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Casais discutem 104 vezes por ano por bagunça, diz pesquisa

Bagunça na casa pode ser motivo até de separação

Bagunça na casa pode ser motivo até de separação

Publicado originalmente no Terra

Uma pesquisa constatou que casais britânicos discutem 104 vezes por ano por causa da bagunça em suas casas. Segundo o site do jornal Daily Mail, as discussões afetam a vida sexual e ainda faz com que alguns se separem.

O estudo descobriu que 67% das mulheres se recusam a ter relações sexuais quando estão cheias de roupas para dobrar, pendurar ou passar.

Segundo a pesquisa, um em cinco casais briga uma vez por semana sobre quem fez a bagunça na casa.

As maiores reclamações das mulheres são quanto a roupas jogadas no chão pelos parceiros. Cerca de 36% se irrita com isso. E quanto aos homens, 18% dos entrevistados acreditam que é função das parceiras cuidar da organização da casa. Eles ainda disseram se irritar com a quantidade de produtos que a mulher tem espalhado pela casa.

As discussões por organização podem até resultar no fim de um relacionamento. Na pesquisa, 13% das mulheres disseram que terminariam a relação se o homem se recusar a mudar os hábitos.

Foto: Getty Images

Doença rara em menino inglês causa coceira parecida com picadas de 500 mil mosquitos

Aaron e a mãe Jaqueline

Aaron e a mãe Jaqueline (Foto: Caters News/The Grosby Group / Caters News/The Grosby Group)

publicado no Extra

O pequeno Aaaron Higgins, de 4 anos, sofre de uma coceira incontrolável que, de acordo com os médicos, é como se estivesse sendo picado por 500 mil mosquitos, segundo o site Metro. A estranha sensação é causada por uma doença genética rara chamada Síndrome de Alagille, que acumula bile em seu corpo, atingindo órgãos vitais como o fígado e o coração. O menino faz parte de uma estatística em que apenas uma a cada 100 mil crianças é afetada.

Aaaron Higgins brinca em casa
Aaaron Higgins brinca em casa Foto: Caters News/The Grosby Group

- Acontece em ondas. Ele pode ficar algumas semanas sem sentir isso, depende do acúmulo de bile. Quando ele não está se coçando fica bem. É de cortar o coração. Quando ele está realmente mal fica nas escadas gritando ‘mamãe me ajude’ com sangue escorrendo de suas pernas ou ouvidos – contou a mãe, Jacqueline, ao site Metro.

Aaron já passou por quinze cirurgias, mas a única esperança de alívio para a coceira é um transplante de fígado, que não deve curá-lo completamente. No próximo mês ele será submetido a uma avaliação por especialistas em fígado do Kings College Hospital, em Londres, na Inglaterra.

 

Aaaron Higgins brinca em casa

 

Leilão da ‘virgindade’ de boneca inflável chega a R$ 100 mil

Valentina é uma boneca inflável de nova geração, mais realista.
Vencedor poderá passar uma noite com ela em um motel de SP.

Valentina é uma boneca inflável de nova geração que tem 'virgindade' leiloada (Foto: Divulgação)

Valentina é uma boneca inflável de nova geração
que tem ‘virgindade’ leiloada (Foto: Divulgação)

Publicado originalmente no G1

Um leilão na internet pretende vender a “virgindade” de uma boneca inflável, e o sucesso do acessório já alcançou os R$ 100 mil. Valentina, o nome da boneca, estará exposta em uma feira erótica que acontece entre na cidade de São Paulo e passará uma noite com quem der o lance mais alto.

O leilão é promovido pela empresa Sexônico, uma das organizadoras do evento que trará ao Brasil diversos tipos de bonecas infláveis.

Valentina é uma “Real Doll”, uma nova geração de bonecas infláveis, muito mais realista, com pele sintética, cabelos e peso similares ao de uma mulher. Para o uso, ela deve ser colocada por alguns minutos em uma banheira quente para que ela fique com a temperatura próxima a do corpo humano. Ela custa cerca de US$ 7 mil nos Estados Unidos e é uma das primeiras a chegar no Brasil.

O leilão da virgindade da Valentina começou em R$ 5 mil e em poucos dias chegou a R$ 100 mil. Ele será finalizado no dia 31 de março, quando o vencedor poderá passar uma noite com Valentina.

Além de ser o primeiro a usar a boneca inflável, o ganhador terá uma noite em uma suíte presidencial de um motel na capital paulista, um jantar à luz de velas com champanhe francesa, banho aromático com pétalas de rodas e translado. Quem não mora em São Paulo receberá passagem aerea.

Valentina e outros tipos de bonecas infláveis estarão expostas na 1ª Mostra Internacional de Bonecas Infláveis, que acontece entre os dias 6 a 9 de março em São Paulo. De acordo com o site, a entrada é gratuita.

Contato com a religião depende mais dos pais que da escola

Primeiro contato com religião se dá por meio da família Foto: Shutterstock

Primeiro contato com religião se dá por meio da família
Foto: Shutterstock

Publicado por Vida de Mãe

Os brasileiros são um povo de fé. Segundo dados do Censo de 2010, 92% das pessoas declaram ter alguma religião, em sua maioria (87%) a cristã. Essa religiosidade é transmitida às crianças pelos pais e por outros familiares, mas a forma como esse contato inicial é absorvido é variável. Para o professor César Leandro Ribeiro, coordenador do Departamento de Teologia da PUC-PR, se a criança vai ter esse primeiro contato como algo positivo ou negativo, depende da significação que ela vai dar às descobertas: “A religiosidade está intimamente atrelada à experiência”, comenta.

Ribeiro exemplifica, dizendo que uma boa relação da criança com os pais ou com figuras de autoridade torna mais fácil a aceitação da religião, “pois há uma projeção da imagem da autoridade na imagem de Deus”. O oposto, garante Ribeiro, também é verdadeiro: relações familiares negativas podem afastar os jovens da religião.

Após o contato inicial feito em casa, nas escolas, as crianças têm acesso às aulas de ensino religioso, ampliando o conhecimento e a compreensão da área. Mesmo que de matrícula facultativa, no Brasil, o ensino religioso deve ser oferecido pelas escolas públicas de ensino fundamental. Mas, mesmo que a legislação assegure o respeito à diversidade cultural religiosa do País, o Ministério da Educação informa que “questões mais específicas são decididas por cada sistema de ensino, no âmbito de sua autonomia”, o que significa que o conteúdo ministrado e o respeito à matrícula facultativa fogem ao controle do órgão federal.

Ribeiro nota uma mudança fundamental na forma como as religiões são tratadas em sala de aula. “Antes, o ensino era confessional. Hoje, é área de conhecimento”. Esse novo formato, adotado para abranger o sincretismo religioso brasileiro, busca o estudo de variadas religiões, do catolicismo ao candomblé, do espiritismo às crenças orientais. Quem atesta isso é a pedagoga Tânia Wiacek, que ministra aulas de Ensino Religioso na Escola Municipal CEI Belmiro César, de Curitiba. “Não há doutrinação, mas uma apresentação de valores e rituais de cada religião”. Na escola, as crianças iniciam o estudo das religiões no 1º ano do ensino fundamental, aos seis anos.

Mas o professor Ribeiro diz que existe resistência às mudanças: grupos defendem a volta do ensino confessional, nos moldes de pastorais, que atuam mais no campo da ação. A ação pastoral está associada ao catolicismo e é a forma que a igreja encontra de sair do campo das ideias e prestar serviços à comunidade.

Como lidar com as diferenças

Muitas instituições de ensino no Brasil são católicas ou de alguma ordem religiosa específica. Dessa forma, outra problemática se apresenta: como o colégio ensina diferentes crenças às crianças. De acordo com Ribeiro, o mais importante é que se valorize o respeito. “Se alguma escola católica age com preconceito em relação a algum aluno de outra religião, está indo contra seus próprios princípios; não está sendo cristã”, diz. Segundo Ribeiro, precisamos buscar o meio-termo, fugindo de extremismos. Afinal, uma escola católica, mesmo que baseada nos princípios do Evangelho, vai formar seres humanos e não necessariamente cristãos, resume o teólogo.

Segundo a educadora Tânia, os alunos aceitam bem as diferenças religiosas. “O preconceito está nos pais, não nas crianças”, revela. Frente ao ensino religioso, alguns responsáveis demonstram medo de que haja, na escola, a doutrinação de alguma crença contrária à que se cultiva em casa. Como na rede pública de ensino a matrícula na disciplina é facultativa, os pais podem optar por não inscrever os filhos. “Cabe aos pedagogos explicar as aulas e explicitar que não há tentativa de doutrinação, mas sim uma apresentação de variadas culturas”, diz Tânia. Como resultado desse esforço, revela ela, 100% dos alunos frequentam suas aulas.

O teólogo Ribeiro não vê um distanciamento da nova geração do campo religioso. Mesmo que as crianças hoje recebam muito mais informações do que gerações anteriores, para o professor não há uma grande mudança aparente. “O ser humano, essencialmente, é o mesmo”. Assuntos em alta hoje, a preservação da natureza e a vida comunitária – mesmo que online – se aproximam muito mais dos princípios da igreja do que a rebeldia de gerações anteriores, que lutaram contra todas as formas de autoridade. “Quanto mais eu ando por aí, mais eu vejo como os jovens são extremamente generosos. Acredito muito nessa nova geração”, completa.

Significação de experiências muda forma como criança vê religiosidade Foto: Shutterstock

Significação de experiências muda forma como criança vê religiosidade
Foto: Shutterstock

Conforme especialista, crianças não estão se afastando da religião Foto: Shutterstock

Conforme especialista, crianças não estão se afastando da religião
Foto: Shutterstock

Hoje, ensino religioso é considerado área de conhecimento Foto: Shutterstock

Hoje, ensino religioso é considerado área de conhecimento
Foto: Shutterstock

Legislação assegura respeito à diversidade cultural religiosa Foto: Shutterstock

Legislação assegura respeito à diversidade cultural religiosa
Foto: Shutterstock