Uma em 1 milhão

Precisamos muito falar sobre aborto

Publicado na Revista TPM

“Eu faço o trabalho que ninguém quer fazer, mas que precisa ser feito.”

O médico que diz isso está comigo no último andar de um prédio na zona de sul de São Paulo. Nos outros andares, a rotina é a de um grande hospital normal. No setor em que estamos, há um esforço para fazer tudo parecer corriqueiro: sala de espera, secretária que atende o telefone, faxineira que passa o pano úmido no chão, consultório de paredes brancas e maca forrada com papel. Mas tudo é diferente nesse último andar. Aqui, abortos são feitos todos os dias. E abortos são ilegais no país onde eu moro.

Ilegais, mas não ilegítimos. E tampouco raros: o doutor V. é velho conhecido de amigas minhas – e de amigas de amigas. Seu telefone e o endereço do hospital onde atende circulam livremente entre mulheres (e respectivos namorados, maridos, amantes, pais, parentes, amigos) que engravidaram, mas não queriam ter engravidado. E que, claro (o detalhe é importante), dispõem de algum dinheiro para resolver o problema de maneira limpa e sem riscos. No meu caso, R$ 3.500, cash.

O doutor V. me deu um desconto porque descobri a gravidez cedo: seis semanas, ou um embrião de 4 milímetros. Ele cita outras “clientes” que demoraram muito mais “e ainda ficam chorando por um preço menor”. Tenho vontade de dizer “não sou sua cliente” e sair correndo. Espio a lista no papel sulfite sobre a mesa, com outros 20 nomes de mulheres que ele vai atender só naquele dia. Por uns instantes não o ouço. Olho a janela, a vista é bonita, o céu está cinza. É um dia triste pra mim. Mas é o que precisa ser feito.

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Eu estou diante do doutor V. porque não quero ter mais uma criança. O fato de eu já ser mãe aumenta em muitos tons a complexidade dos sentimentos. Tenho a noção exata de que ter filhos é maravilhoso – tem sido para mim. Além disso, fiquei grávida do “cara certo” e não de um passante qualquer. Ainda assim, veio a certeza estranha e cruel: não quero esse bebê concebido num descuido. Infração gravíssima, eu sei. Sete pontos na carteira existencial. Para uma parcela considerável da população, eu deveria ser castigada em praça pública (ou ao menos numa sala de parto).

Só que eu não acho que a opinião pública tenha alguma coisa a ver com uma decisão que é minha, pessoal e intransferível, como são todas as dores. E que é, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde, a decisão tomada por mais de 1 milhão de mulheres brasileiras todos os anos. Um milhão por ano é gente demais pra ser varrida pra debaixo do tapete. Principalmente quando, desse milhão, gente como eu – com acesso a médico, anestesista, sala limpa com vista e lanchinho no final – é minoria absoluta. A maioria se vira como pode. Talvez tomando um remédio, talvez perfurando o próprio útero em casa, talvez indo a clínicas como as que, recentemente, entraram no noticiário policial por terem sido os cenários de duas mortes.

O Brasil tem uma presidente mulher. Ela tem entre seus ministérios uma Secretaria de Políticas para as Mulheres, cuja titular ostenta um belo histórico de defesa dos direitos individuais (e da legalização do aborto especificamente). Mas é um país que tem se calado diante de propostas legislativas que são puro atraso. Um país que simplesmente finge que essa multidão não existe.

Esta revista não se conforma com isso e convoca a sociedade para o debate – ao menos ele: precisamos muito falar sobre aborto.

Micheline Alves, diretora do núcleo Trip e Tpm

dica do Guilherme Massuia

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Falar com estranhos te deixa mais feliz

(foto: Michael Tapp / flickr/ creative commons)
(foto: Michael Tapp / flickr/ creative commons)

Ana Freitas, na Galileu

Se você é daquelas pessoas mal-humoradas que não faz contato visual com velhinhos no metrô e que vira os olhos quando alguém puxa papo com você, atenção: você pode estar perdendo uma dose diária de felicidade. É o que indica um novo estudo feito no transporte público de Chicago. Passageiros tiveram que falar com estranhos em um trem, sentarem-se sozinhos e calados, ou então fazer o que fariam normalmente. Em seguida, eles responderam um questionário falando como se sentiam.

Aqueles que conversaram com estranhos relataram ter experiências mais prazerosas do que aqueles que ficaram sozinhos e caladinhos (esses, aliás, relataram as piores experiências). As respostas foram comparadas com um grupo que não fez nada, mas teve que imaginar como se sentiria em situações parecidas. A maioria concordou que conversar com estranhos no metrô faria os dias delas bem mais feliz.

Se falar com estranhos faz bem, porque tanta gente foge desse tipo de situação como diabo foge da cruz? É que aparentemente, ainda de acordo com esse estudo, a gente acha que os outros não têm vontade de conversar. Pois bem, não é verdade: talvez com exceção dos mal-humorados ou dos que tiveram um dia ruim, parece que bater um papo com estranhos na rua deixa melhor o dia de qualquer um.

Via Scientific American

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9 coisas que só pessoas tímidas entendem

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Publicado no Brasil Post

Se você é do tipo que fala pouco, deve saber muito bem como é difícil ter que falar alto na sala de aula ou como é a pressão de se destacar num grupo. Talvez já tenha sido tachado de submisso ou, pior, metido, mas você sabe qual é a verdade: você é um pouco tímido. E qual é o problema?

Os tímidos sabem que formam seus hábitos não apenas por serem arredios, mas porque abordam a vida com um padrão de pensamento diferente do padrão de seus colegas mais falastrões. E o traço de personalidade que os caracteriza não é de todo ruim: desde a capacidade de liderança até a atitude cheia de escrúpulos, a timidez tem seus benefícios.

Embora ser tímido tenha suas vantagens, o rótulo da timidez ainda parece carregar uma conotação negativa em nossa sociedade. Por causa dele, há pequenas irritações e nuances que as pessoas reservadas enfrentam regularmente. Veja a seguir nove coisas que os tímidos conhecem em primeira mão.

Ficar pouco à vontade numa sala cheia de desconhecidos

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Se você é tímido, estar no meio de um grupo de pessoas com as quais precisa ser sociável é provavelmente a última situação em que gostaria de estar. Mas, de acordo com Lynne Henderson, diretora do The Shyness Institute (Instituto da Timidez), de Berkeley, Califórnia, esse tipo de cenário pode representar uma ótima oportunidade para os indivíduos reservados encararem sua aversão social.

Para superar a hesitação, Henderson sugere que você se compare com outra pessoa e foque no que quer tirar da situação. “Pense nos atletas que ficam nervosos — eles simplesmente se concentram no que querem fazer”, diz. “Pergunte-se ‘o que eu realmente quero tirar desta interação?’ e tente fazer um esforço para conhecer só uma pessoa nova. Se você sabe que vai ficar tímido numa situação, mantenha objetivos específicos em mente. Com frequência os tímidos, quando se veem em ambientes onde ficam pouco à vontade, esquecem seus próprios pontos fortes.”

Ser ótimo ouvinte é natural para você

Quando uma pessoa é quieta, é observadora. Esse hábito muitas vezes faz com que os tímidos sejam ótimos ouvintes e, graças a isso, tratem seus amigos, colegas de trabalho e parceiros com mais consideração. “Só porque você é tímido, não quer dizer que você não entenda as situações sociais”, disse ao HuffPost Healthy Living o professor de psicologia C. Barr Taylor, da Universidade Stanford. “A timidez pode até virar uma fonte de força, já que você é o observador dentro daquele lugar.”

Sempre pensar antes de falar

Não é que os tímidos sempre fiquem em silêncio, diz Henderson, é só que elas tomam tempo para tomar consciência de seus pensamentos. As pessoas tímidas percebem imediatamente o que estão pensando (mesmo que seja algo autodestrutivo) e param para refletir sobre isso. Esse hábito pode ser positivo ou negativo, mas, diz Henderson, quando se pratica a atenção consciente, sempre é possível transformar esses pensamentos em alguma coisa construtiva. “Antigamente se pensava que apenas pessoas que têm pensamentos negativos a seu próprio respeito apresentam problemas clínicos, mas hoje, com tantas pesquisas sobre a atenção consciente, sabemos que todos nós temos pensamentos automáticos”, diz.

Esses pensamentos imediatos são a razão pela qual as pessoas tímidas pensam antes de falar, algo que às vezes pode ser visto de modo negativo. “Os tímidos podem achar irritante o fato de outras pessoas não reconhecerem esses pensamentos automáticos que todos temos sobre nós mesmos e sobre aquilo que nos cerca”, explica Henderson.

Como é irritante ser chamado de introvertido

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Os dois termos com frequência são usados como sinônimos, mas as pessoas tímidas nem sempre são introvertidas — e as que não se enquadram nas duas categorias entendem a frustração de serem classificadas como tais. Henderson observa que existem extrovertidos tímidos, ou pessoas que desempenham bem socialmente mas podem ter pensamentos e sentimentos internos acanhados. Em um post na Psychology Today, o especialista em timidez Philip Zimbardo observa que muitos ícones de Hollywood podem ser extrovertidos tímidos e que a tendência deles de serem autocríticos ou refletirem sobre si mesmos nem sempre se manifesta publicamente.

Henderson sugere que, se você sente sua confiança indo embora, procure ser compassivo consigo mesmo. “Todos nós temos dificuldades com algumas coisas. Lembrando que isso é algo que todos temos em comum, você pode ser mais tolerante consigo mesmo”, ela diz. E recomenda práticas como a meditação da gentileza amorosa: “Ninguém é perfeito. Qualquer coisa [gentil] que você possa dizer a si mesmo ou a outros vai lembrá-lo que estamos todos juntos nessa.”

Se retrair diante das palavras “fale mais alto!”

Você já repassou essa cena na cabeça mil vezes: está fazendo uma apresentação na sala de aula quando alguém de uma das fileiras do fundo diz: “Ei, fale mais alto, por favor!”. É o pior pesadelo dos tímidos, por mais comum que seja. “A extroversão e a promoção própria são incentivadas em nossa cultura”, Henderson explica. “Se você não fica falando o tempo todo, ouvir ‘por que você não fala mais ou mais alto?’ pode ser irritante para uma pessoa tímida, porque ela geralmente pensa antes de falar.”

Henderson explica que, apesar do constrangimento sofrido, o jeito de falar pouco e baixo, típico de uma pessoa acanhada, possui seu mérito. O desejo de fazer silêncio inicialmente pode até ser útil, quer você queira comandar a atenção de uma sala inteira ou apenas falar com algumas poucas pessoas. “Criar um ambiente de silêncio pode ser uma vantagem real, especialmente quando você precisa exercer um papel de liderança”, diz a psicóloga. “Faz com que você consiga captar o ânimo reinante num ambiente e aprender a fazer uso dele.”

“Seja mais sociável” é algo que você não pode fazer facilmente (e nem quer, na realidade)

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Dizer a uma pessoa tímida que ela tem que simplesmente ser “mais sociável” não vai ajudar — na realidade, pode ter o efeito oposto. “Nem todas as pessoas são extrovertidas; esperar que todo o mundo seja sociável pode ser irritante para quem é tímido”, Henderson avisa.

Os tímidos que também são introvertidos talvez nem queiram ser sociáveis ou altamente ativos em ambientes muito sociais. Como explica a blogueira do HuffPost Kate Bartolotta em um post de 2013, às vezes esses indivíduos reservados precisam de um tempinho para ficar a sós.

“Passei anos me sentindo culpada quando queria passar tempo sozinha, em vez de fazer coisas com amigos. Aprendi a superar e muitas vezes eu me forçava a ser sociável, mesmo quando isso era exaustivo para mim. Muitas pessoas fazem isso, já que a extroversão tende a ser valorizada em nossa sociedade, enquanto a introversão é vista como ‘traço de personalidade de segunda categoria, alguma coisa entre uma decepção e uma patologia’. Não é nada disso. Para nós, que somos assim por natureza, a introversão pode ser nossa maior qualidade.
Como mencionei, ser introvertida não é a mesma coisa que ser tímida (embora também não haja nada de errado em ser tímida). Muitos tímidos também são introvertidos, mas uma coisa não tem muito a ver com a outra. A melhor explicação que já me deram (e que me rendeu uma das maiores epifanias da minha vida adulta) foi que, enquanto os extrovertidos se energizam quando passam tempo com outras pessoas e criam conexões com elas, os introvertidos precisam de tempo voltado para dentro deles mesmos para recarregarem as baterias.”

Saber que você poderia ser um ótimo líder, mas ter que dar mais duro para provar que é verdade

Os indivíduos quietos muitas vezes têm que fazer o dobro do esforço para se destacaram, especialmente no trabalho. Mas, como Henderson nota, os tímidos tendem a dar os líderes mais excepcionais. “Eles realmente empoderam seus liderados”, ela explica. Na verdade, algumas das pessoas mais poderosas do mundo foram também consideradas tímidas. Políticos respeitadíssimos como Abraham Lincoln e ícones de Hollywood como Audrey Hepburn e Johnny Carson todos tinham personalidade mais reservada.

Preferir ficar nos bastidores a ser o centro das atenções

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Ter a atitude de alguém que fica à margem, apenas observando, muitas vezes é criticado, mas traz alguns benefícios, especialmente no trabalho. Henderson diz que as pessoas tímidas que conseguem controlar seu traço de personalidade muitas vezes conseguem usá-lo de maneiras que as tornam líderes mais conscientes. Essa tendência natural de afastar-se do centro do palco pode ajudar muitas empresas a alcançar suas metas. “As pessoas tímidas lideram a partir do segundo plano”, Henderson diz. “Lideram porque se importam com o projeto, não porque queiram ser o centro das atenções.”

Que todo o mundo pense que sua timidez é um problema (mas você sabe que não é)

Como qualquer outro traço de personalidade, a timidez tem seus prós e contras. O segredo está em aproveitar aquilo que faz você ser mais reservado e usá-lo a seu favor. “Uma coisa muito irritante é que todo o mundo pense que a timidez é um problema”, diz Henderson. “Os tímidos possuem uma sensibilidade real em relação às outras pessoas. Eles sabem o que é sentir-se nervoso. Por isso, quando eles próprios não estão na berlinda, podem ser muito bons em ajudar outras pessoas a ficarem à vontade.”

Em post na Psychology Today, Bernardo Carducci, diretor do Instituto de Pesquisas sobre a Timidez da Indiana University Southeast, argumenta que a timidez realmente possui algumas vantagens. Para ele, essa característica não é algo que precise ser superado, mas que deve ser abraçado. “Os tímidos de sucesso não mudam quem são”, ele escreve. “Mudam seu modo de pensar e suas ações. Não há nada de errado em ser tímido. Na verdade, hoje creio que nossa sociedade precisa não de menos timidez, mas de um pouco mais.”

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30 dicas para você ser bem sucedido na vida

 foto: Thinkstock
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Publicado por InfoMoney

O que é preciso para ser bem sucedido na vida? Não há uma resposta simples, mas experiências mostram que existem práticas que podem maximizar as chances de ter uma vida feliz, produtiva e bem sucedida.

O site Business Insider listou 30 dicas que podem te ajudar ter sucesso na vida. Confira:

1- As pessoas não se importam com o que você pensa: a maioria das pessoas não vai notar que você comprou um carro novo ou recebeu uma promoção, e você não deve basear a sua felicidade nessas situações. Por outro lado, se ou outros estão te enchendo de atenção, não deixe que os “paparicos” subam à sua cabeça.

2- As pessoas que gostam de verdade de você não estão interessadas nas suas posses: quando você está cercado de pessoas que realmente gostam de você, não é preciso se preocupar se você tem as melhores coisas, pois elas estão interessadas somente em você e no seu bem-estar.

3- Organizar a sua vida em torno de dinheiro não vai te fazer feliz:
faça o que você gosta e não o que oferece o maior salário, pois você não estará satisfeito com as suas realizações.

4- Dívida não é um fardo da vida adulta: se você está fazendo um investimento para estudar e ter uma carreira, então é importante que você gerencie uma dívida. Porém não se pode considerar uma dívida como um rito de passagem para a idade adulta, já que ela pode representar um perigoso desequilíbrio de suas finanças.

5- A arte de falar bem representa poder: quando você sabe falar bem, a ponto de mudar a opinião de alguém ou impor confiança em alguém, então você está com o poder em suas mãos.

6- Você só pode controlar a si mesmo: apesar de ser importante ajudar os outros quando possível, ou necessário, vale lembrar que você só pode controlar a si mesmo.

7- Prepare-se para o inesperado: faça tudo o que puder para entender como as coisas funcionam. Mas esteja ciente de que nenhum conhecimento pode evitar que algo inesperado aconteça na sua vida; tenha sempre um plano B.

8- Não deixe que os outros te definam: apesar de os seres humanos serem criados para viver em comunidades, não deixe que outras pessoas ou ideologias digam quem você é.

9- Faça mais que o exigido: para se tornar um sucesso, você precisa superar concorrentes e mostrar sua força de vontade e bom trabalho, por isso, busque sempre melhorar e ir além de exigido. Vale lembrar que se você já está no topo, a competição continua, mas dessa vez é contra você mesmo.

10- O autoconhecimento é valioso: se você consegue observar e aceitar a forma como as outras pessoas te veem, você será capaz de trabalhar e conviver melhor com outras pessoas.

11- Preconceitos afetam tudo que fazemos: a sua visão de mundo influencia tudo que você faz. Se você conhece os seus preconceitos, você pode minimizá-los e fazer o que é certo para a cada situação.

12- Viver no presente é estar focado: aceite que o passado não pode ser mudado, e aproveitar ao máximo o momento que você está vivendo, pois o futuro é apenas o resultado dos seus esforços.

13- Conviva com as diferenças: cercar-se de pessoas que pensam como você pode limitar a sua criatividade, mas se você procurar novas perspectivas, você cresce mais rápido e aprender mais.

14- Viaje mais: fazer uma viagem não vai apenas te expor a outros estilos de vida, como também vai levar o seu cérebro para fora do piloto automático e permitir que você volte ao trabalho revigorado.

15- Corra riscos até alcançar o que você quer: se você ainda não encontrou um trabalho pelo qual você se apaixone, não tenha medo de correr riscos e largar tudo para ir atrás do seu sonho.

16- Cuide da sua saúde: você não pode se concentrar somente em sua carreira, é preciso também estar atento ao estado de saúde.

17- Sua reputação deve ser protegida: proteja sua reputação, pois ela é tudo o que você tem. Seja honesto, confiável e amável, e outros irão notar.

18- As decisões não devem ser orientadas pelas emoções: a reação instintiva do ser humano é ser influenciado pela raiva ou pânico, no entanto, isso pode destruir uma vida inteira de trabalho em poucos segundos. Espere até que você está calmo antes de tomar uma grande decisão.

19- Saiba perdoar: tanto pessoas estranhas quanto entes queridos vão acabar te decepcionando em algum momento. Reaja em conformidade, mas não mantenha rancor.

20- Em busca de um propósito maior: você vive em um mundo muito maior do que você mesmo e os seus problemas, por isso, pense em algo grande que você gostaria de fazer pelos outros.

21- A vida é curta: use o seu senso de urgência para tirar o máximo possível do seu tempo.

22- Existem muitas coisas que você não sabe: se há uma tarefa que você pode delegar a alguém mais adequado, então fazê-lo. Se há uma discussão sobre algo que você não está suficientemente bem informado, resistira à tentação de saltar de cabeça.

23- Seja honesto contigo: se o seu objetivo é ser bem sucedido e se destacar em tudo que você faz, então você precisa ser honesto com você mesmo e aceitar coisas desagradáveis que acontecem.

24- Felicidade é uma escolha: as suas atitudes são resultados de decisões. Escolher ser feliz e otimista, independentemente da situação, produz mais sucesso do que negatividade.

25- Tenha confiança: quando você acredita em si mesmo, os outros tendem a acreditar no que você tem a dizer.

26- Medo é normal: todo mundo tem medo de fracassar. Os mais bem sucedidos sabem como aceitar seus medos e manter a ansiedade controlada.

27- Gentileza é fundamental: pequenos gestos de bondade podem ter um grande impacto, por isso, seja gentil com todos.

28- Nem tudo é perfeito: diferentemente dos filmes, os mocinhos nem sempre ganham no final. Aprecie o que você tem, e você vai ser mais forte e mais feliz por causa disso.

29- Aprenda com os outros: você pode aprender muito com a experiência dos outros. Por isso, é bom ter heróis ou pessoas que te inspirem e que você possa usar como exemplo para trilhar o seu próprio caminho.

30- A sorte é sutil: não tem como negar que muitas vezes a sorte ajuda algumas pessoas, mas em grande parte dos casos, o sucesso vem de muito trabalho duro.

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