Preciso do voto do povo e da graça de Deus’, diz Dilma em igreja de SP

Presidente participou de encontro de mulheres da Assembleia de Deus.
‘Não se esqueçam de orar por mim’, disse a cerca de 5 mil pessoas.

A presidente Dilma Rousseff em congresso da igreja Assembleia de Deus, em São Paulo (foto: Glauco Araújo/G1)
A presidente Dilma Rousseff em congresso da igreja Assembleia de Deus, em São Paulo (foto: Glauco Araújo/G1)

Glauco Araújo, no G1

A presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição, disse nesta sexta-feira (8), durante discurso no Congresso Nacional de Mulheres das Assembleia de Deus Ministério de Madureira, em São Paulo, que precisa “do voto do povo e da graça de Deus”.

Dilma discursou dentro da igreja para uma plateia formada na maioria por mulheres evangélicas. Segundo a organização do evento, cerca de 5 mil pessoas estavam no local.

 “Acredito naqueles que creem, acredito no poder da oração. Espero que ao voltarem para suas casas, não se esqueçam de orar por mim. Preciso do voto do povo e da graça de Deus”, disse a presidente.

Em sua fala, a presidente ressaltou programas sociais de sua gestão e disse que o governo tem em comum com os evangélicos “a dedicação àqueles que mais precisam”.

“Com o Brasil sem Miséria, 22 milhões de pessoas cadastradas como miseráveis saíram da extrema pobreza. O governo corre atrás dessas pessoas. Apoiamos a busca ativa. Vocês, evangélicos, fazem isso também e encontram essas pessoas durante a evangelização que fazem”, afirmou.

A presidente também disse que, com parcerias entre governo e entidades civis, entre elas as igrejas, os benefícios podem chegar de forma mais rápida à população pobre. Para ela, é preciso ter “humildade” para reconhecer o “trabalho de evangelização”.

“No semi-árido do país, nunca se construiu cisterna. Graças às parcerias com entidades diversas, nós chegamos a um milhão de cisternas instaladas. Há que ter a humildade política de reconhecer o trabalho de vocês, onde exercem a evangelização. Se nos unirmos, chegamos mais rápido”, disse.

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Juntos há 62 anos, casal morre com quatro horas de diferença nos EUA

Don e Maxine Simpson morreram de mãos dadas em Bakersfield, na Califórnia (foto: Kero/The Huffington Post)
Don e Maxine Simpson morreram de mãos dadas em Bakersfield, na Califórnia (foto: Kero/The Huffington Post)

Publicado no UOL

Don e Maxine Simpson morreram no mesmo dia, mas deixaram uma história de amor digna de Hollywood para ser contada. Segundo o jornal norte-americano “The Huffington Post”, os dois eram casados havia 62 anos e, deitados em camas lado a lado, deram as mãos momentos antes de morrerem.

De acordo com Melissa Sloan, neta do casal, Maxine morreu primeiro. Enquanto o corpo era retirado do quarto, ela diz ter percebido a respiração do avô diminuir. Quando ela voltou, Don também havia morrido. Médicos afirmam que o intervalo entre as mortes foi de quatro horas.

A neta ficou emocionada com a demonstração de amor dos avós mesmo após tantos anos de casamento. Segundo ela, era possível ver o avô sorrindo logo após a mulher ser colocada ao seu lado. “Foi incrível, uma verdadeira história de amor”, diz.

O drama começou duas semanas antes, quando Don caiu e quebrou a bacia. A família o levou para um hospital de Bakersfield, na Califórnia, mas seu estado de saúde piorou rapidamente.

Ao mesmo tempo, Maxine – que lutava contra um câncer – teve de ser internada por conta do avanço da doença.

Foi então que, sabendo do forte laço entre os dois, a família decidiu colocá-los lado a lado, no mesmo quarto, para que um desse forças ao outro. “Minha avó abriu os olhos e viu meu avô. Eles deram as mãos e sabiam que estavam próximos”, diz Sloan.

A neta fala, ainda, sobre o amor que o avô tinha pela companheira. “Tudo o que Don queria era estar com sua linda mulher. Ele adorava minha avó, amava-a mais do que tudo.”

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Plus size posta foto de lingerie e recebe comentários gordofóbicos

Para psicóloga, gordofobia é consequência da ‘ditadura da beleza’ atual.
Ciberbullying contra modelo causou indignação de amigos na web.

Modelo se envolveu em polêmica ao postar fotos de lingerie (foto: Arquivo Pessoal)
Modelo se envolveu em polêmica ao postar fotos de lingerie (foto: Arquivo Pessoal)

Natália Clementin, no G1

A plus size de São José do Rio Preto (SP) Evelise Nascimento, de 24 anos, encarou o trabalho como modelo de lingerie com naturalidade. Trabalhando na área há quase dois anos, já venceu concursos de beleza GG e faz diversos trabalhos de moda. O que não poderia prever é que, ao postar na internet as fotos de um desses ensaios, no início deste mês, seria alvo de ciberbullying e comentários gordofóbicos.

Segundo ela, tudo começou com um recado anônimo. Nele, a mulher dizia: “me diga, se você visse fotos de meninas de calcinha e sutiã acharia normal? Não acho legal meus filhos vendo fotos de meninas magrinhas, também não os quero vendo de cheinhas. A sociedade é assim, por mais que você tente mudá-la é quase uma luta perdida”. As fotos citadas eram de bastidores de um ensaio fotográfico para um catálogo de cunho comercial, sem nenhum apelo sexual. O comentário gerou revolta ao ser compartilhado por ela em seu perfil na internet, como forma de protesto.

Quando leu o comentário, Evelise não se importou, mas ao perceber o preconceito disfarçado, logo copiou o comentário e postou em sua página para “declarar guerra” ao preconceito. “Uma pessoa anônima dizendo que ver fotos de mulheres cheinhas de calcinha e sutiã não é normal? Ela nunca viu um catálogo de lingeries por acaso? Não são sensuais, apenas são fotos de roupas de baixo. Mas depois percebi que era o preconceito disfarçado de “cuidado com os filhos”. A frase que ela escreveu no final me fez pensar nessa tal sociedade preconceituosa que ela faz parte. Estou fora do “padrão Gisele de ser”, represento as mulheres que sofrem diariamente preconceito por se aceitarem ser gordinhas”, comenta a modelo.

Para Evelise, esta foi uma forma de manifestar a gordofobia, termo usado para indicar pessoas que tem preconceitos com pessoas acima do peso. “Fotografar com lingerie mesmo tendo um corpo avantajado é o que realmente muitos acham loucura, mas digo que fotografar só de calcinha e sutiã ė uma arte, exige muito do profissional, para buscar o melhor ângulo e também da modelo, para ter o equilíbrio entre o sensual e o vulgar. Nunca fui vulgar. Se alguém julgar assim, está sendo preconceituoso”, diz Evelise.

Outro comentário veio de um rapaz que disse: “desfiles de mulheres plus size nada mais é do que celulites ambulantes”. “Quando eu namorava, já ouvi dizerem “o que será que esse cara tá fazendo com essa gorda?”. Outra enviou um recado a um ex dizendo “tá namorando uma plus size, é?”, mas falando de maneira grosseira. Não entendo como pode existir tanta gente preconceituosa”, conta a modelo, que aproveitou o manifesto #lingerieday, na última quinta-feira (31), para reforçar a campanha de aceitação. “Temos que aceitar o corpo que temos e se preocupar mais com saúde do que com beleza. Se somos gordinhas, mas somos saudáveis, não tem porque recebermos tantas ofensas”, finaliza.

Gordofobia

Foto polêmica fazia parte de trabalho realizado para catálogo de lingeries (foto: Arquivo Pessoal)
Foto polêmica fazia parte de trabalho realizado para
catálogo de lingeries (foto: Arquivo Pessoal)

“Você tem um rosto tão lindo, nunca pensou em emagrecer?”, “Você não pensa futuramente, pode problemas devido seu tamanho?”. Para pessoas acima do peso, essas são frases típicas de gordofobia, mascarada como “preocupação com a saúde”. O incomodo das pessoas é causado pela aceitação do corpo das consideradas plus size. “Hoje essas críticas preconceituosas não me abalam. Recebo mensagens de carinho, de jovens que estão ou saíram de depressões por não aceitaram o corpo e que quando se deparam com alguma foto minha e percebem que podem ser bonitas apesar de gordinhas. Temos que vencer o preconceito externo e aceitarmos nossos corpos”, explica Evelise.

Para a psicóloga Etienne Janiake, a gordofobia é consequência da “ditadura da beleza” que vivemos atualmente. “Ela associa o belo a um ideal de magreza muitas vezes inatingível e não necessariamente saudável. Para atingir esse padrão imposto, muitas vezes os jovens se submetem a sacrifícios em prol do “corpo ideal” e o fato de ter pessoas que, por opção ou por imposições circunstanciais, não seguem esse padrão e estão acima do peso aceitável, incomoda”.

Para a especialista, a gordofobia se deve tanto a não aceitação do diferente, quanto à dificuldade de conceber que é possível optar por não seguir os padrões socialmente valorizados de corpo e de beleza. “É necessário que a pessoa compreenda que existe um padrão de beleza culturalmente construído, que se modifica conforme a época e local. Esse padrão, idealizado e distante da maioria das pessoas, desconsidera a diversidade natural da beleza humana, impondo certas características que não se adéquam a todas as pessoas. Viver se comparando e procurando atingir esse ideal de beleza imposto, muitas vezes acaba funcionando no sentido contrário, abafando a real beleza que vem do estar bem consigo mesmo, de ter uma boa auto-estima, e da valorização e livre expressão das diferenças individuais que faz de cada ser humano único, especial e belo”, orienta Etienne.

O cyberbullying é uma prática que envolve o uso de  tecnologias de informação e comunicação para dar apoio a comportamentos deliberados, repetidos e hostis praticados por um indivíduo ou grupo com a intenção de prejudicar o outro. Para lidar com esse fenômeno de forma preventiva, especialista indicam orientar e informar as crianças e adolescentes sobre os cuidados na exposição à mídia ou a importância de ter critério naquilo que publicam na rede.

Se o cyberbullying ocorre, é necessário avaliar o caso para fazer os encaminhamentos necessários. De forma geral são necessárias ações judiciais, para identificar e interromper o compartilhamento das mensagens prejudiciais, e por outro lado é importante contar com um apoio psicológico para a vítima, para que ela consiga lidar melhor com as conseqüências desestruturantes que essa exposição negativa pode acarretar.

Para psicóloga, é muito comum os jovens vítimas de cyberbullying terem como conseqüência problemas psicológicos sérios como depressão, síndrome do pânico e até ideias e comportamentos suicidas. “É importante quem estiver à volta estar atento aos seguintes sinais que podem ser indicativos de cyberbullying: isolamento, queda no rendimento escolar ou excesso repentino de dedicação aos estudos no caso de crianças e jovens, não querer estar com amigos ou não querer sair de casa”, explica Etienne.

Ainda segundo a especialista, as agressões feitas pela internet podem ter um efeito ainda mais prejudicial do que aquelas feitas pessoalmente, devido à dimensão de exposição que ela pode alcançar. “Uma agressão verbal feita de forma presencial fica restrita ao conhecimento das pessoas presentes, já uma ofensa publicada no meio virtual rapidamente pode se espalhar para um grande número de pessoas, comprometendo a imagem da pessoa agredida”, diz.

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35 Momentos que não podiam ser capturados em melhor hora

publicado no Tudo Interessante

Já mostramos aqui 17 fotos tiradas no momento perfeito e 21 Imagens do momento que antecede um desastre. E agora você vai ver mais algumas fotos que foram capturadas na melhor hora possível.

É impressionante a habilidade desses fotógrafos de tirar fotos no timing perfeito, mas claro que eles contaram com um pouco de sorte.

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