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10 ideias “faça você mesmo” de Páscoa que deram totalmente errado

Publicado no BuzzFeed

1. A ideia: fazer esses lindos pãezinhos em formato de coelho.

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O resultado: bolotas disformes.

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(Gostaria de acrescentar que eu comeria assim mesmo).

O resultado parte 2: um cruzamento de coelhinhos e Jabba the Hutt.

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2. A ideia: uma simpática panqueca com cara de coelho. 

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O resultado: tirem as crianças da sala.

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 3. A ideia: rosquinhas estilizadas de coelho.

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O resultado: A Coisa, aquela massa que se expandia e matava pessoas no filme dos anos 80.

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4. A ideia: cake pops em formato de pintinhos.

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O resultado: um pintinho atropelado.

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5. A ideia: cestinhas de cupcake com miniovinhos de confeito.

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O resultado: caos.

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6. A ideia: morangos decorados como cenouras.

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O resultado: bom, deixa pra lá.

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7. A ideia: docinhos decorados com coelhinhos.

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O resultado: melhor sorte da próxima vez, ok.

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8. A ideia: ovos cozidos recheados com decoração de pintinhos.

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O resultado: fantasminhas com chapéu de ovo.

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9. A ideia: biscoitinhos em formato de galinha.

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O resultado: pintinhos transgênicos.

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10. A ideia: nail art de coelho, ovinho e pintinho.

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O resultado: arte abstrata.  

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Na Inglaterra, ‘Noé’ tem sessão cancelada por inundação

Fato inusitado aconteceu em um cinema localizado na cidade de Exeter

 Exibição de 'Noé' foi interrompida por inundação em um cinema da Inglaterra (foto:  Divulgação)


Exibição de ‘Noé’ foi interrompida por inundação em um cinema da Inglaterra
(foto: Divulgação)

Publicado em O Dia

Um cinema localizado na cidade de Exeter, na Inglaterra, teve a primeira exibição do filme “Noé” – que traz conto bíblico de um dilúvio que devastaria o mundo e a construção de uma arca para salvar alguns animais e humanos – foi cancelada após ironicamente uma de suas salas ficar inundada.

Segundo o site “Exeter Express & Echo” a causa da inundação foi uma pane no sistema hidráulico do cinema. Alguns internautas brincaram com o fato e o ironizaram nas redes sociais.

O longa “Noé” que foi dirigido por Darren Aronofsky (“Cisne Negro”), é baseado na história bíblica da Arca de Noé, e tem como protagonista o ator Russell Crowe que recebe uma missão divina antes de uma enchente apocalíptica destruir o mundo. A atriz Emma Watson também está no filme.

dica do Ailsom Heringer

É preciso paciência de Jó para encarar filme épico ‘Noé’

Noé (Russell Crowe) e a esposa (Jennifer Connelly) preparam sedativos para os animais dentro da arca (foto: Niko Tavernise/Associated Press)

Noé (Russell Crowe) e a esposa (Jennifer Connelly) preparam sedativos para os animais dentro da arca (foto: Niko Tavernise/Associated Press)

Thales de Menezes, na Folha de S.Paulo

Para contar no cinema uma das histórias mais grandiosas da humanidade, o que se espera é um filme grandioso. E “Noé” apenas finge ser um.

O ator é um nome de peso, com Oscar e tudo. Há tecnologia e dinheiro para criar a arca gigante e o dilúvio. Tudo narrado em tom épico, certo?

Mas Russell Crowe está péssimo, a arca é só um caixote boiando numa banheira e a história, simplória, tem batalhas que parecem rejeitadas de “O Senhor dos Anéis”.

O diretor Darren Aronofsky vem de dois belos acertos, “O Lutador” e “Cisne Negro”, este um filme surpreendente.

É evidente que fica difícil alguma surpresa quando todo mundo já sabe o roteiro: Noé é o homem escolhido por Deus para construir a arca, colocar nela sua família e um casal de cada espécie animal na Terra, para repovoar o mundo depois do dilúvio divino.

Aronofsky simplifica a história ao máximo e tudo deságua num irritante filme esquemático e de pobreza visual.

Quando Noé conta a história da criação do mundo para sua família, imagens estáticas são trocadas em ritmo acelerado, como se fosse a vinheta de abertura da série de TV “The Big Bang Theory”.

A entrada dos animais na arca poderia ser um bom ingrediente para imagens espetaculares, mas os resultados na tela não têm brilho algum.

Criar os bichos gráficos deve ter dado um trabalhão, que é matado em cenas curtas, numa direção nada inspirada.

Quando Noé precisa impedir que uma grande horda entre à força na arca, quem aparece para ajudá-lo são os Guardiães, gigantes de pedra que Deus abandonou na Terra.

Essas criaturas dormem escondidas como rochas amontoadas e, se Noé é ameaçado, se erguem para lutar, feito desajeitadas versões dos robôs de “Transformers”.

O elenco poderia fazer a diferença, mas não consegue. Anthony Hopkins surge como Matusalém, avô de Noé; sua vocação atual se resume a tipos idosos sábios, como seu Odin na franquia “Thor”.

A mulher e os filhos de Noé são lindos. Jennifer Connelly fica deslumbrante até coberta pela lama do dilúvio.

Russell Crowe assume de vez o lugar de Charlton Heston de sua geração, ambos atores encorpados, de voz grave e missões heroicas.

Heston foi gladiador em “Ben-Hur” e Moisés em “Os Dez Mandamentos”; Crowe ficou célebre em “Gladiador” e foi opção óbvia para Noé.

Reformatar a humanidade é demais para um ator preso a uma única expressão durante todo o filme. Se havia alguma chance de criatividade no roteiro, estava na loucura crescente de Noé durante sua missão, mas Crowe é incapaz de demonstrar tanta sutileza.

Com mais de duas horas, o filme vai cansando. Recorrendo a outro sofrido personagem bíblico, é preciso paciência de Jó para aguentar “Noé”.

Melhor impossível?

Os poucos jovens religiosos que conheço no meio que frequento costumam ser melhores alunos, mais atentos ao que se fala em sala de aula e menos inseguros com relação a temas como sexo, drogas e rock and roll

3basesLuiz Felipe Pondé, na Folha de S.Paulo

Você lembra do filme com Jack Nicholson chamado “Melhor É Impossível”? Há uma cena em que ele, um obsessivo-compulsivo (diríamos, um caso grave de TOC), de repente, saindo do analista, se dá conta: “E se melhor do que isso for impossível?”. Referia-se a seu quadro tenso, cheio de rituais obsessivos, mas rasgado por um esforço cotidiano de enfrentá-lo.

Pois bem, outro dia, em meio a uma aula com alunos de graduação, discutindo se é melhor ser religioso ou não, essa questão apareceu: “E se a vida não puder ser melhor do que isso?”. Ou: “E se uma vida melhor for impossível de se conseguir?”. Que vida é essa da qual falávamos? O que pensa um jovem de 20 anos acerca do que seja qualidade de vida?

A questão se apresentou quando ouvíamos uma menina, religiosa, dizer o quanto melhor era a qualidade de vida que se tinha vivendo dentro de uma comunidade religiosa. Melhores amizades, melhor namoro, meninos mais honestos, melhores férias, melhor convívio com os pais, enfim, melhor tudo que importa, apesar de nunca ser perfeito.

Os semiletrados pensam que jovens gostam de ser “livres”.

Risadas? Jovens querem famílias estáveis, casa com segurança, futuro garantido, um grupo para dizer que é seu, códigos que os definam de forma clara e distinta, enfim, de um quadro de referências que torne o mundo significativo e seu.

Quando encontram, aderem de forma muito mais direta do que pessoas com mais de 30. Estas já começam a entrar no desgaste cético que a vida impõe a todos nós. Da louça que lavamos, do sexo meia boca que fazemos à arte que cultivamos.

Basta ver o caráter dogmático do movimento estudantil pra ver esse tipo de adesão direta e sem medo dos jovens. Às vezes temo que mais atrapalhamos os jovens do que os ajudamos com o conjunto de exigências que fazemos a eles: sejam diferentes, mudem o mundo, rompam com tudo, inventem-se. Woodstock foi um surto do qual eles já se curaram, mas nós não.

Mas, de volta a: “E se a vida não puder ser melhor do que isso?”. O problema era: É melhor viver sem religião ou viver aceitando um código religioso claro?

E vejam: no dia a dia, os poucos jovens religiosos que conheço no meio que frequento costumam ser melhores alunos, mais atentos ao que se fala em sala de aula, menos inseguros com relação a temas como sexo, drogas e rock and roll, assim como também quando se fala de futuros relacionamentos. Enfim, parecem saber mais o que querem e serem menos permeáveis às modinhas bobas que existem por aí.

A conclusão parece ser que uma adesão a uma vida religiosa sem exageros de contenção de comportamento nutre mais esses meninos e meninas ao redor dos 20 anos do que a parafernália de teorias que a filosofia ou as ciências humanas produziram nos últimos séculos.

É como se as religiões tradicionais (como digo sempre, se você quiser uma religião, pegue uma com mais de mil anos…) carregassem uma sabedoria mais instalada, apesar de silenciosa, com relação ao que de fato eles precisam.

E se tivermos alcançado algum limite nas utopias propostas para a modernidade? E se o surto do século 18 pra cá tiver se esgotado como fórmula e chegarmos à conclusão que, como pequenos ajustes aqui e ali, pequenas correções de percurso (um cuidado com os recursos do meio ambiente, uma sensibilidade maior aos riscos de um materialismo extremado, maior longevidade, beijo gay na novela das nove), a vida se impõe em seu ritmo como sempre se impôs aos nossos ancestrais?

E se o velho ritmo de nascer, crescer, plantar, colher, reproduzir e morrer, com variações criadas pela Apple, for tudo o que temos? E se for justamente essa “perenidade do esforço” impermeável às modas de comportamento a realidade silenciosa da vida?

E se o Eclesiastes, livro que compõe o conjunto de quatro textos da Bíblia hebraica (que os cristãos chamam de Velho Testamento) conhecidos como Sabedoria Israelita (Provérbios, Eclesiastes, Livro de Jó e Cântico dos Cânticos) estiver certo, e não existir nada de novo sob o Sol? E se tudo for, como diz o sábio bíblico, vaidade e vento que passa?

40 coisas que você nunca percebeu que eram cristãs

grid-cell-31387-1395856546-8Matt Stopera, no BuzzFeed

1. Há um versículo da Bíblia no fundo de todos os copos do restaurante de fast food In-N-Out.

2. O mesmo acontece nas sacolas das lojas de roupas Forever 21.

3. Mary Kay Ash da empresa de venda direta de cosméticos Mary Kay atribui seu sucesso à decisão de “aceitar Deus como nosso parceiro”.

4. O cara que fundou o site de relacionamentos eHarmony é um psicólogo cristão.

5. O fundador e diretor executivo da companhia aérea JetBlue é um mórmon.

6. O fundador dos restaurantes de fast food Carl’s Jr. começou uma tradição nas reuniões da sua empresa: eles fazem uma oração e recitam o “Pledge of Allegiance” (juramento à bandeira) antes de começarem.

7. Em 2001, Katy Perry lançou um álbum cristão sob o nome Katy Hudson.

8. A maioria das canções do U2 têm temas cristãos.

9. Sylvester Stallone é um cristão fervoroso e devoto e já apareceu no “700 Club”, um programa de TV cristão.

10. O filme “Rocky – Um Lutador” está LOTADO de referências religiosas.

11. Bob Dylan se tornou um “cristão renascido” na década de 1980.

12. Assim como Chuck Norris.

13. Chris Tucker se converteu, ou “renasceu”, depois de filmar “Tudo Por Dinheiro” em 1997.

14. Jane Fonda foi criada como uma ateia mas se converteu para o cristianismo depois de se divorciar de Ted Turner.

15. Alice Cooper acredita em cada palavra da Bíblia ao pé da letra.

16. Gary Busey se converteu depois de um acidente de moto.

17. Sixpence None the Richer é uma banda cristã.

18. Depois do furacão Katrina, Mr. T doou todas suas jóias de ouro por causa de sua fé cristã.

19. George Foreman é um pastor com seus próprios cultos semanais na igreja.

enhanced-buzz-wide-31336-1395857458-1920. Bow Wow também é um cristão convertido.

21. O fundador da cadeia de hotéis Marriott era um mórmon devoto.

22. Stephen Colbert dá aulas de catequese.

23. Bear Grylls também é um cristão devoto.

24. Tyson, a maior companhia de frangos do mundo, emprega um grupo de padres que realizam cultos no local de trabalho.

25. Chris Martin do Coldplay não perdeu sua virgindade até os 22 anos, devido a “questões religiosas”.

26. Jessica Simpson esperou até seu casamento com Nick Lachey para manter relações sexuais.

27. Assim como Mariah Carey e Nick Cannon.

28. Jon Adams tinha um cachorro chamado “Satan”.

29. “In God We Trust” (Em Deus Nós Confiamos) tornou-se o lema nos Estados Unidos em 1956, quando o presidente Eisenhower assinou uma lei.

30. Em 1954, “under God” (sob Deus), foi adicionado ao juramento à bandeira dos EUA, também pelo presidente Eisenhower. Só pra você saber, ele foi batizado apenas um ano antes disso.

31. As iniciais do Grilo Falante (Jiminy Cricket) do filme “Pinóquio” podem ser uma referência escondida a Jesus Cristo.

32. A Branca de Neve comendo a maçã pode ter sido uma referência escondida sobre a queda do Jardim do Éden.

33. A filosofia da empresa de alimentos Little Debbie começa com: “A família McKee reconhece a providência de Deus no nosso sucesso contínuo”.

34. Fieldy, o baixista do Korn, é agora um cristão devoto.

35. Ben Stein é um criacionista. Ben Stein também é judeu, mas esse fato é bom demais para não ser incluso.

36. Está escrito “João 3:16” no fundo dos potes de frozen yogurt das lojas Sweet Frog.

enhanced-30123-1395861642-738. Sufjan Stevens é um cristão devoto que vai regularmente à missa em Brooklyn.

39. Tom Chappell, o fundador e diretor executivo da marca Tom’s, recebeu um diploma pela faculdade de Divindade de Harvard e quase largou o seu trabalho para seguir um caminho clerical.

40. Kel Mitchell trabalha agora como cristão profissional.

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