Versão do Facebook para ser usada no trabalho já está em testes

A novidade competirá diretamente com as soluções corporativas do Google (Drive, Gmail) e da Microsoft (Office, OneDrive)

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Publicado no Olhar Digital

O Facebook está próximo de lançar uma versão da rede social exclusiva para o ambiente corporativo. A novidade, segundo o Financial Times, já está em testes dentro de algumas companhias.

Não é a primeira vez que se fala sobre a iniciativa. O FT diz que a versão é chamada de “Facebook at Work”, o que combina com uma notícia publicada pelo TechCrunch em junho. A diferença entre as reportagens está na escrita: para o TechCrunch, fontes disseram que é “FB@Work”, mas como @, em inglês, se diz “at”, as duas histórias combinam. Em português, seria algo como “Facebook no Trabalho”.

O FB@Work teria um formato quase idêntico ao Facebook convencional, com feed de notícias, grupos e chat, mas sem fotos de família, baladas etc. Ao separar a vida pessoal dos usuários da profissional, o Facebook dribla a desconfiança de muitas empresas que bloqueiam o acesso à rede social para evitar distrações.

Há muito tempo os funcionários de Mark Zuckerberg usam a rede social para se comunicar profissionalmente, e há alguns meses essa comunicação passou a ser feita pela versão corporativa do site, segundo o FT. Então surgiu a necessidade de expandir a ferramenta, levando-a a outras empresas.

Caso venha a ser lançada – o que não demoraria a ocorrer – a novidade competirá diretamente com as soluções corporativas do Google (Drive, Gmail) e da Microsoft (Office, OneDrive), porque o Facebook entende que documentos e mensagens poderão ser trocadas exclusivamente por ali. Também seria uma afronta ao LinkedIn.

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Site Pet Romance quer ser o Facebook dos bichos

Após o cadastro, o usuário pode publicar e curtir textos e fotos. Perfis de animais para adoção e contatos de pet shops e outas empresas da área são alguns dos recursos do site.

Publicado na Exame

Um novo site pretende intensificar as relações entre cães, gatos e outros animais. Batizado de Pet Romance, ele quer ser a rede social dos bichos de estimação.

“Você se cadastra no site como se fosse o próprio bicho”, explicou em entrevista a EXAME.com o idealizador do site Luís Quadros.

Segundo ele, o usuário deve informar o nome e o tipo do animal quando cria um perfil no site. Informações como raça, idade, peso, cor, localização são opcionais.

Após o cadastro, o usuário pode publicar e curtir textos e fotos. Perfis de animais para adoção e contatos de pet shops e outas empresas da área são alguns dos recursos do site.

Segundo Quadros, o site é para todo tipo de bicho – embora 80% das contas sejam de cães ou gatos. Após 11 meses no ar, o Pet Romance já acumula 6 mil usuários ativos, 30 mil fotos publicadas, 50 mil postagens compartilhadas e 95 mil fãs no Facebook.

“Entre os usuários, já surgiram até algumas gírias próprias do site – como #aubraços, #lambeijos, #aumigo”, afirma Quadros.

Até o momento, o idealizador não faturou nada com o site. Mas ele já tem planos para monetizá-lo. Entre eles, estão a inclusão de anúncios e um espaço para que pet shops e outras empresas possam fazer vendas online.

A ideia é que, a cada negócio fechado, o Pet Romance fique com uma pequena porcentagem. E os planos de Quadros não param por aí.

Em dezembro, ele deve lançar o app do site para Android (em janeiro, sai a versão para iOS). O aplicativo terá funções extras – como um botão de emergência para casos de sumiço do bicho de estimação e um recurso que vai dizer ao usuário que outros animais com perfil no site estão nas redondezas.

“O app será como um Waze para pets”, aposta ele. Além disso, a versão em inglês do Pet Romance deve entrar no ar no começo do ano que vem. Com ela, Quadros quer ganhar os usuários americanos.

“O Pet Romance é o Facebook dos bichos”, resume ele.

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Facebook: 22 fatos e estatísticas que as marcas precisam conhecer

publicado na proXXima

O Facebook fechou mais um trimestre com estatísticas impressionantes. O aumento de 247% nos preços de anúncios, por exemplo, e a introdução de grupos dentro do aplicativo da rede social são algumas das novidades.

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Confira abaixo 22 fatos e estatísticas da plataforma:

1. US$3.2 bilhões em receita total nos últimos 3 meses
2. A receita publicitária aumentou em 64% a cada ano
3. 1 bilhão de visualização de vídeos por dia em setembro
4. 8,3 mil funcionários, 40% a mais em relação ao ano passado
5. 1,5 milhão de anunciantes
6. US$766 milhões em fluxo de caixa livre no terceiro trimestre
7. 64% dos usuários mensais ativos acessam a rede social diariamente
8. 1,35 bilhão de pessoas acessam mensalmente
9. 703 milhões utilizam a versão mobile todos os dias (40% a mais que em 2013)
10. 700 milhões de pessoas utilizam os grupos do Facebook todo mês
11. WhatsApp tem 600 milhões de usuários ativos mensais, caminhando para 1 bilhão
12. 3 vilhões de links foram criados com o Facebook applink
13. Os preços dos anúncios aumentaram 247% devido à melhor qualidade
14. Impressões publicitárias totais diminuíram 56% no último ano
15. O volume de pagamento proveniente de games sofreu queda de 2% ao ano
16. Instagram tem 200 milhões de usuários, com a meta de atingir 1 bilhão
17. Usuários médio do Instagram gastam 21 minutos por dia no aplicativo
18. 1,12 bilhão de pessoas utilizam o Facebook mobile mensalmente, o que corresponde a um aumento de 250 milhões em relação ao ano passado.
19. O mobile representa 66% da receita publicitária. Em 2013, a porcentagem era de 49%
20. Usuários respondem 20% mais rápido no aplicativo do Facebook messenger em comparação ao Facebook messenger nativo
21. 864 milhões de usuários ativos diários. No segundo trimestre deste ano, o número era de 829 milhões
22. 1 bilhão de engajamentos, semanalmente, entre figuras públicas e seus fãs.

O que esses números significam?

1. Crie conteúdo relevante de qualidade
Com o surgimento de ferramentas que ajudam a criar conteúdo mais rápido, a concorrência por um espaço no feed de notícias do Facebook só vai aumentar. Por isso, para conquistar altas taxas de engajamento, as marcas devem investir em histórias personalizadas e experiências para os fãs.

2. Os anúncios do Facebook devem ser mais eficientes
Os preços dos anúncios aumentara em 247%! Isso significa que as empresas deverão saber mais sobre seus consumidores caso queiram gerar um ROI positivo com anúncios na rede social. Uma estratégia simples, mas eficiente, é coletar o e-mail dos fãs da marca no Facebook e resegmentá-los atualizando seus e-mails na plataforma de publicidade da rede social.

O que vem em seguida?

1. Facebook vai levar grupos para dentro do seu aplicativo no ano que vem
Mark Zuckerberg já afirmou seu interesse no mobile, além de declarar que os esforços do Facebook em conectar o mundo, atingindo 1 bilhão de usuários por aplicativo, é um marco crítico para iniciar a monetização.

2. Facebook não vai desenvolver sua própria plataforma de pagamento
Apesar das especulações, o Facebook não vai desenvolver uma plataforma de pagamento e pretende, em vez disso, criar uma experiência de pagamento na plataforma.
3. A missão do Facebook é conectar o mundo
Em 3 anos, o Facebook pretende aumentar e servir sua comunidade atual de 864 milhões de usuários ativos. Em 5 anos, a rede social vai focar no Messenger, WhatsApp, search e Instagram para que atinjam 1 bilhão de usuários. Já os planos a longo prazo – 10 anos -, incluem conectar a população mundial com o projeto Internet.org e criar a próxima geração de plataformas computacionais com o Oculus Rift.

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Facebook adiciona o botão de “doar” para campanha contra Ebola

A contribuição irá para qualquer uma das três instituições com fins não lucrativos envolvidas com o combate à doença – a Cruz Vermelha Americana, o International Medical Corps e o Save The Children.

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O Facebook está acrescentando mais um item ao feed de notícias de seus usuários: um botão de “doe agora” para contribuir na campanha contra o Ebola. A inclusão acontece a partir desta quinta-feira (06) na versão em inglês da rede social e provavelmente estará presente em seus idiomas alternativos. A contribuição irá para qualquer uma das três instituições com fins não lucrativos envolvidas com o combate à doença – a Cruz Vermelha Americana, o International Medical Corps e o Save The Children.

A atitude de Mark Zuckerberg para contribuir no combate à doença não é o único gesto tomado pelo CEO em relação ao assunto. No dia 15 de outubro, ele e sua esposa, Priscila Chan, doaram U$25 milhões para o Centers for Disease Control Foundation, para tentar pôr um fim ao alastramento do Ebola durante o mês passado.

Além do botão de “doe agora,” o Facebook incluirá uma parceria com a UNICEF para espalhar informações mais precisas sobre a situação da doença no oeste da África. As mensagens aparecerão no feed de notícias dos usuários da rede social que moram nas regiões afetadas, explicando como funciona a detecção, a prevenção e o tratamento. Segundo a equipe de engenheiros do Facebook, metade dos 200 milhões de usuários da internet do continente africano estão na rede social.

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Facebook terá botão “Refazer amizade”

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Publicado impagavelmente no Sensacionalista

Passado o longo período eleitoral que causou o fim de amizades e separação de familiares, o Facebook resolveu dar uma mão no processo de pacificação e resolveu implementar o botão “Refazer amizade”.

A empresa fez um levantamento e percebeu que o clima de guerra entre amigos poderia fazer com que menos pessoas acessassem a rede social, provocando perda de faturamento.

A ideia é recuperar as amizades que foram bloqueadas por excesso de petralhagem ou overdose de coxismo. O usuário clicará no botão e enviará um convite para o ex-amigo. Quem receber o convite para refazer a amizade poderá responder com um “sim” ou com o bocão “socar”.

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