Fotógrafo revela os efeitos do sol no rosto das pessoas

Publicado no Catraca Livre

Quando olhamos para as nossas faces no espelho, não conseguimos ver claramente os danos que o sol pode causar. O uso do protetor solar é essencial, pois protege a pele e evita doenças como o câncer de pele. Para mostrar os efeitos disso, o fotógrafo Thomas Leveritt criou uma campanha, na qual filmou várias pessoas na rua com raios ultravioletas em seus rostos.

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As imagens capturam as manchas e outros estragos causados pela exposição diária ao sol, que não podem ser vistos a olho nu. Quando as pessoas aplicam o filtro solar, a diferença na pele é enorme e a reação de surpresa é visível. O vídeo, intitulado “How the sun sees you”, foi postado pelo fotógrafo no YouTube e teve uma enorme repercussão.

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Irmãos albinos relembram momentos ao lado de fotógrafo morto em acidente

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Irmãs Estefani e Ruth leem Jornal do Commercio com notícia da tragédia Foto: Luiz Pessoa/NE10

Publicado no UOL

Kauan, hoje aos 10 anos, não se esquece do fotógrafo que conheceu aos 5. Era Alexandre Severo, 36 anos, que faleceu nessa quarta-feira (13) em acidente aéreo que vitimou também o ex-governador Eduardo Campos (PSB) e mais cinco pessoas. O menino é um dos três irmãos albinos que nasceram de mãe negra e foram retratados com extrema sensibilidade por Severo em 2009. A reportagem iniciada por ele mudou a vida da família que morava na favela do V-9, em Olinda, no Grande Recife.

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O noticiário dessa quarta chamou a atenção de Kauan e dos cinco irmãos, acostumados a assistir filmes o dia inteiro pela grande televisão de LCD que ganhou de um programa após a veiculação do caderno especial do Jornal do Commercio, escrito pelo repórter João Valadares. Os meninos achavam que conheciam aquele Alexandre Severo. Mas só tiveram a certeza nesta quinta (13), no momento em que apareceu a premiada foto de Kauan com a irmã Ruth, hoje com 15 anos, uma prima e o gato da família, no primeiro clique feito pelo fotógrafo.

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Foto dos irmãos albinos destacou talento do fotógrafo para o mundo (Foto: Alexandre Severo/JC Imagem)

O primeiro encontro entre Severo e os meninos foi em uma pauta do dia a dia, a entrega de casas populares na comunidade onde moravam, com a presença de autoridades políticas. O fotógrafo fez o primeiro registro das crianças e, percebendo a reportagem que poderia ser originada dela, mostrou ao amigo e ao diretor de redação, Laurindo Ferreira. “Voltamos, descobrindo uma história linda. Isso prova o olhar sensível de Severo e como ele era um profissional muito diferente”, relembra Valadares.

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“Ele era muito legal. Nunca perdeu a paciência”, lembra o menino que arranca queixas de Ruth por falar demais e não parar quieto, segundo ela. “Eu sou danado por vinte crianças”, assume. Assim era com Severo. Assim foi nesta quinta. Há cinco anos não largava a câmera dele e abraçava o fotógrafo constantemente. Hoje, já esperava que a equipe fosse visitá-lo e pediu logo para ele mesmo tirar as fotos. “Quero ser fotógrafo”, disse. Na semana que ‘Alexandre’, como ele chama, esteve na casa, o abraçava constantemente. “Kauan era maluco por ele”, conta João Valadares.

Os três meninos que sentem a pele queimar ao ficar expostos à luz viviam confinados na pequena casa de tábuas, enquanto um irmão negro, João, 14, podia sair para brincar. Já sabiam que Rebeka, também de pele morena, hoje aos 6, poderia ao crescer.

Para ir à escola, Ruth e Estefani, esta com 13 hoje, vestiam casacos, bonés e passavam a quantidade de protetor solar que a mãe desempregada tivesse condições de comprar. “Gostava de ficar em casa porque lá era pequeno e fechado. O sol não batia. Era pequeno e não tinha como ele (o sol) me pegar”, relata Estefani. “Agora tenho mais liberdade, mais amizades. Gosto de conversar e ver gente e só agora consigo fazer isso”, conta Ruth.

De lá para cá, a rotina mudou muito. A casa onde vivem, em Rio Doce, Olinda, foi doada por um programa de TV. Kauan lembra que as roupas com proteção contra raios solares vieram pelas mãos de Alexandre Severo. De acordo com João Valadares, após a publicação, os dois voltaram à casa muitas vezes e se preocuparam com a exposição das crianças.

Os três albinos saíram dos holofotes e ganharam uma irmã, Maria Alice, 3. Mas deixaram de chegar à casa as doações. Os tubos de protetor solar, que antes eram oito ao mês, diminuíram para três mensais, o que dura duas semanas, no máximo. Kauan perdeu os óculos e, não podendo comprar novos, teve que ler o jornal desta quinta a poucos centímetros do papel.

Com o salário mínimo que recebem de benefício para Estefani e os R$ 300 de pensão pagos pelo pai dos meninos, conseguem pagar apenas a conta de luz, de aproximadamente R$ 100. E se endividam para as outras despesas. A crítica já havia sido feita por João Valadares em 2012, na reportagem Reencontros, do JC. Nesta quinta, Rosemere fez um pedido: agradecer. Às ordens: “Quero agradecer às pessoas que doaram e a todo mundo que torceu. Quero dizer também que a gente está bem, graças a Deus.”

Apesar da dificuldade financeira da mulher que, sem qualificação, não consegue emprego, a realidade hoje é mais feliz. “Prefiro não pensar como seria se a gente não tivesse conhecido Alexandre. Do mesmo jeito (que na V-9), eu acho. Não sofro mais com o preconceito”, disse Rosemere, mãe das crianças. Antes de ter os filhos retratados por Severo, via Kauan ser chamado de “branco vira-lata” e, nas ruas, questionavam se ela era a babá dos próprios filhos. “Quando a primeira (Ruth) nasceu, não acreditei que ela era a minha filha, pensei que tinha sido trocada na maternidade. Amei mesmo assim”, conta, rindo. “Veio João, pretinho, e só percebi que eram meus quando nasceu a segunda (Estefani)”, acrescenta.

“As pessoas, sobretudo elas, é o que importavam. A alma sempre presente, estampada em seus retratos. Não à toa enxergou os meninos albinos nascidos numa família negra na periferia de Olinda. Seu ensaio correu o mundo, pela delicadeza com que registrou as diferenças de pele e de cor que desafiavam a lógica do que é preto e do que é branco”, disse a jornalista Ciara Carvalho no JC desta quinta-feira, em homenagem ao fotógrafo com quem trabalhou.

A família hoje só enxerga as diferenças de uma forma: Amor, como Rebeka é chamada, quer ser igual a Estefani, enquanto a albina quer ser negra. É a admiração que uns sentem pelos outros, tão bem retratadas cinco anos atrás pelo Alexandre que Kauan abraçou e conquistou. Ou foi o inverso? Pouco importa.

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Fotógrafo cria montagens surreais com cachorros abandonados para incentivar adoção

publicado no Catraca Livre

O fotógrafo hungáro Sarolta Bán utilizou o seu talento para incentivar as pessoas a adotarem cachorros abandonados.

No projeto Help Dogs with Images, ele coleta imagens de animais que procuram abrigo ao redor do mundo e cria montagens surreais. As pessoas que adotarem os cachorros recebem cópias das imagens.

As fotos também estão sendo comercializadas e parte da venda é revertida para os abrigos que cuidam dos animais.

Veja a galeria:

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‘Selfie’ de macaco gera briga entre fotógrafo e Wikipédia

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Publicado no Terra

A wikimedia, empresa americana por trás da Wikipédia, recusou diversos pedidos de um fotógrafo para remover uma de suas fotos, que foi usada online sem sua permissão. O argumento da companhia é que a imagem não pertence ao fotógrafo, já que foi tirada por um macaco. As informações são do Telegraph.

A selfie do macaco foi tirada em 2011, quando o fotógrafo britânico David Slater estava na Indonésia fotografando a espécie Macaca nigra. Um dos animais roubou a câmera de Slater e tirou centenas de selfies. Muitas ficaram embaçadas, mas outras fotos ficaram ótimas e Slater ficou famoso com o ocorrido.

O profissional alega que a decisão da Wikimedia de manter a foto em seu banco de dados, do qual qualquer um pode usar sem precisar pagar por direitos autorais, está atrapalhando sua fonte de renda. Enquanto ele luta pela autoria da foto, a empresa diz que a imagem foi tirada pelo próprio macaco, portanto não pertence a ele.

O fotógrafo está gastando cerca de 10 mil libras para levar o caso à Justiça, e também afirma que gastou com a viagem e os equipamentos usados para tirar as fotos. “Para cada 10 mil fotos que eu tiro, uma dá dinheiro, o que me permite continuar na profissão. E esta é uma dessas imagens”, justificou Slater.

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Fotos retratam homens com flores em suas barbas

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Publicado no Catraca Livre

O fotógrafo Pierce Thiot é conhecido por um ensaio em que coloca vários objetos do cotidiano em sua própria barba. Mas, desde os anos 1970, outros homens pelo mundo já enfeitavam seus rostos com belos arranjos de flores.

A tendência surgiu antes mesmo do movimento hippie, que inspirou pessoas em diversas regiões a viajarem usando flores no cabelo. Será que esse estilo de enfeitar as faces ainda persiste em alguns países?

Selecionamos imagens de diferentes épocas com homens utilizando flores em suas barbas. Confira:

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