Após 12 anos, ladrão deixa bilhete de desculpas e devolve dinheiro à loja

O bilhete deixado pelo ladrão 12 anos após assalto (Foto: Reprodução/Instagram)
O bilhete deixado pelo ladrão 12 anos após assalto (Foto: Reprodução/Instagram)

Érika Kokay, no Bombou na Web

A loja InterAsian Market, em Nashville, nos Estados Unidos, foi assaltada há cerca de 12 anos. Na ocasião, o ladrão levou US$ 300 (aproximadamente R$ 680), após apontar um revólver ao caixa. Nesta semana, inesperadamente, o criminoso voltou ao local e deixou um bilhete e o dinheiro de volta, emocionando o dono da InterAsian e toda a internet. Segundo o recado deixado, o homem que realizou o assalto era viciado em drogas. Hoje, se arrepende do que fez no passado. A loja publicou o bilhete no Instagram, com a seguinte legenda (em tradução livre):

“Nós fomos roubados há 11 ou 12 anos. Hoje, nós surpreendentemente recebemos este bilhete do ladrão e o dinheiro  de volta. Isto é verdadeiramente inspirador e nos lembra que existem pessoas boas no mundo. Ao anônimo, gostaríamos de dizer que tudo está perdoado e obrigado pelo seu bilhete. Nós não ligamos para o dinheiro. Ficamos mais inspirados e tocados com sua atitude. Esperamos que você encontre paz na vida e prosperidade. Cumprimentos!”

Abaixo, leia o bilhete (também em tradução livre):

“Eu sou viciado em drogas. Há mais ou menos 11 ou 12 anos, eu assaltei esta loja com um revólver. Eu já não uso mais drogas e sinto que preciso compensar as pessoas que eu machuquei no passado. Eu vim a sua loja por volta das 9 ou 10 horas em 2002 ou 2003, peguei um pacote com 6 cervejas e pedi por cigarros. Quando o caixa abriu para me dar o troco, eu saquei um revólver e peguei US$ 300 da caixa registradora, depois fugi em um carro branco. Espero que você aceite este dinheiro e me perdoe. Que a paz esteja com você – anônimo.”

Raridade, não?

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Pastor americano é detido antes de queimar 3 mil exemplares do Corão

Terry Jones, de 61 anos, foi detido em Mulberry, perto de Tampa, na Flórida.
Pastor transportava churrasqueira repleta de exemplares com querosene.

pastor

Publicado no G1

O polêmico pastor americano Terry Jones foi detido na quarta-feira (11) na Flórida antes de queimar 3.000 exemplares do Corão no aniversário dos atentados de 11 de setembro de 2001, informou a imprensa local.

Terry Jones, de 61 anos, foi detido em Mulberry, perto de Tampa, Flórida, e enfrenta acusações de transporte ilegal de combustível e porte de arma de fogo, segundo o jornal Orlando Sentinel.

No momento da detenção, Jones dirigia uma caminhonete que transportava uma churrasqueira repleta de exemplares do Corão molhados com querosene.

Também transportava garrafas adicionais do combustível, destaca o jornal.

O plano de Jones era queimar em público o livro sagrado dos muçulmanos na data do aniversário dos atentados de 11/9 e em um momento de grande tensão no Oriente Médio pelo conflito na Síria.

Segundo o site do pastor, ele tinha planos de queimar na quarta-feira 2.998 exemplares do Alcorão em Tampa Bay, uma referência ao número de vítimas do 11/9.

Jones ameaçou em 2010 executar um ato similar, o que provocou muita indignação tanto dentro como fora dos Estados Unidos, mas depois desistiu do plano.

Em 2011, no entanto, o pastor queimou o Corão e no ano seguinte promoveu um filme anti-islâmico. Os três incidentes provocaram atos de violência no Oriente Médio e Afeganistão.

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Papa propõe que conventos sirvam de abrigo para refugiados

Algumas das construções foram transformadas em hotéis que geram recursos e críticas para a Igreja
Imigrantes não devem ser temidos, afirma Francisco

Papa Francisco fala aos refugiados no Centro Astalli AP / L'Osservatore Romano
Papa Francisco fala aos refugiados no Centro Astalli AP / L’Osservatore Romano

Publicado por Reuters [via O Globo]

ROMA – Construções da Igreja que não estão sendo utilizadas devem servir de abrigo para refugiados, “que devem ser abraçados e não temidos”, disse o Papa Francisco a pessoas que buscavam asilo, na tarde desta terça-feira, em Roma. A atitude reforçou a ênfase do atual papado nos pobres e no sofrimento dos imigrantes. A queda no número de seminaristas e noviças esvaziou conventos e monastérios, que acabaram sendo transformados em hotéis que garantiram renda extra para a Igreja, mas também atraíram críticas.

- Conventos e monastérios vazios não devem ser convertidos em hotéis pela Igreja para ganhar dinheiro. (As construções) não são nossas, elas são para a carne de Cristo, que é o que os refugiados são – explicou o Pontífice durante uma audiência fechada no Centro Jesuíta Astalli, em Roma.

Francisco encontrou vários imigrantes que procuram asilo na Itália, incluindo alguns da Síria, depois de fazer um apelo pela paz no país árabe no final de semana. Ele também afirmou que cuidar dos pobres não deve ser um trabalho apenas para os “especialistas”, mas sim uma atividade que engaje todos os membros da Igreja, e seja parte da formação dos padres.

- A palavra solidariedade assusta as pessoas no mundo desenvolvido – pontuou o Papa.

Desde que expressou seu desejo por uma “Igreja pobre e para os pobres” pouco depois de sua eleição, em março, o papado de Francisco tem sido marcado pelo seu estilo humilde e pela importância dada aos destituídos.

Em julho, ele visitou a ilha italiana de Lampedusa, onde chegam, anualmente, dezenas de milhares de imigrantes ilegais. Lá, condenou a indiferença aos muitos que morrem tentando atravessar o Mediterrâneo em busca de uma vida melhor.

dica do Ailsom Heringer

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