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Não pedir desculpas faz pessoa se sentir mais poderosa, diz estudo

Segundo autores, negar desculpas também aumenta a autoestima.
Pesquisadores queriam saber por que tanta gente prefere não se desculpar.

O pedido de desculpas ajuda nas relações sociais, mas quem se desculpa não necessariamente se sente melhor (Foto: Mikecco/Stock.Xchng)

O pedido de desculpas ajuda nas relações sociais, mas quem se desculpa não necessariamente se sente melhor (Foto: Mikecco/Stock.Xchng)

Publicado originalmente no G1

Um estudo conduzido na Austrália concluiu que não pedir desculpas por um ato traz benefícios psicológicos. Os autores que apontaram que quem não se desculpa por um ato ganha maior autoestima e se sente com mais poder e integridade de valores.

Os autores conduziram dois experimentos separados. O primeiro deles se baseou em entrevistas com os participantes, contando momentos do passado em que eles haviam magoado alguém e tinham ou não se desculpado. No segundo, eles deveriam escrever uma mensagem – hipotética – para a pessoa que tinham magoado, pedindo desculpas ou se recusando a fazê-lo, de acordo com a orientação dos pesquisadores.

A partir desses estudos, os pesquisadores analisaram o comportamento dos participantes e chegaram à conclusão de que quem não se desculpa obtém vantagens com isso.

Os autores não negam, contudo, que pedir desculpas seja um ato positivo. Pelo contrário, o objetivo do estudo era identificar por que tantas pessoas se recusam a se desculpar, mesmo sabendo que isso reduz o sentimento de culpa e facilita as relações interpessoais.

A pesquisa foi conduzida pelos psicólogos Tyler Okimoto, da Universidade de Queensland, Michael Wenzel, da Universidade Flinders, em Adelaide, e Kyli Hendrick, da Universidade de Vitória, todas na Austrália. O artigo foi publicado pela revista especializada “European Journal of Social Psychology”.

Velório de gato chama atenção de moradores do interior de Minas Gerais

Gato Cristiano foi velado na casa da dona em São João do Manteninha. Enterro em cemitério da cidade não foi permitido pela polícia.

Velório do gato Cristiano movimentou a pequena cidade de São João do Manteninha, no Leste de Minas Gerais (Foto: Patrícia Aparecida Coutinho / VC no G1)

Velório do gato Cristiano movimentou a pequena cidade de São João do Manteninha, no Leste de Minas Gerais (Foto: Patrícia Aparecida Coutinho / VC no G1)

Patrícia Aparecida Coutinho Lages, no G1

Um velório inusitado chamou a atenção dos moradores de São João do Manteninha, no Leste de Minas Gerais. Uma moradora da cidade resolveu velar o gato da filha.

No velório do gato Cristiano, realizado na noite dessa terça-feira (26), uma fila foi formada. A mãe da dona do gato ofereceu até um lanche para as 200 pessoas que foram dar adeus ao bichano.

Patrícia Aparecida Coutinho Lages é colega da dona do gato e enviou fotos do velório para o VC no G1. Ela conta que o gato tinha 13 anos e sua morte causou muita tristeza à dona. “Ela encontrou uma forma de prestar seus sentimentos ao gatinho tão amado por ela, comprou então um caixão, e fez o velório do seu estimado animal. Foi o comentário da cidade”, conta a internauta.

Uma funerária preparou o corpo do felino que foi coberto por flores brancas em seu pequeno caixão.  O corpo do gato só não foi enterrado no cemitério na cidade, porque não teve autorização da Polícia Militar.

Nota da Redação: Polícia Militar não permitiu que o gato fosse enterrado no cemitério do município. A PM alega que o enterro não foi permitido, pois isto seria um desrespeito com os parentes dos mortos enterrados ali.

 

Mãe é vista acendendo cigarro para bebê em parque na China

Jornalista registrou cena no Parque Fuxing, em Xangai. Hart Hagerty contou que mulher ‘sorria’ ao ver criança fumando.

publicado no G1

Hart Hagerty, jornalista e blogueira de moda situada em Xangai na China, ficou chocada ao registrar uma mãe acendendo um cigarro para uma criança, enquanto brincavam no Parque Fuxing, considerado um espaço familiar da região.

Hart Hagerty ficou chocada ao ver mãe acendendo cigarro para bebê em parque na China (Foto: Hart Hagerty/Shangai Style File)

Hart Hagerty ficou chocada ao ver mãe acendendo cigarro para bebê em parque na China (Foto: Hart Hagerty/Shangai Style File)

Hagerty contou em seu blog “Shangai Style File” que seus amigos tentaram fazer com que os pais interviessem, entretanto, tudo o que faziam era se divertir com a cena.

“A mãe deu o cigarro, acendeu para ele e sorriu enquanto o bebê fumava, e ria depois que a criança caiu no chão enjoada”, escreveu a jornalista.

“Não poderia deixar de compartilhar isso”,

Jornalista afirmou que mulher 'ria' ao ver criança fumando cigarro (Foto: Hart Hagerty/Xangai Style File)

Jornalista afirmou que mulher ‘ria’ ao ver criança fumando cigarro (Foto: Hart Hagerty/Xangai Style File)

Cena foi registrada em parque em Xangai, conhecido por ser um espaço familiar (Foto: Hart Hagerty/Shangai Style File)

Cena foi registrada em parque em Xangai, conhecido por ser um espaço familiar (Foto: Hart Hagerty/Shangai Style File)

 

Guinness seleciona profissional para passar seis meses bebendo cerveja

Divisão de Portugal da cervejaria oferece salário de até R$ 3.750,00. Candidato deve ter mais de 19 anos e ser recomendado pelos amigos. 

Foto:Divulgação/Guiness

Foto:Divulgação/Guiness

Publicado originalmente no G1

A divisão de Portugal da empresa de cervejas Guinness abriu uma vaga para contratar um “profissional da cerveja”. No anúncio colocado na página da empresa no Facebook estão os requisitos para a vaga: “beber cerveja de forma responsável, visitar bares, aprender a história e os rituais da Guinness numa viagem à Irlanda e relatar a experiência nas redes sociais são os requisitos necessários para a candidatura”. O salário mensal vai de 1.250 euros (R$ 3.125) a 1.500 euros (R$ 3.750).

Para participar do processo seletivo os candidatos deverão ter mais de 19 anos, disponibilidade para viajar e encarar “um ano de experiência em beber cerveja”. O contrato é de seis meses e inclui horário flexível e celular ilimitado.

As inscrições estão abertas até 28 de abril na página do Facebook. Os candidatos deverão ser recomendados por amigos, que vão tentar convencer os selecionadores de que aquela pessoa deve ser o funcionário ideal.

 

 

‘Vocês estão ultrapassando o limite de espaço’, diz Feliciano a jornalistas

Presidente da Comissão de Direitos Humanos reafirmou que não renuncia.
Alvo de processos, deputado disse que jornalistas ‘falam besteiras’.

Publicado originalmente no G1

Deputado Marco Feliciano (PSC) ao deixar a embaixada da Indonésia (Foto: Amanda Lima/ G1)

Deputado Marco Feliciano (PSC) ao deixar a
embaixada da Indonésia (Foto: Amanda Lima/ G1)

O deputado Marco Feliciano (PSC), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, criticou a imprensa na manhã desta quarta-feira (27). Alvo de processo por discriminação e pressionado a renunciar à presidência, Feliciano afirmou que os jornalistas “estão ultrapassando o limite de espaço” , “não tem outro assunto para falar” e que “falam besteiras”. O deputado reafirmou que não vai renunciar “de jeito nenhum”.

Feliciano foi à embaixada da Indonésia para conversar com o embaixador sobre a situação de dois brasileiros que estariam condenados à morte no país.

“Não falo mais nada. Vocês [jornalistas] estão ultrapassando o meu limite de espaço. Eu estou aqui para um assunto sério e vocês estão de brincadeira”, disse.

Questionado se esse seria o momento de analisar suposto pedido de clemência dos condenados, Feliciano respondeu: “Existe tempo para pedir clemência? Isso e uma pergunta estúpida, não?”

Segundo Feliciano, o embaixador não soube informar se os brasileiros estão na lista de condenados à morte e que o apelo por clemência do governo é bem visto pelo presidente da Indonésia, que os convidou para visitar o país.

Depois, Feliciano afirmou que a Comissão dos Direitos Humanos não está em crise, que a crise é dos jornalistas.

“A comissão não está em crise, quem está em crise são vocês. Falando besteira e falando coisas que não existem. Já fizemos duas sessões e na primeira votamos a rodada da pauta, a segunda foi impedida por causa do tempo, hoje tem a terceira sessão. Não sei se será (aberta ou fechada)”, disse.

O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, e líderes partidários anunciaram nesta terça que farão uma reunião na próxima semana para tentar convencer Feliciano a renunciar. O PSC, partido de Feliciano, decidiu nesta terça manter o deputado no cargo. Para Feliciano, líderes não podem interferir em sua decisão de continuar como presidente.

“Não vou renunciar de jeito nenhum. O que os líderes podem fazer com a minha vida? Eu fui eleito pelo voto popular e pelo voto do colegiado ponto final, que insistência. Vocês não têm outro assunto pra falar, não?”, completou.

Ações e declarações
Pastor da igreja Tempo de Avivamento, Feliciano é alvo de dois processos no Supremo Tribunal Federal: um inquérito que o acusa de homofobia e uma ação penal na qual é denunciado por estelionato. A defesa do parlamentar nega as duas acusações.

O pastor causou polêmica em 2011 quando fez declarações em sua conta noTwitter sobre africanos e homossexuais. “Sobre o continente africano repousa a maldição do paganismo, ocultismo, misérias, doenças oriundas de lá: ebola, Aids, fome… Etc”, escreveu o deputado na ocasião.

Recentemente, o pastor provocou novos protestos com a divulgação de um vídeo que dizia que as manifestações contra ele eram “rituais macabros”. Na última terça-feira (19), em um programa da Rede TV!, Feliciano disse que continua disposto a não renunciar. A declaração foi feita antes da divulgação do vídeo.