Empresas ‘alugam’ pernas de adolescentes japonesas para anúncios publicitários

Japonesas alugam penas para fazer propaganda de empresas - Reprodução/Daily Mail
Japonesas alugam penas para fazer propaganda de empresas – Reprodução/Daily Mail

Publicado originalmente no Virgula

Tudo o que elas precisam fazer é usar saias durante oito horas por dia. Para que? Para ganhar uns trocados fazeendo propagandas de empresas que “alugam” suas pernocas como outdoors. Essa é a nova mania entre as adolescentes do Japão.A estratégia de marketing está se mostrando uma forma atrativa e inteligente de divulgar produtos. Segundo reportagem do “Daily Mail”, em novembro de 2012, cerca de 1,3 mil meninas inscreveram suas pernas para que estas servissem de espaço publicitário.O anúncio funciona da seguinte forma: a pequena propaganda é colada nas pernas, geralmente um pouco acima do joelho, e tudo que as mocinhas precisam fazer é continuar sua vida normalmente, passeando pela cidade com vestidos, saias ou shortinhos mais curtos, deixando a chamada à mostra. O trabalho dura cerca de 8 horas.Outra tarefa da função é publicar fotos suas com o anúncio em seus perfis nas redes sociais, como Facebook e Twitter.

Além das empresas japonesas, quem também aderiu à tática foi a banda Green Day, que contratou os serviços das meninas para divulgar seu último trabalho, ¡Uno! ¡Dos! ¡Tré!,  no país.

Conforme Eichi Atsumi, responsável pela empresa que recruta as meninas, as únicas exigências para o cargo são ter mais de 18 anos e, pelo menos, 20 pessoas como seguidoras nas redes sociais da candidata.

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O amor é de Deus

Ariovaldo Ramos

imagem: Internet
imagem: Internet

“Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus.” 1Jo 4.7

a ordem é amar ao outro

o amar ao próximo é o que confere a identidade da gente, o que deixa claro que a gente nasceu de Deus.

o amar ao próximo é que revela que, de fato, temos comunhão com Deus.

esse amar inclui todo o amor, inclusive, o amor que provoca a mais íntima das relações.

o amar encerra em si tanta relevância e revelação, porque o amor procede de Deus.

o amor é a síntese de todas as qualidades que Deus nos emprestou, para que a maldade, proveniente da queda, não fosse o único tom de nossa existência.

o amor vem do Deus Triúno, insiste o apóstolo.

e essa é a definição, a extensão e a limitação do amor:

amor é algo que vem de Deus.

se o que a gente está sentindo, e chamando de amor, não faz o Eterno sorrir para o que está acontecendo em nós, não é amor.

se Deus não sorri para o que está, por causa desse sentimento, sendo provocado por nós, então, não é amor.

o amor é de Deus, e só é amor o sentimento que faz o Senhor sorrir para o que estamos vivendo em relação ao outro, por causa desse sentimento.

fonte: Facebook

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Pastor acusa Google de representar diabo em smartphones

Easter egg encontrado no Android 2.3 (Foto: Reprodução)
Easter egg encontrado no Android 2.3 (Foto: Reprodução)

Misael Amaral, no TechTudo

Uma imagem escondida nos smartphones Android está dando o que falar na Internet. Por meio de um vídeo publicado no YouTube, o pastor e rapper brasileiro Juninho Lutero acusa o sistema operacional do Google de ser uma “consagração demoníaca” e de “fazer parte de um projeto diabólico que pretende escravizar as pessoas”. Prometendo denunciar “a verdade por trás do sistema operacional Android”, o pastor mostra o que ele diz ser a prova de um plano infernal: uma arte, feita para o Google, escondida nas configurações dos celulares.

Com um Samsung Galaxy S, o pastor vai até as configurações e toca diversas vezes na opção “Versão de firmware” até aparecer a imagem que justifica sua opinião. Além de caracterizar o mascote do Android 2.3 (Gingerbread) como um demônio, Juninho Lutero chama os zumbis de escravos ao telefone, hipnotizadas pela praticidade e pela quantidade de recursos.

O vídeo termina com uma oração e já alcançou mais de 250 mil visualizações em cinco dias. A polêmica também ganhou o Facebook, onde o pastor afirmou que a denúncia tem caráter religioso e que não pretende difamar a marca, mas sim “alertar as pessoas sobre o perigo espiritual que existe por trás da imagem que foi consagrada ao mal”.

A verdade por trás da imagem

Em cada nova atualização do Android o Google insere um easter egg; uma imagem que varia de acordo com o nome da versão, inspirado em nomes de doces comuns nos Estados Unidos. No caso do Android 2.3, a gigante das buscas o apelidou de “Gingerbread”, famoso biscoito em forma de boneco, tradicional nas festas de Halloween e Natal.

A diferença, nesse caso, é que o autor da imagem, Jack Larson, retratou o mascote do sistema inspirado pelo seu gosto por Zumbis. Coincidentemente, essa é a versão mais popular do Android, presente em 45,6% dos aparelhos no mundo; número decisivo na rápida repercussão do vídeo.

Easter egg do Android 4.0 Ice Cream Sandwich (Foto: Repodução/Gizmodo)
Easter egg do Android 4.0 Ice Cream Sandwich
(Foto: Repodução/Gizmodo)

A polêmica sobre o easter egg do Google foi tão grande que incomodou até o autor da imagem e resultou em um post explicativo. Na publicação, Jack Larson garante que a imagem retrata a junção entre a magia antiga e a tecnologia moderna.

Para quem ficou curioso ou realmente preocupado, a imagem ao lado mostra o easter egg presente no Android 4.0. Como é possível ver, o mascote do sistema representa o Ice Cream Sandwich, ou “sanduíche de sorvete”, outro doce muito conhecido nos Estados Unidos.

Confira abaixo a acusação feita pelo pastor Juninho Lutero:

dica da Marjory Albuquerque

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Morador de favela está ‘superligado’ à internet, diz pesquisa

Vinícius de Lima, 19, usa o laptop da irmã na favela da Rocinha, no Rio; usuários priorizam as redes sociais
Vinícius de Lima, 19, usa o laptop da irmã na favela da Rocinha, no Rio; usuários priorizam as redes sociais

Fabio Brisolla, na Folha de S.Paulo

Nove entre dez moradores de favelas cariocas, com menos de 30 anos, acessam a internet. A maioria utiliza o computador de sua própria casa. Quando conectados, os usuários priorizam redes sociais, como o Facebook.

As constatações citadas são parte de uma pesquisa com residentes, de idades entre 15 e 29 anos, de cinco áreas de baixa renda: Rocinha (na zona sul), Cidade de Deus (na zona oeste), Manguinhos e os complexos do Alemão e da Penha (na zona norte).

O levantamento, baseado em 2.000 entrevistas, foi produzido entre os dias 17 e 22 de dezembro de 2012 para o projeto Solos Culturais, uma parceria da Secretaria Estadual de Cultura com a ONG Observatório das Favelas.

Segundo os pesquisadores, a adesão à internet desta parcela da população sinaliza que estão ocorrendo mudanças.

“O cidadão invisível na rua aos olhos da sociedade consegue ser reconhecido em redes sociais como o Facebook. O excluído está alçando virtualmente sua visibilidade. Isso é uma revolução no imaginário da cidade”, avalia Jorge Luiz Barbosa, professor do Departamento de Geografia da UFF (Universidade Federal Fluminense) e diretor do Observatório das Favelas.
Ele acredita que a internet pode estabelecer laços até então pouco explorados.

“O garoto da favela posta um vídeo com passos de funk no YouTube que acaba sendo visto pelo menino do condomínio de luxo. Estes cruzamentos culturais permitem a esperança em uma sociedade mais generosa com suas diferenças”, diz Barbosa.

Além de marcar presença em redes sociais, os internautas entrevistados costumam baixar músicas, além de armazenar fotos e vídeos.

O acervo pessoal criado por cada usuário é citado também como algo inédito.

“Antes, uma pessoa de classe baixa não tinha condições de comprar uma máquina fotográfica. Hoje, qualquer celular tira foto, o que possibilita a construção de uma memória que por muitas gerações não existiu”, avalia o diretor do Observatório das Favelas.

A pesquisa vai resultar no livro “Solos Culturais”, que será lançado até o fim do mês.

foto: Daniel Marenco/Folhapress

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