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As 10 celebridades mais influentes nas redes sociais

Érika Kokay, no Bombou na Web

E aí, quem são as celebridades que mais bombam na web? A Forbes divulgou nesta sexta-feira (10) a lista das 10 estrelas mais influentes nas redes sociais. A conta foi simples: eles somaram o número de seguidores no Twitter e o número de “curtis” na página do Facebook. Com isso, mostraram as celebs que realmente sabem que as redes podem ser uma arma poderosa na divulgação do seu trabalho. Dos 10 mais influentes, 9 são do meio da música. Em primeiro lugar, Rihanna, com 23,8 milhões de seguidores no Twitter e 59,6 milhões de fãs no Facebook. Dá uma olhada na lista completa:

1. Rihanna

Seguidores no Twitter: 23,8 milhões
Fãs no Facebook: 59,6 milhões

2. Lady Gaga

Seguidores no Twitter: 28 milhões
Fãs no Facebook: 53 milhões

3. Eminem

Seguidores no Twitter: 11,9 milhões
Fãs no Facebook: 60,3 milhões

4. Justin Bieber

Seguidores no Twitter: 26 milhões
Fãs no Facebook: 45,8 milhões

5. Katy Perry

Seguidores no Twitter: 24,5 milhões
Fãs no Facebook: 45,7 milhões

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De acordo com psicólogos, não estar no Facebook pode ser sinal de perturbação mental

Cínthia Demaria, no TuDiBão

Em entrevista à revista alemã Der Taggspiegel, o psicólogo Christopher Moeller defendeu que o Facebook se tornou atestado de sanidade porque mostra que as pessoas têm relações sociais saudáveis. A revista se propôs a traçar a relação entre os assassinatos em massa cometidos pelo americano James Holmes e o norueguês Anders Behring Breivik. A primeira premissa levantada foi que nenhum dos dois tinha perfil no Facebook.

Outro indício levantado pela revista foi que a ‘não participação’ na rede social nos torna “suspeitos”. A Forbes.com reportou recentemente que os departamentos de recursos humanos das empresas dos Estados Unidos estão mais cautelosos quanto aos candidatos que escolheram ficar de fora, o que também já acontece no Brasil como pré requisito para recrutamento e seleção.

O site de tecnologia Slashdot resumiu a suspeita da seguinte forma: “Não ter uma conta no Facebook pode ser o primeiro sinal de que você é um assassino em massa.” Tanto Holmes, que matou 12 pessoas num cinema, quanto Breivik, que matou 77, deixaram pequenas pegadas virtuais, mas nenhum indício pelo site de Mark Zuckerberg.

A ideia dos recrutadores, como ressalta o Daily Mail, é que se a pessoa não quis criar uma conta no Facebook, tem uma vida complicada demais para se expor. E o Daily ainda traz o exemplo do repórter de tecnologia Farhad Manjoo, que escreveu uma coluna para o Slate.com dizendo que não se deve namorar quem está fora da rede social.

“Se você tem uma certa idade e vai se encontrar com alguém com quem pode acabar indo para a cama, e essa pessoa não tem uma página no Facebook, pode ser que você tenha recebido um nome falso”, afirma.

Há prós e contras. Alguns psicólogos dizem que a participação excessiva na rede causa depressão pela necessidade de autoafirmação e excesso de narcisismo, o que também pode ser causa de suicídio pela “não aprovação da imagem”. Entretanto, a premissa de se tornar ‘suspeito’ sem estar na rede também é  factível de ser considerada.

E você, o que acha disso? O fato é que o poder de influência da rede social faz com que a sociedade reveja ou até mesmo revele as verdadeiras personalidades.

Juiz eleitoral em SC determina que Facebook saia do ar por 24h

Felipe Bächtold, na Folha de S.Paulo

Um juiz eleitoral de Florianópolis determinou que o Facebook suspenda todo o seu conteúdo no Brasil durante 24 horas por não ter cumprido uma ordem para tirar do ar uma página que criticava um vereador.

A rede social também receberá multa diária de R$ 50 mil por não ter respeitado a decisão.

No dia 26 de julho, o juiz eleitoral Luiz Felipe Siegert Schuch expediu uma liminar mandando o site retirar do ar a página “Reage Praia Mole”, de crítica a um projeto turístico em Florianópolis.

Quem fez o pedido foi o vereador Dalmo Meneses (PP), candidato à reeleição que se sentiu prejudicado pelo conteúdo veiculado de maneira anônima na comunidade.

Segundo a Justiça Eleitoral, a ordem foi desobedecida. Nesta quinta-feira (9), em nova decisão, Schuch mandou suspender o Facebook no país e deixar no site apenas um aviso informando estar “inoperante por descumprimento da lei eleitoral”.

Em sua primeira decisão, o juiz citou uma resolução do Tribunal Superior Eleitoral que “veda o anonimato” em propagandas no período de campanha.

“Sem identificação do responsável pelas manifestação das opiniões ali publicadas, estão noticiados fatos e julgamentos pessoais depreciativos”, escreveu Schuch sobre a comunidade.

A ordem afirma que o cumprimento deve ocorrer a partir da notificação do Facebook.

Na rede social, nesta sexta-feira, é possível encontrar uma comunidade chamada “Reage Praia Mole 2″, em que os responsáveis reclamam da desativação da página original.

A reportagem não conseguiu localizar o vereador Dalmo Meneses.

OUTRO LADO

A representação do Facebook no Brasil informou que “está em contato com a Justiça Eleitoral a respeito deste assunto e que tem procedimentos implementados para lidar com questões relacionadas com propaganda eleitoral”.

A rede tem 37 milhões de usuários no Brasil.

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Homem perde memória e usa Facebook para se lembrar do passado

Thiago Barros, no TechTudo

Mayank Sharma, indiano de 27 anos, é a primeira estrela do Facebook Stories. O rapaz de Nova Deli contraiu uma doença no sistema nervoso central e acabou perdendo a memória. No entanto, graças à rede social, ele começou a reunir algumas lembranças das pessoas que conhecia. O caso inaugura uma nova sessão do site que documenta as melhores experiências reveladas por usuários com o Facebook, que agrupa vídeos mensais sobre histórias de superação relacionadas ao serviço.

Mayank Sharma, um jovem indiano (Foto: Reprodução)

O vídeo, que conta a história de Sharma, tem pouco menos de três minutos de duração e mostra o rapaz falando um pouco sobre sua vida e todas as dificuldades que encontrou por conta da doença, contraída em 2010. Enquanto se recuperava em um hospital na cidade, o jovem passou a não reconhecer mais os membros de sua família. E não sabia nem mesmo quem era ele próprio, já que a sua memória havia se apagado totalmente. Os médicos acreditam que ele vai recuperar as lembranças um dia. Mas, até lá, o indiano segue utilizando o “crowdsourcing” e as redes sociais para se inspirar.

“Quando decidi entrar em contato com as pessoas para me redescobrir, sabia que haveria uma coisa ou outra que não seriam tão prazerosas. Mas acredito que este é um preço pequeno a se pagar por quase três décadas de experiências que vivi e não me recordo”, explicou.

Mayank Sharma foi diagnosticado com meningite tuberculosa, que é uma das formas mais graves desse tipo de doença. A transmissão ocorre por via aérea e entre 20% e 50% das pessoas que são infectadas morrem. Quem sobrevive, costuma ter defeitos neurológicos.

“Durante a minha recuperação, todo mundo ficava lá no quarto tentando me ajudar a lembrar das coisas. Acho que me recordo somente deles me contando, porém não consigo me imaginar nas cenas. Acredito que ainda não me lembro do passado, mas sim dos outros me contando”, contou.

O caso do indiano está sendo tratado, mas o diretor da clínica de tuberculose no Texas Children’s Hospital e especialista na doença, Jeff Starke, diz que os médicos estão “confusos” com a história do rapaz. Afinal, não é normal que “o dano ao cérebro seja tão grande” a ponto de fazê-lo esquecer de tudo.
“Depende muito do paciente e de outros problemas que ele possa ter. Infelizmente, esta doença é difícil de diagnosticar e não há nenhuma forma de fazer uma previsão sobre quais complicações vão ocorrer. Mas não esperava que ele tivesse tantos problemas”, observou Starke.

Sharma é relativamente conhecido no mundo tech da Internet, já que escreve artigos para PC Plus, Linux Format e Windows: The Official Magazine. O indiano está escrevendo normalmente nos últimos meses, mas só sai de casa com supervisão e para fazer exercícios autorizados. O rapaz criou, inclusive, um site oficial no qual convida as pessoas para “navegarem pelo seu cérebro”.

Assista ao vídeo de Mayank Sharma no Facebook Stories abaixo:

Campanha na internet prega começo da vida sexual só após o casamento e ganha milhares de adeptos

Paula Fernandes, no Extra

“Deus tem uma bênção específica para cada um de nós, no momento certo. Se formos precipitados, atrapalhamos o processo”, repete o missionário Felipe Augusto Medeiros, da Igreja Congregacional de Bento Ribeiro. Aos 27 anos, o jovem conta que deu o primeiro beijo somente aos 22, em sua única namorada, com quem permaneceu por um mês. Desde o fim do relacionamento, garante que permaneceu sozinho, sem qualquer envolvimento com outra mulher.

- Não tenho vergonha de dizer que sou virgem. Escolhi aguardar no Senhor, que colocará no meu caminho a pessoa certa, na hora certa. A banalização do amor causou em mim o desejo de fazer algo contrário – diz Felipe, convicto da escolha.

“A banalização do amor causou em mim o desejo de fazer algo contrário”, revela Felipe Medeiros, da da Igreja Congregacional de Bento Ribeiro. Foto: Nina Lima / Extra

Os princípios são bíblicos, a escolha é natural e a espera, inevitável, segundo muitos. Baseados nessas questões, jovens de todo o país têm encontrado na internet uma ferramenta para propagar o ideal de iniciar a vida sexual somente após o casamento. Criada em abril do ano passado pelo pastor Nelson Junior, de Vitória, Espírito Santo, a campanha “Eu Escolhi Esperar” já conta com a adesão de mais de 500 mil pessoas no Facebook. No Twitter, já são mais de 120 mil seguidores, enquanto que, no Orkut, são quase 20 mil.

- Por semana, mais de 15 milhões de pessoas são alcançadas pelas postagens no Facebook, e a campanha já tem seguidores em outros países, como Estados Unidos, México, Argentina, Peru, Chile, Angola, Itália, Espanha, Inglaterra e Austrália – conta Nelson Junior.

Longe da esfera virtual, a atuação do movimento ocorrer por meio de seminários, realizados constantemente em diversas igrejas pelo país inteiro. O objetivo, segundo o pastor, é reforçar fundamentos bíblicos eternos que foram abandonados.

- A sociedade que prega tanta liberdade sexual, que defende o direito da livre escolha, é a mesma que não respeita, debocha e desaprova o desejo de se guardar para o casamento. Atualmente, isso é considerado quase um retrocesso comportamental – afirma Nelson.

A mobilização, segundo ele, é fruto da própria vivência humana, em que as decepções amorosas são cada vez mais frequentes.

- As pessoas estão cansadas das frustrações emocionais. Com o tempo, descobrem que o sexo é bom, mas não é tudo. Existem valores que precedem o prazer. Ensinar que o desejo está acima de qualquer coisa é gerar indivíduos cada vez mais egoístas e solitários – diz ele.

Após um relacionamento, Carla da Rocha optou pela abstinência Foto: Nina Lima / Extra

Músicos do Black Lips se beijam em protesto contra lanchonete dos EUA

Publicado por F5

Dois integrantes da banda Black Lips se beijaram em protesto contra a rede de restaurantes Chick-fil-A (lê-se tchic-filêi), dos Estados Unidos, e postaram uma foto na página do grupo no Facebook.

Cole Alexander e Jared Swilley estavam entre os manifestantes que promoveram um beijaço gay nas lojas da franquia durante o horário do almoço.

A cadeia de lanchonetes, cujo produto principal é apelidado de “frango de Jesus”, está sofrendo boicote após seu dono admitir que a empresa contribui com campanhas anti-homossexuais.

A banda de rock Black Lips é de Atlanta, capital da Geórgia, Estado onde a empresa foi fundada, em 1967.

Beijo gay em lanchonete nos EUA


Músicos do Black Lips se beijam em protesto a restaurante americano


Casal de lésbicas se beija na porta do Chick-fil-A, em Hollywood, nos EUA, nesta sexta-feira


Grupos convocaram manifestação por contribuições dos donos a entidades e causas antigays


Cadeia de restaurantes tem como principal produto “frango de Jesus”
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Analista culpa entrada de pais no Facebook pela queda das ações da rede social

Entrada de pais no Facebook espanta jovens da rede social
Entrada de pais no Facebook espanta jovens da rede social

Publicado originalmente no UOL

O vexame da queda das ações do Facebook após o IPO da empresa em maio tem um novo responsável: os pais. A entrada dos “coroas” nas redes sociais para monitorar as ações dos filhos tem causado impacto negativo nas finanças do site. Pelo menos é o que garantiu o analista financeiro Trip Chowdry, em entrevista para o site da “NBC”.

Chowdry diz que o crescimento da rede social ocasionou uma preocupação dos pais e eles começaram a entrar no Facebook para monitorar as ações dos filhos adolescentes. Os jovens, por sua vez, se sentiram incomodados com a presença dos parentes mais velhos e pararam de interagir na rede social. “As crianças estão passando menos tempo no site, como seus pais também já estão no Facebook”, afirmou.

Isso pode ter como consequência a diminuição do engajamento do público no site e queda de anúncios. O que, para Chowdry, resultou na queda das ações do Facebook. Para ele, os jovens estão migrando para o Twitter. No microblog, há mais privacidade e a rede não (ainda) foi invadida pelos pais.

Para ele, a solução poderia estar no banimento dos pais da rede social. Mas o próprio Chowdry sabe que é impossível. “Se os pais fossem banidos, o Facebook poderia se tornar uma rede social mais legal. Mas isso não é possível, porque traria repercussão negativa para o site”, explica.

A própria NBC ironizou o comentário do analista na reportagem: “Então o Facebook não vende mais por causa dos pais? Sem mais perguntas”.

foto: Thinkstock