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Foto de macaco com celular concorre a prêmio internacional de fotografia

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‘Facebook update’, fotografia que concorre ao prêmio (Foto: Marsel van Oosten/Divulgação)

Publicado no G1

A fotografia de um macaco da neve segurando um iPhone é um dos concorrentes de um dos prêmios mais importantes de fotografia de vida selvagem no mundo, que chega a sua 50ª edição.

O ‘Wildlife Photographer of the Year’ é organizado pela Museu de História Natural de Londres. A imagem do macaco, intitulada “Facebook Update” (“Atualização de Facebook” em inglês) foi feita pelo holandês Marsel van Oosten. Em entrevista ao site iso.500px ele contou que o macaco agarrou o aparelho das mãos de um turista que se aproximou demais do animal para fotografá-lo no parque Jigokudani, no Japão.

Neste ano um dos premiados no ‘Wildlife Photographer of the Year’ vai ser escolhido pelo voto popular, através do site da competição. Para esta categoria a página do concurso apresenta 50 imagens, pré-seleccionadas pelo júri de mais de 41 mil inscrições de quase 100 países, para a votação on-line global, que vai até 5 de setembro. Alguns brasileiros concorrem nesta categoria, como Adriana Basques, João Paulo Krajewski e Luciano Candisani.

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‘Big mouth’, fotografia da brasileira Adriana Basques que concorre ao prêmio (Foto: Adriana Basques/Divulgação)

Estudo fotográfico registra o que as pessoas comem ao redor do mundo

Projeto é dos fotojornalistas Peter Menzel e Faith D’Alusion

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publicado no Brasinstorm9

Uma das principais expressões culturais de um povo – ou um país – está na culinária. É por meio do cardápio dos habitantes de um lugar que conseguimos entender muito sobre sua história, localização geográfica, hábitos, etc. Foi partindo deste princípio que os fotojornalistas Peter Menzel e Faith D’Alusion decidiram fazer um estudo fotográfico registrando o que as pessoas comem ao redor do mundo. O resultado está no livro What I Eat: Around the World in 80 Diets.

A dupla percorreu 30 países em três anos, pedindo que as pessoas retratadas mostrassem o que elas geralmente comem ao longo de um dia, falando um pouco de sua cultura e outras informações que ajudem a entender sua cultura.

O livro pode ser adquirido pela Amazon, mas mostramos algumas das imagens abaixo.

eat australia

eat brasil

eat canada

eat canada1

eat china

eat china1

eat china2

eat egito

eat equador

eat espanha

eat eua

eat eua1

eat iemen

eat india

eat venezuela

‘Bebê ariano perfeito’ da propaganda nazista é judeu

Montagem mostra Hessy Taft hoje e a capa da revista nazista: "criança ariana perfeita" era, na verdade, judia

Montagem mostra Hessy Taft hoje e a capa da revista nazista: “criança ariana perfeita” era, na verdade, judia

Publicado na Exame

Uma descoberta e tanto após sete décadas da ascensão e queda nazista na Segunda Guerra Mundial.

Uma criança escolhida pessoalmente por Joseph Goebbels para estampar uma propaganda nazista que mostrava o exemplo de “criança ariana perfeita” é, na verdade, judia.

A mulher é Hessy Taft, de 80 anos, que vive hoje em Nova York e é professora de química.

Recentemente, ela doou uma cópia de uma revista nazista com sua foto na capa ao Memorial do Holocausto Yad Vashem, em Israel.

História

Hessy conta que, em 1935, quando tinha seis meses, sua mãe pediu a um famoso fotógrafo de Berlim, Hans Ballin, para tirar uma foto sua.

Meses depois da sessão de fotos no estúdio, a mãe de Hessy viu uma revista “Sonne ins Haus” (“Sol na Casa”, uma publicação voltada para a família) com a sua foto na capa.

A edição era feita por um amigo direto do nazista Hermann Goering. A foto de Hessy fora escolhida pessoalmente por Goebbels.

A mãe foi atrás de Ballin e questionou o motivo dele permitir o uso da foto, já que sabia desde o começo que ela e a bebê eram judias.

O fotógrafo respondeu: “Queria fazer os nazistas parecerem ridículos”.

“Eu sinto uma espécie de vingança, algo de satisfatório”, conforme reportou o The Independent.

“Estou rindo agora, mas não teria sobrevivido se os nazistas descobrissem a origem da foto”, completou.

Em 1938, o pai de Hessy foi preso pela Gestapo. A família se mudou para a Letônia e de lá foram para Paris.

Quando a cidade foi tomada pelos nazistas, fugiram para Cuba e, depois, chegaram aos Estados Unidos, em 1949.