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Homem faz tatuagem em cachorros, nos Estados Unidos

Um dos dois cachorros tatuados do veterano d do exército, Ernesto Rodriguez Foto: Reprodução ‘The Huffington’

Um dos dois cachorros tatuados do veterano d do exército, Ernesto Rodriguez Foto: Reprodução ‘The Huffington’

publicado no Extra

Um homem da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, está provocando indignação nos amantes de animais nas redes sociais, segundo o site The Huffington Post. Ele revelou que tatuou seus dois cães. Ernesto Rodriguez, um veterano do exército e tatuador de Stokes County, na Carolina do Norte, fechou com desenhos os estômagos de seus dois pit bulls: duque e duquesa. O homem disse que tatuou seus cachorros para fins de identificação. A Duquesa, de 4 anos de idade, teria sido tatuada enquanto dormia, após ter as orelhas cortadas.

- Ela já estava [sob] anestésico. Ela estava dormindo, completamente adormecida. Eu mesmo usei anestésico tópico, também, sobre a pele. Então ela não sentiu nada. Eu amo meus cães. Há pessoas lá fora que dizem que eu sou cruel, que eu machuquei meus cães, que eu não amo meus cachorros, que eu não deveria estar fazendo isso, que eu deveria estar na cadeia. Nada disso é verdade – defendeu-se Ernesto Rodriguez.

Espécies extintas podem voltar à vida com o avanço da ciência

National Geographic irá sediar o TedxDeExtinction, debate sobre a “desextinção”. O evento será transmitido ao vivo, no site da revista americana

Mamute no the Royal BC Museum in Victoria (Canada)

O mamute (Mammuthus primigenius) é uma das espécies extintas que tem potencial para ser trazida de volta à vida

Fábio Paschoal, no National Geographic

Os avanços nas técnicas de clonagem e de biologia molecular trazem novas perspectivas para a biologia da conservação. A possibilidade de trazer espécies extintas de volta à vida se torna cada vez mais concreta e começa a gerar uma discussão sobre um campo emergente da ciência, que está sendo chamado de “desextinção”.

Se for possível ressuscitar espécies que entraram em extinção devemos fazer isso? Quais seriam as consequências para os animais que ainda estão por aqui? Por que utilizar recursos para projetos de desextinção se podemos investir na conservação de espécies ameaçadas que habitam a Terra neste momento? Para responder a essas perguntas, a National Geographic irá sediar o primeiro fórum público para discutir tema: O TedxDeExtinction.

tigre

O evento acontecerá na sede da sociedade, em Washington, D.C, no dia 15 de março, das 9h30 às 18h (horário de Brasília), e será transmitido ao vivo pelos sites de National Geographic e do TED (Technology, Entertainment and Design) – organização sem fins lucrativos dedicada ao conceito baseado em Ideas Worth Spreading (ideias que merecem ser espalhadas, na tradução literal do inglês).

Os pesquisadores também irão apresentar projetos para trazer o mamute (Mammuthus primigenius), o tigre-da-tasmânia (Thylacinus cynocephalus), o íbex-dos-pirineus (Capra pyrenaica), o auroque (Bos primigenius) e o pombo-passageiro (Ectopistes migratorius) de volta à vida.

Uma história de amor e dedicação: conheça Helena e suas 10 ‘meninas’

Aposentada de 63 anos adotou mulheres com problemas psiquiátricos.

Dona Helena e suas 'meninas' convivem em harmonia, como família que são. (Foto: Michelle Farias/G1)

Dona Helena e suas ‘meninas’ convivem em harmonia, como família que são. (Foto: Michelle Farias/G1)

Michelle Farias, no G1

Apesar das diferenças, elas convivem em perfeita harmonia.

Uma história de amor e abdicação. Assim pode ser resumida a vida da auxiliar de enfermagem aposentada Maria Helena dos Santos, de 63 anos, mais conhecida por “Dona Helena”. Ela mora com dez ‘filhas’ na casa de nº 33 da Rua São José, em Fernão Velho, na capital de Alagoas. Há nove anos, ela decidiu adotar mulheres com deficiência intelectual. As “meninas”, como elas são chamadas, convivem em perfeita harmonia desde que saíram de casas de tratamento psiquiátrico ou foram encaminhadas por familiares à casa de Dona Helena.

Sempre sorrindo e de bem com a vida, Dona Helena conta que trabalhou durante anos como auxiliar de enfermagem na área de obstetrícia. Mas, quando se aposentou, se sentia sozinha. Ao assistir a uma reportagem sobre os pacientes do Hospital Portugal Ramalho, única unidade de saúde psiquiátrica pública em Alagoas, as histórias das mulheres tocaram o coração da aposentada. Foi quando ela teve a ideia de trazer algumas pacientes para morar em sua casa.

Carinho e amizade prevalecem na família só de mulheres. (Foto: Michelle Farias/G1)

Carinho e amizade prevalecem na família só de
mulheres. (Foto: Michelle Farias/G1)

“Quando cheguei ao hospital querendo adotar as meninas, todo mundo achou que eu estava louca. Foi um processo muito demorado. Depois de muitas tentativas, conversas e reuniões, consegui ficar com cinco, mas só nos fins de semana”, afirmou Dona Helena.

Depois ela conseguiu adotar as cinco mulheres do Portugal Ramalho, mas ainda não estava satisfeita. Foi então que Dona Helena resolveu alugar uma casa maior. “A convivência sempre foi tranquila. Nunca tive problemas com elas na casa. Se eu não as tivesse, minha vida não seria completa, eu não seria feliz”, revelou.

Com uma casa maior, o número de meninas também cresceu. “Aos poucos vieram mais mulheres do hospital. Algumas famílias que não tinham como cuidar dessas mulheres também me procuravam. Chegamos a ter 12 pessoas aqui, mas hoje temos apenas 10”, disse.

Aparecida sempre ajuda nos serviços domésticos. (Foto: Michelle Farias/G1)

Aparecida sempre ajuda nos serviços domésticos.
(Foto: Michelle Farias/G1)

As histórias das ‘meninas’ são tristes, a maioria foi abandonada pela família. Mas o que a aposentada não esperava é que essa relação iria mudar completamente a sua vida e das suas ‘filhas’.

Na casa, elas reaprenderam a fazer operações básicas do dia a dia como lavar roupas, cozinhar, ir à feira e até mesmo, fazer faxina sem o auxílio de ninguém. Devido à idade, algumas precisam de ajuda para fazer as atividades, mas mesmo assim, elas conseguiram ser independentes.

“Não entendo como algumas pessoas não acreditam que existe amor nessa casa. É puro preconceito. Mas quem conhece a nossa história entende que somos felizes. Todos os dias peço a Deus que me dê muita saúde para que minhas ‘meninas’ não fiquem desamparadas”, desabafou Dona Helena.

“O recado que deixo, não apenas para as mulheres, mas para todos é: quem tiver condições adote uma pessoa, você não sabe o bem que isso vai fazer para você e para o outro”, concluiu.

Da mais velha à mais nova, Dona Helena ama a todas por igual. (Foto: Michelle Farias/G1)

Da mais velha à mais nova, Dona Helena ama a todas por igual. (Foto: Michelle Farias/G1)

Contra tudo e contra todos, Dona Helena seguiu o seu sonho e pode ajudar essas mulheres a aprender o real significado da palavra “família”. Ninguém pode duvidar que na casa de nº 33 da Rua São José, mora uma família. Ou melhor, moram 11 mulheres felizes.

Cães nadam em lago à procura de dono que morreu afogado há 10 dias

"Eles vão lá de manhã e à tarde e ficam nadando e procurando meu marido", relata viúva. Foto: Analiete Almeida/Arquivo Pessoal

“Eles vão lá de manhã e à tarde e ficam nadando e procurando meu marido”, relata viúva.             Foto: Analiete Almeida/Arquivo Pessoal

Casal de labradores volta ao local duas vezes por dia para procurar pelo seu dono, que morreu afogado na lagoa em Araçatuba, no interior de São Paulo

Chico Siqueira, em O Estado de São Paulo

Dois cães labradores procuram há dez dias pelo seu dono que morreu afogado numa lagoa de Araçatuba (SP). O casal de cães volta ao lago duas vezes por dia para nadar justamente na região onde seu dono, o vigilante Luís de Almeida, 46 anos, morreu afogado em 17 de fevereiro. Ao saírem da água, eles farejam o local onde Almeida foi colocado deitado após ser resgatado, já sem vida, pelos amigos.

A história de Max e Lua ganhou as redes sociais e fez os internautas se lembrarem do cão Hashiko, que ficou conhecido no Japão no início do século ao esperar pelo seu dono numa estação de trem. A história foi retratada no filme “Sempre Ao Seu Lado”, lançado no País em 2009.

O lago fica a 500 metros da chácara onde Almeida e a família costumavam passar os fins de semana, no bairro Traitu, periferia de Araçatuba. “Temos a chácara há oito anos e nunca meu marido tinha ido nadar nessa lagoa”, diz a cabeleireira Analiete Almeida. “Os cães também nunca tinham ido até lá, com exceção daquele domingo em que meu marido os levou para o lago para se divertir com dois amigos depois de um churrasco”, diz.

Segundo ela, dois dias após a morte de Almeida, os cães abriram um buraco no alambrado de proteção da chácara para chegarem ao lago. “Eles vão lá de manhã e à tarde e ficam nadando e procurando meu marido”, diz. Segundo Analiete, quem notou a mudança do comportamento dos animais foi a vizinha da chácara, Edmaura de Souza, que mora nas proximidades e fotografou os cães e postou as fotos nas redes sociais.

“Eu me surpreendi com eles e vi que eles estavam bem tristes e procurando por alguma coisa no lago e aqui na margem”, contou Edmaura. “Ao ver que faziam isso todos os dias, percebi que eles nadavam na região do lago onde o dono deles se afogou e que ficavam parte do tempo cheirando o local onde o dono foi deixado depois de ser resgatado”, completa.

Nesta quarta-feira, Analiete levou os cães para a casa da família, na cidade, com medo de que os animais fossem furtados depois de aparecer nas redes sociais. “A gente vem de manhã e à tarde na chácara trazer comida e cuidar deles, mas eles estavam ficando sozinhos à noite”, diz. Segundo ela, os animais não estão se alimentando bem e estão tristes. “Eles têm os olhos baixos e aparentam muita tristeza”, diz. Por isso, a ideia de trazê-los para a cidade é tentar que, com mais gente por perto brincando com eles, os animais possam voltar com o comportamento à normalidade.

Segundo Analiete, os cães foram adotados de uma família que se mudou de Araçatuba e não tinha como levá-los. “Eles estão com a gente há quatro meses, mas para mim e meus filhos parece que faz mais tempo”, diz Analiete.

dica do Rogério Moreira

É assim que as pessoas dirigem quando estão muito chapadas

chapada

Leonardo Contesini, no Jalopnik

Dirigir sob o efeito de substâncias psicoativas sempre foi contra a lei, mas somente no começo do ano os agentes fiscalizadores puderam passar a usar sinais visuais como prova do uso destas substâncias. Acontece que as drogas têm efeitos variados em cada organismo, e por isso o diagnóstico pode ser traiçoeiro. Como descobrir, então?

Não é preciso ser um especialista para reconhecer um motorista bêbado pois há vários sintomas típicos de embriaguez, mas as drogas têm efeitos diversos e nem mesmo testes de coordenação e equilíbrio podem ser suficientes para flagrar um motorista doidão.

Um canal de TV americano reuniu três voluntários para um teste de direção orientado pela polícia local. Os voluntários fumaram maconha em quantidades superiores à permitida pelas leis do Estado (para fins medicinais) e foram ao pátio de testes, orientados por um instrutor de direção. O resultado não foi tão ruim como se esperava.

Inicialmente todos eles saíram-se muito bem. Naturalmente, à medida em que a quantidade de maconha administrada aumentava, eles começaram a fazer aquilo que vimos Cheech e Chong fazendo nos filmes: dirigir devagar, girar o volante bruscamente, e gargalhar como uma criança no fliperama.

E as outras dorgas, manolo? Bem, temos um exemplo não muito científico, mas que serve para ilustrar: