Turco Louco lança o Manifesto #AquiJaz

Alberto Hiar, o Turco Louco, e um casal de modelos posam com cruzes do Manifesto #AquiJaz no centro de SP (foto: Raquel Cunha/Folhapress)
Alberto Hiar, o Turco Louco, e um casal de modelos posam com cruzes do Manifesto #AquiJaz no centro de SP (foto: Raquel Cunha/Folhapress)

Publicado por Mônica Bergamo

“Vamos renascer das cinzas”, escreveu o cantor Otto na cruz de madeira do “kit de protesto” que ganhou de Alberto Hiar, o Turco Louco, na noite da segunda-feira passada, em um restaurante japonês da Liberdade, em SP.

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O músico era um dos 20 convidados do dono da Cavalera para o lançamento informal do Manifesto #AquiJaz, que vai estar também na passarela da SPFW amanhã, quando a marca apresenta a coleção Woodstock em Bali.

O músico Otto foi um dos artistas que aderiram ao manifesto #AquiJaz: "Vamos renascer das cinzas", escreveu em sua cruz
O músico Otto foi um dos artistas que aderiram ao manifesto #AquiJaz: “Vamos renascer das cinzas”, escreveu em sua cruz

Por aqui, o Turco Louco tenta com a iniciativa fazer o máximo de gente acreditar que é tempo de mudanças. “Estas cruzes são uma ferramenta para que as pessoas possam se manifestar e dar sinais das angústias e medos que estão atormentando a todos nós brasileiros”, explicou à repórter Eliane Trindade.

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Hiar, que teve quatro mandatos —dois de vereador e dois de deputado estadual—, saiu da política partidária há sete anos. “Desisti. Cansei do discurso solitário”, declarou aos parceiros reunidos à mesa, entre eles Paulo Borges, diretor da SPFW, e os cantores Jairzinho e Max de Castro.

O cantor Jairzinho durante o lançamento do manifesto #AquiJaz, na segunda (24)
O cantor Jairzinho durante o lançamento do manifesto #AquiJaz, na segunda (24)

Em vez de faixas e cartazes, os manifestantes do #AquiJaz vão se expressar em cruzes de madeira branca, distribuídas com uma caneta hidrocor. Cada um é convidado a escrever na sua o que deseja enterrar ou ver nascer.

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“Gosto do simbolismo de morte e renascimento”, diz Otto, que promete “carregar sua cruz” na próxima Virada Cultural. Max de Castro vai enterrar a sua na frente de um banco: “$$$$, Ganância, Revólver, Violência”.

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É essa a ideia. A inspiração de Hiar foram as cruzes que cruzam o seu caminho rumo à praia de São Sebastião, no litoral norte. “Sempre que passo por uma cruz na estrada fico pensando como a pessoa morreu. Foi a imprudência que tirou aquela vida e tantas outras?”

O músico Max de Castro também aderiu ao movimento
O músico Max de Castro também aderiu ao movimento

Numa de suas cruzes plantadas na praça da Sé na quarta-feira, ele pede o fim da impunidade. “O que mais me incomoda é o cara matar para roubar um celular e saber que nada acontece com ele. Tá todo mundo com medo.” (mais…)

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Com veto a cotoveladas e ring girls, evento une MMA e igreja

Reborn Strike Fight 6, que será realizado nesta sexta-feira em São Paulo, preserva quase todas as características de um evento de MMA convencional; apenas ring girls, por ser “apelação”, e cotoveladas, que tem finalidade de “rasgar”, são proibidas nas lutas organizadas pela Igreja Renascer

Momento de oração marca início dos treinamentos (foto: Ricardo Matsukawa / Terra)
Momento de oração marca início dos treinamentos (foto: Ricardo Matsukawa / Terra)

Rodrigo Trindade, no Terra

Religiões são associadas geralmente à tranquilidade espiritual e reflexão, enquanto o MMA ainda é visto por um número grande de pessoas como uma modalidade esportiva violenta. Unindo duas coisas que na teoria são opostas, o Reborn Strike Fight 6 colocará dentro de uma igreja um octógono e diversas lutas nesta sexta-feira.

Organizador do evento, Roberto Dantas Pedroso é professor de artes marciais há 14 anos e cuida dos treinos das dezenas de alunos que comparecem às segundas e quartas-feiras ao subsolo da igreja Renascer da Avenida Morais Costa, no bairro da Vila Industrial.

A academia possui instalações humildes e utiliza um espaço cedido gratuitamente pela instituição. Tudo no ambiente foi criado pelas mãos de Roberto e seus pupilos, que montaram o espaço a partir de materiais doados por estabelecimentos próximos.

Paredes e piso foram pintados pelos praticantes de MMA no local, pessoas de idade, gênero e tamanhos diferentes. No último treino realizado na academia antes do Reborn Strike Fight 6, o público presente variava desde crianças com menos de dez anos a meninas adolescentes e lutadores profissionais. Gratuitas, as atividades são abertas e aceitam inclusive alunos que não frequentam a igreja.

“Nós recebemos todos os tipos de pessoas, até ateu, que no fim sai falando Graças a Deus. Não tem que fazer parte da igreja Renascer necessariamente. Nosso projeto é mostrar que a vida pode ser melhor e, trazendo um pouco da palavra também. Levamos o treino sério, dedicado, tanto que estamos com lutadores profissionais. No começo era complicado, porque achavam que quem treinava na igreja não podia bater. Hoje vê que não só pode bater, mas que você pode praticar o esporte, independente se você tem um adversário na frente ou não. Nós temos essa visão de que todos podem vir, participar; Se quiser fazer parte, seja muito bem vindo”, explicou Roberto.

Todos os presentes na academia participaram de primeira parte das atividades, que duraram cerca de uma hora. Durante elas, os alunos aqueceram e realizaram movimentos de lutas no ar, enquanto se viam no espelho colocado em uma das paredes do salão.

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Roberto ditava o ritmo das ações, mas não participava delas. Enquanto os mais inexperientes aprendiam os movimentos básicos do esporte, o professor e também pastor da Renascer praticava jiu jitsu com Erick “Japonês”, um dos dois atletas de mais destaque da academia e o primeiro a se firmar como profissional depois da inauguração da mesma há quase quatro anos.

“Eu treino na Reborn tem quatro anos, sou um dos pioneiros. Vim treinar através de um amigo. O primeiro dia que eu treinei aqui eu não saí mais e é a equipe que eu represento. Aqui que eu me batizei também”, disse o lutador, que continuou ao explicar que o que o atraiu para a equipe, se foi o esporte ou a igreja: “foi a academia. Eu vinha só por causa da luta mesmo, para se distrair”.

O contato próximo com a religião, no entanto, ensinou Erick a ter autoconfiança, qualidade que o ajudou dentro do octógono. “Aprendi que eu tenho que ter fé, sem ter fé você não vai a lugar nenhum. Por exemplo, o Zé ‘Reborn’ treina bem menos tempo que eu e ele tem garra, tem deus no coração. Eu não entendia isso, mas hoje eu compreendo que a fé é tudo. Ele tinha bem mais fé do que eu. Ele acreditava nele. Eu não, sentia medo. Ele vai para cima e está onde está hoje. Acabei me espelhando nele para chegar em algum lugar”, contou, citando o maior talento da academia.

Conhecido no meio profissional como Zé “Reborn”, José Alexandre Elias da Silva, chegou só para a metade séria do treino, que teve início minutos antes das 21h. Nela, os lutadores mais experientes subiram no tatame para aperfeiçoar a técnica, enquanto as dezenas curiosos e iniciantes voltavam para casa. Praticante de MMA há pouco mais de dois anos, ele foi apontado pelos colegas da Reborn como maior talento da casa.

“Eu nunca treinei nada. Aqui foi o primeiro treino que peguei mesmo. Nunca treinei capoeira, sempre tive vontade, mas nunca treinei. Aí com essa oportunidade que surgiu eu comecei a vir e estou há dois anos treinando”, afirmou “Reborn”, que participará da disputa de cinturão do evento marcado para esta sexta-feira, em Santo André. No evento, o lutador enfrentará Washington Rodrigues, para quem perdeu em janeiro de 2013.

Com o objetivo de retomar o caminho das vitórias na carreira – Zé “Reborn” perdeu seu último combate -, o atleta tem treinado com seriedade e antes do início de cada atividade na academia. Antes de todas elas, uma oração é puxada pelo pastor Roberto, fato faz com que os alunos fiquem quietos e concentrados no momento de reflexão.

“Todos os treinos nós temos uma oração no início, no finzinho do treino uma breve ministração da palavra, da verdade, e no fim outra oração. E sempre que alguém pede uma oração em alguma causa a gente sempre também faz”, esclareceu Roberto, que também comentou sobre as distinções do torneio desta sexta-feira para as principais competições da modalidade, como o Jungle Fight e o UFC.

Esta espécie de “UFC de Cristo” tem certas diferenças fundamentais em relação ao principal evento da modalidade, parte delas relacionada à doutrina da igreja e outra por princípios estabelecidos pelo próprio professor. Não há ring girls, consideradas por ele uma “apelação”, e cotoveladas são proibidas por terem como única finalidade “rasgar”.

“As pessoas falam que não combina luta dentro da igreja, mas eu acho que a perversidade, a apelação para trazer público é a pior coisa. Nós não temos ring girl”, justificou Roberto, que deu sequência a sua explicação: “se é para usar o cotovelo, não usa luva. Eu entendo assim, então já que é para preservar o atleta e o esporte é bem praticado é o esporte saudável, nós não usamos a cotovelada. Mas as demais coisas que são permitidas no UFC, nós também permitimos, porque faz parte da regra”.

A sexta edição do Reborn Strike Fight será realizada nesta sexta-feira às 20h na Rua Luiz Pinto Flaquer, número 46, no centro de Santo André. A entrada custa R$ 30, dinheiro que será utilizado para pagar a bolsa dos atletas. A competição é considerada no cartel de lutas no MMA de todos os participantes e contará com apenas Zé Reborn dentre lutadores da academia paulista.

 Oração marca o início oficial dos treinos conduzidos pelo pastor Roberto (foto: Ricardo Matsukawa / Terra)

Oração marca o início oficial dos treinos conduzidos pelo pastor Roberto
(foto: Ricardo Matsukawa / Terra)

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Com pai internado, Lívian Aragão vai a culto evangélico

Lívian ao lado do namorado em culto (foto: Xande Nolasco)
Lívian ao lado do namorado em culto (foto: Xande Nolasco)

Publicado no Extra

Filha caçula de Renato Aragão, Lívian Aragão, 15 anos, tirou a noite de domingo para ir a um culto evangélico na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio.

A adolescente está frequentando o Soul Church, igreja protestante que tem a ex-mulher de Romário, Danielle Favato, como pastora.

Lívian foi orar ao lado do namorado, Nicolas Prattes. Bem disposta, ele pediu pela saúde do pai. A mãe de seu namorado, Giselle Prattes, também estava na igreja _ ela é cantora gospel. Marcus Menna, ex-líder do LS Jack que foi recentemente batizado na mesma religião, também foi ao culto.

Renato Aragão voltou a ser internado no hospital Barra D’Or na tarde de sábado, 22, com febre alta. A equipe médica constatou que ele está com infecção urinária e ficaria em observação até segunda, 24, sendo medicado com antibióticos.

No sábado anterior, ele sofreu um infarto e ficou internado até quarta, 19, quando voltou para casa.

Lívian Aragão e o namorado (foto: Picasa / Xande Nolasco)
Lívian Aragão e o namorado (foto: Picasa / Xande Nolasco)

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A banda da sogra de Lívian (foto: Picasa / Xande Nolasco)
A banda da sogra de Lívian (foto: Picasa / Xande Nolasco)
Marcus Mena, ex-LS Jack, que foi recentemente batizado na religião (foto: Picasa / Xande Nolasco)
Marcus Mena, ex-LS Jack, que foi recentemente batizado na religião (foto: Picasa / Xande Nolasco)

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Igreja evangélica frequentada por roqueiros luta contra preconceito

Antes, durante e depois dos cultos, bandas de heavy metal evangélico tocam no palco/altar do templo
Antes, durante e depois dos cultos, bandas de heavy metal evangélico tocam no palco/altar do templo

Ricardo Senra, na Folha de S.Paulo

Para os evangélicos, eles cultuam Satanás. Pelos metaleiros, são criticados por seu jeitão bem comportado. Assim, entre a cruz e a espada, resiste desde 2006, no Alto do Ipiranga, região sul, a primeira igreja gospel frequentada por roqueiros de São Paulo.

“Sofremos com o preconceito dos dois lados”, diz o pastor Antonio Carlos Batista, 46, fundador da Crash Church (ou “igreja de impacto”, na tradução dos fundadores).

“Acolhemos quem não quer nem vestir terno nem cortar os cabelos para louvar o Senhor, nem ser violento ou negar Jesus Cristo só por causa do som que gosta de ouvir.”

Antes, durante e depois dos cultos, bandas de heavy metal evangélico tocam no palco/altar do templo
Antes, durante e depois dos cultos, bandas de heavy metal evangélico tocam no palco/altar do templo

No domingo em que a sãopaulo visitou o templo, 50 jovens cabeludos, tatuados, vestindo anéis, piercings, roupas rasgadas e longos coturnos se reuniam às gargalhadas na calçada.

Quem passa pela igreja —uma sala comercial toda pintada de preto— não entende de cara o que ocorre por ali.

Os metaleiros não bebem ou fumam, só conversam. “Nossa droga é Jesus”, diz uma fiel de cabelos verdes.

Pastor Batista reza acompanhado pelos fiéis da igreja
Pastor Batista reza acompanhado pelos fiéis da igreja

Às 17h, um solo estridente de guitarra dá o sinal: começou o culto. Do lado de dentro, paredes escuras grafitadas com desenhos gigantes de coroas de espinhos levam ao salão principal, onde está o palco/altar.

“Deus não te deixa só”, “Ele está dentro de nós”, “a vida é um ato de amor”, canta, aos berros, um coro de duas mulheres e um homem, de cabelões e roupas pretas. Quando a música termina, a plateia aplaude e grita “aleluia” e “glória a Deus”.

No intervalo entre as canções, a vocalista se lembra, emocionada, de um salmo sobre o sangue de Jesus –o guitarrista acompanha dedilhando o instrumento com força proporcional à intensidade dos versículos.

Pastor e presbíteros lideram 'roda de cura' durante culto
Pastor e presbíteros lideram ‘roda de cura’ durante culto

Se a etapa inicial do culto lembra um show de rock qualquer, é quando as luzes do palco se apagam que a louvação começa de verdade.

De mãos estendidas para o céu, o pastor aparece num púlpito de pedra e convida os presentes a se abraçarem (o solo de guitarra no fundo cresce quando ele diz “aleluia”).

Começa uma roda de cura espiritual “contra a ansiedade”. Depois, o líder religioso anuncia a programação da igreja para as próximas semanas e cumprimenta, um a um, quem visita o culto pela primeira vez.

“Uma salva de palmas para o repórter e o fotógrafo que nos acompanham”, diz, enquanto a reportagem se encolhia no fundo do salão.

Um jovem magro, de cabelo dourado, cheio de gel fixador, é convidado a dar um testemunho.

“Consegui um trampo num restaurante”, diz, ao lado do pastor Batista. “Sou responsável pela parte de bebidas e estou muito feliz.” Aplaudido, ele prossegue: “Mesmo antes, eu sempre fiz questão de pagar o dízimo.”

É essa a senha para a coleta do dinheiro. Em fila, os fiéis caminham em direção a uma urna com pequenos envelopes recheados. Não fossem pretos, eles também seriam como os usados em outros templos religiosos.

Todas as paredes da igreja são pretas, com desenhos gigantes que lembram coroas de espinhos
Todas as paredes da igreja são pretas, com desenhos gigantes que lembram coroas de espinhos

VOZ DE TROVÃO

No ritmo dos gritos de “amém” do pastor (com voz gutural, tipo show do Sepultura), o culto segue por mais duas horas.

“O povo de Israel sempre foi guerreiro. Nós estamos em constante luta contra Satanás”, diz o pastor, que também é vocalista da banda AntiDemon, com a qual já viajou por outras igrejas alternativas em 31 países.

Com uma bíblia cheia de adesivos de bandas, ele fala à reportagem sobre a conexão que percebe entre o heavy metal e a mensagem divina.

“Está escrito numa passagem que a voz de Deus é como um trovão. Outra indica que o barulho no céu é ensurdecedor. No rock é igual.”

Pastor Batista diz que fundou a Crash Church para abrigar roqueiros rejeitados em outras igrejas
Pastor Batista diz que fundou a Crash Church para abrigar roqueiros rejeitados em outras igrejas

Ele diz que sua principal luta é contra os estereótipos. “Já fui barrado em hospital quando fui visitar um fiel que estava doente. Não usava uma gravata, então não acharam que eu era pastor. Puro preconceito.”

Julgamentos à parte, o pregador diz que sua igreja é “bem careta”. “Ninguém aqui transa antes do casamento. E nós não acreditamos em um terceiro sexo. Gays são bem-vindos porque precisam de amor e ajuda.”

O pastor também é vocalista da banda de rock gospel AntiDemon, que já viajou por 31 países
O pastor também é vocalista da banda de rock gospel AntiDemon, que já viajou por 31 países

fotos: Gabriel Cabral/Folhapress

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Coisas que você precisa ver antes de morrer

Publicado no Guerrilha Nerd

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