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Clientes pagam café com beijo em cafeteria na Austrália

Promoção convida clientes a darem um “beijo verdadeiro” para ganharem um café. Vídeo é sucesso nas redes

CASAIS SÃO CONVIDADOS A DAREM UM BEIJO VERDADEIRO PARA NÃO PAGAREM O CAFÉ (Foto: Youtube)

Casais são convidados a dar um beijo verdadeiro para não pagarem o café (Foto: Youtube)

Publicado originalmente na Marie Claire

Uma cafeteria em Sydney, na Austrália, está fazendo sucesso com uma promoção diferente no mês de junho. Entre as 9h e as 11h da manhã, todos os casais que entrarem para pedir um café no local pagam com um beijo.

A campanha “Pay with a kiss” (“Pague com um beijo”, em português) tem até vídeo no Youtube. Os casais são abordados por um funcionário da cafeteria Metro St. James que diz que eles podem pagar o café com um “beijo de verdade”.

A ação tem feito muito sucesso nas redes sociais. Em ritmo de dia dos namorados por aqui, imagine se a moda pegasse no Brasil?

Berço de papelão garante igualdade entre bebês na Finlândia

Bebês de todas as classes sociais dormem em caixas de papelão na Finlândia. (Foto:Milla Kontkanen)

Bebês de todas as classes sociais dormem em caixas de papelão na Finlândia. (Foto:Milla Kontkanen)

Helena Lee, na BBC [via Diário da Saúde]

Há 75 anos, todas as mulheres grávidas na Finlândia recebem um kit de maternidade do governo. O kit inclui uma caixa com roupas, lençóis e brinquedos.

E a ideia é que a própria caixa seja usada como berço durante os primeiros meses de vida do bebê.

Muitos acreditam que o kit ajudou a Finlândia a alcançar uma das mais baixas taxas de mortalidade infantil do mundo.

É uma tradição com origem na década de 1930, e adotada para dar a todas as crianças na Finlândia um começo de vida igual, independente da classe social.

O kit de maternidade, é um presente do governo, e está disponível para todas as gestantes.

Ele contém macacões, um saco de dormir, roupas de inverno, produtos de banho para o bebê, assim como fraldas, roupas de cama e um pequeno colchão.

Com o colchão no fundo, a caixa torna-se a primeira cama do bebê. Muitas crianças, de todas as classes sociais, têm seus primeiros cochilos dentro da segurança das quatro paredes da caixa de papelão.

As mães podem escolher entre receber a caixa, ou uma ajuda financeira, que atualmente é de 140 euros (R$390) – 95% optam pela caixa, que vale muito mais.

Pré-natal garantido

A tradição começou em 1938, mas inicialmente o sistema só estava disponível para as famílias de baixa renda. Mas isso mudou em 1949.

“A nova lei diz que, para receber o kit ou o dinheiro, as gestantes têm que visitar um médico ou uma clínica pré-natal municipal antes do quarto mês de gestação,” disse Heidi Liesivesi, que trabalha no Kela, o Instituto de Seguro Social da Finlândia.

Na década de 1930, a Finlândia era um país pobre e a mortalidade infantil era alta – 65 em 1.000 bebês morriam. Mas os números melhoraram rapidamente nas décadas que se seguiram.

Mika Gissler, professora do Instituto Nacional para Saúde e Bem-Estar em Helsinque, acredita que o kit de maternidade e os cuidados pré-natal para todas as mulheres, introduzido na década de 1940, um sistema de seguro de saúde nacional, e um sistema central da rede hospitalar na década de 1960 foram fundamentais para reverter essa situação.

Mães mais felizes do mundo

Aos 75 anos de idade, o kit é agora uma parte estabelecida do rito finlandês de passagem para a maternidade, unindo gerações de mulheres.

“É fácil saber em que ano os bebês nasceram, porque as roupas do kit mudam um pouco a cada ano. É bom comparar e pensar: ‘Ah, aquele menino nasceu no mesmo ano que o meu’”, diz Titta Vayrynen, de 35 anos, mãe de dois filhos pequenos.

Para algumas famílias, o conteúdo da caixa seria inviável se não fosse gratuito.

“Um relatório publicado recentemente dizia que as mães finlandesas são as mais felizes do mundo, e na hora eu pensei na caixa. Somos muito bem cuidadas pelo governo, mesmo agora, que alguns serviços públicos sofreram pequenos cortes”, diz ela.

“Os bebês costumavam dormir na mesma cama que os pais, e foi recomendado que esse costume acabasse”, disse Panu Pulma, da Universidade de Helsinque. “Incluir a caixa no kit serviu como um incentivo para os pais colocarem os bebês para dormir separados deles.”

Em um certo momento, mamadeiras e chupetas foram removidos para incentivar o aleitamento materno.

“Um dos principais objetivos de todo o sistema era fazer com que as mulheres amamentassem mais”, diz Pulma. “E funcionou.”

Ele também acha que incluir livros infantis teve um efeito positivo, encorajando as crianças a segurar os livros, e, um dia, lê-los.

Pulma acredita que a caixa é um símbolo. Um símbolo da ideia de igualdade, e da importância das crianças.

Campanha envia fezes de cão pelo correio a donos que não as recolhem

Ação foi realizada em Brunete, na Espanha. Responsáveis recebiam sujeira pelo correio em caixa de ‘objeto perdido’.

Donos foram surpreendidos com caixas de 'objetos perdidos' que continam fezes de seu animal de estimação (Foto: Reprodução/YouTube/Europapress)

Donos foram surpreendidos com caixas de ‘objetos perdidos’ que continam fezes de seu animal de estimação (Foto: Reprodução/YouTube/Europapress)

Publicado originalmente no G1

Em Brunete, uma pequena cidade de 10 mil habitantes a oeste de Madrid, na Espanha, uma campanha curiosa começou a ser feita voltada para os donos de cachorros que não recolhiam as fezes do animal, ao enviar os dejetos do cão para a casa do responsável. A agência Europa Press publicou um vídeo em espanhol mostrando a campanha.

De acordo com o jornal “La Verdad”, a agência McCann contou com a ajuda de 20 voluntários, que observaram se a pessoa deixava de recolher o cocô do cachorro. Depois disso, os participantes recolhiam a sujeira, e colocavam em uma caixa que dizia “objeto perdido”.

O voluntário seguia o dono do cachorro e perguntava o nome e a raça do bicho, para que pudesse encontrá-lo no banco de dados de animais da cidade. O último passo era enviar as fezes pelo correio, que chegaram a 147 responsáveis, junto com um bilhete de explicação, dizendo que, no caso de reincidência, poderia haver uma multa de 30 a 300 euros.

O jornal aponta que, depois da campanha, o número de fezes de cachorro encontradas nas ruas diminuiu em 70%.

Evangélicos fazem ato em Brasília por liberdade religiosa

Público participa de manifestação na Esplanada dos Ministérios nesta quarta-feira (5) , em Brasília (Foto: Valter Campanato/Abr)

Público participa de manifestação na Esplanada dos Ministérios nesta quarta-feira (5) , em Brasília
(Foto: Valter Campanato/Abr)

Publicado originalmente no G1

Integrantes de grupos evangélicos tomaram o gramado em frente ao Congresso Nacional, em Brasília, para manifestar pela liberdade religiosa, pela liberdade de expressão e pelos valores da família tradicional, na tarde desta quarta-feira (5). A organização do evento estima que 100 mil pessoas participem do evento, que prossegue até a noite.

A Polícia Militar estimou que, por volta das 17h30, 40 mil pessoas se aglomeravam em frente ao palco montado na Esplanada dos Ministérios. Segundo a polícia, houve uma discussão entre um fiel e um defensor dos homossexuais, que foi rapidamente contornada. Um adolescente de 12 anos passou mal por causa do calor. Ele foi atendido em uma ambulância e apresentou melhora.

Segundo o Batalhão de Trânsito da Polícia Militar, aconteceram bloqueios temporários, na S1 e na N1, do Eixo Monumental, no início do evento, por volta das 15h. Não foi registrado nenhum acidente até as 17h25. O trânsito ficou complicado pela chegada de fiéis e pela saída de funcionários dos ministérios.

Às 17h, cerca de 50 pessoas, entre parlamentares e líderes de diversas igrejas evangélicas de estados como Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais estavam no palco. O evento foi aberto pelo pastor Jabes de Alencar, da Igreja Assembleia de Deus do Bom Retiro, em São Paulo, com uma oração e a execução do hino nacional brasileiro.

Pronunciamento de Silas Malafaia
Durante o evento, o pastor Silas Malafaia, da igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo, afirmou que o Brasil está confundindo liberdade com libertinagem, criticou o movimento gay e defendeu o direito de expressar a opinião sobre os homossexuais “porque a gente vive num estado democrático de direito”. “No Brasil se critica tudo, governadores, a polícia. Mas criticar a prática homossexual é homofobia”, disse.

“Quero ver o movimento gay botar 30 mil pessoas aqui no meio da semana”, prosseguiu. Segundo o pastor, o ativismo gay é “o fundamentalismo do lixo moral”. “Raça é condição. Você não pede pra ser negro ou branco. Mas homossexualismo é comportamento”, afirmou.

O pastor também se disse contra o aborto. “O feto não é prolongamento do corpo da mulher.” Ele terminou o pronunciamento com uma oração. “Livrai o Brasil da desgraça social, das leis que venham prejudicar esse povo. Pai, levanta a sua igreja unida. Nós concordarmos, o Brasil é do Senhor Jesus.”

No UOL: Manifestação de membros de igrejas evangélicas "em defesa da família tradicional, da liberdade de expressão e religiosa" reúne milhares de pessoas em frente ao Congresso Nacional, em Brasília. Organizado pelo pastor Silas Malafaia, o evento tem como objetivo marcar posição contra o casamento gay e o projeto de lei 122, que, se aprovado, criminaliza da homofobia. O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) esteve presente no evento Roberto Jayme/UOL

No UOL: Manifestação de membros de igrejas evangélicas “em defesa da família tradicional, da liberdade de expressão e religiosa” reúne milhares de pessoas em frente ao Congresso Nacional, em Brasília. Organizado pelo pastor Silas Malafaia, o evento tem como objetivo marcar posição contra o casamento gay e o projeto de lei 122, que, se aprovado, criminaliza da homofobia. O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) esteve presente no evento Roberto Jayme/UOL

Lelekes viram santos segundo tradução do Google

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Publicado originalmente no Extra

Depois que um site postou poesias criadas a partir dos resultados de busca do Google, agora chegou a vez de os Lelekes ganharem seu quinhão no mundo virtual. Explica-se! Quem digitar na ferramenta Google Tradutor o refrão “ah lelek, lek, lek, lek” (exatamente assim e tudo em letras minúsculas), solicitando a tradução do húngaro para o português, vai tomar um susto com o resultado: “Ah Espírito Santo, Santo, Santo”.

Alex, Federado e Allan são da formação original do grupo, mas estão proibidos de fazer shows (Foto: Divulgação)

Alex, Federado e Allan são da formação original do grupo, mas estão proibidos de fazer shows (Foto: Divulgação)

Mas a pergunta que não quer calar é: quem, afinal, teve a brilhante ideia de pedir essa tradução no site?!?!

dica do Antonio Catselidis, Marcos José Júnior e Weuller Rogerio Faria