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E se os famosos tirassem suas próprias fotos?

publicado na Zupi

Com ferramentas como o Instagram crescendo cada vez mais,  The Capes Times, jornal da África do Sul teve uma abordagem diferente para dizer a seus leitores como eles obtém suas histórias diretamente do local da notícia, sempre com relatos de primeira mão. Estas imagens habilmente “photoshopadas” são parte de uma campanha de marketing  impressionante para o jornal – mesmo que os braços por alguns momentos pareçam muito longos.

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Valentine Moreno

As fotos de Valentine Moreno mostram o ser humano de perto, explorando o corpo como ponto inicial e final de nossa existência. Confira!

publicado na Zupi

Uma caminhada pelo conhecido Caminho de Santiago, na Espanha, foi tudo o que Valentine Moreno precisou para começar a fotografar e não parar mais. As fotos de Valentine mostram o ser humano de perto, explorando o corpo como ponto inicial e final de nossa existência.

Abaixo você confere a conversa que tivemos com a fotógrafa que falou sobre o início de carreira, o seu interesse pelo corpo humano e as diferenças que encontrou na maneira de enxergar fotografia no Brasil e no exterior.

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Quando começou a tirar fotos?

Eu comecei a fotografar no ano 2000, com 23 anos. Foi uma resolução de ano novo, bom, nesse caso, de milênio novo. Há muito tempo que eu me sentia atraída pela fotografia, apesar não saber absolutamente nada sobre fotografia. Uma outra coisa que eu também sempre quis fazer era o Caminho de Santiago. Então, naquele ano, resolvi que não tinha mais por que esperar para começar a transformar sonhos em realidade. Peguei as minhas pequenas economias, comprei uma camera e uma passagem de ida pra Espanha e comecei a caminhar e a fotografar, e nunca mais parei – tanto de caminhar como de fotografar.

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Você aprimorou os seus estudos fora do país. Quais diferenças você percebeu na maneira de enxergar a fotografia lá fora e aqui?

A América Latina tem uma poética visual muito própria, uma linguagem bem conceitual, simbólica, e cheia de emoção. Aqui no Canadá, tenho visto trabalhos que são mais objetivos, com uma visualidade que tende mais para escolas européias, principlamente a fotografia alemã. Mas tem sido muito interessante também ver como esses caminhos diferentes se cruzam. O Canadá é um país de imigrantes e Toronto, uma das cidades mais multiculturais do planeta. Essa diversidade é  evidente nos trabalhos dos artistas vindos de todas as partes do mundo e que aqui se estabelecem.

Sinto também que aqui a profissão de artista e fotógrafo é muito mais aceita e respeitada. Existem sindicatos e associações que garantem pisos salariais e fotografos e artistas sempre são pagos quando seus trabalhos são expostos. Creio que o que difere aqui não é a maneira de enxergar a fotografia em si, mas sim de enxergar o fotógrafo.

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As suas fotos mostram o corpo, mais precisamente, a pele do ser humano em macro na série “Landscape”. Tiradas em um angulo único elas parecem paisagens, uma espécie de gruta. Como você percebeu a semelhança de nossos corpos com a natureza?

O corpo humano é completamente fascinante. Não canso de fotografá-lo e de navegá-lo por meio da imagem fotográfica. Com esse trabalho eu busquei explorar a minha percepção de que  o corpo é o número zero da régua da natureza. É a partir do corpo que experimentamos a vida. Além do corpo está o mundo concreto la fora, o universo e o infinito. Mas também existe o caminho ao contrário – do corpo para dentro, que é tão infinito quando lá fora. É o corpo, e mais precisamente a pele, que media nossa relação tanto com o infinito de fora como o infinito de dentro. Eu acredito que nós seres humanos devemos explorar tanto o universo lá fora como nossas grutas interiores, as físicas e as metafóricas também.

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Como teve a ideia para as séries “Jogo da Oca” ,”Jogo da Vida” e “Jogo da Ausência”?

A fotografia para mim é uma ferramenta de exploração intuitiva que me auxilia  a reconhecer o corpo e encontrar passagens para seu interior. É muito raro eu pegar uma camera para fotografar já tendo em conta um produto final. Normalmente eu fotografo o que me atrai -  neste caso, a pele, minha e de pessoas que estão ao meu redor. Depois, vou trabalhando essas imagens com tempo e de diferente maneiras, e vou deixando o processo criativo me levar aos resultados que nunca são finais.

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‘Lei Carolina Dieckmann’ entra em vigor; entenda o que muda

Brasil passa a reconhecer a existência de crimes digitais

Leonardo Pereira, no Olhar Digital

crimes-virtuaisDezoito anos depois de a internet ser apresentada aos brasileiros, o país finalmente reconheceu que alguns crimes podem ser cometidos no ambiente proporcionado pela rede. A partir desta terça-feira, dia 2 de abril de 2013, o Código Penal passa a contar com artigos que tipificam os chamados “delitos informáticos” e instituiu penas para quem cometer esses atos.

Hoje entra em vigor a Lei 12.737 de 2012, que propunha as alterações ao Código. É a chamada “Lei Carolina Dieckmann” – apelidada assim por coincidir com um vazamento de fotos íntimas da atriz.

A lei não tem relação direta com o caso da artista, ela é resultado de anos de discussões políticas. Mas surgiu, pelas mãos do deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP), principalmente como alternativa à “Lei Azeredo” (PL 84), que apesar de dispor sobre o mesmo tema, vinha sendo considerada perigosa para a liberdade do usuário da rede.

Mudanças

O que muda é que o Decreto-Lei 2.848 de 1940 (o Código Penal) agora possui tópicos sobre violação de equipamentos e sistemas – sejam eles conectados ou não à internet – com intenção de destruir dados ou informações, ou instalar vulnerabilidades.

fotos-intimas-de-carolina-dieckmann-caem-na-redeTambém são instituídas penas, que nos casos menos graves, como “invasão de dispositivo informático”, varia de três meses a um ano de prisão e multa.

Já os mais sérios, como invasão para obter “comunicações eletrônicas privadas, segredos comerciais ou industriais, informações sigilosas”, podem render de três meses a dois anos de prisão, além da multa. É considerado grave divulgar, comercializar ou transmitir o conteúdo.

“O ponto positivo disso é o fechamento de uma lacuna”, disse ao Olhar Digital o advogado especializado Renato Opice Blum, em relação ao fato de que até hoje não existiam menções ao universo virtual em nosso sistema penal. “A invasão nem era uma conduta criminosa.”

Problemas

Por serem crimes que dependem de perícia, os descritos na lei precisam da máquina policial, o que não é boa ideia, na opinião do jurista e cientista criminal Luiz Flávio Gomes. “A polícia só descobre 8% dos homicídios no Brasil, então ela tem de ser mantida longe dos crimes de informática. Ela não tem estrutura para isso. O Instituto de Criminalística de São Paulo está um caco! A polícia não tem como atuar agora com a internet”, declarou ele, em evento da Fecomercio.

O jurista apontou a existência de 104 termos delicados no texto. Estão entre eles “invasão de dispositivo informático”, “mecanismo de segurança”, “vulnerabilidades”, “interrupção” e “perturbação”. Ao ser enquadrado com base na lei, o acusado pode questionar cada um dos pontos, atrasando o processo.

Como o texto descreve que está encrencado quem invadir dispositivo “mediante violação indevida de mecanismo de segurança”, se seu computador não tiver antivírus ou senha, você pode ser desqualificado pela lei. Não ficou claro o que aconteceria no caso de um aparelho cujo bloqueio é automático e ocorre após um tempo específico: se alguém pegar seu celular e, antes do travamento, fizer cópias das fotos contidas no aparelho, será que essa pessoa pode ser considerada criminosa?

Paulo Teixeira defendeu recentemente que, em se tratando de tecnologia, seria praticamente impossível não aparecerem termos problemáticos. “E a tecnologia muda a todo instante, por isso precisávamos de termos mais genéricos.”

Saiba mais

Parte dessas discussões deve ser feita, a partir de 2013, através da Agência Nacional de Autorregulação da Internet, a Anarnet, que começa a operar nos próximos meses. Clique aqui para entender melhor.

No Brasil, a tecnologia da informação começou a ser observada mais atentamente, em termos criminais, após dois casos de repercussão nacional. Clique aqui e saiba qual foi a importância de PC Farias e ACM na história penal digital do país.

Marido registra a batalha de sua mulher contra o câncer em fotos emocionantes

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Vicente Carvalho, no Hypeness

“É ela” – é assim que Ângelo descreve a sensação que teve ao conhecer Jennifer, a mesma que seu pai teve quando conheceu a sua mãe. Eles então casaram, mas apenas 5 meses depois ela descobriu estar com câncer de mama, e de súbito falou: “Nós estamos juntos, vai ficar tudo bem”.

Ângelo resolveu registrar a luta de sua esposa durante os 5 anos que ela bravamente enfrentou a doença, no site “A luta da minha esposa com câncer de mama” (My wife with breast cancer).  Seu objetivo foi fazer com que as pessoas conhecessem mais sobre a doença, fizessem um exercício de empatia e, mais do que tudo, ele queria mostrar que o apoio e a vontade de viver do paciente é fundamental.

Se valeu a pena? E ele afirma que não trocaria os 5 anos que viveu com ela por nada no mundo. Vejam as fotos:

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Sem permissão, russos escalam pirâmide no Egito e fazem fotos incríveis

Publicado por F5

Um grupo de jovens russos postou na internet fotos que dizem terem feito de cima da Grande Pirâmide de Giza, no Egito.

Subir as pirâmides é ilegal e quem for pego pode ser condenado a três anos de prisão. Eles se esconderam dentro do local onde ficam as construções e, quatro horas depois do fechamento, começaram a subir.

Os jovens descreveram a aventura em um blog. “Fiquei sem palavras”, disse um deles.

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