Mulheres compram itens de grife para afastar as inimigas, afirma estudo

Mulheres compram itens de grife para afastar as inimigas, afirma estudo (foto: Getty Images)
Mulheres compram itens de grife para afastar as inimigas, afirma estudo (foto: Getty Images)

Publicado originalmente no Virgula

De acordo com um estudo da Universidade de Minnesota, mulheres gostam de comprar itens de luxo para afirmar aos outros sobre sua estabilidade amorosa e financeira. E mais do que isso, manter as rivais longe do seu homem.

Para chegar a esta conclusão, os pesquisadores conversaram com várias mulheres e concluíram que as que eram consideradas mais ciumentas foram as que tinham bolsas e roupas com os logos de grifes em tamanhos maiores em relação às outras.

O que também explica esse resultado da pesquisa é que mulheres comprometidas querem estar mais bonitas para seus amados, fazendo-as investirem mais em grifes.

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Fábrica de iPhone na China pede para funcionário tirar a blusa para provar que não tem tatuagem

Mulheres grávidas, pessoas com mais de 35 anos e menos de 1,50m também são proibidas de trabalhar

Na China, tatuagens são associadas a criminosos (foto: Arquivo)
Na China, tatuagens são associadas a criminosos (foto: Arquivo)

Publicado originalmente em O Globo

Uma fábrica de iPhone na China pede que seus funcionários tirem a camisa para provar que não têm tatuagem. A ausência de desenhos na pele é apenas um dos pré-requisitos para atuar na fábrica, que também não contrata mulheres grávidas, pessoas com menos de 1,50m, profissionais com mais de 35 anos de idade e ainda aqueles de determinados grupos étnicos, de acordo com o Yahoo! Finance. Tradicionalmente, os chineses associam tatuagens ao crime.

O China Labor Watch infiltrou profissionais nas fábricas usadas pela Apple em períodos de duas a seis semanas e encontrou um pôster na Pegatron que informava as restrições. Na AVY, subsidiária da Pegatron, os funcionários eram solicitados a tirar a camisa. Também na AVY, além das tatuagens, marcas de queimadura de cigarros e penteados “diferentes” ou cabelos coloridos não são tolerados.

Quem atua nas fábricas chinesas costuma trabalhar mais de 60 horas por semana, ganhando cerca de R$ 3 por hora.

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AfroReggae vai voltar a funcionar no Complexo do Alemão

Reunião que decidiu a reabertura da sede do AfroReggae (foto: Reprodução)
Reunião que decidiu a reabertura da sede do AfroReggae (foto: Reprodução)

Publicado originalmente no Extra

Pouco mais de uma semana após anunciar o término das atividades do AfroReggae no Complexo do Alemão, o coordenador da ONG, José Junior, anunciou pelo Twitter que a sede será reaberta nesta terça-feira. “Reunião com as equipes do @AfroReggae e tomamos uma decisão: Reabrirmos o Alemão!”, escreveu Junior na rede social.

Segundo depoimento de Junior à Delegacia de Combate às Drogas, no último dia 18, um líder comunitário da favela foi procurado por três traficantes do local. Eles teriam afirmado que se o AfroReggae não saísse do Complexo do Alemão, o tráfico iria “explodir tudo”.

— Existe uma questão de segurança séria, as pessoas da equipe podem ser assasinadas. Tenho muito receio que os ex-traficantes que tiramos do crime sejam atingidos também — disse, na época.

Ele acusa o pastor Marcos Pereira, líder da Assembleia de Deus dos Últimos Dias, que está preso, de ser o mandante. Segundo Júnior, o pastor, preso em Bangu por acusação de estupro de duas fiéis da Igreja, também estaria por trás do incêndio na pousada mantida pelo AfroReggae, que ocorreu na madrugada do dia 16.

O prédio do AfroReggae (foto: Pablo Jacob / O Globo)
O prédio do AfroReggae (foto: Pablo Jacob / O Globo)

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Robson Rodovalho: líder da Igreja Sara Nossa Terra quer construir templo de 40 milhões de reais

Rodovalho: 40 milhões de reais para investir em nova sede (foto: Glênio Detmar)
Rodovalho: 40 milhões de reais para investir em nova sede (foto: Glênio Detmar)

João Batista Jr., na Veja SP

Os planos do bispo goiano Robson Rodovalho, fundador da igreja evangélica Sara Nossa Terra, são ambiciosos: quer dobrar os atuais 113 templos da capital até o primeiro semestre de 2015. Também mandou uma equipe de pastores procurar na Zona Sul um terreno grande, que possa abrigar um prédio com capacidade para 30 000 pessoas, onde vai levantar a nova sede da congregação — hoje localizada na Rua Augusta. “Vou investir 40 milhões de reais nesse projeto”, diz. “Será algo sem excessos.” A frase faz alusão ao Templo de Salomão, que a Universal está construindo na Zona Leste ao custo de 400 milhões de reais. “Os fiéis colaboram conosco na base das lágrimas, não podemos cometer exageros.”

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Espanha tem a primeira vereadora com síndrome de Down

Ángela Bachiller, de 29 anos, tomou posse na Câmara de Valladolid nesta segunda-feira

Ángela Bachiller na cerimônia de posse (foto: Reprodução do site 20minutos.es)
Ángela Bachiller na cerimônia de posse (foto: Reprodução do site 20minutos.es)

Publicado originalmente em O Globo

MADRI – Ángela Bachiller, de 29 anos, tomou posse na Câmara de Valladolid nesta segunda-feira, tornando-se a primeira vereadora com síndrome de Down da Espanha.

Ángela vai substituir Jesús García Galván, que se retirou há cerca de um mês acusado de suborno num processo de licenciamento urbanístico.

A candidatura da jovem pelo Partido Popular (PP) nas últimas eleições municipais foi bem recebida pelas associações de pessoas com deficiência.

Em entrevista aos meios locais, Ángela justificou sua decisão de participar do pleito:

“É para que as pessoas percebam que nós, pessoas com deficiência, podemos tudo, temos muita força de vontade”.

A jovem trabalhava como auxiliar administrativa no Departamento de Bem-Estar Social da prefeitura.

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