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Homem tem água encanada trocada por cerveja em pegadinha

Com o apoio de uma marca de cerveja da Nova Zelândia, grupo ligou o encanamento da casa do amigo em diversos barris. Cerveja gelada saía das torneiras da cozinha e banheiros

canoPublicado originalmente no iG

Você já imaginou chegar em casa e ter cerveja gelada à sua espera nas torneiras da cozinha, banheiros e lavanderia? Foi exatamente isso que aconteceu com Russ, um morador de Auckland, na Nova Zelândia.

A pegadinha foi uma colaboração dos amigos de Russ com a Tui, marca de cervejas local. Ao site ninemsn, um porta-voz da empresa afirmou que a ideia partiu da cervejaria, mas todos os sujeitos que aparecem são amigos da vítima, e que eles já fazem brincadeiras do tipo uns com os outros.

No vídeo, os amigos de Russ, com ajuda de um encanador profissional, trocam as tubulações da residência, ligando-as em barris de cerveja embaixo da casa. Em seguida eles instalam 14 câmeras escondidas para captar as reações do morador.

Perplexo com o fato de ter cerveja – gelada – saindo da torneira da cozinha, Russ começa a filmar o incidente, o que passa a impressão de que ele realmente não sabe o que está acontecendo. Próximo dali, em um lugar que parece uma garagem, os amigos acompanham e se divertem com o amigo.

Russ parte então para checar as instalações da casa, e é quando ele se depara com os barris de cerveja. Ao sair de lá ele se depara com os amigos, entendendo que foi vítima de uma brincadeira. O vídeo completo  (clique para assistir) com mais de sete minutos também foi disponibilizado.

dica do Jarbas Aragão

Confrontando uma geração de filhos da p#&@

Hermes C. Fernandes, no Cristianismo Subversivo

Não fazia qualquer sentido. Como Deus poderia ter permitido aquilo? Depois de uma vitória tão grande, um fracasso inexplicável. Israel havia sucumbido diante do exército de uma cidadezinha inexpressiva chamada Ai. Ao todo, foram 36 baixas e fuga vergonhosa.

Dias antes, Jericó tinha caído ante a fúria Israelita. A cidade fortificada fora conquistada pelo povo nômade que perambulava pelo deserto por quarenta anos. Seus muros ruíram depois de treze voltas ao seu redor. Foi um massacre. Uma vitória para levantar o moral daquele povo e fazê-lo temido por todas as nações que se alojaram na terra que Deus prometera a Abraão. Os únicos moradores poupados foram Raabe, a prostituta, e seus familiares. Josué decidiu honrar a promessa feita pelos espiais enviados a Jericó e acolhidos por aquela mulher de moral duvidosa. Em momento algum, julgaram-na pelo estilo de vida que levava. A única coisa que importava naquele instante era o fato de ter arriscado a própria vida para escondê-los em sua casa.

Chegou a vez de Ai. Israel se sentia um time de futebol vindo de uma campanha impecável de sucessivas vitórias. Agora, tendo que enfrentar um time menor, resolve poupar seu elenco e usar seu time reserva, subestimando seus adversários. Bastavam dois ou três mil soldados para quitarem a fatura. Entraram em campo de salto alto, como se usa dizer no futebol, e saíram descalços e desmoralizados.

Josué protesta. Rasga suas vestes diante do Senhor. Passo o dia inteiro prostrado sem proferir uma única palavra. Até que toma coragem e atrevidamente questiona:

- Por que o Senhor nos trouxe até aqui? Antes houvéssemos ficado do outro lado do Jordão. O que os outros vão dizer? Como vai ficar a nossa reputação? Sem contar a vergonha sofrida pelo seu nome!
A preocupação do general israelita seguia a seguinte ordem de prioridades: 1) A repercussão negativa do fato; 2) A reputação do seu exército; 3) a glória devida ao nome do seu Deus. Pelo jeito, a glória de Deus era o que menos importava naquele momento. O problema não era o ‘problema em si’, mas a repercussão negativa que gerava.

De repente, Deus interrompe sua oração e diz:

- Você está lamentando o quê? Vocês pecaram contra mim! Há coisas condenadas que foram trazidas para o arraial do meu povo! Enquanto isso não for eliminado, você experimentarão sucessivas derrotas.
Josué se levanta decidido a descobrir onde estava o erro. Quem quer que houvesse sido responsável deveria pagar caro. O mal teria que ser cortado pela raiz.

Imagino o burburinho entre o povo:

- O problema deve ser Raabe! Quem mandou Josué acolhê-la entre nós!? Como pode uma prostituta ser aceita no meio de um povo santo? Temos que eliminá-la o quanto antes! Apedrejá-la com toda a sua família até a morte.

Em vez de precipitar-se, Josué recebe do Senhor a orientação para fazer uma espécie de triagem por sorteio. Dentre todas as tribos, a escolhida é Judá. Justamente a tribo de onde todos sabiam que sairia Aquele que seria destinado a governar o mundo, o Messias. O erro que impedira a vitória de Israel sobre Ai partira dali.

De todos os clãs de Judá, os zeraítas são os escolhidos. De todas as famílias do zeraítas, a sorte recai sobre a família de Zinri, e desta família Deus aponta Acã.

Ufa! Raabe deve ter respirado aliviada. O problema não era ela e sua família. O problema vinha de dentro do próprio povo de Deus.

Decepcionado, Josué se dirige a Acã e diz:

- Pelo amor de Deus! Onde você estava com a cabeça? O que você aprontou, Acã? Confessa! Não esconda nada!

Exposto, Acã resolve confessar o seu pecado:

- Enquanto Jericó era tomada, vi uma capa babilônica lindíssima, e usei-a para embrulhar todo o ouro e toda a prata que encontrei. Chegando à minha tenda, enterrei-os num buraco.

Profundamente decepcionado, Josué ordena a execução de Acã com toda a sua família. Era necessária uma medida radical para que não se abrisse um precedente justo agora que Israel começava a engatinhar como nação organizada.

Se a preocupação de Josué fosse tão-somente buscar um bode expiatório, a candidata mais provável seria Raabe. Mas, além de ser poupada juntamente com sua família, Raabe ainda foi incluída na genealogia do Messias. Que incrível ironia. Acã, da tribo de Judá, condenado e apedrejado, como se fazia às prostitutas. Raabe, prostituta canaanita, poupada e incluída na estirpe do Messias.

Verdadeiramente, a graça subverte surpreendentemente a ordem das coisas.

Todavia, atrevo-me a afirmar que a igreja parece não ter aprendido a lição. Preferimos poupar Acã e apedrejar Raabe. Afinal, Acã é dos nossos! Raabe é da concorrência.

Os pecados de ordem moral são sempre os primeiros da lista. Sobretudo, os que envolvem sexo. Prostitutas, adúlteros, homossexuais, mães solteiras, são tratados como seres asquerosos, indignos do nosso convívio. Ao passo em que somos condescendentes com os gananciosos, com os que fazem qualquer negócio objetivando algum lucro. Crucificamos a carência, enquanto coroamos a ganância. O discurso moralista nos atrai muito mais do que o ético.

À exemplo dos discípulos, sentimo-nos ultrajados com a abordagem de Jesus com a mulher samaritana no poço de Jacó. Uma mulher que já estava no sexto relacionamento não deveria merecer a atenção do Senhor. Ela tinha que ser empurrada no poço para morrer lá. Porém, Jesus identifica ali uma carência. Os múltiplos relacionamentos eram sintomáticos. Por isso, em vez de apelar ao discurso moralista, Jesus lhe oferece a água da vida que saciaria sua carência para sempre.

O mesmo Jesus, ao deparar-se com Zaqueu, o famigerado cobrador de impostos, expôs seu disfarce e disse: Desce depressa, porque hoje me convém pousar em sua casa. Em outras palavras, Jesus estava dizendo: hoje você terá que repartir seu pão comigo e abrigar-me sob o seu teto. Todo ganancioso tem dificuldade de compartilhar o que tem. Quanto mais tem, mais quer. Jesus desfere um golpe sutil em sua avareza. Constrangido, Zaqueu se dispõe a devolver quadruplicado tudo o que surrupiou de seus próprios patrícios em nome de um governo estrangeiro invasor.

Uma igreja que fosse mais parecida com Jesus acolheria os carentes e exporia os gananciosos. Em vez disso, ela prefere aliar-se aos poderosos, enquanto detona os que considera pervertidos.

Os pecados sexuais se tornaram verdadeiros ‘bois de piranha’ (ou seriam ‘bois de Raabe’? rs). Enquanto nos preocupamos em demasia com eles, a boiada inteira passa incólume do outro lado do rio. Os mesmos que sobem aos palanques para denunciar a ‘ditadura gay’, envolvem-se em escândalos, votam em favor da impunidade, vendem-se por concessões de TV, escondem dinheiro não declarado dentro da Bíblia, etc.

Acã é nosso camarada! Raabe é uma descarada que não merece viver. Viva o lucro, o jeitinho e a hipocrisia!

Enquanto pouparmos Acã, nossas vitórias serão sucedidas de épicas derrotas. Venceremos nas urnas, mas perderemos na relevância junto à sociedade. Venceremos na arrecadação, mas perderemos em credibilidade. Seremos maioria no Brasil, elegeremos o próximo presidente, mas não faremos qualquer diferença. Derrubaremos muralhas, mas sucumbiremos diante de nossa própria cobiça.

Pelo jeito, Jesus prefere descender de uma p#&@ a ter Seu nome envolvido em tanta podridão. É melhor ser descendente direto de uma prostituta a ser conivente com uma ‘geração adúltera’ (eufemismo para “filhos da p#&@), como a que foi severamente denunciada por Jesus. Para Ele, prostituição vai muito além de alugar o corpo; é fazer por dinheiro o que deveria ser feito unicamente por amor. Inclusive, falar em nome de Deus e dos bons costumes.

Manequim negro “acorrentado” no Pão de Açúcar gera protestos

Críticas de consumidores na internet fizeram estátua de criança negra com correntes nos pés ser retirada do local

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Publicado na Exame

Alguns consumidores usaram as redes sociais para protestar contra a escolha de um manequim infantil negro e de pés acorrentados como parte da decoração de uma unidade da rede de supermercados Pão de Açúcar, em São Paulo.

A estátua, com grilhões no tornozelo, foi considerada de mau gosto por internautas, e motivou críticas em páginas do Facebook e fóruns especializados essa semana. Os comentários negativos consideraram infeliz a escolha de uma imagem associada à escravidão, além do status “decorativo” dado à obra. Alguns ainda associaram o manequim à apologia ao trabalho infantil. “O cesto é de proporções incompatíveis à estatura da criança e seria um sacrifício, seja pelo tamanho ou pelo peso para ser carregado”, condena post da página Site Mundo Negro.

Após a recepção controversa, a rede divulgou um posicionamento nesta quinta-feira lamentando o ocorrido, a afirmando que providenciou a retirada da estátua, que estava presente em uma unidade no bairro da Vila Romana, capital. Segundo o Pão de Açúcar, o manequim em questão foi adquirido como parte de uma coleção de peças decorativas, “sem intenção ou apologia a qualquer tipo de discriminação”.

O texto prossegue: “A rede agradece os contatos recebidos dos clientes e lamenta o fato ocorrido, uma vez que pauta suas ações na ética, promoção e respeito à diversidade”.

Mais de 60% das pessoas engordam em relacionamentos

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Publicado originalmente no Virgula

Um estudo realizado por uma empresa britânica de refeições para dietas e divulgado pelo jornal “Daily Mail”, constatou que mais de 60% das pessoas costumam adquirir quilinhos extras ao engatar um romance.

Para descobrir qual seria o motivo dessa ganha de peso, os pesquisadores conversaram com diversos casais. Entre os entrevistados, 30% declararam que atividade mais comum com o companheiro é ficar em casa vendo TV, enquanto 20% afirmaram que sair para comer é a atividade preferida do casal.

As participantes do sexo feminino revelaram outro fato curioso: 52% delas contou que, ao fazerem uma refeição com o parceiro, ingerem a mesma quantidade de comida que ele, sendo que 56% admitiram que a porção é muito maior do que comeriam normalmente.

Chinês finge morte por dinheiro, mas “ressuscita” em funeral devido ao calor

Publicado por EFE [via UOL]

Um vendedor de refrigerantes no centro da China fingiu sua própria morte para que sua família recebesse uma indenização, porém, por causa do forte calor dentro do caixão, teve que sair correndo em pleno funeral para beber água, deixando todos espantados com sua “ressurreição”.

O fato, relatado pela agência oficial de notícias “Xinhua”, ocorreu no último sábado (3) na cidade de Wuhan, capital da província de Hubei, e famosa por ser um dos lugares mais quentes do país durante o verão, ainda mais nesta temporada, na qual a porção sul da China enfrenta a pior onda de calor em 140 anos.

O homem, de sobrenome Han, simulou ter morrido após uma surra de policiais locais, os temidos “chengguan”, um corpo que nos últimos meses apareceu nas páginas de notícias por ter causado a morte de vários vendedores ambulantes em outras cidades da China.

Han tinha sido detido em uma das frequentes batidas que os “chengguan” realizam em muitas localidades da China para controlar os vendedores ambulantes. Após esse incidente, outros vendedores detidos, que haviam combinado previamente com Han, garantiram que ele tinha morrido após apanhar dos policiais, por isso a polícia local deveria indenizar seus familiares com uma alta compensação econômica.

Para dar mais veracidade a sua trama, Han foi colocado em um caixão e foi carregado por 10 homens pelas ruas de Wuhan, mas as altas temperaturas da cidade frustraram o plano mirabolante.

Durante o funeral, no qual compareceram 300 pessoas e que era vigiado por 80 policiais devido à sensibilidade do fato, Han saiu repentinamente do caixão, pegou uma garrafa de água e, após dizer “não posso mais”, bebeu tudo com um gole.

O incidente virou uma piada sobre as altas temperaturas que atingem a China desde julho. Pelo menos 10 pessoas morreram este ano pelo calor. O acontecimento também é uma amostra da tensão permanente entre a população e os “chengguan”, uma das forças de segurança mais odiadas do país.