Ex-modelo da Victoria’s Secret vai lançar linha de roupas gospel

Kylie Bisutti Foto: Reprodução / Facebook
Kylie Bisutti Foto: Reprodução / Facebook

Publicado originalmente no Extra

A ex-modelo da grife Victoria’s Secret, Kylie Bisutti, de 23 anos, abandonou a carreira de modelo, com a qual fez sucesso desfilando de lingeries, por conflitos com sua fé, no ano passado. Mas, a bela não abandonará o mundo fashion completamente. Para conciliar sua religião com a paixão pela moda, a norte-americana será sócia de uma linha de roupas gospel e se prepara para lançar uma biografia.

Kylie Bisutti Foto: Reprodução / Facebook
Kylie Bisutti Foto: Facebook

A marca “God Inspired Fashion” (Moda Inspirada em Deus) inclui roupas e acessórios, de mochilas a jeans skinny, para mulheres homens e crianças, com versos da Bíblia. “‘God Inspired Fashion’ é sobre espalhar a palavra de Deus em todos os lugares e tornar mais fácil para os cristãos compartilhar sua fé e o amor de Deus. E isso é realmente o que o mundo precisa agora”, divulgou a ex-modelo, em comunicado no site de sua grife.

Em um modelo de jeans feminino, por exemplo, o versículo “Entreguem todas as suas preocupações a Deus, pois Ele cuida de vocês” (Pedro 5:7) é destacado.

Foto: Reprodução / God Inspired Fashion
Foto: Reprodução / God Inspired Fashion

Críticas à carreira de modelo de lingeries

Kylie disse ao The New York Daily que ser modelo da Victoria‘s Secret fez ela se sentir como “um pedaço de carne”. Além da nova grife, a bela se prepara para lançar, ainda este ano, um livro de memórias chamado “I’m No Angel: From Victoria’s Secret Model to Role Model”, no qual fala sobre as “duras realidades da indústria da moda”.

No livro, ela revela algumas dietas malucas e outras medidas extremas a que teve de se submeter para ficar magra e desfilar para a Victoria‘s Secret.

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Menino com câncer morre dois dias após ser padrinho dos pais

Logan fez o caminho até o altar no colo da mãe durante o casamento dos pais
Logan fez o caminho até o altar no colo da mãe durante o casamento dos pais

Publicado por BBC [via UOL]

Quando ouviram dos médicos que o filho de 2 anos tinha apenas algumas semanas de vida, os americanos Christine Swidorsky e Sean Stevenson resolveram homenageá-lo. Eles decidiram adiantar seu casamento, que seria em julho de 2014, para o último sábado – assim Logan poderia participar.

Padrinho do casamento, o garoto chegou para a cerimônia no colo de sua mãe e, em seguida, passou para o colo da avó, enquanto segurava seu coelhinho de pelúcia favorito. Christine afirmou que a cerimônia, ocorrida em Pittsburgh, era uma maneira de celebrar a vida de Logan.

Mas, dois dias depois do casamento, ela teve de anunciar a morte de seu filho. Em sua página no Facebook, ela disse que o garoto morreu em seus braços, na noite segunda-feira.

“Ele agora está com os anjos e não está mais sofrendo”, escreveu Christine.

“Sean e eu ficamos com ele no colo durante todo o dia e o medicamos para que ele ficasse mais confortável. E então às 20h18 (21h18 no horário de Brasília), ele deu seus últimos suspiros nos meus braços.”

Leucemia

Logan sofria de leucemia mieloide aguda e, nos seus dois anos de vida, foi submetido a diversos exames e cirurgias.

Em entrevista ao jornal local “Pittsburgh Post-Gazette”, Christine disse que ter o filho como padrinho de seu casamento foi um “sonho realizado”.

“É um momento que não vamos esquecer jamais. Somos abençoados a cada dia que ele fica conosco”, afirmou.

Após a cerimônia, o casal agradeceu às pessoas que doaram presentes, comida e artigos de decoração para o casamento.

Christine Swidorsky segura o filho, Logan Stevenson, 2, ao lado do noivo e pai do menino, Sean Stevenson, na Pensilvânia (EUA).
Christine Swidorsky segura o filho, Logan Stevenson, 2, ao lado do noivo e pai do menino, Sean Stevenson, na Pensilvânia (EUA).

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Curtir abobrinhas no Facebook pode ser trabalho em Bangladesh

Serviço vende “curtidas” e é desafio para empresas e consumidores

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Publicado na Folha de S. Paulo

O “curtir” no Facebook, no YouTube e em outras redes sociais pode não ser tão sincero como se espera e coloca em dúvida como muitas empresas modernas medem seu sucesso no mundo digital.

Um exemplo é uma página do Facebook dedicada a abobrinhas (sim, o legume) que recebeu centenas de curtidas, enquanto outras dezenas de páginas similares sobre a cucurbitácea não têm o mesmo sucesso.

Poderia ser um caso de sucesso não fosse um problema: as curtidas eram falsas, feitas por uma equipe de trabalhadores em Bangladesh, cujo chefe exige US$ 15 (cerca de R$ 34) por mil curtidas da sua “fazenda de cliques”.

Em troca, muitos desses funcionários trabalham em um sistema de jornada tripla e chegam a ganhar por ano US$ 120 (cerca de R$ 275).

Para as companhias, esse tipo de serviço seria um atrativo, já que aumentar a sua exposição nas mídias sociais pode ser um bom caminho para atrair clientes.

Segundo pesquisas, 31% dos consumidores levam em conta as notas e as críticas sobre um produto (incluindo as curtidas) antes de comprá-lo.

Isso significa que as “fazendas de cliques” podem ter um papel importante em enganar os consumidores.

E para as empresas que são dependentes de pesquisas sobre popularidade nas redes sociais, essas “fazendas de cliques” são um desafio para saber qual é realmente a popularidade de um produto.

Mas as condições de trabalho ali são degradantes.

Os funcionários ficam em salas sem nada além de paredes e mesas de trabalho, e com janelas com grades, chegam a varar a noite para ganhar muitas vezes US$ 1 em troca de mil curtidas no Facebook ou de mil pessoas que passa a seguir no Twitter.

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Hipsters barbudos preocupam fabricantes de lâminas de barbear

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Publicado no Radar Econômico 

Difícil entender o que define alguém como hipster – e nem é a pretensão deste Radar Econômico. Mas, de acordo com matéria da Bloomberg, é a recusa dos hipsters em fazer a barba uma das importantes preocupações dos fabricantes de lâminas de barbear.

Nesta semana, a Procter & Gamble, fabricante da linha de produtos da Gillete, admitiu queda nas suas vendas em países mais ricos – embora não tenha aberto esses números negativos. E a Energizer, produtora dos barbeadores Schick, divulgou queda de 10% nas vendas de lâminas para os homens.

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Ryan Gosling. A moda ‘hipster’ chega à Hollywood

Sim, a situação econômica não é das melhores nem na Europa nem nos Estados Unidos – e faz tempo. Portanto, o dado pode refletir um aperto nas compras. Momentos de baixa no consumo implicam esfriamento nas vendas de cosméticos e outros itens de cuidados com a beleza.

A empresa de inteligência de mercado Euromonitor, porém, analisa o caso por outro aspecto. “Cresceu a aceitação das pessoas à barba por fazer no mercado de trabalho”, diz. Ou seja, com crise econômica ou não, a culpa é dos barbudos mesmo.

Mas seria muito injusto deixar tudo nas costas dos homens. Campanhas lideradas por mulheres como “Faça amor, não faça a barba” no Brasil, por exemplo, são um baita incentivo aos homens para deixar para lá os barbeadores. A página do grupo no Facebookjá tem mais de 269 mil curtidas.

Bem, quando as coisas vão mal em qualquer mercado nos últimos anos, uma saída tem sido correr para a próspera China. No entanto, como lembra o Euromonitor, não parece bom negócio desafogar os estoques de lâminas por lá. Afinal, sejamos francos: os chineses não são os homens mais barbudos do mundo.

 

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Mulher que tem apenas 6 meses de vida ganha casamento de princesa

História de Jen Bulik, que tem câncer de pulmão, causa comoção nas redes sociais

 Jen Bulik, que tem apenas seis meses, vida e realiza sonho: casar com o namorado (foto:  Reprodução Internet)

Jen Bulik, que tem apenas seis meses, vida e realiza sonho: casar com o namorado
(foto: Reprodução Internet)

Publicado em O Dia e Extra

Estados Unidos – A americana Jen Bulik, de 35 anos, sofre de câncer de pulmão e, por conta da doença, tem apenas seis meses de vida. No fim de semana passado, ela realizou um sonho: casar com o namorado, Jeff Lang.

Juntos há seis anos, Jen e Jeff receberam família e amigos em uma cerimônia realizada em San Jose, Califórnia, nos Estados Unidos. A ideia inicial era fazer uma festa simples, mas a cerimonialista Erica Ota ficou sabendo da história de Jen e resolveu ajudá-la a ter um casamento de princesa. O caso causou comoção nas redes sociais.

Antes de trabalhar na organização de casamentos, Erica foi assistente social em um hospital. Para ela, ajudar na preparação do casamento de Jen foi uma espécie de homenagem a todos os pacientes que perdeu para o câncer. Erica contou a história do casal e conseguiu o apoio de fornecedores. As doações chegaram a cerca de 52 mil dólares.

Ela se casou com Jeff após seis anos de relacionamento (foto: Reprodução / Facebook)
Ela se casou com Jeff após seis anos de relacionamento (foto: Reprodução / Facebook)
Os noivos celebraram a união (foto: Reprodução / Facebook)
Os noivos celebraram a união (foto: Reprodução / Facebook)
Recém-casados! Foto: Reprodução / Facebook
Recém-casados! Foto: Reprodução / Facebook
Jen estava linda no dia do casamento (foto: Reprodução / Facebook)
Jen estava linda no dia do casamento (foto: Reprodução / Facebook)

Noiva autêntica

Por conta da quimioterapia, Jen perdeu os cabelos. A noiva, no entanto, não quis esconder a careca ao subir ao altar. “Eu ia usar uma peruca. Mas eu pensei melhor nisso, e não queria me sentir inautêntica quando olhasse para essas fotos. Queria ser totalmente eu”, afirmou.

Finalmente casados, Jen Bulik e Jeff Lang vão continuar lutando para deixar a doença menos difícil. “Câncer não é fácil. É demorado levantar de manhã. Eu acho que o importante é encontrar a fonte de esperança dentro de si mesmo e a coragem para seguir em frente”, garantiu Jen.

Ouça a canção que os amigos de Jen prepararam no dia do casamento.

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