Facebook começa a testar Trending Topics

O AllThingD noticiou a novidade ontem, contudo, foi só nesta quinta (7) que um porta-voz do Facebook confirmou a informação

Smartphone conectado ao Facebook: rede social informou ao site Mashable que está testando o recurso de Trending Topics
Smartphone conectado ao Facebook: rede social informou ao site Mashable que está testando o recurso de Trending Topics

Publicado originalmente no site da Exame

São Paulo – Quase dois meses após a chegada de hashtags ao Facebook, a rede social informou ao site Mashable que está testando o recurso de Trending Topics.

O AllThingD noticiou a novidade ontem, contudo, foi só nesta quinta (7) que um porta-voz do Facebook confirmou a informação.

Segundo comunicado emitido ao site, os testes estão sendo feitos na versão mobile, com uma pequena parcela dos usuários dos Estados Unidos.

Surgido no Twitter, o Trending Topics mostra os assuntos mais comentados de acordo com uma região do globo ou ainda, mundialmente.

No Facebook, uma pequena lista com três ou mais palavras-chaves é mostrada no feed do usuário.

Vale lembrar que essas não são as primeiras funcionalidades “emprestadas” do Twitter.

O Facebook também já utilizou a função “@” para menções, contas oficiais para personalidades e a opção de seguir pessoas.

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78% das pessoas que dão bom dia no Facebook não cumprimentam o porteiro, aponta estudo

foto: Facebook
foto: Facebook

Publicado impagavelmente no Sensacionalista

Um levantamento do instituto Nielsen mostrou que os usuários do Facebook são muito mais educados na rede social do que na vida real. De acordo com o estudo, nada menos do que 78% das pessoas que dão bom dia no site de Zuckerberg não cumprimentam os porteiros de seus prédios. “Isso funciona como o caso das fotos de perfis que são tratadas. As pessoas querem parecer melhores do que elas são e isso não é só na aparência”, disse o coordenador da pesquisa, Marcelo Sampaio.

O estudo ouviu 15000 usuários do Facebook no Brasil. Outro hábito estranho detectado é o de ser muito bem humorado na rede e ranzinza na vida real.

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Ex-modelo da Victoria’s Secret vai lançar linha de roupas gospel

Kylie Bisutti Foto: Reprodução / Facebook
Kylie Bisutti Foto: Reprodução / Facebook

Publicado originalmente no Extra

A ex-modelo da grife Victoria’s Secret, Kylie Bisutti, de 23 anos, abandonou a carreira de modelo, com a qual fez sucesso desfilando de lingeries, por conflitos com sua fé, no ano passado. Mas, a bela não abandonará o mundo fashion completamente. Para conciliar sua religião com a paixão pela moda, a norte-americana será sócia de uma linha de roupas gospel e se prepara para lançar uma biografia.

Kylie Bisutti Foto: Reprodução / Facebook
Kylie Bisutti Foto: Facebook

A marca “God Inspired Fashion” (Moda Inspirada em Deus) inclui roupas e acessórios, de mochilas a jeans skinny, para mulheres homens e crianças, com versos da Bíblia. “‘God Inspired Fashion’ é sobre espalhar a palavra de Deus em todos os lugares e tornar mais fácil para os cristãos compartilhar sua fé e o amor de Deus. E isso é realmente o que o mundo precisa agora”, divulgou a ex-modelo, em comunicado no site de sua grife.

Em um modelo de jeans feminino, por exemplo, o versículo “Entreguem todas as suas preocupações a Deus, pois Ele cuida de vocês” (Pedro 5:7) é destacado.

Foto: Reprodução / God Inspired Fashion
Foto: Reprodução / God Inspired Fashion

Críticas à carreira de modelo de lingeries

Kylie disse ao The New York Daily que ser modelo da Victoria‘s Secret fez ela se sentir como “um pedaço de carne”. Além da nova grife, a bela se prepara para lançar, ainda este ano, um livro de memórias chamado “I’m No Angel: From Victoria’s Secret Model to Role Model”, no qual fala sobre as “duras realidades da indústria da moda”.

No livro, ela revela algumas dietas malucas e outras medidas extremas a que teve de se submeter para ficar magra e desfilar para a Victoria‘s Secret.

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Menino com câncer morre dois dias após ser padrinho dos pais

Logan fez o caminho até o altar no colo da mãe durante o casamento dos pais
Logan fez o caminho até o altar no colo da mãe durante o casamento dos pais

Publicado por BBC [via UOL]

Quando ouviram dos médicos que o filho de 2 anos tinha apenas algumas semanas de vida, os americanos Christine Swidorsky e Sean Stevenson resolveram homenageá-lo. Eles decidiram adiantar seu casamento, que seria em julho de 2014, para o último sábado – assim Logan poderia participar.

Padrinho do casamento, o garoto chegou para a cerimônia no colo de sua mãe e, em seguida, passou para o colo da avó, enquanto segurava seu coelhinho de pelúcia favorito. Christine afirmou que a cerimônia, ocorrida em Pittsburgh, era uma maneira de celebrar a vida de Logan.

Mas, dois dias depois do casamento, ela teve de anunciar a morte de seu filho. Em sua página no Facebook, ela disse que o garoto morreu em seus braços, na noite segunda-feira.

“Ele agora está com os anjos e não está mais sofrendo”, escreveu Christine.

“Sean e eu ficamos com ele no colo durante todo o dia e o medicamos para que ele ficasse mais confortável. E então às 20h18 (21h18 no horário de Brasília), ele deu seus últimos suspiros nos meus braços.”

Leucemia

Logan sofria de leucemia mieloide aguda e, nos seus dois anos de vida, foi submetido a diversos exames e cirurgias.

Em entrevista ao jornal local “Pittsburgh Post-Gazette”, Christine disse que ter o filho como padrinho de seu casamento foi um “sonho realizado”.

“É um momento que não vamos esquecer jamais. Somos abençoados a cada dia que ele fica conosco”, afirmou.

Após a cerimônia, o casal agradeceu às pessoas que doaram presentes, comida e artigos de decoração para o casamento.

Christine Swidorsky segura o filho, Logan Stevenson, 2, ao lado do noivo e pai do menino, Sean Stevenson, na Pensilvânia (EUA).
Christine Swidorsky segura o filho, Logan Stevenson, 2, ao lado do noivo e pai do menino, Sean Stevenson, na Pensilvânia (EUA).

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Curtir abobrinhas no Facebook pode ser trabalho em Bangladesh

Serviço vende “curtidas” e é desafio para empresas e consumidores

abobrinha-curtir-bangladesh

Publicado na Folha de S. Paulo

O “curtir” no Facebook, no YouTube e em outras redes sociais pode não ser tão sincero como se espera e coloca em dúvida como muitas empresas modernas medem seu sucesso no mundo digital.

Um exemplo é uma página do Facebook dedicada a abobrinhas (sim, o legume) que recebeu centenas de curtidas, enquanto outras dezenas de páginas similares sobre a cucurbitácea não têm o mesmo sucesso.

Poderia ser um caso de sucesso não fosse um problema: as curtidas eram falsas, feitas por uma equipe de trabalhadores em Bangladesh, cujo chefe exige US$ 15 (cerca de R$ 34) por mil curtidas da sua “fazenda de cliques”.

Em troca, muitos desses funcionários trabalham em um sistema de jornada tripla e chegam a ganhar por ano US$ 120 (cerca de R$ 275).

Para as companhias, esse tipo de serviço seria um atrativo, já que aumentar a sua exposição nas mídias sociais pode ser um bom caminho para atrair clientes.

Segundo pesquisas, 31% dos consumidores levam em conta as notas e as críticas sobre um produto (incluindo as curtidas) antes de comprá-lo.

Isso significa que as “fazendas de cliques” podem ter um papel importante em enganar os consumidores.

E para as empresas que são dependentes de pesquisas sobre popularidade nas redes sociais, essas “fazendas de cliques” são um desafio para saber qual é realmente a popularidade de um produto.

Mas as condições de trabalho ali são degradantes.

Os funcionários ficam em salas sem nada além de paredes e mesas de trabalho, e com janelas com grades, chegam a varar a noite para ganhar muitas vezes US$ 1 em troca de mil curtidas no Facebook ou de mil pessoas que passa a seguir no Twitter.

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