Campanha usa vilões famosos para incentivar doação de órgãos

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publicado no Monster Box

Doação de órgãos não é um assunto que um dia achei que fosse ser mencionado aqui no meu blog, mas não é que eu estava enganado? Mesmo que indiretamente, hoje vim compartilhar com vocês uma série de trabalhos que aborda o assunto de forma inteligente e criativa. Uma série de trabalhos que abusam de uma sacada que tem tudo a ver aqui com o blog e com vocês que me acompanham.

Tudo isso é obra do diretor de arte brasileiro Felipe Franco. O cara criou uma série de pôsteres que apoiam a ideia de que podemos encontrar o bem dentro de todo mundo: até mesmo dentro de vilões. Com isso, Franco acabou criando uma das campanhas de incentivo a doação de órgãos mais legais que já vi nos últimos tempos.

Entitulada de “Something good” (“Algo de bom”, em inglês), a série traz imagens de vilões famosos como Darth Vader, Freddie Kruger e Adolf Hitler para ajudar a passar a mensagem de que todo mundo de algo de bom dentro de si que pode ser usado para ajudar o próximo, até mesmo vilões.

Espero que gostem, pois eu achei tudo muito incrível! Hahaha. Aí embaixo você vê alguns de meus favoritos e, para ver a série completa, vale a pena visitar o portfólio do artista. :)

Beijos e até a próxima!

 

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Os dez piores nomes em português de filmes estrangeiros

Publicado na Rolling Stone

Isso tem melhorado com o tempo, é verdade, mas ainda hoje, alguns filmes internacionais chegam aqui com um título tão irreconhecível e absurdo que a gente nem consegue associar que se trata da mesma obra. Um caso recente é o de Indomável Sonhadora, que faz pensar mais em um romance desses de banca de jornal do que em uma obra da sétima arte (o nome original é Beasts of The Southern Wild). Algumas traduções já foram tão criticadas ao longo dos anos que se tornaram clássicos do risível, como Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (foto), de Woody Allen – Annie Hall no original. Relembre a seguir dez adaptações (difíceis de escolher) de títulos internacionais de levantar as sobrancelhas.

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Se Beber, Não Case! – Imbuído de muito espírito cívico, o responsável por esse título incutiu na cabeça dos telespectadores sem querer a noção de perigo ao realizar certas atividades depois de consumir grandes quantidade de bebida alcóolica. A impressão que dá para quem nunca viu o longa é que o protagonista se casou acidentalmente em uma noite de bebedeira. E essa é a história de outro(s) filmes(s).O título original, The Hangover (a ressaca), acaba se encaixando bem melhor com a temática, afinal, passar por tudo que os protagonistas passam no dia seguinte àquela noitada é basicamente a pior ressaca do mundo.

Entrando Numa Fria – Assim como no caso anterior, não só deram ao filme um título “tiozão”, que soa pronto para fazer carreira na Sessão da Tarde, como fez toda uma franquia ganhar nomes progressivamente mais bizarros (Entrando Numa Fria Maior Ainda e Entrando Numa Fria Maior Ainda com a Família). Um filme que era sobre conhecer os pais da pessoa amada (Meet The Parents), aqui no Brasil, pode ser sobre um milhão de situações embaraçosas e genéricas diferentes.

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Noivo Neurótico, Noiva Nervosa – Certamente há alguma pesquisa de mercado na qual se baseiam as pessoas que traduzem títulos no Brasil que diz que o brasileiro tem dificuldade de assimilar nomes próprios gringos e que isso fará do filme um fracasso. Só isso explica que Annie Hall, de Woody Allen, tenha se transformado em Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (?!). Também entram nessa categoria “nomes de personagens”, por exemplo, Shane, batizado aqui de Os Brutos Também Amam (?!?!) e Calamity Jane – ou Ardida Como Pimenta (?!?!?!).

Amor, Sublime Amor – Outro estudo também deve indicar que títulos com clichê são de fácil assimilação e, portanto, o caminho mais seguro (especialmente se esse clichê envolver a palavra “amor”). Aí, West Side Story (“história do lado oeste”) vira Amor, Sublime Amor e Lost In Translation (“perdidos na tradução”) passa a se chamar Encontros e Desencontros. Esses nomes indicam que os filmes retratam… qualquer coisa!

Um Corpo que Cai – Traduções e adaptações que contam parte da história também são uma categoria interessante. Foi Apenas Um Sonho poderia ser o título de diversos filmes feitos antes de se tornarem o hors-concours dos clichês finais em que o protagonista sonhou a história inteira. Mas foi o nome escolhido para Revolutionary Road. Porém, nesse quesito, nada supera Um Corpo que Cai, originalmente Vertigo. Em um mundo em que spoiler é praticamente um palavrão, títulos que dão pistas sobre a trama são possivelmente uma tendência decadente.

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Forrest Gump – O Contador de Histórias – Parece haver uma ressalva na regra de evitar nomes próprios norte-americanos. Eles são permitidos contanto que haja um travessão e um complemento explicativo depois, seja este adendo a respeito do filme ou do protagonista. Que o diga Erin Brockovich, aquela mulher de talento. Ou Patch Adams, ou Larry Crowne.

Amnésia – Ninguém viu o filme antes de dar o nome? O personagem fala claramente que a doença dele não é amnésia. Não precisava manter o original (Memento), mas praticamente qualquer outro título seria mais correto e menos enganoso.

Assim Caminha a Humanidade – Giant (gigante, no original) exemplifica não só casos de títulos nada a ver com o original, mas também uma tendência a nomes muito mais longos em português do que no iriginal. Pode reparar, são poucas as exceções, como Priscilla – A Rainha do Deserto (que suprimiu um “adventures” no começo), por exemplo.

O Garoto do Futuro – Em 1985, talvez ninguém fosse sair de casa para ver um filme sobre um adolescente que vira lobo. Mas a coisa mudaria de figura se esse garoto fosse interpretado por Michael J. Fox. Pegando carona no sucesso de De Volta Para o Futuro, os espertinhos aqui no Brasil chamaram Teen Wolf de O Garoto do Futuro.

Curtindo a Vida Adoidado – Ele pode até não fugir tanto da temática original de Ferris Bueller’s Day Off quanto outros títulos nacionais da lista fizeram, mas nada que tenha “adoidado” no nome pode passar incólume, especialmente considerando o quanto isso deixa ainda mais datada a produção.

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Cartazes mostram filmes que gostaríamos de ter visto nos cinemas

publicado no Criatives

Você já assistiu algum desenho ou até mesmo uma série, e ficou pensando: Isso poderia ter virado Filme ? É normal isso pelo envolvimento que temos com algumas histórias criadas. Pensando assim também, o publicitário André Cox, criou uma série de posteres de filmes que ele e muitos gostariam de assistir no cinema algum dia.
Um dos que mais me chamou a atenção foi o Doug Funny, O Fantástico Mundo de Bob e claro Chapolin.
E o seu ?

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O que aconteceria com o seu corpo se você fosse para o espaço sem um traje espacial?

Você já se perguntou o que poderia acontecer com você caso fosse jogado no espaço sem uma roupa própria para tal? Seria como nos filmes? Quão rápido você morreria? Seu corpo explodiria? Você teria uma chance de sobreviver?

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publicado no Garotas Geeks

Obviamente, todo mundo já sabe que coisas boas não aconteceriam com a gente se ficássemos no vácuo (literalmente… metaforicamente também), mas o que exatamente aconteceria? Fiz esse post pois existem diversos mitos até hoje espalhados por aí que muita gente ainda acredita que sejam verdades (inclusive alguns diretores de cinema).

Cena de “O Vingador do Futuro” em que os olhos do personagem de Arnold Schwarzenegger explodem por ele estar sem um traje espacial.
Cena de “O Vingador do Futuro” em que os olhos do personagem de Arnold Schwarzenegger explodem por ele estar sem um traje espacial.

Os principais perigos de se estar no espaço sem proteção seriam a falta de oxigênio e o ebulismo (tradução não oficial de “ebullism”, mas como não achei a tradução oficial, vou usar esta palavra mesmo). Ebulismo é quando os fluídos corporais começam a ferver (e consequentemente a formar bolhas) devido a pressões baixas ou nulas, como é no caso do *espaço sideral*. O limite absoluto de altitude para o homem desprotegido pode ser colocado em 18.900 metros, altitude na qual a pressão barométrica é igual a 47 mmHg. A tensão de vapor d’água à temperatura corporal é também 47 mmHg. Ocorre a ebulição quando a tensão de vapor de um líquido se iguala, ou se torna maior, à pressão atmosférica. Por esse motivo os líquidos do nosso organismo ferveriam.

Obs: MAS ATENÇÃO! O sangue não se inclui nesses líquidos pelo fato de estar nas veias, ele apenas não circularia ~~~> “APENAS”… HU3

Bom, o resultado do ebulismo seria uma visão terrível! Nosso corpo poderia chegar até a duas vezes o seu tamanho normal, mas não explodiria, já que nossa pele é elástica o suficiente para suportar esta situação. Sem falar que deve doer pouco, né.

Além disso, tem a questão da falta de ar (claro, é vácuo, dert). Após aproximadamente 15 segundos, seu corpo teria usado todo o oxigênio presente dentro dele e você perderia a consciência. “Mas e se eu prendesse a respiraçããão, tia? Eu consigo segurar por mais de 1 minuto” Eu diria que você é um idiota um pouco ingênuo, pequeno gafanhoto.

A situação no espaço é “um pouco” diferente” daqui na Terra. Considerando que não teríamos a pressão atmosférica, o ar dentro de nós se expandiria rapidamente, fazendo com que nossos pulmões explodissem. Ou seja, não é uma boa ideia. Já anota no seu caderninho aí para coisas que você deve lembrar em situações de emergência: se alguém te jogar algum dia no espaço, pelo amor de Jesus, Maria e José, não tente prender a respiração.

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Voltando, após perder a consciência, você provavelmente duraria um ou dois minutos no máximo antes de morrer. E claro, enquanto você tá lá apagadão, ainda tem os raios UV que vêm do Sol que te causariam queimaduras ter-rí-veis. Os raios ultravioleta junto a outros fótons de alta energia (raio-x e radição gama) também causariam um dano terrível ao seu DNA, levando a mutações que muito provavelmente te causariam câncer (se você sobrevivesse, HU3).

Algo que as pessoas se confundem muito é achar que nós congelaríamos rapidamente, já que o espaço é ‘extremamente gelado’ (total ausência de calor), mas isso não aconteceria, porque nosso corpo perderia calor muito lentamente, quando chegássemos no ponto de congelar, já estaríamos mortos há muito tempo.

Em suma, você incharia, queimaria, mutaria, desmaiaria e seus pulmões poderiam explodir. Mas não se preocupe (muito), se você for resgatado rapidamente, há grandes chances de sobrevivência. Como aconteceu com o astronauta (cujo nome não é divulgado) durante um treinamento da NASA em 1965. O seu traje se rompeu e, após 14 segundos, ele desmaiou, mas logo em seguida desligaram o aparelho de simulação e ele pode ser recuperado. Então força, galera!

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Fotos mostram filmes Antes e Depois dos Efeitos Digitais

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Publicado no Cine Pop

O ano era 1975, quando Tubarão, de Steven Spielberg se tornou o primeiro blockbuster da história. Coincidentemente, ou não, o filme fazia uso de muitos efeitos técnicos, para criar o visual do vilão mecânico que movia a trama. Em 1977, Star Wars, de George Lucas, chegava para mudar de vez o jogo, nos transportando completamente para uma nova dimensão. Um mundo novo e mágico era criado do zero. No ano seguinte, em 1978, não menos importante para história técnica da sétima arte, o cineasta Richard Donner fazia você acreditar que um homem podia verdadeiramente voar, em Superman – O Filme.

Com a chegada da década de 1980, os blockbusters se consolidaram na indústria do cinema criando o que conhecemos de Hollywood. Daí seguiram verdadeiros clássicos modernos adorados, cujos efeitos especiais eram necessários para a trama. Filmes como Indiana Jones, De Volta para o Futuro, E.T. – O Extraterrestre, Poltergeist, Tron: Uma Odisseia Eletrônica, Os Caça-Fantasmas, O Exterminador do Futuro, Gremlins e tantos outros. Os chamados efeitos práticos (tudo o que é criado fisicamente e usado durante as filmagens) já começavam a dar lugar ao Chroma Key – efeitos colocados durante a pós-produção.

Na realidade, a técnica citada não é nova e era muito utilizada nos filmes de Alfred Hitchcock, por exemplo – no geral apenas sobrepondo imagens, com uma localidade externa. No fim da década de 1980 e início da década de 1990, os efeitos visuais criados por computadores já eram uma realidade. Cenários, objetos, localidades e personagens eram criados artificialmente pelas máquinas e inseridos em cena posteriormente. Assim, dinossauros voltavam à vida, robôs de metal líquido se desfaziam e recompunham-se, e encontros atemporais de personalidades falecidas eram possíveis.

Na década passada, ainda existia certa resistência, no sentido de que os filmes “virtuais” eram a minoria. Jogo que foi mudado com a chegada da nova década, na qual a tecnologia paira em tal patamar onde é difícil encontrar uma superprodução que não faça uso de cenários que não estão verdadeiramente lá. O fundo verde se tornou uma realidade tão presente no cinema atual de Hollywood quanto qualquer outro elemento pertencente a um filme. A praticidade veio junto com a artificialidade, e os profissionais da velha guarda, que valorizam mais os efeitos práticos, são cada vez mais raros. Nos EUA, é difícil encontrar um ator que ainda não tenha atuado com uma tela verde e precisado fingir um encontro com algo ou alguém que não está presente, ou estar em um lugar o qual apenas imagina.

O processo da captura de movimento também é uma realidade moderna e inovadora, na qual o ator é usado apenas como molde para a criação virtual. A atriz Zoe Saldana não aparecia em carne e osso na mega produção Avatar, por exemplo, embora seja a segunda em destaque na trama. O mesmo ocorre com o veterano na técnica, Andy Serkis, muito mais um ator virtual do que real. Há muito se fala em trazer atores de volta à vida para novas produções. A ideia é usada como tema central no importante O Congresso Futurista. Imaginem assistir a um novo filme estrelado por Audrey Hepburn ou Marilyn Monroe. Ou ao menos suas cópias digitais. Enquanto isso não acontece, veja abaixo imagens de produções recentes que usaram a técnica da já essencial tela verde.

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O macaco Caesar do reboot de Planeta dos Macacos é mais um personagem icônico criado por Andy Serkis, e computadores, é claro.
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O exterior da nave é todo criado em computador, na ficção Prometheus, de Ridley Scott.
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Outra cena toda criada apenas no computador, em Os Vingadores.
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Um helicóptero cai, ou será? O efeito foi usado em Duro de Matar: Um Bom Dia para Morrer.
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A captura de movimento cria robôs com movimentos bem reais, realizados por atores, no remake de RoboCop, do diretor brasileiro José Padilha.
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Outro exemplo de filme adulto que utilizou fundo verde foi Caçadores de Obras-primas, filme dirigido por George Clooney.
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Nem só os blockbusters utilizam a técnica. The Homesman, faroeste dirigido por Tommy Lee Jones, criou um cenário diferente para uma cena.
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Nenhum ator foi explodido realmente durante as filmagens de Os Vingadores.
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O astro Hugh Jackman não precisou levar um corte no rosto de verdade, em Wolverine – Imortal.
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Muitos não sabem, mas o tigre Richard Parker é uma criação digital, no filme As Aventuras de Pi.

 

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A eletrizante cena da ponte, no sucesso Godzilla.

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