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‘Amor à vida’ traz casal homossexual, vilão que é gay enrustido e ex-periguete que se converte e vira cantora gospel

Marcello Antony e Thiago Fragoso são Eron e Niko, casal gay que deseja ter um filho (Foto: Leo Martins)

Marcello Antony e Thiago Fragoso são Eron e Niko, casal gay que deseja ter um filho (Foto: Leo Martins)

Publicado originalmente no Extra

Além dos encontros e desencontros dos protagonistas Bruno (Malvino Salvador), Paloma (Paolla Oliveira) e Ninho (Juliano Cazarré), “Amor à vida”, de Walcyr Carrasco, que estreia no horário nobre, tem um hospital como um de seus cenários principais, já que a mocinha é médica, e fala sobre as diferentes famílias atuais.

- Das tradicionais às mais modernas, em suas novas formações. Quero falar também sobre o amor por um filho. A questão é quem tem mais direito: quem gera ou quem cria – questiona o autor, referindo-se ao dilema na vida de Paloma e Bruno, quando descobrirem que Paula (Klara Castanho), a menina que o rapaz cria como filha legítima, é a herdeira perdida da mocinha.

Malvino Salvador já vislumbra a confusão:

- Quando isso acontecer, Paloma vai acusá-lo de ter roubado a menina e Bruno não vai entender por que ela deixou que a filha fosse parar no lixo. Os dois vão se separar e brigar pela garota na Justiça.

Além desse drama, a novela traz Marcello Antony e Thiago Fragoso como um casal gay que quer ter um filho e contrata a barriga de aluguel Danielle Winits; um vilão homossexual enrustido e que é casado (Mateus Solano), e Tatá Werneck na pele de uma periguete louca para engravidar de um jogador, que vai se converter e virar cantora gospel.

Walcyr minimiza as previsíveis polêmicas:

- Não estou preocupado. Autor tem que ter coragem. Se não tiver, não pode ser autor.

Foto de jovem com rosto ‘perfeito’ faz sucesso na internet

Fotos de Ahmed Angel já foram visualizadas por 1 milhão de pessoas. ’Eu não sou modelo, apesar de ser Top Model’, disse Angel a site dos EUA.

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publicado no Planeta Bizarro

Imagens de um adolescente de 18 anos repercutem estrondosamente na internet, com quase 1 milhão de visualizações. O motivo? Sua pele extremamente lisa, cabelos bem tratados e olhos claros.

O nome do rapaz é Ahmed Angel e pouco se sabe sobre ele – apesar de existirem, desde janeiro de 2012, 400 retratos dele espalhados pelo Facebook. Alguns questionam até se Ahmed é real.

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Mas, há pouco mais de três meses, descobriu-se uma conta de Ahmed numa rede social russa, a VK. Lá diz que ele é muçulmano, prioriza “fama e influência” e busca nas pessoas “intelecto e criatividade”.  Na sua conta no Facebook, diz que ele sabe falar russo, inglês, árabe e francês.

O site norte-americano International Business Times falou que tem garantias de uma entrevista com  “o anjo Ahmed”. Segundo o site, o adolescente foi contactado via Facebook e teria dito que tem recebido milhares de ofertas para trabalhar com cinema, arte e agência de moda. “Eu não sou um modelo, apesar de ser Top Model. A coisa mais importante da minha vida é estudar medicina”.

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‘Preferia que meu filho tivesse câncer’, diz pai em anúncio

Publicado por BBC Brasil [via UOL]

Alex Smith abraça seu filho Harrison, de seis anos, que tem rara doença genética degenerativa

Alex Smith abraça seu filho Harrison, de seis anos, que tem rara doença genética degenerativa

“Eu preferiria que meu filho tivesse câncer”. Com essa frase provocativa, o britânico Alex Smith criou um anúncio publicitário publicado em dois conhecidos jornais britânicos.

Seu objetivo era despertar a opinião pública para seu filho Harrison, de seis anos, portador da Distrofia de Duchenne, uma doença genética incurável que causa a degeneração progressiva dos músculos. Segundo Smith, a expectativa de vida de seu filho é de apenas 25 anos.

“Não há chances [de recuperação] ou medicamentos para ajudar, apenas a certeza de uma vida muito curta, marcada por uma doença debilitante que o deixará incapaz de se mover até que seu coração ou pulmões desistam de sua batalha”, diz Alex, no site www.harrisonsfund.com.

O anúncio causou polêmica: a frase original, em inglês -”I wish my son had cancer”-, pode ser lida simplesmente como “gostaria que” ou “quem me dera meu filho tivesse câncer”.

“Como eu poderia desejar que meu filho tivesse uma doença tão terrível? Mas a verdade é que o diagnóstico de câncer, ainda que duro, é preferível ao diagnóstico do meu filho”, declarou Smith à BBC.

“A maioria dos cânceres infantis são curáveis atualmente. Harrison não tem essa chance. E eu faria qualquer coisa para que meu filho vivesse mais do que eu.”

Pesquisas

Com o anúncio, Smith pede doações para a causa. “Minha única esperança é levantar o máximo de dinheiro possível para pesquisas científicas” que curem ou ao menos amenizem a doença, diz a peça publicitária.

Mas, ciente de que a cura pode não chegar a tempo para salvar Harrison, Smith disse que deseja também “iniciar a conversa sobre a doença”, da qual ouviu falar pela primeira vez em 2011, quando seu filho foi diagnosticado.

“É muito difícil conseguir financiamento [para pesquisas a respeito da doença]. Não há histórias bonitas de sobrevivência. Então precisei aumentar o volume [para ser ouvido]“, afirmou à BBC. “Harrison tem uma rara mutação [do mal de Duchenne], então a expectativa de cura é pequena. Mas esperamos poder ajudar outras pessoas como ele.”

A Distrofia de Duchenne afeta, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), um a cada 3,5 mil crianças do sexo masculino. É um mal genético ligado ao cromossomo X, em que a ausência de uma proteína provoca a degeneração progressiva dos músculos.

Em muitos casos, as crianças perdem a capacidade de andar aos 12 anos de idade.

Smith – que é casado e tem outro filho, de quatro anos – conta que Harrison é hoje um menino extrovertido que gosta de correr, mas que está perdendo cada vez mais a habilidade de fazê-lo. “Ele luta para conseguir se levantar do chão e não corre mais com facilidade. É frustrante para ele e de cortar o coração para nós.”

O pai ainda não contou ao filho a baixa expectativa de vida associada à doença. “Não é algo que uma criança de seis anos precise saber. Mas vai chegar um momento em que ele vai ‘googlar’ a respeito e teremos que ter essa conversa.”

“Eu estava errado”, diz jornalista que ficou um ano sem Internet

Em suas conclusões sobre período afastado, Paul Miller diz que tinha visão errada sobre web e rebate teorias de que Internet deixa pessoas estúpidas e solitárias.

fonte: The Verge

fonte: The Verge

Fonte: IDG Now

“Eu estava errado”. É assim que o jornalista de tecnologia Paul Miller começa seu texto para falar sobre a experiência de ficar um ano sem acesso à Internet. Miller havia anunciado sua saída da web em 30 de abril do ano passado.

“Há um ano eu saí da Internet. Achava que estava me tornando improdutivo. Achava que faltava sentido nela [Internet]. Pensava que estava ‘corrompendo minha alma’”, afirma o jornalista de 27 anos do site especializado The Verge.

Miller diz que quando aceitou a proposta do site para se afastar da Internet estava esgotado e queria um tempo da vida moderna. “Me senti livre no início”, conta sobre ter desconectado o cabo de Ethernet às 23h59 de 30/4 de 2012 – ele também trocou seu smartphone por um celular comum.

A ideia inicial de Miller, como um jornalista de tecnologia, era conseguir “descobrir o que a Internet havia feito comigo ao longo dos anos. Entendê-la ao estudá-la de longe”. Como afirma no texto, queria não apenas virar uma pessoa melhor, mas “ajudar todos a virarem pessoas melhores”.

Entre as descobertas positivas do seu ano longe da Internet, Miller cita as cartas de papel, já que não podia mais usar e-mail. “Consegui uma caixa postal neste ano e não consigo explicar como é ótimo ter sua caixa cheia de cartas de leitores. É algo tangível, e difícil de simular com um cartão eletrônico (e-card)”, afirma.

No entanto, ele nota que o processo de aprendizado não foi tão grande como o esperado. “Na verdade, a maioria das coisas que eu estava aprendendo poderiam ser feitas com ou sem uma conexão com a Internet – você não precisa ficar um ano sem Internet para perceber que sua irmã tem sentimentos.”

Além disso, Miller diz ter “aprendido como fazer um novo estilo de escolhas erradas longe da Internet”. “Abandonei meus hábitos offline positivos, e descobri novos vícios offline. Em vez de pegar o tédio e a falta de estímulo e transformá-los em aprendizado e criatividade, me voltei para o consumo passivo e ao recuo social”, afirma, notando que não anda muito de bicicleta e que na maior parte da semana não sai com outras pessoas. “Meu lugar favorito é o sofá”.

Em suas conclusões, o jornalista diz que: “Meu plano era sair da Internet e assim encontrar o ‘verdadeiro’ Paul e entrar em contato com o mundo ‘real’. Mas o mundo real e o Paul verdadeiro já estão inexoravelmente ligados à Internet. Não é dizer que minha vida não era diferente sem Internet, apenas que não era a vida real.”

No final, ele refuta as teorias de que a Internet nos deixa solitários ou estúpidos, ou as duas coisas. “Li tanto essas coisas que comecei a acreditar nelas (teorias). Queria descobrir o que a Internet estava ‘fazendo comigo’. Para que pudesse lutar de volta. Mas a Internet não é uma busca individual, é algo que fazemos uns com os outros. A Internet é onde as pessoas estão.”

Depois de polêmica, Lobão e Mano Brown decidem tocar juntos na Virada Cultural de SP; Mano Brown não confirma

Publicado originalmente no UOL

foto: Caio Duran/AgNews

foto: Caio Duran/AgNews

Depois da polêmica sobre declarações de Lobão dadas à “Folha de S.Paulo”, o cantor disse no Twitter, na tarde desta sexta-feira (3), que conversou com o rapper Mano Brown e que eles “conseguiram se entender”. “Atenção, enfim, uma linda notícia,o Mano Brown acabou de me ligar, tivemos uma conversa franca e decidimos que vamos fazer um som juntos”. E acrescentou: “Vamos nos encontrar e vamos tocar juntos na Virada. Queremos mostrar pra galera que podemos divergir e ao mesmo tempo caminhar juntos”.

Mano Brown estará na Virada Cultural de São Paulo com o Racionais MCs no domingo (19) às 15h, no Palco Júlio Prestes. Já Lobão se apresenta no Palco São João, no sábado (18) às 18h.

O perfil oficial dos Racionais no Twitter, no entanto, desmentiu e ironizou durante a madrugada a afirmação de Lobão. “O Lobinho agora está falando que conversou com Brown. Mentiroso!”, escreveram em tuíte que foi compartilhado por Mano Brown na rede social.

Entenda o caso

Na entrevista, Lobão alfinetou o novo rap e disse que o ritmo faz parte de “anseios de intelectuais petistas”. Logo depois, recebeu diversas mensagens de artistas reclamando do conteúdo de suas declarações e de seu novo livro “Manifesto do Nada na Terra do Nunca”. “Você segura o Lobão que vai ter uma fila pra bater! Kkkk até eu fui esculhambada! Vamos cobrar royaltes desse livro!”, escreveu a empresária Paula Lavigne para o rapper Mano Brown, escreveu no Twitter nesta quinta-feira (2).

“Conheci o Lobão em 1996. Cumprimentei e depois disso nunca mais o vi. Sinceramente não tenho o que falar da pessoa dele. Estranho o Lobão falar de mim sem nunca ter me conhecido. Não entendo a postura dele agora. Ele que pregava a ética e rebeldia, age como uma puta para vender livro. Nos anos 80 as ideias dele não fizeram a diferença para a gente aqui da favela. Ninguém é obrigado a concordar com ninguém, nem ele comigo. O Lobão está sendo leviano e desinformado. Tô sempre no Rio de Janeiro, se ele quiser resolver como homem, demorô! Do jeito que aprendi aqui”, escreveu Mano Brown em uma série de publicações.

Outros músicos também foram citados e também se defenderam via rede social.

Depois de atingir a marca de 150 mil exemplares vendidos com sua autobiografia, Lobão volta às livrarias com um livro no qual se propõe a falar sobre o “estado de paralisia” em que acredita que o Brasil se encontra.

dica do Ronaldo Junior

afinal, vão ou não tocar juntos? :-)

Atualização:

O UOL publicou um comunicado de Mano Brown desmentindo a informação passada por Lobão. Segue: 

“Informamos que o Mano Brown não ligou e não conversou com o Lobão. Eles não irão tocar juntos na Virada Cultural como está sendo noticiado na imprensa. Pedimos que os veículos de comunicação que estão noticiando esse fato esclareçam a questão com a verdade, pois o Lobão mentiu e não haverá esse show do Racionais com o Lobão”.