10 mitos de filmes que jamais aconteceriam na vida real

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Publicado no Gizmodo

Vemos algumas coisas acontecerem com tanta frequência em filmes que aos poucos elas começam a se infiltrar na nossa realidade. Nós realmente começamos a pensar que elas são reais. Como pensar que um cinturão de asteroides é uma rota perigosa ou que atirar com uma pistola faz uma fechadura quebrar, ou que silenciadores de fato silenciam completamente uma arma de fogo. Mas não! Esses são alguns mitos que não acontecem na vida real.

Eis 10 mitos de filmes do AllTime10s. Alguns deles nós já sabemos, mas nos recusamos a acreditar (como explosões no espaço), enquanto outros esperamos que funcionem (como usar um cigarro para iniciar uma epxlosão):

  1. Amortecer uma enorme queda com água garante uma aterrissagem segura (dependendo da velocidade da queda, o corpo humano simplesmente não aguenta)
  2. Explosões barulhentas e com bolas de fogo no espaço (sem oxigênio para sustentar o fogo, haveria apenas um pequeno flash de luz. E o som não se propaga no espaço)
  3. Cinturões de asteroides são densos e lotados (os asteroides estão separados por quilômetros de distância)
  4. Cigarros podem acender gasolina (um cigarro não fornece calor o suficiente para isso, a não ser que esteja sendo fumado)
  5. Atirar em um cadeado com arma de fogo (mesmo bem de perto, uma bala não afeta a trava)
  6. Explodimos ao ficarmos expostos no espaço (não explodimos, mas ficamos sem oxigênios e sufocamos)
  7. Desfibriladores salvam uma pessoa que está sem batimentos cardíacos (eles ajudam corações que estão se contraindo rapidamente, e não que estão parados)
  8. Silenciadores silenciam pistolas (eles diminuem o barulho, mas não acabam com ele)
  9. Atirar em um tanque de gás causa explosão (apenas uma bala que viajou uma certa distância pode acender a gasolina)
  10. Prender um criminoso do outro lado da linha por muito tempo para localizá-lo (a localização de uma das pessoas na linha pode ser conseguida em questão de segundos)

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12 filmes de peso que estreiam nos cinemas em setembro

Publicado na Revista Exame

“Se Eu Ficar” – 4 de setembro

O filme “Se Eu Ficar”, que estreia no dia 4 de setembro, é baseado no best-seller de Gayle Forman. A história traz o drama de Mia Hall (Chlöe Grace Moretz), uma garota extremamente talentosa para a música que vive dedicada a ensaios e à carreira, até que conhece Adam (Jamie Blackley), por quem se apaixona loucamente. Mas a dificuldade de conciliar amor e trabalho não é o único desafio que ela enfrentará. Ao sofrer um acidente de carro, em que perde sua família e entra em coma, Mia passa a refletir sobre o que poderá se tornar sua vida, caso ela sobreviva.

“Hércules” – 4 de setembro

Estrelado por Dwayne Johnson, o filme “Hércules” conta a história do semi-deus após realizar os 12 trabalhos e perder sua família. Em busca de novos desafios, Hércules aceita entrar em uma nova aventura em troca de dinheiro. Ele é contratado pelo rei da Trácia para treinar seu exército e enfrentar um poderoso inimigo. A estreia do longa está marcada para 4 de setembro.

“Anjos da Lei 2” – 4 de setembro

Depois do sucesso da primeira missão, os policiais Schmidt (Jonah Hill) e Jenko (Channing Tatum) têm uma nova missão, no filme “Anjos da Lei 2”, que estreia no dia 4 de setembro. Sua tarefa será se infiltrar em uma faculdade para desvendar um esquema criminoso que pode estar se desenrolando por lá.

“Rio, Eu Te Amo” – 11 de setembro

Com estreia marcada para 11 de setembro, o filme “Rio, Eu Te Amo” é uma homenagem à cidade fluminense. A produção une diversas histórias, dirigidas por diferentes cineastas, para mostrar as facetas do cartão-postal. O filme faz parte da franquia “Cities of Love”, e conta com participação de grandes estrelas, como Tonico Pereira, Rodrigo Santoro e Fernanda Montenegro.

“Os Cavaleiros do Zodíaco” – 11 de setembro

Os fãs de anime poderão matar a saudade do desenho “Os Cavaleiros do Zodíaco” com o novo filme “A Lenda do Santuário”, que estreia no dia 11 de setembro. No longa, os cavaleiros de bronze Seiya, Shun, Hyoga, Shiryu e Ikki terão de enfrentar os cavaleiros de ouro, no santuário para onde a jovem Saori Kido decide ir.

“O Doador de Memórias” – 11 de setembro

O filme “O Doador de Memórias” é baseado no best-seller de Lois Lowry e mostra a que ponto os humanos podem chegar para conquistar o sonhado “mundo perfeito”. No longa, que estreia dia 11 de setembro, o jovem Jonas (Brenton Thwaites) vive em um lugar onde todos vivem em paz, mas, para isso, não possuem sentimentos, nem memórias.

“Era Uma Vez Em Nova York” – 11 de setembro

O filme “Era Uma Vez Em Nova York” mostra a comovente história de Ewa Cybulski (Marion Cotillard), uma imigrante polonesa que viaja a Nova York com sua irmã Magda em busca de uma vida melhor.Chegando ao destino, Magda é deportada por estar doente e Ewa, seduzida pela promessa de ajuda do cafetão Bruno (Joaquin Phoenix), acaba explorada em uma rede de prostituição. Seu destino, porém, vai mudar com a chegada do mágico Orlando (Jeremy Renner), primo de Bruno, pelo qual irá se apaixonar.

“O Último Concerto” – 18 de setembro

Cerca de seis meses depois da morte de Philip Seymour Hoffman, o filme “O Último Concerto”, estrelado por ele, chega aos cinemas brasileiros, no dia 18 de setembro. O longa conta a história de um quarteto musical que, após 25 anos de parceria, se prepara para sua última apresentação, já que um de seus integrantes está com o mal de Parkinson.

“Mesmo Se Nada Der Certo” – 18 de setembro

O filme “Mesmo Se Nada Der Certo”, que estreia em 18 de setembro, traz a história de fracasso de Gretta (Keira Knightley) e Dan (Mark Ruffalo). Ela é uma cantora e, assim que chega a Nova York, é dispensada por seu namorado, também cantor. Ele é um divorciado produtor musical desempregado. Ao ouvi-la cantar em um bar, Dan resolve gravar um disco de Gretta, para tentar dar uma guinada na vida de ambos.

“Maze Runner – Correr ou Morrer” – 18 de setembro

Chegando aos cinemas no dia 18 de setembro, o filme “Maze Runner – Correr ou Morrer” traz a realidade de um mundo pós-apocalíptico. Nesse contexto, o jovem Thomas (Dylan O’Brien) tem sua memória apagada e, logo após, é deixado em um lugar com garotos na mesma situação. Ele percebe, então, que está em um labirinto e precisará agir rápido e contar com a ajuda dos outros para que consigam sobreviver.

“Sin City: A Dama Fatal” – 25 de setembro

A continuação de “Sin City: Cidade do Pecado” estreia no dia 25 de setembro. Na sequência “A Dama Fatal”, três histórias de Frank Miller serão passadas dos quadrinhos para as telonas, com direção de Frank Miller, Robert Rodriguez e participação especial de Quentin Tarantino.

“O Protetor” – 25 de setembro

Com Denzel Washington no elenco, o filme “O Protetor” estreia no dia 25 de setembro. A produção é baseada na série de TV dos anos 80 chamada “The Equalizer” e conta a história de Robert McCall (Washington), um misterioso homem que trabalhou na polícia e, agora, tenta acabar com as injustiças ajudando vítimas e pessoas em perigo.

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Campanha usa vilões famosos para incentivar doação de órgãos

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publicado no Monster Box

Doação de órgãos não é um assunto que um dia achei que fosse ser mencionado aqui no meu blog, mas não é que eu estava enganado? Mesmo que indiretamente, hoje vim compartilhar com vocês uma série de trabalhos que aborda o assunto de forma inteligente e criativa. Uma série de trabalhos que abusam de uma sacada que tem tudo a ver aqui com o blog e com vocês que me acompanham.

Tudo isso é obra do diretor de arte brasileiro Felipe Franco. O cara criou uma série de pôsteres que apoiam a ideia de que podemos encontrar o bem dentro de todo mundo: até mesmo dentro de vilões. Com isso, Franco acabou criando uma das campanhas de incentivo a doação de órgãos mais legais que já vi nos últimos tempos.

Entitulada de “Something good” (“Algo de bom”, em inglês), a série traz imagens de vilões famosos como Darth Vader, Freddie Kruger e Adolf Hitler para ajudar a passar a mensagem de que todo mundo de algo de bom dentro de si que pode ser usado para ajudar o próximo, até mesmo vilões.

Espero que gostem, pois eu achei tudo muito incrível! Hahaha. Aí embaixo você vê alguns de meus favoritos e, para ver a série completa, vale a pena visitar o portfólio do artista. :)

Beijos e até a próxima!

 

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Os dez piores nomes em português de filmes estrangeiros

Publicado na Rolling Stone

Isso tem melhorado com o tempo, é verdade, mas ainda hoje, alguns filmes internacionais chegam aqui com um título tão irreconhecível e absurdo que a gente nem consegue associar que se trata da mesma obra. Um caso recente é o de Indomável Sonhadora, que faz pensar mais em um romance desses de banca de jornal do que em uma obra da sétima arte (o nome original é Beasts of The Southern Wild). Algumas traduções já foram tão criticadas ao longo dos anos que se tornaram clássicos do risível, como Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (foto), de Woody Allen – Annie Hall no original. Relembre a seguir dez adaptações (difíceis de escolher) de títulos internacionais de levantar as sobrancelhas.

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Se Beber, Não Case! – Imbuído de muito espírito cívico, o responsável por esse título incutiu na cabeça dos telespectadores sem querer a noção de perigo ao realizar certas atividades depois de consumir grandes quantidade de bebida alcóolica. A impressão que dá para quem nunca viu o longa é que o protagonista se casou acidentalmente em uma noite de bebedeira. E essa é a história de outro(s) filmes(s).O título original, The Hangover (a ressaca), acaba se encaixando bem melhor com a temática, afinal, passar por tudo que os protagonistas passam no dia seguinte àquela noitada é basicamente a pior ressaca do mundo.

Entrando Numa Fria – Assim como no caso anterior, não só deram ao filme um título “tiozão”, que soa pronto para fazer carreira na Sessão da Tarde, como fez toda uma franquia ganhar nomes progressivamente mais bizarros (Entrando Numa Fria Maior Ainda e Entrando Numa Fria Maior Ainda com a Família). Um filme que era sobre conhecer os pais da pessoa amada (Meet The Parents), aqui no Brasil, pode ser sobre um milhão de situações embaraçosas e genéricas diferentes.

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Noivo Neurótico, Noiva Nervosa – Certamente há alguma pesquisa de mercado na qual se baseiam as pessoas que traduzem títulos no Brasil que diz que o brasileiro tem dificuldade de assimilar nomes próprios gringos e que isso fará do filme um fracasso. Só isso explica que Annie Hall, de Woody Allen, tenha se transformado em Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (?!). Também entram nessa categoria “nomes de personagens”, por exemplo, Shane, batizado aqui de Os Brutos Também Amam (?!?!) e Calamity Jane – ou Ardida Como Pimenta (?!?!?!).

Amor, Sublime Amor – Outro estudo também deve indicar que títulos com clichê são de fácil assimilação e, portanto, o caminho mais seguro (especialmente se esse clichê envolver a palavra “amor”). Aí, West Side Story (“história do lado oeste”) vira Amor, Sublime Amor e Lost In Translation (“perdidos na tradução”) passa a se chamar Encontros e Desencontros. Esses nomes indicam que os filmes retratam… qualquer coisa!

Um Corpo que Cai – Traduções e adaptações que contam parte da história também são uma categoria interessante. Foi Apenas Um Sonho poderia ser o título de diversos filmes feitos antes de se tornarem o hors-concours dos clichês finais em que o protagonista sonhou a história inteira. Mas foi o nome escolhido para Revolutionary Road. Porém, nesse quesito, nada supera Um Corpo que Cai, originalmente Vertigo. Em um mundo em que spoiler é praticamente um palavrão, títulos que dão pistas sobre a trama são possivelmente uma tendência decadente.

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Forrest Gump – O Contador de Histórias – Parece haver uma ressalva na regra de evitar nomes próprios norte-americanos. Eles são permitidos contanto que haja um travessão e um complemento explicativo depois, seja este adendo a respeito do filme ou do protagonista. Que o diga Erin Brockovich, aquela mulher de talento. Ou Patch Adams, ou Larry Crowne.

Amnésia – Ninguém viu o filme antes de dar o nome? O personagem fala claramente que a doença dele não é amnésia. Não precisava manter o original (Memento), mas praticamente qualquer outro título seria mais correto e menos enganoso.

Assim Caminha a Humanidade – Giant (gigante, no original) exemplifica não só casos de títulos nada a ver com o original, mas também uma tendência a nomes muito mais longos em português do que no iriginal. Pode reparar, são poucas as exceções, como Priscilla – A Rainha do Deserto (que suprimiu um “adventures” no começo), por exemplo.

O Garoto do Futuro – Em 1985, talvez ninguém fosse sair de casa para ver um filme sobre um adolescente que vira lobo. Mas a coisa mudaria de figura se esse garoto fosse interpretado por Michael J. Fox. Pegando carona no sucesso de De Volta Para o Futuro, os espertinhos aqui no Brasil chamaram Teen Wolf de O Garoto do Futuro.

Curtindo a Vida Adoidado – Ele pode até não fugir tanto da temática original de Ferris Bueller’s Day Off quanto outros títulos nacionais da lista fizeram, mas nada que tenha “adoidado” no nome pode passar incólume, especialmente considerando o quanto isso deixa ainda mais datada a produção.

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Cartazes mostram filmes que gostaríamos de ter visto nos cinemas

publicado no Criatives

Você já assistiu algum desenho ou até mesmo uma série, e ficou pensando: Isso poderia ter virado Filme ? É normal isso pelo envolvimento que temos com algumas histórias criadas. Pensando assim também, o publicitário André Cox, criou uma série de posteres de filmes que ele e muitos gostariam de assistir no cinema algum dia.
Um dos que mais me chamou a atenção foi o Doug Funny, O Fantástico Mundo de Bob e claro Chapolin.
E o seu ?

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