Tatuador carioca não tem tatuagens ‘porque dói muito’

Há mais de 25 anos no ramo, artista da Ilha do Governador incentiva clientes a adotarem desenhos personalizados.

Novidades. China procura convencer seus clientes a fazerem desenhos inéditos e exclusivos Freelancer / lucas figueiredo Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/zona-norte/china-tatuador-sem-tattoos-8549275#ixzz2V03v9ZZL  © 1996 - 2013. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.
Novidades. China procura convencer seus clientes a fazerem desenhos inéditos e exclusivos Freelancer / lucas figueiredo

Publicado no O Globo Título original China: o tatuador sem tattoos

“Não tenho nenhuma tatuagem porque dói muito”, diz aos risos um dos tatuadores mais antigos e mais famosos da Ilha. O caso de China faz jus ao dito popular “casa de ferreiro, espeto de pau”. Mesmo achando graça da situação, ainda que não haja um estudo preciso sobre tatuadores sem tatuagem no mundo, ele acredita ser uma exceção.

Em seu estúdio, num centro comercial na Estrada do Galeão, China não sabe precisar o número de tatuagens que já fez ao longo de seus mais de 25 anos de carreira, mas garante que “foram muitas mesmo”.

A maca com a qual trabalha acaba servindo de divã para alguns de seus clientes. China conta que já viveu situações inusitadas.

— Um casal veio aqui porque a mulher tinha uma cicatriz na barriga que a incomodava muito. Fiz um desenho lindo em cima, e a marca desapareceu. Depois disso, o marido dela ligou para agradecer dizendo que eu tinha salvado o casamento dele — gaba-se.

Aos que resolvem marcar na pele homenagens, desenhos e mensagens subliminares, China sempre tem um conselho disponível:

— Não gosto de quem vem aqui e pede um desenho só porque está na moda. Tatuagem é para sempre. Precisa ter um significado. Eu tento convencer a pessoa a fazer uma coisa inédita, exclusiva.

Vez ou outra, também aparecem os apaixonados querendo homenagear seus parceiros. A esse respeito, China é categórico:

— Isso é a maior furada que existe. Já perdi a conta de quantas tatuagens eu tive que fazer por cima de nomes. Acho uma burrice.

Para alertar quem insiste na ideia, ele tem um álbum só com imagens de antes e depois de relacionamentos marcados na pele que não deram certo. Todos os nomes foram cobertos com sucesso, mas, como ele fez questão de dizer desde o início da matéria, dói. E muito.

Leia Mais

Cardiologistas estudam o efeito da espiritualidade sobre a saúde do coração

A espiritualidade pode melhorar a adesão do doente ao tratamento (Foto: Thiago Lontra / EXTRA)
A espiritualidade pode melhorar a adesão do doente ao tratamento (Foto: Thiago Lontra / EXTRA)

Roberta Hoertel, no Extra

“Sem fé, a vida se torna muito mais curta.” A teoria do aposentado tijucano João de Oliveira é antiga e inquestionável entre os religiosos. Mas agora a questão chegou à ciência, que, apesar do imenso abismo que sempre a separou da espiritualidade, começa a investigar a influência da fé em pacientes com doenças cardíacas. O assunto será destaque no 68º Congresso Brasileiro de Cardiologia, que acontecerá em setembro, no Riocentro.

- Baseado em alguns casos, resolvemos estudar se a religiosidade realmente faz com que os pacientes adoeçam menos e tenham menos problemas cardiovasculares – afirma o cardiologista Álvaro Avezum, do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, em São Paulo.

João Oliveira enfrenta a doença cardíaca com sua fé em Nossa Senhora da Conceição (Foto: Freelancer / Arquivo pessoal)
João Oliveira enfrenta a doença cardíaca com sua fé em Nossa Senhora da Conceição (Foto: Freelancer / Arquivo pessoal)

Mas o fato é que, fora dos laboratórios e das universidades, muitos pacientes que se apegaram à fé para enfrentar grandes problemas de saúde já tiveram a comprovação de que precisavam. João recorre à Nossa Senhora da Conceição para enfrentar uma cardiomegalia (coração aumentado). Nicia Ribeiro, de 66 anos, tem o mesmo problema e se agarra ao Senhor do Bonfim para enfrentar a doença. Já o vendedor Hercílio da Silva, de 42, recorreu à São Jorge para domar seus dragões: além do problema de coração e de pressão alta, ainda venceu uma leucemia.

- Fiz o tratamento e sabia que ia ficar curado. Em três sessões de quimioterapia, todas as taxas já estavam voltando para o lugar – revela o devoto do Santo Guerreiro.

Nicia Ribeiro recorre ao Senhor do Bonfim para enfrentar os problemas de coração (Foto: Thiago Lontra / Extra)
Nicia Ribeiro recorre ao Senhor do Bonfim para enfrentar os problemas de coração (Foto: Thiago Lontra / Extra)

Avezum explica, no entanto, que há diferenças significativas entre espiritualidade e religiosidade, embora as duas situações sejam estudadas. A religiosidade é ligada a crenças e cultos. Já a espiritualidade está relacionada à forma como a pessoa encara os fatos cotidianos e os sentimentos no decorrer da vida.

- Pesquisamos se, antes de o problema celular se manifestar no corpo, o agir e o pensar podem antecipar essa desorganização celular – explica, lembrando que até mesmo um ateu pode se encaixar nesses casos.

Embora a maioria dos médicos ainda se atenha apenas aos hábitos de vida de seus pacientes, alguns especialistas já verificam que a crença em alguma vertente, qualquer que seja ela, colabora para o tratamento.

- Algumas escolas médicas afirmam que pessoas assíduas a um determinado culto religioso ou que se apegam à religião têm uma evolução melhor – diz o médico.

Com ou sem comprovação, são os próprios pacientes que dão a dica nesses casos: é melhor acreditar.

Nicia Ribeiro conta que, há muitos anos, esteve em Salvador e se emocionou muito quando entrou na Igreja de Nosso Senhor do Bonfim. Desde então, virou devota.

- Sinto uma fé, um amor muito grande quando vejo a imagem de Jesus na cruz, e choro desesperadamente. Não tenho explicação para essa fé. Meu Senhor do Bonfim sempre me ajuda, nunca me desampara. Vou direto ao todo poderoso, ao chefão. Quando fiz um cateterismo, entrei na sala de exames agarrada a uma imagem que trouxe da Bahia. Durante o exame, chamei tanto pelo Senhor do Bonfim que o médico me perguntou se eu era baiana. Correu tudo bem. Com muita fé, estou aqui.

João de Oliveira, de 78 anos, devoto de Nossa Senhora da Conceição, também conta com sua fé para enfrentar a doença cardíaca.

- Se eu não tivesse toda essa fé, acho que já tinha ido embora há muito tempo. Muita coisa já aconteceu comigo. Sem minha medalhinha, com certeza teria sido muito pior. Até em situações de rua. Já fui assaltado duas vezes e tenho certeza de que tudo teria sido diferente se não estivesse com a minha proteção.

O aposentado conta que sempre foi ligado à religião:

- Acredita que essa fé tenha me ajudado a enfrentar o problema do coração desde os 50 anos. É por isso que não deixo a medalhinha por nada. Independentemente de qualquer coisa, as pessoas têm que acreditar em algo, mesmo que tenham problemas na vida, que tenham que se curvar. Sem fé, a vida não faz nenhum sentido.

Leia Mais

Man, a animação

Publicado originalmente no Brasil Acadêmico

Animação mostra a relação do homem com o meio ambiente. A dança do consumo predatório ao som de In the Hall of the Mountain King, de Edvard Grieg.

Steve Cutts é um artista freelancer radicado em Londres especializado em animação.

Estudou Belas Artes na Farnham University e já fez trabalhos para clientes de peso como Coca-Cola, Toyota, Reebok, Sony PSP, The Guardian, Kelloggs e Philips, entre outros.

dica da Rudgy Figueiredo e do Israel Herison

Leia Mais

Papai Noel britânico é suspenso ao dizer que Papai Noel não existe

Papai Noel foi suspenso depois que contou às crianças sobre o massacre ocorrido na escola Sandy Hook (Foto: Reprodução)
Papai Noel foi suspenso depois que contou às crianças sobre o massacre ocorrido na escola Sandy Hook (Foto: Reprodução)

Publicado originalmente no G1

Um Papai Noel foi suspenso no Reino Unido depois que contou a três crianças sobre o massacre ocorrido na escola Sandy Hook, Newtown, no estado do Connecticut (EUA), e revelou que Papai Noel não existe, segundo o jornal inglês “Metro”.

O homem trabalhava em um centro comercial de produtos para jardinagem em Nuneham Courtenay, perto de Abingdon, no Reino Unido.

O casal  Wendy e Steven Kennett disse que pagou 5,99 libras (R$ 20) para cada um de seus três filhos conhecerem o Papai Noel.

No entanto os filhos Ryan, de 10 anos, Amy, de 7, e Katie, de 6, contaram que o Papai Noel havia dito que “existem pessoas más no mundo e coisas ruins acontecem, como a que aconteceu com aquelas crianças nos EUA”.

O mais velho também teria ficado triste e chorado porque Papai Noel revelou que ele não era real.

Um porta-voz do centro de jardinagem pediu desculpas pelo incidente. “Ele trabalhava como freelancer e foi suspenso de seu trabalho”, disse ele.

dica do João Marcos

Leia Mais

Depois do sucesso na web, “Fantasma do elevador” é contratada pelo SBT

Julio Hungria, no BlueBus

Sugerida pelo próprio Silvio Santos, a pegadinha da menina fantasma do elevador, que virou hit na internet, vai ganhar frutos no SBT. Nota da Keila Jimenez hoje na Folha para assinantes diz que a emissora pretende capitalizar com o vídeo, que já ultrapassou 3,5 milhoes de views no YouTube e tornou a jovem Lívia Padilha, de 11 anos, a mais nova estrela da casa.

A menina, que aparece de surpresa no elevador, como uma fantasma, aterrorizando as pessoas, é a mais nova contratada do canal e será entrevistada por Silvio no programa de domingo. Keila informa que Lívia, que era freelancer, vai até participar da vinheta de final de ano da emissora. Na entrevista a Silvio Santos no domingo explicará como foi gravar a pegadinha, que já ganhou legendas em inglês, japonês e espanhol na internet.

Leia Mais