Instagram é apontado como rede social que mais causa depressão

(foto: Addiction blog)
(foto: Addiction blog)

Publicado originalmente no Olhar Digital

Análise publicada pelo site Slate concluiu que o Instagram é a rede social que mais causa depressão nos usuários devido a comparações entre os perfis que podem afetar a auto-estima.

Para Hanna Krasnova, pesquisadora da Universidade Homboldt de Berlin, uma foto apresenta indícios mais explícitos de pessoas sendo felizes, ricas e bem-sucedidas do que uma simples atualização de status. “Você não inveja um simples post”, defende.

Krasnova alerta para um efeito espiral: sempre que inveja a foto de alguém, o usuário tende a tirar outra na qual aparente estar mais feliz… e a competição se prolonga. Além disso, a pesquisa indica que as pessoas passam tanto tempo montando uma imagem bonita e escolhendo o melhor filtro que não percebem o tempo investido na rede.

Há uma série de estudos que avaliam o impacto que as redes sociais têm para efeitos de depressão. A pesquisa utilizada para esta notícia é: “Eles São Mais Felizes e Têm Vidas Melhores do que Eu: O Impacto do Uso do Facebook na Percepção de Outras Vidas”.

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Autora do ‘trote da bunda’ em programa da Record diz: ‘Fiz para eles ficarem espertos’

Momento em que o amigo da adolescente aparece e mostra a bunda em rede nacional (foto: Reprodução/Youtube)
Momento em que o amigo da adolescente aparece e mostra a bunda em rede nacional (foto: Reprodução/Youtube)

Ricardo Senra, na Folha de S.Paulo

O verbo “trollar” ainda não está no dicionário. Mas a adolescente paulistana Graziela, 15, aproveitou um programa evangélico da Record para mostrar na prática o que o termo significa.

Enquanto participava, ao vivo, do programa “Fala que Eu te Escuto” desta madrugada (31), a adolescente fez sinal para um amigo: ele apareceu, abaixou as calças e mostrou a bunda em rede nacional.

Explicado está. O verbo trollar surgiu nas redes sociais e significa “tirar sarro” ou “provocar”. E não demorou para o termo chegar à TV.

“Eu sempre tive vontade de fazer isso”, disse a jovem à sãopaulo.

Segundo ela, o programa “chama qualquer um” para participar ao vivo. “Fiz para eles ficarem espertos”, disse.

A reação foi imediata: o pastor Andre Cajeu, apresentador do programa, pediu para que a menina saísse do ar. “Algumas pessoas não têm nenhuma vergonha na cara”, disse.

No YouTube, o vídeo já foi replicado mais de dez vezes e acumula mais de 5.000 visualizações. A garota, que não é evangélica, não esperava o burburinho.

“Não imaginava [a repercussão]. Se soubesse, não tinha feito.”

Então, não faria de novo? “Só se fosse para causar novamente”, brincou.

O amigo que abaixou as calças não quis se identificar. Por telefone, a Record informou que apenas a Igreja Universal do Reino de Deus, que paga pela exibição do “Fala que Eu te Escuto” na grade da emissora, poderia comentar o fato.

Os pastores responsáveis pelo programa disseram que a resposta será dada, também ao vivo, na edição de hoje à noite.

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Executivos brasileiros acham-se melhores do que chefes

Publicado originalmente na Folha de S.Paulo

foto: Shutterstock
foto: Shutterstock

Os executivos brasileiros se acham iguais ou melhores líderes do que os próprios chefes, segundo os resultados de uma pesquisa feita com 373 profissionais de empresas brasileiras pela consultoria Lee Hatch Harrison neste ano.

De uma nota de 1 a 5 para sua liderança, os executivos se autoavaliam em 4. Quando pede-se para que eles deem a mesma nota aos seus chefes imediatos, a média ficou em 3,6.

Quando os profissionais vão avaliar os outros colegas o resultado é um 3, em média.

Uma outra descoberta da pesquisa é que quanto mais novo o executivo, mais bem ele se autoavalia em relação ao chefe. Entre os profissionais que têm entre 30 e 38 anos, 47% se julgam melhores líderes do que o superior imediato.

Já entre os que têm entre 55 e 62, os que se acham melhores do que os chefes são 31%.

O setor de vendas é o que concentra profissionais que julgam ser melhores líderes do que os chefes. Nessa área, eles são 54% do total de executivo.

Na outra ponta está o setor de serviços, onde 25% acham que estão à frente do superior.

A maioria dos respondentes é de gerentes -59%. Outros 35% são diretores, e 6%, presidentes.

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Mulheres compram itens de grife para afastar as inimigas, afirma estudo

Mulheres compram itens de grife para afastar as inimigas, afirma estudo (foto: Getty Images)
Mulheres compram itens de grife para afastar as inimigas, afirma estudo (foto: Getty Images)

Publicado originalmente no Virgula

De acordo com um estudo da Universidade de Minnesota, mulheres gostam de comprar itens de luxo para afirmar aos outros sobre sua estabilidade amorosa e financeira. E mais do que isso, manter as rivais longe do seu homem.

Para chegar a esta conclusão, os pesquisadores conversaram com várias mulheres e concluíram que as que eram consideradas mais ciumentas foram as que tinham bolsas e roupas com os logos de grifes em tamanhos maiores em relação às outras.

O que também explica esse resultado da pesquisa é que mulheres comprometidas querem estar mais bonitas para seus amados, fazendo-as investirem mais em grifes.

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Fábrica de iPhone na China pede para funcionário tirar a blusa para provar que não tem tatuagem

Mulheres grávidas, pessoas com mais de 35 anos e menos de 1,50m também são proibidas de trabalhar

Na China, tatuagens são associadas a criminosos (foto: Arquivo)
Na China, tatuagens são associadas a criminosos (foto: Arquivo)

Publicado originalmente em O Globo

Uma fábrica de iPhone na China pede que seus funcionários tirem a camisa para provar que não têm tatuagem. A ausência de desenhos na pele é apenas um dos pré-requisitos para atuar na fábrica, que também não contrata mulheres grávidas, pessoas com menos de 1,50m, profissionais com mais de 35 anos de idade e ainda aqueles de determinados grupos étnicos, de acordo com o Yahoo! Finance. Tradicionalmente, os chineses associam tatuagens ao crime.

O China Labor Watch infiltrou profissionais nas fábricas usadas pela Apple em períodos de duas a seis semanas e encontrou um pôster na Pegatron que informava as restrições. Na AVY, subsidiária da Pegatron, os funcionários eram solicitados a tirar a camisa. Também na AVY, além das tatuagens, marcas de queimadura de cigarros e penteados “diferentes” ou cabelos coloridos não são tolerados.

Quem atua nas fábricas chinesas costuma trabalhar mais de 60 horas por semana, ganhando cerca de R$ 3 por hora.

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