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Facebook negocia compra de fabricante de drones por US$ 60 milhões

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Publicado no IDG Now

O Facebook negocia a aquisição da Titan Aerospace, uma fabricante de “drones” (aeronaves não tripuladas) que está desenvolvendo aparelhos capazes de voar por até 5 anos a altitudes “quase orbitais”, que poderiam ser usados da mesma forma que os atuais satélites de telecomunicações porém a um custo muito menor.

Segundo o TechCrunch, que ouviu a história de uma fonte que obteve “acesso não autorizado” a documentos relacionados e depois a confirmou com um dos membros da diretoria da Titan, o negócio é avaliado em US$ 60 milhões, apenas uma fração do que o Facebook pagou recentemente pelo WhatsApp. A idéia seria usar as aeronaves para levar conexão à Internet a áreas isoladas, como a África, como parte da iniciativa Internet.org.

Os planos para isso incluem a construção de 11 mil unidades do Solara 60, uma aeronave ainda em desenvolvimento que, segundo a Titan, será capaz de levar uma carga de até 100 Kg a 19.800 metros de altura, mantendo-a “estacionada” em relação ao solo. Após a aquisição, toda a produção da Titan seria destinada ao projeto.

O Facebook não é a única empresa que estuda o uso de aeronaves de grande altitude para levar o acesso à internet a áreas isoladas. A Google tem o “Project Loon” que usa um fluxo constante de balões levados por correntes atmosféricas a mais de 18 Km de altura para transmitir um sinal de banda larga para o solo, com velocidade de acesso equivalente à de uma rede 3G. Os primeiros testes em pequena escala do projeto foram feitos na Nova Zelândia.

Magistrado que postou foto na praia ironizando o Judiciário tem um plano: governar o País

Publicado no Estadão Título orginal: Presidente tampinha

Marcelo Antonio Cesca tem 1,68 m. A mesma estatura de Napoleão Bonaparte. Cesca quer governar o Brasil. Aos 33 anos, o juiz federal não tem atividade político-partidária conhecida. Mas a ambição vai ganhando ares de plataforma política enquanto ele discorre, em uma hora de conversa, sobre as mazelas do Judiciário, racismo, disfunção erétil, o Departamento de Estado americano, maçonaria, surto psicótico, Lei Maria da Penha, marxismo, suicídio e teorias sobre os planos chineses de dominação global.

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Cesca é antenado com seu tempo. Sua primeira peça de marketing eleitoral foi nas redes sociais. Nessa semana, ele postou fotos suas na praia, acompanhadas de comentários irônicos sobre o fato de estar sem trabalhar desde 2011, e ainda assim receber salário de R$ 24 mil. “Dois anos e três meses sem trabalhar, mais 106 dias de férias que ainda terei que usufruir. Não é fácil viver no Brasil”, escreveu ao lado do retrato em que aparece nas areias de Balneário Camboriú (SC) com um copo de caipirinha na mão, sunga no corpo e o barrigão em primeiro plano. As fotos se espalharam como sua fama.

As imagens e as legendas que as acompanharam, diz o magistrado, foram uma crítica à “podridão do Judiciário”, que o mantém afastado do trabalho por problemas de saúde, mas ao mesmo tempo não encaminha sua aposentadoria por invalidez. “Eu quero trabalhar. Não sei ainda com o quê, mas sei que não vai ser como juiz”, afirma ele. “O problema é que hoje não posso sequer carpir um lote na esquina e cobrar cinquentão. A lei não permite.”

Seu afastamento do trabalho ocorreu em 2011, depois que um desacerto com os antidepressivos que tomava desencadeou um surto psicótico, ele diz. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) explicou em nota que a decisão partiu do Tribunal Regional da Primeira Região, em processo que avalia a sua “higidez laboral”. Cesca conta ter sido durante o tal surto que ele disparou dezenas de mensagens eletrônicas para sua lista de contatos. Algumas continham letras de músicas, outras, poesias – e muitas, com pesadas ofensas ao Judiciário e a alguns dos mais estrelados nomes da categoria (entre eles os ministros Cezar Peluso e Carlos Ayres Britto, do STF, Eliana Calmon, ex-corregedora do CNJ, e suas respectivas genitoras), seguiram para uma lista de discussão de membros da Associação dos Juízes Federais do Brasil.

A metralhadora verbal fez a entidade abrir caminho para a expulsão de Cesca, mas o processo foi suspenso quando ele próprio pediu seu desligamento. Os xingamentos também estão entre os documentos que o Tribunal Regional Federal, em Brasília, incluiu na análise do processo de aposentadoria do juiz por invalidez. Algumas das ofensas disparadas por e-mail em 2011 foram reiteradas via Facebook nos últimos dias. Mas o que o move agora não é um novo surto psicótico, afirma Cesca, e sim “uma guerra psicológica” contra a alta cúpula do Judiciário brasileiro, esse “hipopótamo com as quatro patas quebradas”. Ele não faz menção às insinuações de que o aparente desequilíbrio que motivou as postagens é uma estratégia para atestar a invalidez, o que aceleraria o processo de aposentadoria. Ciente de que não deverá retomar suas funções na Justiça federal, ele quer cair atirando – e, de quebra, fazer seu nome ganhar corpo para governar o Brasil lá por 2040. Se tudo der certo.

Paranaense de Guarapuava, Cesca mora em Brasília há três anos. Tem uma irmã, o pai morreu de câncer no ano passado e a mãe se suicidou em 1999. “Ela estava em uma espiral depressiva. Entrou na churrasqueira, despejou 500 ml de álcool no corpo e ateou fogo. Morreu dez dias depois”, afirma. Casado por dois anos, a relação fez água no fim de 2011. Foi a época do desequilíbrio. Nesse período, já afastado do trabalho, viajou sozinho para os Estados Unidos. Circulou entre Washington, Orlando e Miami, onde se ocupava de festas e passeios num Mustang preto alugado.

Mas antes de embarcar de volta ao Brasil teve seus cartões de crédito congelados. Sem dinheiro, ele diz ter vendido celular, máquina fotográfica e até as próprias roupas para comprar comida. Já de volta a Brasília, foi surpreendido ao abrir a porta de casa: lá o esperavam três enfermeiros, que o sedaram para poder levá-lo para uma clínica psiquiátrica. Para que um movimento brusco não machucasse o paciente, um dos enfermeiros usava luvas de boxe, ele jura. “Mas, antes de voltar, eu já estava bem”, afirma. “Me internaram à força.” Quem internaram? Ele não tem certeza se o pai ou a ex-mulher.

Quem o viu de sunga nas fotos que fizeram sua fama repentina não supõe que ele já foi chamado de presidente. Na adolescência, Cesca esteve à frente do Centro de Atividades Estudantis de Guarapuava (PR). Espevitado e baixinho, o futuro juiz federal virou o “Presidente Tampinha”, na galhofa sempre inevitável no universo adolescente. Hoje ele acha graça do apelido, mas se entusiasma com a ideia de adotá-lo na futura campanha presidencial. “Presidente Tampinha, é isso aí. Daqui a 20, 25 anos, eu chego lá. Pode escrever.” Tá escrito. Mas Imperador Tampinha, por enquanto, não é possível.

Fundador do WhatsApp foi rejeitado de emprego no Facebook em 2009

Publicado no G1

Brian Acton, cofundador do aplicativo de mensagens WhatsApp, é a mais nova prova de que o mundo dá voltas. Em 2009, após deixar o Yahoo, Acton postou em seu perfil no Twitter que havia se candidatado a uma vaga de emprego no Facebook, mas que não foi chamado. Na quarta-feira (19), quatro anos depois, sua empresa foi comprada pela rede social por US$ 16 bilhões.

“O Facebook me rejeitou”, disse Acton no tuíte de agosto de 2009. O WhatsApp seria fundado no mesmo ano. “Foi uma grande oportunidade de se conectar com pessoas fantásticas. Ansioso para a próxima aventura da vida”.

A aquisição do WhatsApp é a maior do site de Mark Zuckerberg. O valor de US$ 16 bilhões da transação também é o mais alto já pago por um aplicativo para smartphones desde que o Facebook comprou o Instagram em 2012. Na época, a rede social desembolsou US$ 1 bilhão.

O acordo também prevê um pagamento adicional de US$ 3 bilhões aos fundadores e funcionários do WhatsApp, que poderão comprar ações restritas do Facebook dentro de quatro anos. Além disso, o presidente-executivo e cofundador do WhatsApp, Jan Koum, tomará lugar no conselho administrativo do Facebook.

Para acalmar a legião de usuários preocupados com a aquisição, Zuckerberg tratou de dizer que não pensa em mudar a fonte de receita do app “nos próximos anos”. Atualmente, o WhatsApp não mostra nenhum anúncio e pode ser baixado gratuitamente em todas as plataformas. No entanto, o aplicativo passa a cobrar uma assinatura anual de US$ 1 após o primeiro ano de uso.

“Baseado em nossa experiência, acreditamos que o WhatsApp irá passar a marca de 1 bilhão de usuários nos próximos três anos”, afirmou Zuckerberg durante a conferência em que comentou o negócio.

Inglês de 11 anos com câncer anuncia em rede social que vai parar tratamento

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Publicado no Extra

Um estudante inglês, de 11 anos, que enfrenta uma batalha contra o câncer há seis, usou o seu perfil no Facebook, nesta semana, para anunciar que vai interromper o tratamento. Agora, Reece Puddington contará com ajuda da mãe, Kay, de 40, sua cuidadora em tempo integral, e do pai, Paul, de 48, um assistente de vendas, para viver os últimos momentos de sua vida. A decisão do menino emocionou internautas. As informações são do jornal The Mirror.

Puddington foi diagnosticado, em 2008, com neuroblastoma – um tumor raro, que se origina nos tecidos da glândula suprarrenal e pode se desenvolver no tecido nervoso do pescoço, tórax, abdômen ou pélvis.

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Para dividir suas angústias pessoais, com ajuda da mãe, ele criou uma página no Facebook e um blog para narrar sua luta contra a doença. Com pouco tempo de vida, ele criou uma lista de desejos que gostaria de realizar, como como conhecer o ator Johnny Depp e ver a mãe aprender a dirigir.

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Seus desejos desencadearam um esforço mundial de pessoas que queriam ajudá-lo a realizar os sonhos, fazendo doações. No entanto, ele decidiu abrir mão de tudo e apenas interromper o tratamento.

“O COMEÇO DO FIM… Como vocês sabem, após receber os últimos resultados de meus exames, eu fui enviado para casa para descansar e pensar sobre as duas opções possíveis… Eu poderia optar por outra avaliação médica, mas isso significaria viajar para o hospital e lidar com os efeitos colaterais das medicações e também poderíamos esperar estender a minha vida, ou… Eu poderia simplesmente não fazer nada, ficar em casa e deixar a natureza seguir seu curso, o que me levaria a perder a vida um pouco mais cedo do que se eu tivesse em tratamento”, escreveu o menino na rede social. “Minha mãe sempre pensou, nos últimos 5-6 anos, quando ela deveria ter a coragem de saber quando ‘basta’ fosse ‘basta’. Após cuidadosa consideração, minha mãe percebeu que se fosse por ela, ela continuaria a me levar para o tratamento e não me perderia… mas se fosse por mim, ela me deixaria partir. Bem, ela está me deixando partir”.

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A decisão de Puddington provocou uma onda de tristeza nos internautas que acompanham a história. A publicação já teve mais de 300 comentário e foi compartilhada quase 200 vezes.

“Sua história toca o meu coração e meus olhos estão cheios de lágrimas. Você é um menino. Como mãe, nem consigo imaginar o que a sua está passando. Você é muito especial e inspirador, menino”, comentou uma internauta. Já outro acrescentou: “Você é um jovem inspirador e sua mãe é muito corajosa. Ela deve te amar muito. Eu ainda vou rezar por um milagre para você”.

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Reece passou por tratamento de quimioterapia no The Royal Marsden, em Surrey, na Inglaterra. Surpreendentemente, no início de 2010, seu câncer havia desaparecido, o que significa que ele foi capaz de aproveitar a vida como um menino saudável por alguns meses. No entanto, em 2012, ele e sua família receberam a notícia de que um câncer havia aparecido em seu fígado. Apesar do tratamento com drogas recém-lançadas, meses depois ele descobriu que a doença havia se espalhado em seu organismo e que seu caso era terminal.

Facebook consegue prever se o seu relacionamento tem futuro

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Publicado no IDG Now

Esqueça flores, chocolates. Quem precisa deles? No Valentine’s Day (Dia dos Namorados nos EUA e outros países, comemorado nesta sexta, 14/2), o Facebook nos deu o melhor presente: fatos duros e frios sobre nossos relacionamentos. Exatamente o que todo casal quer!

A rede social sabe tudo sobre as nossas vidas, o que significa que ela sabe como e quando conhecemos nossos parceiros/parceiras, onde fazemos checkin em uma sexta à noite, nossos maiores momentos juntos, e (infelizmente) quando nós terminamos. Então o Facebook juntou todos os dados que tem sobre os casais no mundo e descobriu alguns fatos interessantes sobre os relacionamentos.

Apesar de a rede social não poder apontar exatamente quanto uma relação vai durar, acontece que quanto mais tempo você está com a pessoa amada, maiores as chances de vocês ficarem juntos. Os picos de fins de relacionamentos costumam acontecer nos verões e por volta do Dia dos Namorados. Mas se você conseguir passar pelos primeiros meses de uma relação, pode estar em uma jornada mais longa. Isso porque cerca de metade dos relacionamentos do Facebook que tem pelo menos três meses acabam durante mais de quatro anos. Pois é!

A equipe do Facebook Data Science analisou os relacionamentos que duraram pelo menos três meses – o que significa três meses a partir da data que você mudou o seu status para “Em um relacionamento” – e que os parceiros tinham ao menos 23 anos quando a relação começou. A rede social não olhou os relacionamentos que já começaram como casamento no site, porque estava tentando “capturar algo mais próximos dos verdadeiros inícios de namoro, em vez de registrar casamentos mais longos”, afirmou Bogdan State, do Facebook, em um post sobre o assunto.

Confira mais baixo alguns outros fatos curiosos descobertos pelo Facebook:

As pessoas tem mais chances de namorar uma pessoa de religião diferente do que de casar com ela. Pessoas mais velhas tem mais chance de ficarem na mesma religião do que os mais jovens. E 86% dos casamentos nos EUA são entre pessoas da mesma religião.

Diferenças de idade são comuns em todos os tipos de relacionamento, mas são muito maiores em relações homossexuais do que entre heterossexuais, segundo o Facebook.