: Tenho estilistas que produzem as peças, mas eu palpito muito. Gosto de saber o que eu vou usar e falo tudo o que eu quero. Neste DVD, por exemplo, uso quatro figurinos diferentes.

Eike Batista procura ajuda espiritual

Empresário Eike Batista (foto: Jonathan Alcorn / Agência O Globo)

Empresário Eike Batista (foto: Jonathan Alcorn / Agência O Globo)

Publicado originalmente no Extra

No meio de uma grave crise financeira, Eike Batista resolveu recorrer a forças espirituais. O empresário anda frequentando a Casa do Mago, um centro místico localizado no Humaitá, Zona Sul do Rio, já visitado por outras personalidades.

Nesta sexta-feira, pelo menos, Eike teve direito a uma notícia boa: Balder, seu filho caçula, recebeu alta depois de estar internado por mais de uma semana com coqueluche.

E por falar no pequeno Balder, Thor e Olin, os filhos mais velhos de Eike com Luma de Oliveira, ainda não conhecem o irmão nem o visitaram no hospital. O bebê nasceu no dia 19 de junho. Thor e Olin nunca tiveram uma boa relação com a madrasta.

Comandante decide anistiar os atos de indisciplina de toda a PM do RJ

Coronel Erir da Costa Filho, Comandante Geral da PM (foto: Nina Lima)

Coronel Erir da Costa Filho, Comandante Geral da PM (foto: Nina Lima)

Berenice Seara, no Extra

O comandante da PM, Erir Ribeiro da Costa Filho, que assumiu prometendo linha dura com desvios de conduta, foi tocado pelo clima de perdão da Jornada Mundial da Juventude.

Ou, quem sabe, às vésperas de uma provável exoneração, preferiu preparar o terreno para sair bem com seus comandados.

O moço decidiu relevar as punições disciplinares que aplicou à tropa, desde outubro de 2011 — quando tomou posse.

Estão todos liberados, incluindo os que cumprem — ou deveriam cumprir — pena de prisão.

Mulher que tem apenas 6 meses de vida ganha casamento de princesa

História de Jen Bulik, que tem câncer de pulmão, causa comoção nas redes sociais

 Jen Bulik, que tem apenas seis meses, vida e realiza sonho: casar com o namorado (foto:  Reprodução Internet)


Jen Bulik, que tem apenas seis meses, vida e realiza sonho: casar com o namorado
(foto: Reprodução Internet)

Publicado em O Dia e Extra

Estados Unidos – A americana Jen Bulik, de 35 anos, sofre de câncer de pulmão e, por conta da doença, tem apenas seis meses de vida. No fim de semana passado, ela realizou um sonho: casar com o namorado, Jeff Lang.

Juntos há seis anos, Jen e Jeff receberam família e amigos em uma cerimônia realizada em San Jose, Califórnia, nos Estados Unidos. A ideia inicial era fazer uma festa simples, mas a cerimonialista Erica Ota ficou sabendo da história de Jen e resolveu ajudá-la a ter um casamento de princesa. O caso causou comoção nas redes sociais.

Antes de trabalhar na organização de casamentos, Erica foi assistente social em um hospital. Para ela, ajudar na preparação do casamento de Jen foi uma espécie de homenagem a todos os pacientes que perdeu para o câncer. Erica contou a história do casal e conseguiu o apoio de fornecedores. As doações chegaram a cerca de 52 mil dólares.

Ela se casou com Jeff após seis anos de relacionamento (foto: Reprodução / Facebook)

Ela se casou com Jeff após seis anos de relacionamento (foto: Reprodução / Facebook)

Os noivos celebraram a união (foto: Reprodução / Facebook)

Os noivos celebraram a união (foto: Reprodução / Facebook)

Recém-casados! Foto: Reprodução / Facebook

Recém-casados! Foto: Reprodução / Facebook

Jen estava linda no dia do casamento (foto: Reprodução / Facebook)

Jen estava linda no dia do casamento (foto: Reprodução / Facebook)

Noiva autêntica

Por conta da quimioterapia, Jen perdeu os cabelos. A noiva, no entanto, não quis esconder a careca ao subir ao altar. “Eu ia usar uma peruca. Mas eu pensei melhor nisso, e não queria me sentir inautêntica quando olhasse para essas fotos. Queria ser totalmente eu”, afirmou.

Finalmente casados, Jen Bulik e Jeff Lang vão continuar lutando para deixar a doença menos difícil. “Câncer não é fácil. É demorado levantar de manhã. Eu acho que o importante é encontrar a fonte de esperança dentro de si mesmo e a coragem para seguir em frente”, garantiu Jen.

Ouça a canção que os amigos de Jen prepararam no dia do casamento.