10 fotografias raras e reais de escravos brasileiros há 150 anos

Publicado no Somente Coisas Legais

Estas imagens, tiradas há mais de 150 anos, são registros únicos de uma das épocas mais cruéis da sociedade brasileira. Quando estudamos sobre a escravidão no Brasil, temos acesso a ilustrações, encenações e, é claro, descrições do período na literatura. Desta vez, poderemos observar imagens que mostram realmente pessoas da época que eram submetidas à escravidão.

Quando nos deparamos com o post do blog História Ilustrada e nos surpreendemos com a qualidade das imagens, decidimos também mostrar aqui esse conteúdo tão importante – e lamentável – da história brasileira.

O que tornou possível tamanha riqueza de imagens de época, segundo o site, foi o interesse do Imperador Pedro II pela fotografia, o que tornou o Brasil um dos países em que primeiro se desenvolveu esta prática.

Todas as fotos são do período entre 1860 e 1885 e têm como fonte o Acervo Instituto Moreira Salles, de onde ainda pretendemos escrever alguns posts sobre outros assuntos históricos. :)

Senhora na liteira (uma espécie de "cadeira portátil") com dois escravos, Bahia, 1860 (Acervo Instituto Moreira Salles)
Senhora na liteira (uma espécie de “cadeira portátil”) com dois escravos, Bahia, 1860 (Acervo Instituto Moreira Salles)
Primeira foto do trabalho no interior de uma mina de ouro, 1888, Minas Gerais. (Marc Ferrez_Acervo Instituto Moreira Salles)
Primeira foto do trabalho no interior de uma mina de ouro, 1888, Minas Gerais. (Marc Ferrez_Acervo Instituto Moreira Salles)
Negra com uma criança branca nas costas, Bahia, 1870. (Acervo Instituto Moreira Salles)
Negra com uma criança branca nas costas, Bahia, 1870. (Acervo Instituto Moreira Salles)

 

Negra com o filho, Salvador, em 1884 (Marc Ferrez_Acervo Instituto Moreira Salles)
Negra com o filho, Salvador, em 1884 (Marc Ferrez_Acervo Instituto Moreira Salles)

 

Foto da Fazenda Quititi, no Rio de Janeiro, 1865. Observe o impressionante contraste entre a criança branca com seu brinquedo e os pequenos escravos descalços aos farrapos (Georges Leuzinger_Acervo Instituto Moreira Salles)
Foto da Fazenda Quititi, no Rio de Janeiro, 1865. Observe o impressionante contraste entre a criança branca com seu brinquedo e os pequenos escravos descalços e aos farrapos (Georges Leuzinger_Acervo Instituto Moreira Salles)
Escravos na colheita do café, Rio de Janeiro, 1882 (Marc Ferrez_Acervo Instituto Moreira Salles)
Escravos na colheita do café, Rio de Janeiro, 1882 (Marc Ferrez_Acervo Instituto Moreira Salles)
Escravos na colheita de café, Vale do Paraíba, 1882 (Marc Ferrez_Colección Gilberto Ferrez_Acervo Instituto Moreira Salles)
Escravos na colheita de café, Vale do Paraíba, 1882 (Marc Ferrez_Colección Gilberto Ferrez_Acervo Instituto Moreira Salles)
Quitandeiras em rua do Rio de Janeiro, 1875 (Marc Ferrez_Acervo Instituto Moreira Salles)
Quitandeiras em rua do Rio de Janeiro, 1875 (Marc Ferrez_Acervo Instituto Moreira Salles)
A Glória, vista do Passeio Público, Rio de Janeiro, 1861 (Revert Henrique Klumb_Acervo Instituto Moreira Salles)
A Glória, vista do Passeio Público, Rio de Janeiro, 1861 (Revert Henrique Klumb_Acervo Instituto Moreira Salles)

Veja no vídeo uma compilação de várias imagens tiradas do Acervo Instituto Moreira Salles.

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O pão

pao com bolor

Ed René Kivitz

Construíram altares para o pão.
Espalharam pelas paredes fotos de pão.
Debateram receitas de pão.
Escreveram poemas exaltando o pão.
Distribuíram amuletos com miniaturas de pão.
Fabricaram réplicas de pão em ouro, prata e bronze.
Editaram manuais para o consumo do pão.
Instituíram sociedades do pão.
Discutiram a importância do pão.
Elaboraram regras para o acesso ao pão.
Formaram padeiros e especialistas em pão.
Edificaram casas do pão.
Criaram rituais para degustação do pão.
Dançaram ao redor do pão.
Assaram o pão.
Publicaram livros a respeito do pão.
Ensinaram as crianças a gostar de pão.
Patentearam o pão.
Elegeram guardiões do pão.
Mataram em nome do pão.
Recusaram o pão a milhares.
Organizaram romarias para ver o pão.
Venderam o pão.
Entoaram canções em louvação ao pão.
Ficaram de joelhos diante do pão.
Mas jamais comeram o pão.

fonte: Facebook

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Selfie em velório de Campos gera indignação nas redes sociais

Autorretratos foram feitos ao lado do caixão e com pessoas próximas do ex-governador

Selfie é feita durante velório de Eduardo Campos (foto: Pedro Kirilos / Agencia O Globo)
Selfie é feita durante velório de Eduardo Campos (foto: Pedro Kirilos / Agencia O Globo)

Raphael Kapa, em O Globo

Entre os mais de 100 mil que foram ao velório de Eduardo Campos, no Palácio das Princesas, alguns aproveitaram o momento para tirarem uma selfie na cerimônia e despertaram a indignação de internautas nas redes sociais.

“Gente, que falta de respeito é esse? Tem gente tirando selfie no velório de Eduardo Campos!”, escreveu Alcielly Barbosa no Twitter.

A iniciativa foi vista como um desrespeito pela maioria dos internautas. Para o psicólogo Alexandre Mosso, é complicado avaliar este tipo de comportamento.

— O luto é pessoal. Cada pessoa enfrenta de maneira diferente e não se pode julgar isso. O que não pode acontecer é a invasão do luto do outro por qualquer motivo. Pedir uma foto com uma pessoa próxima ao falecido, neste momento, é uma violação — afirma Mosso.

Sobre o registro de uma mulher tirando um autorretrato ao lado do caixão de Campos que foi criticada nas redes sociais, o psicólogo afirma que existe uma necessidade de registrar presença e compartilhar com amigos que é prejudicial.

— Não posso avaliar as motivações desta pessoa especificamente. Mas o que ocorre hoje é quase um egoísmo. As pessoas esquecem que uma atitude delas pode ser mal vista por aqueles que estão em luto naquele momento — afirma.

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Homem finge que Bíblia é arma, tenta assaltar em frente a delegacia em Niterói (RJ) e acaba preso

Carlos Henrique da Silva Viana tentava assaltar nas mediações da 78ª DP (foto: Fabiano Rocha / Extra)
Carlos Henrique da Silva Viana tentava assaltar nas mediações da 78ª DP (foto: Fabiano Rocha / Extra)

Ricardo Rigel, no Extra

Com uma Bíblia na cintura para fingir estar armado, Carlos Henrique da Silva Viana, de 19 anos, tentou assaltar uma pessoa, na manhã desta sexta-feira, nas proximidades da 78ª DP, no Fonseca, em Niterói, Região Metropolitana do Rio. Ele abordou uma pessoa, deu um soco no rosto dela e tentou roubar sua mochila. Para intimidar a vítima, ele mostrou o volume na cintura. Os policiais da delegacia, porém, viram a cena e conseguiram capturar o rapaz.

Segundo o delegado José William de Medeiros, titular da 78ª DP, Carlos Henrique será será indiciado por tentativa de roubo:

- Ele parece estar sob efeito de drogas. Algumas pessoas estão chegando à delegacia relatando tentativas de assalto semelhantes.

Mais cedo, nas proximidades de outra delegacia, em São Gonçalo, também na Região Metropolitana, dois homens numa moto furtaram o celular de uma professora. Ela, que preferiu não se identificar, ficou indignada com a ação perto da 73ª DP (Neves).

- Estou chocada com isso. O pior é que o aparelho era novinho. Nem paguei a primeira prestação ainda – disse a vítima, de 33 anos.

Bíblia que era usada por Carlos Henrique da Silva Viana para assaltar pedestres (foto: Fabiano Rocha / Extra)
Bíblia que era usada por Carlos Henrique da Silva Viana para assaltar pedestres (foto: Fabiano Rocha / Extra)

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Rubén Belloso cria artes ultrarrealistas usando giz

Publicado no Catraca Livre

Rubén Belloso Adorna, de Seville, na Espanha, cria quadros gigantes feitos de giz, com um realismo impressionante. Suas obras são tão detalhadas que parecem até fotografias, mas tudo é criado com giz.

Dá para notar a magnitude dos quadros quando vemos fotos de Adorna trabalhando neles. E mesmo que olhemos de perto todos eles, ainda parecem fotos em alta definição.

O artista de 26 anos se formou em arte na Universidade de Seville, e já é reconhecido mundialmente por seu trabalho primoroso. Há exposições de Adorna na Espanha e em Portugal.

Confira as imagens abaixo:

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Ruben-Belloso-Adorna-10

LaAuroradetail

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