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Vitor Belfort ajudou Fat Family a virar grupo evangélico

Integrantes da banda Fat Family em entrevista coletiva no restaurante do Terraço Itália (Jayme de Carvalho Jr.-28.set.1999/Folhapress)

Integrantes da banda Fat Family em entrevista coletiva no restaurante do Terraço Itália (Jayme de Carvalho Jr.-28.set.1999/Folhapress)

Publicado no F5

Sucesso dos anos 1990, o grupo Fat Family trocou a música pop de hits como “Jeito Sexy” pelo gênero gospel.

O conjunto formado por irmãos que pesam acima de 100 kg revelou no “Programa Raul Gil”, do SBT, que foi o lutador Vitor Belfort que os apresentou ao cristianismo.

“Foi o Vitor que me apresentou a Jesus. Fui a primeira da família a me converter”, disse Deise, principal vocalista da banda.

Música nova exige um ouvido novo

foto: Luciano Lopes / TV F5.com

foto: Luciano Lopes / TV F5.com

Leonardo Boff, no Facebook

Estou fora do pais, na Europa a trabalho e constato o grande interesse que todas as mídias aqui conferem às manifestações no Brasil.

Há bons especialistas na Alemanha e França que emitem juízos pertinentes. Todos concordam nisso, no caráter social das manifestações, longe dos interesses da política convencional. É o triunfo dos novos meios e congregação que são as mídias sociais.

O grupo da libertação e a Igreja da libertação sempre avivaram a memória antiga do ideal da democracia,presente, nas primeiras comunidades cristãs até o século segundo pelo menos. Repetia-se o refrão clássico:”o que interessa a todos, deve poder ser discutido e decidido por todos”. E isso funcionava até para a eleição dos bispos e do Papa. Depois se perdeu esse ideal, mas nunca foi totalmente esquecido.

O ideal democrático de ir além da democracia delegatícia ou representativa e chegar à democracia participativa, de baixo para cima, envolvendo o maior número possível de pessoas, sempre esteve presente no ideário dos movimentos sociais, das comunidades de base, dos Sem Terra e de outros. Mas nos faltavam os instrumentos para implementar efetivamente essa democracia universal, popular e participativa.

Eis que esse instrumento nos foi dado pelas várias mídias sociais. Elas são sociais, abertas a todos. Todos agora tem um meio de manifestar sua opinião, agregar pessoas que assumem a mesma causa e promover o poder das ruas e das praças. O sistema dominante ocupou todos os espaços. Só ficaram as ruas e as praças que por sua natureza são de todos e do povo. Agora surgiram a rua e a praça virtuais, criadas pelas mídias sociais.

O velho sonho democrático segundo o qual o que interessa a todos, todos tem direito de opinar e contribuir para alcançar um objetivo comum, pode em fim ganhar forma.

Tais redes sociais podem desbancar ditaduras como no Norte da África, enfrentar regimes repressivos como na Turquia e agora mostram no Brasil que são os veículos adequados de reivindicações sociais, sempre feitas e quase sempre postergadas ou negadas: transporte de qualidade, saúde, educação, segurança, saneamento básico. São causas que tem a ver com a vida comezinha, cotidiana e comum à maioria dos motais. Portando, coisas da Política em maiúsculo.

Nutro a convicção de que a partir de agora se poderá refundar o Brasil a partir de onde sempre deveria ter começado, a partir do povo mesmo que já encostou nos limites do Brasil feito para as elites. Estas costumavam fazer
políticas pobres para os pobres e ricas para os ricos. Essa lógica deve mudar daqui para frente. Ai dos políticos que não mantiverem uma relação orgânica com o povo. Estes merecem ser varridos da praça e das ruas.
Escreveu-me um amigo que elaborou uma das interpretações do Brasil mais originais e consistentes, o Brasil como grande feitoria e empresa do Capital
Mundial, Luiz Gonzaga de Souza Lima. Permito-me citá-lo:

“Acho que o povo esbarrou nos limites da formação social empresarial, nos limites da organização social para os negócios. Esbarrou nos limites da Empresa Brasil. E os ultrapassou. Quer ser sociedade, quer outras prioridades sociais, quer outra forma de ser Brasil, quer uma sociedade de humanos, coisa diversa da sociedade dos negócios. É a Refundação em movimento”.

Creio que este autor captou o sentido profundo e para muitos ainda escondido das atuais manifestações multitudinárias que estão ocorrendo no Brasil.

Anuncia-se um parto novo. Devemos fazer tudo para que não seja abortado por aqueles daqui e de lá de fora que querem recolonizar o Brasil e condená-lo a ser apenas um fornecedor de commodities para os países centrais que alimentam ainda uma visão colonial do mundo, cegos para os processos que nos conduzirão fatalmente à uma nova consciência planetária e a exigência de uma governança global.

Problemas globais exigem soluções globais. Soluções globais pressupõem estruturas globais de implementação e orientação. O Brasil pode ser um dos primeiros nos quais esse inédito viável pode começar a sua marcha de realização. Dai ser importante não permitirmos que o movimento seja desvirtuado.

Música nova exige um ouvido novo.

Todos são convocados a pensar este novo, dar-lhe sustentabilidade e fazê-lo frutificar num Brasil mais integrado, mais saudável, mais educado e melhor servido em suas necessidades básicas.

dica do Wanderlan Gomes

Jean Wyllys diz que suas atitudes são fruto dos ensinamentos de Jesus

Jean Wyllys em entrevista para a revista "Trip" de junho

Jean Wyllys em entrevista para a revista “Trip” de junho

Publicado originalmente no F5

A resposta “branda” de Jean Wyllys, 39, aos insultos que recebe é fruto dos ensinamentos cristãos. O ex-BBB e deputado federal diz que rebate às críticas a partir do que aprendeu com o evangelho de Jesus Cristo.

“Posso garantir que minha atitude não é produto de ioga nem de psicanálise. Mas ela talvez seja fruto das marcas do cristianismo em meu caráter, da imitação de Jesus Cristo. Com Ele, aprendi a ser um doce bárbaro: oferecer a outra face diante da violência física do oponente e atacá-lo com a violência das palavras, das metáforas, das parábolas; com Ele, aprendi a ter consciência do conflito e a aceitar o fato de que ele é inevitável, o que leva qualquer pessoa de bom senso a estar sempre preparada; com Jesus, aprendi a conjugar inteligência e conhecimento com intuição e amor.”

A declaração do deputado foi feita para a revista “Trip” de junho, em que afirmou usar o “amor” para combater as adversidades da vida. “Só o amor pode fazer, do inevitável clube da luta que é a vida, um lugar também de felicidade. E a felicidade, já diziam Lennon e McCartney, é uma arma quente”, concluiu.

Namorada traída faz jogo de “caça ao tesouro” com coisas do namorado

Carta da namorada traída para o namorado

Carta da namorada traída para o namorado

Publicado originalmente no F5

Uma namorada traída encontrou uma solução criativa para se vingar do namorado.

Ela deixou uma carta, em tom irônico, dando dicas de onde escondeu cada uma das coisas dele.

“Olá querido!
Adivinha só quem esqueceu o Facebook aberto e recebeu uma mensagem da Kelsi? É! Você!
Mas não se preocupe, eu não quebrei nada! Na verdade, fui boazinha e até empacotei suas coisas para você.
E ainda inventei um jogo divertido, já que você gosta tanto de procurar coisas (outras mulheres, por exemplo).
É aqui que você vai encontrar suas coisas:
- suas roupas estão onde nos conhecemos
- seus videogames estão onde demos nosso primeiro beijo
- seu laptop está onde compramos nosso primeiro videogame juntos
- sua TV está onde chegamos aos “finalmentes”
- todo o resto, incluindo fotos dos últimos dois anos de nossas vidas está na casa da Kelsi!

Divirta-se! Ah, e já que eu não destruí suas coisas, não posso garantir que alguém não vá encontrá-las primeiro que você! Boa caça!”

A carta foi compartilhada na rede social Imgur e já soma mais de 870 mil visualizações.

dica da Camila Freitas

“Candy Crush” ultrapassa “Angry Birds” e se torna jogo mais popular do mundo

Game "Candy Crush"

Game “Candy Crush”

publicado no F5

O jogo “Candy Crush Saga”, que virou mania na internet e nos smartphones, acaba de alcançar o topo das listas de jogos mais populares no Facebook, na Apple Store e no iOS.

O “Candy Crush” ultrapassou o até então jogo mais popular do mundo, “Angry Birds”.

A empresa King, desenvolvedora do game, bateu a Zynga, criadora do “Farmville”, e é atualmente a mais popular empresa de games sociais. As informações são do site “Daily Mail”.

Sediada em Londres, a King já registra mais de 66 milhões de usuários no mundo inteiro, dos quais 15 milhões jogam “Candy Crush” diariamente.

Já a Zynga está atrás, com 52 milhões de usuários. No auge de sua popularidade, o “Farmville” teve 82 milhões de usuários jogando diariamente.

Desde o lançamento do Candy Crush, os usuários já passaram o total de 103 mil anos jogando e mais de 1 trilhão de doces foram esmagados.

O presidente da King, Riccardo Zacconi, atribui o sucesso do jogo à facilidade de o usuário entender como funciona. “É o passatempo perfeito”, elogiou, em entrevista ao “The Sun”.

Segundo Zacconi, mais de 90% dos jogadores que zeraram o Candy Crush nunca gastaram dinheiro com o jogo e conseguiram zerar sozinhos ou com a ajuda dos amigos.