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Malafaia não consegue título de cidadão honorário em Curitiba

O líder evangélico Silas Malafaia, um dos responsáveis pela derrota de José Serra em 2012, levou bucha na Câmara Municipal de Curitiba; os vereadores rejeitaram o título de cidadão honorário ao pastor ultraconservador.

O líder evangélico Silas Malafaia, um dos responsáveis pela derrota de José Serra em 2012, levou bucha na Câmara Municipal de Curitiba; os vereadores rejeitaram o título de cidadão honorário ao pastor ultraconservador.

Esmael Moraes, no Blog do Esmael

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara de Vereadores de Curitiba rejeitou, nesta terça-feira (30), por seis votos dos 9 membros da comissão, o título de cidadão honorário ao polêmico pastor Silas Malafaia.

A proposta de homenagem partiu da vereadora Carla Pimentel, do Partido Social Cristão (PSC), mas a paternidade do projeto de honraria também era disputada pelo vereador Chico do Uberaba, do PMN (que está ingressando no PSC).

“Soube agora que a Câmara rejeitou o título de cidadão honorário a Malafaia!!! Ótima notícia. Vale a luta dos movimentos sociais!!!! Viva!!!”, comemorou pelo Facebook Elza Campos, presidenta nacional da União Brasileira de Mulheres (UBM).

Nos últimos dias, o Grupo Dignidade, entidade de defesa da causa LGBT, pediu a retirada do projeto da Câmara de Vereadores.

Nesta terça, antes de saber da rejeição ao título para Malafaia, o presidente do Grupo Dignidade, Toni Reis, encaminhou ao legislativo municipal proposta alterando o regimento interno acerca da concessão de honrarias.

Quanto o universo me paga para não estar no Facebook

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Paulo Brabo

Duas cur­tas adver­tên­cias: [1] sou tão super­fi­cial quanto qual­quer um; [2] claro que um dia vou capi­tu­lar: claro que um dia vou fazer parte da rede social mais popu­lar do planeta.

Isso não muda o fato de que o uni­verso me paga, dia após dia, para não ceder ao Face­book. Falo, é claro, do uni­verso offline do café com bolo de fubá, da tra­ves­sia de fer­ry­boat, da casa alu­gada na praia, do boli­nho de carne seca comido no bar, de espe­rar que o amigo saia final­mente da sala de desem­bar­que, da cor­te­sia na fila do cor­reio, das pes­soas que impri­mem livros e das que os com­pram, das ruas de Mor­re­tes, dos últi­mos pas­to­res de ove­lhas da Itá­lia, da velha senhora que é tia de alguém e que mora sozi­nha entre mor­ros arre­don­da­dos no inte­rior de Minas Gerais e faz a pró­pria fari­nha de milho num mon­jolo movido a córrego.

Incri­vel­mente, esse uni­verso me veste, me ali­menta, faz água cair do céu e faz o vento var­rer meus cabe­los no alto da mon­ta­nha como num comer­cial de sham­poo. Ele me manda livros, car­tões pos­tais, cho­co­late e batata frita, e me mas­sa­geia las­ci­va­mente as cos­tas na cacho­eira. Como um apai­xo­nado que não se sabe mode­rar, o uni­verso me manda gente que me ofe­rece café, que me faz comida, que me chama de irmão, que me toca a mão, que me ouve cho­rar, que se mara­vi­lha com as mes­mas coi­sas, que dorme comigo, que colhe comigo cogu­me­los, que me pre­sen­teia com CDs, que me serve chá de capim-​​cidreira, que me traz gar­ra­fas de bom vinho, que me dá flores.

Dia após dia, em todos os seus dia­le­tos, o uni­verso me repete uma mesma frase: pegue o que você precisar.

“Brabo,” o uni­verso me diz, “pegue o que você precisar”.

Ele pede uma única coisa em troca, e o que ele pede é tre­men­da­mente exi­gente: que eu con­ti­nue a dese­jar aquilo que con­si­dero desejável.

É claro que o mundo de abra­ços e de café e de pura cone­xão entre as pes­soas que desejo não existe fora da minha cabeça, mas repito: o uni­verso não cessa de me pagar para con­ti­nuar sonhando com ele. E é com essa pro­pina que ele vai me impe­dindo de dese­jar o Facebook.

O Face­book sabe que é com frequên­cia difí­cil para mim estar onde estou, e ele quer me con­for­tar com a impres­são de que estou em outro lugar. O Face­book sabe que às vezes é difí­cil para mim estar com quem estou, e ele quer me con­for­tar com a lem­brança de que tenho cone­xões muito reais em outro lugar. O Face­book sabe que mui­tas vezes não tenho paci­ên­cia ou cora­gem de mover-​​me de onde estou para onde gos­ta­ria de estar, e ele quer me con­for­tar com a sen­sa­ção de ter trans­posto a distância.

Meu desa­fio pes­soal mas antigo foi sem­pre expe­ri­men­tar a rea­li­dade sem sub­ter­fú­gios: estar onde estou. A solu­ção, quando há, sem­pre foi mover-​​me para onde não estou.

O Face­book me con­vida inces­san­te­mente a fazer o con­trá­rio: a não estar onde estou e a não mover-​​me para onde não estou – e seria tal­vez mais fácil ceder ao con­vite se ele não for­çasse a barra cha­mando essa doce imo­bi­li­dade de cone­xão. Natu­ral­mente, é pre­ci­sa­mente essa moda­li­dade de cone­xão aquela que quero, e tal­vez seja a única que expe­ri­mento. Como tudo mundo, quero obser­var a beleza do uni­verso sem comprometer-​​me com seus desa­fios; quero admi­rar gente de longe sem ter de pagar os ris­cos de uma rede viva e com­plexa de rela­ções. Minha vida seria mais fácil se os cofres do cora­ção não trans­bor­das­sem daquilo que o uni­verso me dá coti­di­a­na­mente para con­ti­nuar a não con­si­de­rar essa con­di­ção (veja aqui o comer­cial) como desejável.

fonte: A Forja Universal

Como o Facebook revoluciona sua vida

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Fábio Mello ,no Administradores

Horário: manhã. O internauta entra na internet e um dos primeiros sites que abre é o Facebook. Olha o seu feed de notícias, confere suas notificações e curte ou comenta alguns posts que considera bacana.

Horário: tarde. O internauta está de volta ao computador. Novamente abre o Facebook entrando rapidinho (ou não), participa de uma promoção da marca que segue, lê alguma notícia publicada e interage com seus colegas através de novos comentários e curtidas.

Horário: noite.  Pelo celular ou computador está o internauta de volta ao Face. Com mais tempo, inclui novas fotos, conversa no bate papo da rede com seus amigos, posta em sua timeline e volta a navegar pelo “mundo” criado por Mark Zuckerberg.

O mini roteiro acima parece exagerado, mas é a rotina de cada vez mais brasileiros na internet e só demonstra como o Facebook está presente na vida de muita gente. Só no Brasil, a rede social possui cerca de 60 milhões de usuários. E claro, com tanta gente e influência, empresas de diferentes segmentos estão notando que as redes sociais são o caminho de comunicação e de marketing mais direto com o seu público.

Vantagem da marca

Através das fanpages, marcas publicam fotos, frases, concursos, notícias e as mais diferentes formas para se relacionarem com os consumidores. O resultado disso: mais fãs devotos e que defendem e compram produtos da empresa.

Para Juliana Tarabal, coordenadora de SAC 2.0, da agência Kindle, no entanto, não basta ter apenas uma conta na rede social. “A fanpage deve agregar ao cliente. Postar informações úteis sobre o produto ou conteúdos interessantes sobre o segmento. A intenção é estimular o cliente a interagir com os conteúdos da página, assim, a marca vai estar mais próxima dele”, indica Juliana.

E não faltam exemplos bem-sucedidos de empresas e suas interações no Facebook. “As lojas de moda masculina Reserva e Foxton fazem bem isso. A Antártica e seu guaraná, a Skol, Coca-cola e a L’Oreal também são bons exemplos. O importante nesse meio é desenvolver um relacionamento íntimo entre a sua marca e seus seguidores”,  aponta Miguel Gouveia, sócio da consultoria Brains@Work.

Vantagem do consumidor

Se por um lado o engajamento atingido por uma marca pode atrair cada vez mais pessoas, por outro, ela pode se tornar uma “arma” do consumidor contra a própria empresa. E não faltam reclamações “pipocando” no Facebook. As empresas, por sua vez, para não sujarem as suas imagens, correm para atender os pedidos, transformando-se em um canal mais eficiente que o próprio SAC.

“Tive um problema com uma geladeira da GE. Fiz barulho no Facebook e no Twitter. Fui super bem atendida”, conta a internauta Carina Gomes. Outra internauta, Vanessa Costa, também já utilizou do meio para solucionar um problema: “consegui a reativação do meu plano de saúde”, destaca.

A especialista Juliana Tarabal explica que, como nas redes sociais a exposição da marca é maior, a preocupação é que um cliente insatisfeito seja apoiado por outros tomando grande proporção. “Uma empresa consciente sabe que um problema não atendido pode prejudicá-la e influenciar outros futuros clientes a não escolhê-la. Por isso, a garantia de um atendimento nas redes sociais é maior, pois a marca quer mostrar que tem clientes satisfeitos com seu atendimento”, relata.

Esse, segundo o mídia Pablo Chaves, sócio da BTG Agência, é um dos maiores desafios das marcas. “O ambiente digital tem um dinamismo maior e é imediatista. Por isso, ter um atendimento rápido e satisfatório pra que o usuário se sinta atendido da melhor forma possível. A eficiência disso é que dirá se a marca vai ter uma presença positiva ou negativas nas redes”, ressalta Pablo.

Como conversar no Face

A forma de falar com o público nas redes sociais é, ainda, uma questão que causa muitas dúvidas e incertezas para as empresas, principalmente pelo ambiente se tratar, em sua grande maioria, um canal de entretenimento para o internauta.

Pablo Chaves destaca que, formal ou informal, o posicionamento off-line e online da empresa precisa ser o mesmo. “É importante que seja vista a unidade de comunicação desenvolvida pelos setores de marketing e/ou comunicação. Uma interpretação errônea por parte de quem está lendo pode gerar novos problemas”, indica.

E nessa dinâmica, a velha decoreba de textos iguais para todos os consumidores, típicas do call centers, não é o melhor caminho. “Respostas padronizadas não devem fazer parte da rotina de atendimento. Personalização é algo diferenciado e que é visto com muito bons olhos. Ninguém deseja ser atendido por um robô, seja no 0800 ou no Facebook”, indica.

Só o Facebook é Marketing?

O Facebook, por reunir todos os elementos para que a navegação aconteça apenas dentro da rede social, está, em muitos casos, desafiando a utilidade de outras formas de divulgação na internet como, por exemplo, o e-mail marketing. Ainda sim, entre os próprios profissionais que lidam com publicidade e marketing digital, investir apenas na rede está longe de ser uma unanimidade. “As marcas deverão estar posicionadas em todas novas frentes de comunicação onde seus públicos estiverem”, indica Pablo Chaves.

Da mesma opinião compartilha Miguel Gouveia. “Uma mistura de formas de comunicação, incluindo a off-line, ainda é bastante eficaz. Um ponto de vista pragmático parece ser o mais equilibrado: ok, os usuários estão em controle e conectados entre si, mas podemos lucrar com isso. E toda forma de comunicação vale a pena para fortalecer a sua marca. Acredito que, eventualmente, algumas formas cederão a outras. Mas, hoje em dia, um mix de tecnologias ainda parece ser bastante interessante”, finaliza.

Bisavó viúva de 68 anos turbina seios e arruma noivo de 29 no Facebook

Após ideia do falecido marido, Joan decide recuperar o tempo perdido - Reprodução/Daily Mail

Após ideia do falecido marido, Joan decide recuperar o tempo perdido – Reprodução/Daily Mail

Publicado originalmente no Virgula

Pode parecer mentira, mas não é. Joan Lloyd, de 68 anos, uma simpática bisavó viúva do norte do País de Gales está noiva de um homem 39 anos mais jovem. Ela o conheceu no Facebook, após publicar fotos mostrando o resultado de sua cirurgia que colocou próteses de silicone nos seios. O mais curioso é que seu falecido marido que deu a ideia, pouco antes de morrer.

Depois de 15 anos com doenças crônicas como mal de Alzheimer, diabetes e cirrose, David, o primeiro marido de Joan sabia que não tinha muito tempo pela frente. Gentilmente amparado por sua devotada esposa, percebeu que ela ainda poderia refazer sua vida depois de sua “partida”. Aí recomendou que ela turbinasse os seios e procurasse um rapaz jovem, para recuperar o tempo perdido durante a convalescência do cônjuge.

E não é que deu certo? Phil Absolom, um jovem de 29 anos, viu suas fotografias e afirmou ter se apaixonado imediatamente. Agora, estão procurando uma bela igreja para se casar. “No meu casamento com David foi tudo muito rápido e não tivemos tempo de fazer uma grande cerimônia. Agora, quero um grande casamento com um lindo vestido de noiva”, disse Joan ao “Daily Mail”.

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“Jesus não me representa”, explica a igreja evangélica em Rede Nacional

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Publicado por Paulo Brabo

BRASÍLIA, DF. Em pronunciamento realizado em Rede Nacional a igreja evangélica desmentiu as recentes acusações de afiliação ao Jesus dos evangelhos. “Devo muito ao meu Salvador pessoal, mas infelizmente suas ações podem ser mal interpretadas e não tenho como apoiá-las”, explicou uma igreja contrita a uma assembleia de repórteres e adoradores.

O pronunciamento surgiu em meio a uma onda de acusações de falsidade ideológica promovida pelas redes sociais. “Fiquei tão chocada quanto qualquer um quando foi tuítado que Jesus teria sido visto na companhia de pecadores. Quando vi o filme no Netflix não tive escolha se não desligar-me ideologicamente das propostas dele. Jesus não me representa, como já coloquei no meu Facebook”.

Posando para os fotógrafos ao lado da igreja católica e usando uma camiseta com os dizeres “O Antigo Testamento me representa”, a igreja evangélica forneceu esclarecimentos adicionais.

“É uma confusão comum essa, achar que só porque Jesus é o Salvador do Mundo todo mundo deve viver como ele vivia. Só falando já fica claro o absurdo, né? Ele é Jesus, gente, veio para salvar, não para ser imitado. Para nortear a conduta temos o Velho Testamento e as cartas de Paulo, como sabe todo cristão.”

Quando perguntadas se estavam dispostas a devolver os valores que tinham angariado em nome de Jesus, as duas igrejas negaram-se a comentar.