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Cristãos queimados por estar lendo a bíblia

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Cristãos teriam sido queimados vivos por estarem lendo a bíblia! Verdadeiro ou falso? (foto: Reprodução/Facebook)

Publicado no E-Farsas

Será verdadeira a foto que mostra pessoas sendo queimadas em praça publica por estarem lendo a bíblia? Descubra aqui!

A imagem é muito forte e chocante! Uma multidão assistindo alguns corpos queimando em uma fogueira no chão. O texto que a acompanha afirma que se trata de cristãos que foram pegos lendo a bíblia e, por isso, teriam sido queimados vivos!

Alguns leitores entraram em contato com o E-farsas para que tentássemos descobrir se essa história é verdadeira ou falsa.

Verdadeiro ou falso?

O texto não dá maiores explicações de onde ou quando o fato teria ocorrido. Apenas dá a entender que muitas pessoas são perseguidas e sofrem por tentar ler a bíblia em outros países.

A ideia é fazer com que o leitor fique chocado com a cena e que se sinta culpado por “ter toda a liberdade para ler a bíblia e não o faz diariamente”. Muitas religiões fazem suas pregações através do medo, com histórias que não condizem com a verdade, para deixar seus fiéis assustados e com extrema quantidade de culpa.

Para que a sua carga de culpa fique um pouco mais leve, o internauta acaba repassando a história adiante – sem dar aquela pesquisada básica antes –, achando que está fazendo uma boa ação em divulgar as atrocidades que fazem com cristãos no mundo todo.

Somente no caso dessa postagem feita no Facebook, mais de 13.000 pessoas compartilharam a foto, além de mais de 800 usuários comentaram a respeito!

Mas e a foto? É real?

Infelizmente, a foto é real. Porém, a história é falsa!

No dia 14 de maio de 2008, uma multidão enfurecida linchou e ateou fogo em três ladrões que teriam roubado uma casa na cidade portuária de Karachi, no Paquistão.

Segundo apuramos em várias publicações (que não vamos mostrar aqui para poupar o seu estômago), depois de apanhar muito da multidão, os supostos criminosos tiveram grande quantidade de gasolina derramada sobre eles e foram incendiados para queimar dolorosamente até a morte.

A polícia da cidade afirmou que dois dos três supostos ladrões queimados morreram no local e o terceiro morreu no hospital. De acordo com a agência de notícias AFP, o chefe de polícia Babar Khattak disse que o incidente mostrou o aumento do comportamento violento na sociedade e qualquer processo contra os responsáveis ​​pelo ato seria decidido somente após um inquérito policial.

A foto original é propriedade das agências de notícias STRDEL, AFP, e Getty Images.

Já mostramos aqui no E-farsas algumas histórias semelhantes a essa onde alguns começam a espalhar histórias de cristãos que estariam sendo vítimas de perseguições em outros países de outras religiões. De fato, a perseguição contra cristãos (bem como também contra adeptos a outras religiões) ocorre em diversos locais e, muitas vezes, com ferocidade até muito maior do que as que vemos nessa imagem.  Mas não foi o que acorreu nessa foto.

Conclusão

A foto é real, mas a história é falsa! O crime foi cometido pela multidão, mas o motivo das mortes foi outro.

Dica do Deiner Urzedo

Cadeia é revistada após detenta publicar fotos em rede social no AM

Revista iniciou por volta de 6 horas da manhã desta terça-feira (9).
Detenta publicou fotos no Facebook de dentro da Cadeia de Manaus.

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Girlene Medeiros, no G1

Uma revista na Cadeia Pública Raimundo Vidal Pessoal, no Centro de Manaus, foi iniciada no início da manhã desta terça-feira (9), pela Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos do Amazonas (Sejus). A informação foi confirmada pelo secretário-executivo da pasta, coronel Louismar Bonates. A medida ocorre após serem descobertas publicações no Facebook de uma mulher que está atualmente presa. As imagens incluem mostram outras presas e o dia a dia na cadeia.

Segundo coronel Bonates, as alas da Cadeia Pública serão vistoriadas na tentativa de encontrar aparelhos celulares, principalmente, os utilizados pela detenta  com imagens registradas entre os meses de junho e julho. A revista deve ocorrer até o fim desta manhã.

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Publicação no Facebook
Uma detenta da Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa, situada no Centro de Manaus, postou no Facebook várias fotos do dia a dia no presídio. As imagens das presas foram registradas entre os meses de junho e julho, e enviadas para a rede social via celular de dentro da cadeia. As fotos foram postadas no perfil de uma mulher que atualmente permanece presa na Cadeia Pública, como confirmou a Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos do Amazonas (Sejus).

Uma série de fotos vem sendo postada pela interna. Nas imagens, ela mostra o cotidiano na cadeia e aparece posando ao lado de outras detentas. “Vamos curtir mt nas pista parceirinha kkk bjks a todos (sic)”, postou a detenta em uma das fotos que aparece ao lado de outra interna. Em outra publicação, a presa exibe as unhas recém-pintadas e diz “olha ai ju arrazou agora amei minhas unhas pr isso postei p vcs verem q apesar de ta aki temos a nossa propria manicure (sic)”.

No dia 5 de junho, também através de um celular, a presa voltou a postar na rede social de dentro da cadeia: “obrigada senhor por tudo perdoa meus erros e abecoa minha familia e o meu amor boa madrugada a todos (sic)”, trazia a postagem. A última atualização do perfil da interna ocorreu por volta das 10h da manhã desta segunda-feira (8), quando a detenta comentou em uma das próprias publicações no Facebook.

Por meio da assessoria de comunicação, a Sejus afirmou que será instaurado um conselho disciplinar para apurar a situação e, se condenadas, as detentas poderão pegar punição de até 30 dias no isolamento por cometimento de falta grave. A Sejus informou ainda, que a partir do mês de agosto, o sistema de bloqueadores de celulares deverá estar funcionando em todo o complexo da Raimundo Vidal Pessoa, “objetivando qualquer possibilidade de uso de celulares pela população carcerária, paralelo a essa medida o enrijecimento das regras e das normas internas, bem como as revista minuciosas dos familiares das detentas será mantido”.

Americana é expulsa de parque aquático por usar ‘biquíni revelador’

Madelyn Sheaffer ficou indignada ao ser abordada por funcionários.
‘É porque fico bem demais nele?’, esbravejou a americana de 43 anos.

Madelyn Sheaffer fez desabafo em rede social após ser expulsa de parque aquático por usar 'biquíni revelador' e recusar a se cobrir (Foto: Reprodução/Facebook/Madelyn Sheaffer)

Madelyn Sheaffer fez desabafo em rede social após
ser expulsa de parque aquático por usar ‘biquíni
revelador’ e recusar a se cobrir
(Foto: Reprodução/Facebook/Madelyn Sheaffer)

Publicado originalmente no G1

Uma americana de Independence, no estado de Missouri (EUA), ficou revoltada e fez uma reclamação com a polícia depois de ter sido expulsa de um parque aquático por utilizar um traje de banho “revelador demais”.

Indignada, Madelyn Sheaffer fez um desabafo em seu perfil no Facebook, no qual contou que estava com a mãe, a filha de 14 anos e três sobrinhos no estabelecimento quando dois funcionários, que seriam “adolescentes”, pediram que ela se cobrisse porque o traje era pequeno demais.

Ao pedir para falar com um supervisor, Sheaffer obteve a mesma ordem, e foi informada de que, caso não se cobrisse, teria que deixar o parque. “Que tipo de discriminação é essa? É porque estou velha demais para usar um biquíni ou porque fico bem demais nele?”, argumentou a americana de 43 anos, afirmando que havia “diversas garotas de 15 a 18 anos com trajes tão reveladores” quanto o dela.

Os funcionários chamaram a polícia, que foi ao local e escoltou a mulher para fora, que já que não podiam fazer nada pois os colaboradores estavam “apenas fazendo seu trabalho”. Em seu perfil na rede social, a americana finalizou dizendo que procurou a mídia para falar sobre seu caso, e que recebeu “muitos elogios” pelo traje.

De acordo com a emissora “KSHB”, o parque aquático emitiu uma nota afirmando que fica a critério do gerente decidir se os trajes de uma pessoa são ou não apropriados, e sustenta que o parque não discriminou a americana.

Rapaz encontra mãe que não via há 33 anos três dias após compartilhar foto no Facebook

Alex e a mãe, Angela, aos 18 anos Foto: Reprodução / Facebook

Alex e a mãe, Angela, aos 18 anos Foto: Reprodução / Facebook

Larissa Verdier, no Extra

Em três dias, Alexandro Silva conseguiu nas redes sociais o que ele havia tentado, sem sucesso, durante a vida inteira: encontrar a mãe. O rapaz de 34 anos publicou no Facebook uma foto de Angela Maria da Silva, aos 18 anos, pedindo para as pessoas divulgarem: “Estará ajudando um filho a encontrar a mãe que tanto fez e faz falta até hoje”. Três dias e 5.975 compartilhamentos depois, Alex, como é chamado, se deparou com uma mensagem da irmã caçula que ele sequer sabia que existia. Ao procurar pela mãe, Alexandro acabou encontrando uma família inteira na cidade de Ibiá, interior de Minas.

Os pais de Alex se separaram quando ele tinha menos de 2 anos de idade. A mãe conta que o marido, muito rígido, não a deixou levar o filho para o interior de Minas Gerais, onde ela passou a viver. O menino, nascido em Foz do Iguaçu, ficou com o pai na cidade de Marabá, no Pará, e foi criado pela madrasta. Angela se casou de novo e teve outra filha. Anos depois, quando tentou reencontrar Alex, ele já não vivia mais na cidade do norte do país.

Desde então, Angela sonha em abraçar Alex. Com frequência, ela cobrava da caçula, Elisângela Carvalho, de 30 anos, o resultado das buscas pelo irmão na internet: “Filha, ajuda a mamãe a achar ele”, dizia. Elisângela procurou por Alex no Facebook, em sites de encontros e até escreveu para programas de televisão. Dias antes, a mãe havia havia perguntado mais uma vez.

- Foi engraçado, porque eu passei o dia na casa dela. Aí ela perguntou: ‘Filha, você tem notícias do Alexandro? Não queria morrer sem ver meu filho’ – relembrou Elisângela, recepcionista de um hospital em Ibiá.

Angela Maria está com 53 anos e, segundo a filha, tem uma saúde bastante frágil. Por isso, a notícia de que Alex foi encontrado foi dada com “jeitinho”, para não emocioná-la demais. Mas não teve jeito, é claro:

- Ela desabou no choro – destacou Elisângela.

A filha caçula vive a cerca de 50 quilômetros de distância da mãe. Angela não tem telefone nem internet em casa. Naquela noite, ela não conseguiu dormir. Às 6h já estava na casa da vizinha, ansiosa para conferir a foto do filho no computador.

Elisângela está ansiosa para encontrar o irmão Foto: Reprodução / Facebook

Elisângela está ansiosa para encontrar o irmão Foto: Reprodução / Facebook

O caminho até a família

Até que a montagem da foto publicada por Alex, em São Paulo, chegasse ao Facebook de Elisângela, no interior de Minas, foram necessários 5.975 compartilhamentos. A recepcionista conta que uma amiga do trabalho viu o pedido e compartilhou. Ela achou a moça da foto parecida com a mãe de Elisângela, mas não disse nada com medo de criar falsas expectativas.

- Todo mundo na cidade conhece essa história. Todo mundo sabe que procuramos meu irmão há anos – explicou a recepcionista.

Depois disso, o pedido de Alex chegou também ao Facebook de um ex-prefeito da cidade, que não hesitou em divulgar a história, compartilhada em seguida no perfil que publica imagens históricas da cidade, e depois por outra amiga de Elisângela, do trabalho.

- Quando abri o meu Facebook, às seis da manhã de uma quinta-feira, dei de cara com a foto dele. Nem li o que estava escrito, mas reconheci a foto da minha mãe. Na hora, gritei para o meu marido: ‘Amor, achei o meu irmão!’. Aí eu desabei – contou Elisângela.

A recepcionista deixou um recado para o irmão na rede social, mas ele não respondeu.

- Acho que estava inseguro – justifica. – Acho que ficou meio acanhado também.

Pediu que uma amiga ligasse para o trabalho dele. A chefe de Alex confirmou a história e passou o telefone do rapaz. Os dois conversaram, e Elisângela precisou provar que era mesmo a pessoa que o rapaz procurava: disse o nome do pai dele, avô, data e local de nascimento… Sugeriu que ele ligasse para a mãe no dia seguinte.

- Ela me contou que assim que atendeu o telefone, na casa da vizinha, ele disse ‘Nossa, mãe, você não tem noção do quanto te procurei e de quanta falta você me fez’. Os dois choraram. Agora, ela está eufórica! Me liga a toda hora. A cidade inteira está impressionada. São 33 anos, uma vida toda procurando por ele! Não canso de olhar para a foto do meu irmão – revelou Elisângela.

O reencontro

Angela procurou muito pelo filho Foto: Reprodução / Facebook

Angela procurou muito pelo filho Foto: Reprodução / Facebook

Alex conseguiu o que queria, mas muita gente ainda não sabe disso e continua a espalhar a foto de Angela nas redes sociais. Até agora, já foram quase 30 mil compartilhamentos. Ele fez questão de agradecer, no Facebook, o “empurrãozinho”. “Foi graças aos compartilhamentos que minha irmã, que eu nem sabia que tinha, me encontrou”, escreveu.

Falta pouco mais de 24 horas para Alex finalmente encontrar a família em Minas. Se tudo caminhar conforme o previsto, ele chegará a Ibiá nesta sexta-feira, às 19h.

- Você não imagina como estou doida para encontrar ele, menina! – desabafou Elisângela. – Ele é tão parecido com a gente… e diz que a ficha dele ainda não caiu.

Assim como Alex, Elisângela também cresceu com o pai. A mãe se separou dele quando a recepcionista ainda era bem pequena. Angela ainda tem outro filho, de 36 anos, que foi criado por parentes. Elisângela o conheceu há alguns anos, por coincidência.

- O meu marido adora cavalos, e vive nesse meio. Ele sempre dizia que tinha um rapaz lá que era a minha cara. Um dia, me levou para conhecê-lo. Cheguei até ele, perguntei o nome, e disse a ele que éramos irmãos – contou.

A recepcionista sempre soube que tinha dois irmãos. E garante que não guarda mágoas da mãe por qualquer erro que ela possa ter cometido:

- Eu não a julgo. Nem o Alex.

Série fotográfica caseira recria diariamente imagens famosas – no Facebook

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Publicado no Blue Bus

Engraçado, barato e criativo, o ‘Face For A Day’ é 1 projeto que consiste em recriar cenas reais ou do cinema de forma barata, simples e engraçada. Tom Mochen idealizou e protagoniza a maioria das fotos, com ajuda de amigos. A série pode ser acompanhada pelo Facebook – onde já tem mais de 3 mil likes – e pra sugerir momentos, é só enviar 1 email pra lá :)

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