Herdeiro da Du Pont, culpado de estuprar filha, se livra da prisão

Segundo o juiz responsável pelo caso, Robert Richards IV – herdeiro de uma das famílias mais influentes dos EUA – não deve ir para a cadeia porque “não se daria bem” naquele ambiente. A filha tinha 3 anos quando o crime ocorreu

robert-richards-ivPublicado na Época

Robert Richards IV, herdeiro da Du Pont, é membro de uma das famílias mais influentes do mundo. É também um molestador condenado. Em  2009, a justiça americana declarou Richard culpado por estuprar a filha quando ela tinha 3 anos de idade. O caso veio à tona quando a garota, então com cinco anos, disse a parentes que não queria “que o papai me tocasse mais”.

Inicialmente, sua pena deveria incluir até 15 anos de prisão.  Mas Richards nunca foi preso. Nesta semana, veio a público o motivo – segundo Jan Jurden, o juiz encarregado do caso, Richards, um homem de 47 anos e 1,95 de altura, não se “daria bem na cadeia”. Em lugar de passar todos esses anos atrás das grades, a pena de Richards foi mudada para liberdade vigiada e tratamento. A pena mais leve tornou-se conhecida com a divulgação dos detalhes de um novo processo movido pela ex-mulher de Richards. Segundo o processo, além de violentar a própria filha, ele fez o mesmo com o filho do casal, também um criança, entre 2005 e 2007.

Richards não trabalha. Vive de sua herança – ele é descendente do patriarca da família Du Pont, Irenee Du Pont. A empresa da família já foi uma das três maiores indústrias químicas do mundo, responsável pelo desenvolvimento de produtos como nylon, Teflon e lycra.  Richard contratou um dos principais escritórios de direito de Delaware, estado onde mora, para defendê-lo e firmou um acordo com a justiça que o livraria da prisão desde que ele se admitisse culpado pelos crimes.

O promotor responsável pelo caso classificou como pouco usual a justificativa dada pelo juiz do caso para livrar Richards da cadeia – de que ele não se sairia bem sob essas circunstâncias: “Quem é que sai bem na cadeia?” disse ao jornal The News Journal. Já Brendan O’Neill, defensor público de Delaware, declarou que o caso levanta a questão de como uma pessoa dona de grande fortuna é tratada pelo sistema penal.

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Paulo Coelho defende Justin Bieber: “nossa sociedade se tornou mais careta”

Escritor conversou com o empresário e sócio da Casa do Saber

coelho2Diego Falcão, no Na Telinha

O escritor Paulo Coelho concedeu uma entrevista ao empresário Celso Loducca, sócio da Casa do Saber, e entre vários assuntos saiu em defesa do cantor teen Justin Bieber.

“Eu respeito o Justin Bieber. Ele conseguiu uma legião de fãs e depois se transformou em um bad boy. E aí chega uma geração como a minha, cujos ídolos eram drogados, assassinos e esse tipo de coisa, e começa a criticar Bieber. O problema é a nossa sociedade que, infelizmente, se tornou mais careta”, afirmou Coelho.

Ainda na entrevista, Paulo Coelho conta que resolveu acertar suas contas com o passado e pediu perdão a todas as pessoas que considerava ter magoado.

A conversa completa vai ao ar nos dias 31 de março e 7 de abril na Rádio Eldorado.

Em tempo

Justin Bieber e Selena Gomez voltaram a namorar. Uma pessoa próxima ao casal contou que apesar da reconciliação, o cantor não está disposto a deixar sua fama de bad boy. A informação é do site “HollywoodLife”.

Ao site, a fonte afirmou: “Ele sabe que tem Selena na palma de sua mão e que deve enganá-la novamente. Justin Bieber pensa que é um grande cafetão”. O informante contou ainda que o cantor trata a amada de forma diferente quando está entre seus amigos: “Aí ele não a trata bem, mas ela aceita porque é obcecada por ele. Não é de se admirar que todos seus amigos estivessem deixando ela de lado”.

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Muita fé debaixo do viaduto no Rio de Janeiro

Igreja Batista Alfa e Ômega realiza cultos sob elevado da Linha Amarela na Cidade de Deus

 A Bíblia é colocada sobre um latão vazio de óleo, enquanto a pastora faz a pregação para os fiéis, que usam cadeiras de plástico (foto:  Uanderson Fernandes / Agência O Dia)

A Bíblia é colocada sobre um latão vazio de óleo, enquanto a pastora faz a pregação para os fiéis, que usam cadeiras de plástico (foto: Uanderson Fernandes / Agência O Dia)

Flavio Araújo, em O Dia

Rio – A Bíblia repousa em um púlpito improvisado sobre um latão vazio de óleo. Ao lado, um valão tomado pelo mato exala cheiro de esgoto. Os cânticos religiosos só não são abafados pelos motores que passam a toda velocidade por causa do uso de microfone e amplificadores. No chão de terra batida, as cadeiras de plástico dão um pouco de conforto a cerca de 50 almas aflitas. Esta é a sede da Igreja Batista Alfa e Ômega, que funciona sob o viaduto da Linha Amarela, na Cidade de Deus.

“Estamos há 14 anos na comunidade e, desde 2007, funcionamos como igreja. Usávamos um galpão, mas com o fim do contrato, o proprietário aumentou o aluguel, de forma que não pudemos pagar, já que a chegada da UPP valorizou os imóveis. Então, a Administração Regional, da prefeitura, nos deixou usar esse espaço, que era reduto de usuários de drogas. Conseguimos trazer alguns deles para a igreja, mas muitos sumiram”, relembra o pastor Leandro Campos, de 34 anos.

Ele divide as pregações, às quintas e domingos — dia em que o público sobe para cerca de 300 pessoas — com a mulher, Cláudia Cristina dos Santos, 35. “Aproximadamente 90% dos nossos fiéis são jovens que lutam por oportunidades melhores de vida”, explica a pastora. Problemas com álcool e drogas na família, falta de trabalho e de atendimento médico convivem com a esperança de dias melhores: para quem reza e para a igreja.

Em alguns momentos da celebração, enquanto hinos são tocados ao violão, os fiéis dão as mãos, em duplas ou quartetos, e oram livremente. Durante a pregação, Cláudia Cristina reconhece que a igreja vem sofrendo com a perda de seguidores. “Quem aqui está sentindo falta de um irmão, que não está mais vindo, levanta a mão?” Quase todos acenam.

“Importa de verdade a questão espiritual. Vir aqui me faz bem, mas é claro que é desconfortável. Mas a mensagem é o mais importante. E a mensagem passada aqui é de alegria e esperança”, diz o comerciário Gérson Moraes, 28.

No fim do culto, pouco dinheiro é depositado nas caixas de oferendas. O valor quase não paga o lanche oferecido às crianças que ficam em um espaço mais iluminado brincando sob supervisão de adultos da igreja.

O pastor Leandro acredita que sua igreja é a única no Rio que funciona embaixo de um viaduto. “Ouvi falar de outra em Bangu, mas nunca vi”, diz, como São Tomé.

Fiel sai de Santa Cruz para rezar

“Venho aqui para acalmar meu coração, que anda muito aflito. Deus levou meu filho e tenho certeza que, em breve, vai me levar para junto dele”, afirma, com um sorriso no rosto, a aposentada Aurília Maria Benícia, 62.

Moradora da Cidade de Deus por mais de 50 anos, ela se mudou para um apartamento em Santa Cruz por causa de obras viárias que passaram pelo pequeno sítio em que vivia.

Para rezar junto com seus amigos e conhecidos pelo filho Anderson, que aos 35 anos foi morto em um assalto, Aurília enfrenta cerca de 60 quilômetros de viagem.

“Essa igreja é uma bênção para mim”.

dica do Ailsom Heringer

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Ao ver dono sendo preso, cão entra em viatura da polícia e vai junto

Caso foi registrado em Rio Branco, no estado do Acre

Cão não abandona dono preso e surpreende policiais  (foto: Davi Sahid/ac24horas)
Cão não abandona dono preso e surpreende policiais (foto: Davi Sahid/ac24horas)

Publicado no Planeta Bicho

A atitude de um cachorro surpreendeu policiais militares que trabalham no 2º Distrito de Rio Branco, na Rua 17 de novembro, no Acre. Eles foram avisados por moradores de que havia um cidadão portando uma faca nas proximidades da Gameleira, praça mais conhecida da região.

No local, eles prenderam Antônio Mariano. O homem foi colocado na viatura da polícia para que, na delegacia, esclarecesse o porte da faca. Foi quando um cão da raça poodle pulou no veículo para ficar com o dono.

O cachorro permaneceu o tempo todo ao lado de Mariano, comovendo policiais e o delegado responsável pelo caso.

Horas mais tarde, após depoimento, o homem foi liberado.

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Jornal belga é criticado após publicar imagem de Obama e Michelle representados como macacos

Foto: Reprodução / Twitter
Foto: Reprodução / Twitter

Publicado no Extra

Um jornal belga tem recebido fortes criticas de internautas depois de que publicou, na sua edição impressa desta segunda-feira, uma imagem que mostra o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e a primeira-dama, Michelle, representados como macacos. A publicação “De Morgen”, que está sendo acusada de racismo, divulgou a montagem dias antes da visita prevista do representante americano a Bélgica. As informações são do Huffington Post.

A montagem foi impressa como se tivesse sido enviada ao jornal pelo presidente russo, Vladimir Putin. Em outra foto, mostrada no jornal, Obama também aparece com a inscrição “primeiro presidente negro dos EUA começa a vender maconha”.

Ambas as fotos, embora publicadas na seção de sátira da publicação, estão sendo compartilhadas em redes sociais e recebendo duras críticas.

Apesar das acusações de racismo, há quem desculpe a publicação e cite a liberdade de imprensa como defesa.

Jornal pede desculpas

Após a repercussão, o “Der Morgen” desculpou-se: “Quando você considera o fragmento fora do seu contexto, que funciona corretamente na seção de sátira, então você não vê a piada, mas apenas uma imagem que evoca puro racismo. Nós supomos erradamente que o racismo não é mais aceito, e que, desta forma, não poderia ser objeto de uma piada”.

Na próxima quarta-feira, Obama fará uma visita ao Cemitério e Memorial americano Campo de Flandes, onde estão enterrados 368 soldados americanos mortos na Primeira Guerra Mundial. O presidente americano será acompanhado pelo rei Felipe e pelo primeiro-ministro belga, Elio di Rupo.

dica do Ed Brito

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