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Na BA, Zé Ramalho critica boato de morte na web: ‘Quanta maldade’

Músico está na cidade de Ilhéus, sul do estado, para realizar um show.
Após a apresentação na Bahia, o cantor retornará para o Rio de Janeiro.

Publicado originalmente no G1

Post feito pelo cantor Zé Ramalho no Facebook (Foto: Reprodução/Facebook)

Post feito pelo cantor Zé Ramalho no Facebook
(Foto: Reprodução/Facebook)

O músico paraibano Zé Ramalho criticou, na tarde deste sábado (8), boatos espalhados na internet sobre a sua suposta morte.

Em nota divulgada na página oficial do cantor no Facebook, Zé Ramalho afirma que há “maldade escondida sob o anonimato da internet”.

O cantor, que tem 63 anos, está no município de Ilhéus, sul da Bahia, para a realização de um show no centro de convenções da cidade. A assessoria de imprensa do artista disse ao G1 que Zé Ramalho está bem e trabalhando normalmente.

Os boatos da morte do cantor se espalharam por redes sociais durante a manhã deste sábado, diz a assessoria, que afirma ainda ter recebido diversos telefonemas sobre o ocorrido. Várias postagens de fãs e pessoas próximas ao cantor foram deixadas na página oficial dele na rede social.

“Ninguém faz matéria de jornal para dizer que você está ótimo, que está super bem de saúde após a cirurgia, que está cantando melhor do que nunca, que bateu todos os recordes e expectativas dos médicos… . Mas são capazes de inventar e espalhar, criminosamente, uma matéria mentirosa, alegando que você está no hospital, ou que se foi…”, diz a postagem no Facebook.

Após o show na cidade de Ilhéus, o cantor retornará para o Rio de Janeiro.

No dia 10 de março, Zé Ramalho deixou o Hospital Samaritano, em Botafogo, na Zona Sul do Rio de Janeiro, após ser internado no dia 4, com quadro de angina instável. Na ocasião, ele foi submetido a um cateterismo e a uma revascularização miocárdica.

reprodução

Printscreen de matéria postada no site do MSN em 8 de março. O post foi excluído somente hoje.

Alemanha abandona uso de sua palavra mais longa

Mudança em regras de segurança animal da UE acaba com uso de palavra de 64 caracteres.

palavras

publicado no G1

O idioma alemão perdeu sua mais longa palavra graças a uma mudança numa lei de conformidade da União Europeia (UE).

‘Rindfleischetikettierungsueberwachungsaufgabenuebertragungsgesetz’, que significa ‘lei que delega monitoramento de rotulação de carne’, foi introduzida em 1999 no Estado de Mecklenburg-Oeste Pomerania.

A palavra perdeu razão para ser usada após mudanças na regulamentação de testes em gado de corte.

Na Alemanha é notório o uso de palavras compostas (sem hifens ou espaços), frequentemente para descrever termos da área científica ou do meio jurídico.

A palavra de 64 caracteres foi criada para ser usada no contexto dos esforços para combater a chamada ‘doença da vaca louca’ ou BSE (do acrônimo inglês bovine spongiform encephalopathy).

Mas depois que a UE pediu o fim dos testes em gado saudável nos abatedouros europeus, a palavra saiu de uso.

A imprensa alemã busca agora outras candidatos a palavra mais longa do idioma.

Entre as concorrentes, está ‘Donaudampfschifffahrtsgesellschaftskapitaenswitwe’, que significa ‘viúva de um capitão da companhia Donau de navios a vapor’.

Entretanto, especialistas dizem que palavras tão longas como estas são raramente utilizadas e dificilmente entrarão no dicionário alemão.

A mais longa palavra que já foi incorporada no dicionário alemão é a ‘Kraftfahrzeughaftpflichtversicherung’, que significa ‘seguro obrigatório de automóvel’.

Campanha envia fezes de cão pelo correio a donos que não as recolhem

Ação foi realizada em Brunete, na Espanha. Responsáveis recebiam sujeira pelo correio em caixa de ‘objeto perdido’.

Donos foram surpreendidos com caixas de 'objetos perdidos' que continam fezes de seu animal de estimação (Foto: Reprodução/YouTube/Europapress)

Donos foram surpreendidos com caixas de ‘objetos perdidos’ que continam fezes de seu animal de estimação (Foto: Reprodução/YouTube/Europapress)

Publicado originalmente no G1

Em Brunete, uma pequena cidade de 10 mil habitantes a oeste de Madrid, na Espanha, uma campanha curiosa começou a ser feita voltada para os donos de cachorros que não recolhiam as fezes do animal, ao enviar os dejetos do cão para a casa do responsável. A agência Europa Press publicou um vídeo em espanhol mostrando a campanha.

De acordo com o jornal “La Verdad”, a agência McCann contou com a ajuda de 20 voluntários, que observaram se a pessoa deixava de recolher o cocô do cachorro. Depois disso, os participantes recolhiam a sujeira, e colocavam em uma caixa que dizia “objeto perdido”.

O voluntário seguia o dono do cachorro e perguntava o nome e a raça do bicho, para que pudesse encontrá-lo no banco de dados de animais da cidade. O último passo era enviar as fezes pelo correio, que chegaram a 147 responsáveis, junto com um bilhete de explicação, dizendo que, no caso de reincidência, poderia haver uma multa de 30 a 300 euros.

O jornal aponta que, depois da campanha, o número de fezes de cachorro encontradas nas ruas diminuiu em 70%.

Pastor com bandeira colorida de igreja é retirado de evento evangélico

Ele subiu ao palco com bandeira da igreja Quadrangular e depois retornou.
‘Houve um mal entendido’, informou organização do evento.

Nathalia Passarinho e Fabiano Costa, no G1

Logomarca da Igreja Quadrangular, usada na bandeira (reprodução do site www.quadrangular.com.br)

Logomarca da Igreja Quadrangular, usada na bandeira
(reprodução do site www.quadrangular.com.br)

Um pastor foi expulso nesta quarta-feira (5) do palco de um evento evangélico, organizado em frente ao Congresso Nacional, em Brasília, porque portava uma bandeira colorida, símbolo da igreja pentecostal Quadrangular.

Ao avistarem a bandeira formada por quatro quadrados de cores roxa, vermelha, amarela e azul – que lembra a do movimento gay, com as cores do arco-íris – os seguranças pediram que o pastor se retirasse. A assessora do pastor tentou intervir e houve confusão. O pastor resistiu e foi retirado à força do palco pelos seguranças. O G1 tentou fazer imagens da retirada, mas teve que interromper por determinação dos seguranças.

No Congresso, a bancada evangélica é tradicionalmente contrária a reivindicações do movimento gay, como o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

A confusão se deu durante o evento “Manifestação pela liberdade de expressão, liberdade religiosa e família tradicional”, organizado pelo pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus, e que reuniu milhares de pessoas na Esplanada dos Ministérios.

Após a retirada do pastor da Quadrangular, representantes da igreja esclareceram aos organizadores do evento que o homem forçado a deixar o local é religioso e destacaram que ele apenas segurava a bandeira símbolo de uma congregação evangélica.

Diante das explicações, os seguranças trouxeram o pastor de volta ao palco. A organização do evento disse aos jornalistas que “houve um mal entendido”.

Depois, informou que adotou a medida porque o evento é de “todas as igrejas evangélicas” e que, portanto, não era permitido portar bandeiras de igrejas específicas. O pastor retirado à força não quis dar entrevista.

dica do Fabio Martelozzo Mendes

Evangélicos fazem ato em Brasília por liberdade religiosa

Público participa de manifestação na Esplanada dos Ministérios nesta quarta-feira (5) , em Brasília (Foto: Valter Campanato/Abr)

Público participa de manifestação na Esplanada dos Ministérios nesta quarta-feira (5) , em Brasília
(Foto: Valter Campanato/Abr)

Publicado originalmente no G1

Integrantes de grupos evangélicos tomaram o gramado em frente ao Congresso Nacional, em Brasília, para manifestar pela liberdade religiosa, pela liberdade de expressão e pelos valores da família tradicional, na tarde desta quarta-feira (5). A organização do evento estima que 100 mil pessoas participem do evento, que prossegue até a noite.

A Polícia Militar estimou que, por volta das 17h30, 40 mil pessoas se aglomeravam em frente ao palco montado na Esplanada dos Ministérios. Segundo a polícia, houve uma discussão entre um fiel e um defensor dos homossexuais, que foi rapidamente contornada. Um adolescente de 12 anos passou mal por causa do calor. Ele foi atendido em uma ambulância e apresentou melhora.

Segundo o Batalhão de Trânsito da Polícia Militar, aconteceram bloqueios temporários, na S1 e na N1, do Eixo Monumental, no início do evento, por volta das 15h. Não foi registrado nenhum acidente até as 17h25. O trânsito ficou complicado pela chegada de fiéis e pela saída de funcionários dos ministérios.

Às 17h, cerca de 50 pessoas, entre parlamentares e líderes de diversas igrejas evangélicas de estados como Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais estavam no palco. O evento foi aberto pelo pastor Jabes de Alencar, da Igreja Assembleia de Deus do Bom Retiro, em São Paulo, com uma oração e a execução do hino nacional brasileiro.

Pronunciamento de Silas Malafaia
Durante o evento, o pastor Silas Malafaia, da igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo, afirmou que o Brasil está confundindo liberdade com libertinagem, criticou o movimento gay e defendeu o direito de expressar a opinião sobre os homossexuais “porque a gente vive num estado democrático de direito”. “No Brasil se critica tudo, governadores, a polícia. Mas criticar a prática homossexual é homofobia”, disse.

“Quero ver o movimento gay botar 30 mil pessoas aqui no meio da semana”, prosseguiu. Segundo o pastor, o ativismo gay é “o fundamentalismo do lixo moral”. “Raça é condição. Você não pede pra ser negro ou branco. Mas homossexualismo é comportamento”, afirmou.

O pastor também se disse contra o aborto. “O feto não é prolongamento do corpo da mulher.” Ele terminou o pronunciamento com uma oração. “Livrai o Brasil da desgraça social, das leis que venham prejudicar esse povo. Pai, levanta a sua igreja unida. Nós concordarmos, o Brasil é do Senhor Jesus.”

No UOL: Manifestação de membros de igrejas evangélicas "em defesa da família tradicional, da liberdade de expressão e religiosa" reúne milhares de pessoas em frente ao Congresso Nacional, em Brasília. Organizado pelo pastor Silas Malafaia, o evento tem como objetivo marcar posição contra o casamento gay e o projeto de lei 122, que, se aprovado, criminaliza da homofobia. O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) esteve presente no evento Roberto Jayme/UOL

No UOL: Manifestação de membros de igrejas evangélicas “em defesa da família tradicional, da liberdade de expressão e religiosa” reúne milhares de pessoas em frente ao Congresso Nacional, em Brasília. Organizado pelo pastor Silas Malafaia, o evento tem como objetivo marcar posição contra o casamento gay e o projeto de lei 122, que, se aprovado, criminaliza da homofobia. O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) esteve presente no evento Roberto Jayme/UOL