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Universal usa Velho Testamento para reviver relação do ‘povo eleito’ com Deus

Templo de Salomão, da Universal, no bairro do Brás, em São Paulo (foto: Marlene Bergamo - 30.jul.2014/Folhapress)

Templo de Salomão, da Universal, no bairro do Brás, em São Paulo (foto: Marlene Bergamo – 30.jul.2014/Folhapress)

Luiz Felipe Pondé, na Folha de S.Paulo

Por que os neopentecostais são apaixonados pelo que os cristãos chamam de “Velho Testamento”?

O termo, recusado pelos judeus, que usam “Tanach” para o cânone hebraico, ou “Bíblia Hebraica”, no rastro do crítico literário judeu americano Harold Bloom, reúne o conjunto de textos que vem antes do Novo Testamento. Neste, Jesus, o Messias dos cristãos, anuncia a “nova aliança” do Deus de Israel com a humanidade, diferente da “antiga aliança”, que seria apenas com o povo eleito, os hebreus. Salomão foi um dos mais importantes reis hebreus.

A diferença de terminologia para se referir a este conjunto de textos não é mero detalhe de um obcecado por estudos bíblicos, mas encerra em si um equívoco, do ponto de vista judaico, do que significa a chamada “eleição do povo de Israel”. De certa forma, grande parte do cristianismo compreende a eleição de Israel de um modo equivocado. A eleição é uma responsabilidade, um peso, não a escolha de um caçulinha mimado fadado ao sucesso. Aqui nasce o equívoco e, ao mesmo tempo, a paixão neopentecostal pelo Velho Testamento.

O “Templo de Salomão” construído pela Igreja Universal do Reino de Deus, é uma peça de fé, não uma reconstrução arqueológica, nem precisa ser, uma vez que estamos falando de religião, instituição que nada tem a ver com as demandas de uma ciência como a arqueologia.

O templo original, supostamente construído pelo rei Salomão, filho do rei Davi, no século 9º antes de Cristo, teria sido destruído por volta 586 a.C. Pesquisas arqueológicas situam os fragmentos encontrados no Monte do Templo, que poderiam ser da primeira sede do culto hebraico antigo, há cerca de 3.000 anos atrás, o que coincide com a vida do personagem bíblico em questão.

Mas, de onde vem essa paixão? Vem do fato que os neopentecostais (que se diferenciam dos seus “antepassados” pentecostais pelo forte caráter de “espetáculo para as massas” nos cultos) leem a relação entre o Deus de Israel e seu povo eleito numa chave mágica. Os fatos narrados no “Tanach” (Velho Testamento) indicam uma forte presença de Deus nos destinos do povo, alterando círculos naturais, criando forças a favor do povo, enfim, fundando um mundo de “milagres”.

Daí que, revivendo o Templo de Salomão, supostamente, a Igreja Universal dá um importante passo simbólico no sentido de dizer que seus fiéis revivem a relação de povo eleito com seu Deus, Rei do Universo (“Melech HaOlam”). A imagem é forte, temos que reconhecer. Mas, aqui reside a chave da interpretação equivocada que leva a paixão dos neopentecostais por todos os signos vétero-testamentários.

O equívoco está no fato que o mundo mágico do Velho Testamento é apenas uma pequena parte da eleição de Israel. Mas os neopentecostais parecem crer que essa “mágica israelita” é a base para o sucesso, a felicidade, e, finalmente, para a teologia da prosperidade que marca o movimento neopentecostal. Dito de forma direta: quem vive com o Deus de Israel fica rico e feliz.

Ledo engano, basta ver a história dos judeus e os jornais atuais. A eleição do povo de Israel, para os judeus, significa muito mais que o povo é um povo de sacerdotes, que leva a mão de Deus sobre si, num mundo de agonias, que recusará e odiará esse povo justamente por isso. Não é por outra razão que se chama o massacre de judeus na Segunda Guerra de “Holocausto”. O povo é “um animal do sacrifício”, e cada vez que Deus quiser, Ele o lança ao fogo para “falar” com o mundo.

A eleição de Israel é muito mais um peso do que um ticket para o sucesso. Tem mais a ver com o conflito israelo-palestino, através do qual muitos odeiam Israel, do que com ficar rico e feliz. Se perguntarmos a muitos judeus religiosos em Israel e no mundo, dirão que o desespero que passa Israel hoje, o medo do ódio do mundo e da destruição do Estado de Israel, é mais uma marca da sofrida eleição.

Por isso, não é difícil encontrar judeus que pediriam a Deus, assim como profetas o fizeram, que escolha outro povo para ser Seu eleito, porque Israel já cansou.

Há relação entre religião e felicidade?

Estudos mostram que a felicidade não se associa à intensidade com que nos relacionamos com o divino; os mais contentes com a vida costumam ser aqueles que mais frequentam serviços religiosos

foto: Shutterstock

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Publicado por Mente & Cérebro

Não é de hoje que o imaginário popular é preenchido com a ideia de que a fé deixa as pessoas mais satisfeitas. No final dos anos 50, havia um anúncio de serviço público em que um ídolo adolescente americano chamado Fabian dizia: “Seríamos mais felizes se visitássemos a igreja com mais frequência”.

Nas décadas seguintes, sociólogos e psicólogos confirmaram essa afirmação. Há forte correlação entre religião, saúde e felicidade. Um levantamento feito em 2008 pelo Centro Nacional de Pesquisa de Opinião (Norc, na sigla em inglês) entre americanos constatou que 48% das pessoas que participam de serviços religiosos mais de uma vez por semana relatam ser “muito felizes”. O número cai para 26% entre aquelas que não frequentam uma igreja.

Para descobrir como a crença pode afetar a vida das pessoas, cientistas sociais usam como base principalmente estudos populacionais, um método limitado para estudar fenômenos com influências sutis. De fato, não existe uma ferramenta capaz de avaliar adequadamente como comportamentos religiosos trazem, ao longo de décadas, determinadas mudanças na vida de alguém. Por outro lado, sabemos que a fé provoca efeitos. Essa conjunção de fatores torna difícil separar completamente as variáveis. Os pesquisadores precisam analisar com muito critério os poucos indícios escondidos entre os dados colhidos de milhares de pessoas.

No entanto, isso não quer dizer que não tenham valor. Em um artigo recente, os sociólogos Lim e Robert D. Putnam, da Universidade Harvard, analisaram informações de uma pesquisa de público, feita com 3 mil americanos sobre sua crença, para tentar compreender a relação entre religião e felicidade. Os entrevistados responderam a perguntas sobre comportamento religioso, como “quantas vezes sentia o amor de Deus, rezava ou lia textos sagrados”.

Os dados mostraram que a felicidade não estava associada à intensidade com que se relacionavam com o divino. Os mais satisfeitos com a vida eram aqueles que mais frequentavam os serviços religiosos. Com rigoroso controle das variáveis, Lim e Putnam descobriram que 28,2% dos que visitavam a congregação semanalmente estavam “extremamente satisfeitos”. Esse número cai para 19,6% entre os que não mantêm esse compromisso. A mesma diferença percentual (com vantagem dos crentes) aparece em relação à saúde e renda familiar.

Os benefícios da religião, porém, não se resumem ao apoio de uma rede social. Os pesquisadores compararam os participantes com amigos próximos (que não necessariamente expressavam a fé com a mesma intensidade) e descobriram que os mais felizes eram aqueles que, além de pertencerem a um grupo religioso, mantinham laços de amizade com pessoas da mesma congregação e valorizavam suas doutrinas. Sem o forte senso de identidade religiosa a coesão social tende a perder importância. Por outro lado, participar regularmente de uma comunidade sem cultivar amigos nela pode ser pior do que não frequentá-la. “Talvez possamos aprender algo com os laços que se formam entre os que frequentam uma igreja e procurar algo semelhante nos ambientes seculares”, diz Lim.

Embora sejam estatisticamente fortes, esse e muitos outros estudos sobre o tema foram feitos nos Estados Unidos, onde ser religioso é a norma cultural. É provável que para muitos a congregação sirva, entre outras coisas, como uma oportunidade única de apoio psicológico. “As igrejas americanas têm um jeito peculiar (…) de lidar com relações sociais, caridade e visões de mundo”, observa o psicólogo Lucas Galen, da Universidade do Estado de Grand Valley. Dados de outras culturas poderiam ajudar a regular o foco; afinal, muitos elementos da religião têm origem em outras fontes.

Vídeo mostra como a felicidade “editada” das redes sociais não é real

Publicado no Hypeness

Todos os dias, para não dizer a cada minuto, o usuário vai lá e checa sua conta do Facebook. É claro que em grande parte das vezes não está lá à toa e sim em busca de algumas curtidas, o famoso sistema de trocas vicioso da rede social.

Uma das características mais notáveis é que a felicidade alheia aparenta ser mil vezes maior do que a sua, seja com posts sobre o relacionamento perfeito ou com milhares de fotos mostrando apenas o lado bom da vida.

Partindo deste princípio básico da era moderna, o curta “What’s on your mind?“, em alusão à típica frase facebookiana “O que você está pensando?”, de Shaun Higton, gera polêmica ao questionar o problema da vida editada, que distorce a vida real. Essa sensação de que você é menor do que os outros é o fato preocupante, visto que ninguém deve se sentir desconfortável com o que tem, seja seu corpo, seu prato de comida ou sua viagem pra uma praia nada paradisíaca.

Claro que a exposição é relativa e nem todos usam o espaço virtual para se expor, mas a tal “felicidade” é algo recorrente na linha do tempo da grande maioria dos usuários de redes sociais. A verdade é que ninguém é tão feliz quanto aparenta o respectivo Instagram ou Facebook, mas, em contrapartida, que entediante e igualmente incômodo seria compartilhar os nossos problemas e reclamações o tempo todo na internet.

E aí, qual é a solução? Se expor menos? Largar as redes sociais? Continuar sendo feliz “o tempo todo”? Sem mais delongas, assista ao vídeo abaixo:

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Declarações de amor no Facebook tornam você chato

foto: flickr.com/dgjones

foto: flickr.com/dgjones

Carol Castro, no Ciência Maluca

Impopular com os outros – a ponto de excluírem você do feed de notícias. Porém, feliz no amor.

É o que diz uma pesquisa americana. Benjamin Lee, professor de psicologia do Harverford College, e sua equipe entrevistaram 200 usuários de Facebook para saber como estava o namoro deles. Os voluntários também permitiram acesso ao perfil deles na rede. Em seguida, uma equipe de pesquisadores avaliou essas páginas e julgou a felicidade do casal. E perceberam o óbvio: quanto mais fotos juntos e declarações de amor, mais feliz e unido o casal parece (e, segundo as entrevistas, esse pessoal estava mesmo mais satisfeito com o relacionamento).

Num segundo momento, os pesquisadores criaram páginas falsas na rede social, cheias de atualizações e fotos, e pediram a 100 voluntários para avaliar o conteúdo dos perfis. E, ok, mais uma vez eles julgaram os casais melosos como os mais felizes. MAS também acharam o perfil desse pessoal muito mais chato… principalmente daqueles que postavam MUITAS selfies a dois, cheios de <3  e declarações.

Era de se esperar, não? Excesso de qualquer coisa sempre enche o saco.

30 dicas para você ser bem sucedido na vida

 foto: Thinkstock

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Publicado por InfoMoney

O que é preciso para ser bem sucedido na vida? Não há uma resposta simples, mas experiências mostram que existem práticas que podem maximizar as chances de ter uma vida feliz, produtiva e bem sucedida.

O site Business Insider listou 30 dicas que podem te ajudar ter sucesso na vida. Confira:

1- As pessoas não se importam com o que você pensa: a maioria das pessoas não vai notar que você comprou um carro novo ou recebeu uma promoção, e você não deve basear a sua felicidade nessas situações. Por outro lado, se ou outros estão te enchendo de atenção, não deixe que os “paparicos” subam à sua cabeça.

2- As pessoas que gostam de verdade de você não estão interessadas nas suas posses: quando você está cercado de pessoas que realmente gostam de você, não é preciso se preocupar se você tem as melhores coisas, pois elas estão interessadas somente em você e no seu bem-estar.

3- Organizar a sua vida em torno de dinheiro não vai te fazer feliz:
faça o que você gosta e não o que oferece o maior salário, pois você não estará satisfeito com as suas realizações.

4- Dívida não é um fardo da vida adulta: se você está fazendo um investimento para estudar e ter uma carreira, então é importante que você gerencie uma dívida. Porém não se pode considerar uma dívida como um rito de passagem para a idade adulta, já que ela pode representar um perigoso desequilíbrio de suas finanças.

5- A arte de falar bem representa poder: quando você sabe falar bem, a ponto de mudar a opinião de alguém ou impor confiança em alguém, então você está com o poder em suas mãos.

6- Você só pode controlar a si mesmo: apesar de ser importante ajudar os outros quando possível, ou necessário, vale lembrar que você só pode controlar a si mesmo.

7- Prepare-se para o inesperado: faça tudo o que puder para entender como as coisas funcionam. Mas esteja ciente de que nenhum conhecimento pode evitar que algo inesperado aconteça na sua vida; tenha sempre um plano B.

8- Não deixe que os outros te definam: apesar de os seres humanos serem criados para viver em comunidades, não deixe que outras pessoas ou ideologias digam quem você é.

9- Faça mais que o exigido: para se tornar um sucesso, você precisa superar concorrentes e mostrar sua força de vontade e bom trabalho, por isso, busque sempre melhorar e ir além de exigido. Vale lembrar que se você já está no topo, a competição continua, mas dessa vez é contra você mesmo.

10- O autoconhecimento é valioso: se você consegue observar e aceitar a forma como as outras pessoas te veem, você será capaz de trabalhar e conviver melhor com outras pessoas.

11- Preconceitos afetam tudo que fazemos: a sua visão de mundo influencia tudo que você faz. Se você conhece os seus preconceitos, você pode minimizá-los e fazer o que é certo para a cada situação.

12- Viver no presente é estar focado: aceite que o passado não pode ser mudado, e aproveitar ao máximo o momento que você está vivendo, pois o futuro é apenas o resultado dos seus esforços.

13- Conviva com as diferenças: cercar-se de pessoas que pensam como você pode limitar a sua criatividade, mas se você procurar novas perspectivas, você cresce mais rápido e aprender mais.

14- Viaje mais: fazer uma viagem não vai apenas te expor a outros estilos de vida, como também vai levar o seu cérebro para fora do piloto automático e permitir que você volte ao trabalho revigorado.

15- Corra riscos até alcançar o que você quer: se você ainda não encontrou um trabalho pelo qual você se apaixone, não tenha medo de correr riscos e largar tudo para ir atrás do seu sonho.

16- Cuide da sua saúde: você não pode se concentrar somente em sua carreira, é preciso também estar atento ao estado de saúde.

17- Sua reputação deve ser protegida: proteja sua reputação, pois ela é tudo o que você tem. Seja honesto, confiável e amável, e outros irão notar.

18- As decisões não devem ser orientadas pelas emoções: a reação instintiva do ser humano é ser influenciado pela raiva ou pânico, no entanto, isso pode destruir uma vida inteira de trabalho em poucos segundos. Espere até que você está calmo antes de tomar uma grande decisão.

19- Saiba perdoar: tanto pessoas estranhas quanto entes queridos vão acabar te decepcionando em algum momento. Reaja em conformidade, mas não mantenha rancor.

20- Em busca de um propósito maior: você vive em um mundo muito maior do que você mesmo e os seus problemas, por isso, pense em algo grande que você gostaria de fazer pelos outros.

21- A vida é curta: use o seu senso de urgência para tirar o máximo possível do seu tempo.

22- Existem muitas coisas que você não sabe: se há uma tarefa que você pode delegar a alguém mais adequado, então fazê-lo. Se há uma discussão sobre algo que você não está suficientemente bem informado, resistira à tentação de saltar de cabeça.

23- Seja honesto contigo: se o seu objetivo é ser bem sucedido e se destacar em tudo que você faz, então você precisa ser honesto com você mesmo e aceitar coisas desagradáveis que acontecem.

24- Felicidade é uma escolha: as suas atitudes são resultados de decisões. Escolher ser feliz e otimista, independentemente da situação, produz mais sucesso do que negatividade.

25- Tenha confiança: quando você acredita em si mesmo, os outros tendem a acreditar no que você tem a dizer.

26- Medo é normal: todo mundo tem medo de fracassar. Os mais bem sucedidos sabem como aceitar seus medos e manter a ansiedade controlada.

27- Gentileza é fundamental: pequenos gestos de bondade podem ter um grande impacto, por isso, seja gentil com todos.

28- Nem tudo é perfeito: diferentemente dos filmes, os mocinhos nem sempre ganham no final. Aprecie o que você tem, e você vai ser mais forte e mais feliz por causa disso.

29- Aprenda com os outros: você pode aprender muito com a experiência dos outros. Por isso, é bom ter heróis ou pessoas que te inspirem e que você possa usar como exemplo para trilhar o seu próprio caminho.

30- A sorte é sutil: não tem como negar que muitas vezes a sorte ajuda algumas pessoas, mas em grande parte dos casos, o sucesso vem de muito trabalho duro.