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O poeta está vivo: Janires faria hoje 60 anos


Marcelo Gualberto fala sobre Janires em programa exibido em 2008 pela Rede Super de Televisão em homenagem ao compositor.

Janires Magalhães Manso, ou simplesmente Janires (Vitória, 22 de maio de 1953 — Três Rios, 11 de janeiro de 1988) foi um cantor, compositor, produtor musical, arranjador e multi-instrumentista que iniciou sua carreira no fim da década de 1970, sendo mais conhecido como o principal responsável pela modernização da música cristã ocorrida na década de 80.

De família pobre e filho de mãe solteira, passou parte de sua juventude usando drogas. Após ser preso e permanecer durante um tempo em uma casa de recuperação se tornou cristão.

Foi o fundador e um dos vocalistas do Rebanhão, a primeira banda de rock cristão do Brasil a alcançar notoriedade nacional.

Leia mais

dica do Rogério Moreira

Irmã Wanda: A trollagem de Glória Perez

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Com 45 pontos de audiência no último capítulo, “Salve Jorge” finalmente chegou ao fim. Como revela matéria publicada no UOL, uma das cenas foi cuidadosamente ocultada de todo o elenco. Trata-se do momento em que a vilã Wanda (Totia Meirelles) diz à Lívia (Claudia Raia) na prisão: “Eu aceitei Jesus”.

Como o repórter do UOL (e o Brasil todo) inferiu, Glória Perez parece ter matado duas ovelhas dois coelhos com apenas uma cacetada: momento “revenge” com os crentes equivocados que tentaram boicotar a novela desde o início e, claro, alusão pra lá de óbvia a Guilherme de Pádua por motivos que todos sabem.

No Twitter, “Irmã Wanda” foi um dos assuntos + comentados e logo surgiram várias montagens com a personagem. Confiram alguns tuítes e imagens.

  • “Rosas são vermelhas, violeta são azuis, Lívia ficou na pior e eu aceitei Jesus”
  • O Bonde da irmã Wanda é a nova sensação e pra começar chama a Lívia pra pregação vai fazendo oração
  • ATENÇÃO a irmã Wanda convoca todas as meninas para uma missão ungida na Turquia. Interessadas esperar ela sair da cadeia,oh glórias…
  • Pau que nasce torto, Jesus endireita, menina que requebra mãe, Bíblia na cabeça (Irmã Wanda Lispector)
  • De ontem pra cá, criaram tanto perfil da irmã Wanda que já dá pra abrir uma igreja!
  • Irmã Zuleide é pros fracos, os fortes vão ver a Irmã Wanda pregando a palavra.

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dica do Israel Anderson, Tom Fernandes e vários tuiteiros.

Artista recria rostos baseada no DNA que encontra em bitucas de cigarro e chicletes mastigados

Heather extrai o DNA desses objetos e estuda determinadas regiões do genoma que são diferentes para cada pessoa.

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Por Natasha Romanzoti, no Hype Science

Não é ficção científica de Hollywood: a artista americana Heather Dewey-Hagborg realmente recria os rostos de pessoas a partir de seu DNA, que ela encontra em vários objetos jogados nas ruas, como bitucas de cigarro e chicletes mastigados.

Heather extrai o DNA desses objetos e estuda determinadas regiões do genoma que são diferentes para cada pessoa. Em seguida, ela envia os resultados para um laboratório e recebe, basicamente, arquivos de texto cheios de sequências de As, Ts, Cs e Gs, os nucleotídeos que compõem o DNA.

Por fim, Heather coloca essas informações em um programa de computador personalizado, que ela mesma escreveu, para parametrizar um modelo 3D de um rosto. “Por exemplo, sexo, ascendência, cor dos olhos, cor do cabelo, sardas, pele mais clara ou mais escura, e algumas características faciais como largura do nariz e distância entre os olhos são alguns dos traços que estou em processo de estudar”, explica.

No entanto, os retratos não têm precisão extrema. Heather afirma que eles possuem linhas e ascendências semelhantes, mas podem se parecer mais com um possível primo do que com a pessoa em si. “A pesquisa sobre a morfologia facial ainda está em estágios muito iniciais”, conta.

Para entender essa relação, veja abaixo uma foto da pesquisadora ao lado de um modelo 3D de seu rosto feito a partir de seu DNA.

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O trabalho

Abaixo, é possível conferir algumas amostras do trabalho de Heather. A primeira imagem mostra a rua onde o objeto foi encontrado, depois o objeto do qual foi extraído o DNA, e por fim a reconstrução facial do rosto.[BoredPanda]

LegendaHaplogrupo de ADN mitocondrial (ADNmt): os haplogrupos podem ser usados para definir populações genéticas. O ADNmt é um haplogrupo transmitido somente através da linhagem matrilinear e determinado pelas variações encontradas no ADN mitocondrial humano. Este haplogrupo traz a ascendência matrilinear até as origens da espécie humana na África e, a partir deste ponto, sua subsequente dispersão por toda a superfície do planeta.

Gene SRY: SRY é o gene determinante sexual do cromossomo Y nos mamíferos térios (marsupiais e placentários).

Gene HERC2: é um dos dois principais genes que afeta a cor dos olhos.

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Amostra de 6 janeiro de 2013, às 12:25h, recolhida no Brooklyn, Nova York (EUA) – Haplogrupo de ADN mitocondrial (ADNmt): D1 (Nativo Americano, América do Sul); Gene SRY: presente; Sexo: masculino; Gene HERC2: AA; Cor dos olhos: castanha.

Amostra de 6 janeiro de 2013, às 12:25h, recolhida no Brooklyn, Nova York (EUA) – Haplogrupo de ADN mitocondrial (ADNmt): D1 (Nativo Americano, América do Sul); Gene SRY: presente; Sexo: masculino; Gene HERC2: AA; Cor dos olhos: castanha.

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Amostra de 6 janeiro de 2013, às 12:15h, recolhida no Brooklyn, Nova York (EUA) – ADNmt: H2a2a1 (Leste Europeu); Gene SRY: presente; Sexo: masculino; Gene HERC2: AA; Cor dos olhos: castanha.

Amostra de 6 janeiro de 2013, às 12:15h, recolhida no Brooklyn, Nova York (EUA) – ADNmt: H2a2a1 (Leste Europeu); Gene SRY: presente; Sexo: masculino; Gene HERC2: AA; Cor dos olhos: castanha.

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Amostra recolhida no Brooklyn, Nova York (EUA) – ADNmt: T2b (Europeu); Gene SRY: ausente; Sexo: feminino; Gene HERC2: AA; Cor dos olhos: castanha.

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Amostra recolhida no Brooklyn, Nova York (EUA) – ADNmt: T2b (Europeu); Gene SRY: ausente; Sexo: feminino; Gene HERC2: AA; Cor dos olhos: castanha.

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Amostra recolhida no Brooklyn, Nova York (EUA) – ADNmt: L1B (Oeste Africano, Afro Americano); Gene SRY: presente; Sexo: masculino; Gene HERC2: AA; Cor dos olhos: castanha.

Amostra recolhida no Brooklyn, Nova York (EUA) – ADNmt: L1B (Oeste Africano, Afro Americano); Gene SRY: presente; Sexo: masculino; Gene HERC2: AA; Cor dos olhos: castanha.

Fran Fisher: “A religião não pode se basear no celibato”

A sexóloga inglesa Fran Fisher foi freira na juventude. Agora, entrevista religiosas para entender a interferência do catolicismo na sexualidade

EX-NOVIÇA REBELDE A sexóloga Fran Fisher em seu consultório, nos Estados Unidos. Abaixo, uma fotografia de quando ela acabara de entrar no convento (Foto: Christopher Thomond/The Guardian e arq. pessoal)

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A sexóloga Fran Fisher em seu consultório, nos Estados Unidos. Abaixo, uma fotografia de quando ela acabara de entrar no convento (Foto: Christopher Thomond/The Guardian e arq. pessoal)

Por Margarida Telles, na Revista Época

Quando a irmã Jane Frances de Chantal fugiu do convento em que morava, na Inglaterra, sabia que deixava para trás sua vida religiosa. Ela não imaginava que se tornaria especialista em sexo. Hoje, Fran usa seu sobrenome de casada, Fisher. Atende na Califórnia pacientes com problemas sexuais. A mudança de carreira ocorreu décadas depois de Fran sair do convento, onde viveu entre os 18 e os 20 anos. Ela se casou e teve dois filhos. Diz que só entendeu como a religião limitara seu prazer quando foi estudar sexologia, depois dos 40 anos. Decidiu, então, investigar a vida íntima de outras mulheres que abandonaram o hábito. O resultado está no livro In the name of God, why? (Em nome de Deus, por quê?), lançado nos Estados Unidos no fim de 2012.

ÉPOCA – Por que a senhora decidiu entrar para um convento?
Fran Fisher –
 Meus pais imigraram da Irlanda para a Inglaterra. Eram católicos fervorosos com pouquíssima educação. A escola em que fiz o ensino médio era católica. As freiras vinham conversar com as alunas, para sondar se alguma tinha interesse em entrar para o convento. Aos 15 anos, me senti atraída por esse estilo de vida. Tinha um interesse pessoal pela espiritualidade e era muito religiosa.

ÉPOCA – Em seu livro, a senhora relata que, aos 14 anos, acreditou estar grávida. Como esse momento influenciou a decisão de entrar para o convento?
Fran – 
Tive um encontro com um rapaz e não houve sexo, apenas preliminares. Não entendia muito bem como a gravidez ocorria. Tive medo de estar grávida e procurei minha mãe. Em vez de me acalmar, pois a gravidez naquele caso seria impossível, ela disse que eu poderia estar grávida. Disse ainda que eu fizera algo muito errado, que Deus desaprovaria. Fiquei apavorada e envergonhada. A partir daquele momento, passei a achar que o sexo arruinaria minha vida. Naquele dia, tornei-me muito mais religiosa.

ÉPOCA – Como era sua relação com a sexualidade enquanto estava no convento? A senhora lidava bem com eventuais desejos físicos?
Fran – 
Não tinha nenhum desejo, estava dormente. Num único momento, tive noção de minha sexualidade durante meus anos no convento. Quando nosso padre ficou doente, um substituto passou a vir ao convento para fazer a missa diária. Ele era jovem, e me lembro de sentir atração, mas não fiz nada a respeito. Não se podia discutir nada ligado ao corpo com as outras freiras. Tudo era reprimido.

ÉPOCA – A senhora se lembra de algum exemplo de repressão que sofreu?
Fran –
 A repressão estava no cotidiano. Por baixo do hábito, usávamos uma anágua feita de algodão bem pesado. Dessa forma, quando estávamos limpando o chão, poderíamos levantar o hábito para não sujá-lo. Lembro uma vez em que estava limpando uma escadaria com meu hábito enrolado na cintura, quando meu padre confessor apareceu inesperadamente. Eu me levantei para saudá-lo e fui repreendida por outra freira por estar com meu hábito levantado. Para ela, eu estava seminua.

ÉPOCA – Por que decidiu abandonar o convento?
Fran –
 Por uma série de razões. Tínhamos uma madre superiora paranoica e muito rígida. A pressão me deixou doente. Tive pneumonia duas vezes, perdi peso e sofri muito. O controle mental que nos impunham era muito difícil para mim. As perguntas que eu fazia eram consideradas inaceitáveis por minhas superioras. Lembro uma vez em que perguntei como Maria poderia ser virgem até sua morte, se pariu um filho. A madre superiora ficou chocada. Disse que aquilo era um desrespeito. A gota d’água foi quando minha irmã se casaria e me disseram que eu não poderia ir ao casamento, mesmo que comparecesse somente à cerimônia religiosa, com uma acompanhante. Todo esse dogma e paranoia foram demais para mim. Fugi enquanto todos estavam na missa da manhã.

ÉPOCA – Qual é sua relação com a religião hoje em dia? Ainda é católica?
Fran – 
Não me considero mais católica. Pessoalmente, não gosto de religiões organizadas. Se você atribui tanto poder a uma organização, ela se torna corrupta. Minha relação com Deus hoje em dia está cada vez mais forte e pura. Mas não é o Deus punitivo da minha infância.

ÉPOCA – Por que decidiu estudar sexualidade?
Fran –
 Quando me interessei por sexualidade, meu casamento já tinha 25 anos. Sua única área problemática era o sexo. Conheci uma sexóloga numa conferência. Fiquei fascinada, porque nunca tinha ouvido falar dessa profissão. Ela sugeriu que eu fosse a um curso. Achei que seria interessante. Fui e fiquei chocada com o que ouvi naquele fim de semana. Jurei que nunca voltaria. Acabei voltando, mesmo com medo, porque a curiosidade foi maior.

ÉPOCA – Quais eram os problemas relacionados ao sexo em seu casamento?
Fran –
 Fui educada para ficar de boca fechada e não expressar minha opinião. A raiz disso estava no lugar destinado às mulheres na sociedade em que fui criada e na religião católica. Infelizmente, me casei muito cedo, aos 22 anos, menos de dois anos depois de sair do convento. Não tinha aprendido a ser dona de meus próprios pensamentos com convicção. Depois de ter meus filhos, passei a ter relações só por obrigação. Minha resposta-padrão para qualquer sugestão de inovação sexual era “não”. Quando decidi estudar sexualidade, meu marido ficou animadíssimo. Passei a ser tão curiosa quanto ele, e, no lugar de dizer não, quando ele sugeria alguma coisa, eu pedia para ele me contar mais sobre aquilo.

ÉPOCA – Em seu livro, são entrevistadas outras ex-freiras. O que as histórias dessas mulheres têm em comum com a sua?
Fran –
 A principal similaridade entre todas era o silêncio sobre o sexo durante a infância. As mulheres que saíram cedo do convento, como eu, se casaram rapidamente. A proibição do sexo antes do casamento ainda era muito forte, então a maioria acabou se casando com o único homem com quem se envolveu, como eu. Aquelas que ficaram muito tempo no convento acabaram tendo vida sexual lá, com padres ou fiéis. Duas das 69 ex-freiras que pesquisei se relacionaram sexualmente com outras freiras. Quando uma freira se envolvia com um padre, havia uma dinâmica de poder, em que a mulher deveria ser subserviente. Uma delas me contou que só ela fazia sexo oral no padre. A contrapartida nunca ocorreu em muitos anos de relação. A exceção foi uma mulher que adorava sexo e estava na faixa dos 50 anos.

ÉPOCA – O perfil das jovens freiras mudou?
Fran –
 As freiras continuam vindo de onde sempre vieram, de países muito pobres, onde mulheres veem na Igreja sua única oportunidade de uma boa educação e de escape de uma existência difícil. Na minha infância, uma grande quantidade de freiras católicas vinha da Irlanda. Quando o país entrou para a União Europeia e mudanças econômicas poderosas ocorreram por lá, a vocação religiosa diminuiu. Agora, as noviças quase não existem mais, e os conventos estão fechando.

ÉPOCA – O que a senhora acha do celibato?
Fran –
 É inconcebível que a Igreja ainda tente basear sua religião numa premissa tão pouco natural quanto o celibato. A maior parte das pessoas gosta muito de sentir prazer, mesmo devotando sua vida a Deus. A ideia de que a Igreja consegue controlar a sexualidade das pessoas acabou gerando reações contrárias. Existem muitos homossexuais em conventos e mosteiros. Se você é muito religioso e gay, para onde mais pode ir?

ÉPOCA – A senhora costuma atender em seu consultório pessoas com problemas sexuais ligados à religião?
Fran –
 Recebo muitos pacientes justamente por causa do meu histórico. É importante respeitar a crença em Deus, mas separá-la do que foi doutrinado durante a infância. Quando se fala de sexualidade, muitos continuam com os mesmos medos, julgamentos e restrições da infância. Não os superamos só porque nos tornamos adultos. É um aprendizado rever esses conceitos. E um desafio.

 

 

Angola proíbe operação de igrejas evangélicas do Brasil

imagem: O País

imagem: O País

Patrícia Campos Mello, na Folha de S.Paulo

O governo de Angola baniu a maioria das igrejas evangélicas brasileiras do país.

Segundo o governo, elas praticam “propaganda enganosa” e “se aproveitam das fragilidades do povo angolano”, além de não terem reconhecimento do Estado.

“O que mais existe aqui em Angola são igrejas de origem brasileira, e isso é um problema, elas brincam com as fragilidades do povo angolano e fazem propaganda enganosa”, disse à Folha Rui Falcão, secretário do birô político do MPLA (Movimento Popular de Libertação de Angola) e porta-voz do partido, que está no poder desde a independência de Angola, em 1975.

Cerca de 15% da população angolana é evangélica, fatia que tem crescido, segundo o governo.

Em 31 de dezembro do ano passado, morreram 16 pessoas por asfixia e esmagamento durante um culto da Igreja Universal do Reino de Deus em Luanda. O culto reuniu 150 mil pessoas, muito acima da lotação permitida no estádio da Cidadela.

O mote do culto era “O Dia do Fim”, e a igreja conclamava os fiéis a dar “um fim a todos os problemas que estão na sua vida: doença, miséria, desemprego, feitiçaria, inveja, problemas na família, separação, dívidas.”

O governo abriu uma investigação. Em fevereiro, a Universal e outras igrejas evangélicas brasileiras no país — Mundial do Poder de Deus, Mundial Renovada e Igreja Evangélica Pentecostal Nova Jerusalém– foram fechadas.

No dia 31 de março deste ano, o governo levantou a interdição da Universal, única reconhecida pelo Estado.

Mas a igreja só pode funcionar com fiscalização dos ministérios do Interior, Cultura, Direitos Humanos e Procuradoria Geral da Justiça. As outras igrejas brasileiras continuam proibidas por “falta de reconhecimento oficial do Estado angolano”. Antes, elas funcionavam com autorização provisória.

As igrejas aguardam um reconhecimento para voltar a funcionar, mas muitas podem não recebê-lo. “Essas igrejas não obterão reconhecimento do Estado, principalmente as que são dissidências, e vão continuar impedidas de funcionar no país”, disse Falcão. “Elas são apenas um negócio.”

Segundo Falcão, a força das igrejas evangélicas brasileiras em Angola desperta preocupação. “Elas ficam a enganar as pessoas, é um negócio, isto está mais do que óbvio, ficam a vender milagres.”

Em relação à Universal, a principal preocupação é a segurança, disse Falcão.